Meu nome é Enrique e tenho dezoito anos. Nasci com uma maldição, mesmo que pareça besteira o que eu digo, pra mim é real. Minha mãe me teve com vinte e quatro anos, agora tem quarenta e dois, e é uma gostosa. Pode parecer engraçado ou excitante, mas juro que essa situação me fez sofrer pra caralho. As piadas dos amigos, os comentários sexuais, os olhares na rua, absolutamente tudo. Ela é daquelas pessoas que é impossível passar despercebida. Aos meus dezoito anos, tenho 1,80m e me considero bem atraente, pego bem com as minas e já perdi a virgindade há anos, mas sempre pensei que o lance da minha mãe não me deixou aproveitar a sexualidade de forma saudável. Meu pai é um empresário de muito sucesso, acabou de fazer cinquenta anos, não vou falar muito dele porque nessa história ele não tem tanta importância. Vamos ao que interessa, minha mãe. Aos quarenta e dois anos, acho que ela tem tudo de bom de uma novinha e ao mesmo tempo de uma mulher madura, dou minha palavra que não vou exagerar nada na descrição. Ela tem 1,70m e é muito bonita de rosto. Olhos grandes castanhos, nariz fino, lábios carnudos e muito sensuais, pele bem clarinha. Usa um cabelo na altura dos ombros, loiro pintado ou castanho claro dependendo da época do ano. Tem uma cintura bem fina, lembrando que ela já não tem vinte anos, uma bunda bem dura e no lugar pra idade dela, maior que a de uma novinha, e uns peitos absolutamente impressionantes. São grandes, carnudos, bem pouco caídos e naturais. Por causa da academia onde ela passa metade da vida, sei que as medidas dela são 120-65-100. É uma mulher muito voluptuosa, um pecado danado. Graças à boa situação do meu pai, as únicas funções dela na vida foram cuidar de mim e cuidar dela mesma. Quase viciada em exercício e vida saudável. Minha função, no entanto, foram duas: estudar e fantasiar com ela sem parar. Reconheço que tenho um complexo de Édipo de manual, e os comentários do povo Nunca me ajudaram. O corpo espetacular dela já me causou um montão de brigas com meus amigos, algumas até sérias. Ninguém gosta que a própria mãe seja uma "MILF". As punhetas e sonhos eróticos que já tive com ela são incontáveis, já cheguei até a espionar meus pais transando. Só de olhar pra ela uns minutinhos em certas situações já me dá uma ereção incontrolável, uma coisa que nunca senti por nenhuma namorada nem "amiga com benefícios". Acho que quase três quartos das vezes que transei com uma garota, eu fantasiava com a minha mãe. Sei que é uma doença, mas o que posso fazer? O problema é que dos 16 anos pra cá a obsessão só aumentou. Não me contento mais em me trancar no quarto pra me masturbar igual um louco, fui além… Como comentei, espionei meus pais transando, entrei no banheiro quando ela estava tomando banho com qualquer desculpa pra dar uma olhada naquele corpanzil de canto de olho e, ultimamente, até comecei a roubar a calcinha dela e bater uma nelas. Até aí, sem problemas. A parada foi a partir do verão passado, quando perdi o controle total… Moramos numa casa com piscina num bairro residencial e bem de vida nos arredores de Barcelona. Esse verão foi terrível, qualquer espanhol como eu sabe que a onda de calor foi algo nunca visto no nosso país. Eu já estava de férias depois de terminar o último ano do ensino médio, com três meses de folga antes de começar a faculdade. Meu pai passava o dia todo no trabalho, e eu e minha mãe ficávamos a maior parte do tempo na piscina. Lembro que era uma terça-feira e eu já estava na piscina desde cedo quando minha mãe apareceu no jardim. Ela estava toda de branco, tinha voltado de jogar tênis, e aquela blusa que nem era decotada, mas a saia que era bem curtinha fazia ela parecer saída de um filme pornô. — Oi, querido, tô exausta, vou vestir o biquíni e vir pra piscina com você —. Dito e feito. Pronto, em 10 minutos ela voltou vestida com um biquíni desenhado, com certeza, pra provocar. A calcinha era fina mas não fio dental, mas a parte de cima eram dois triângulozinhos minúsculos que mal conseguiam cobrir tanta carne, a carne das melhores tetas que já vi na vida. Ela tomou uma ducha na piscina do jardim, deu um mergulho e foi pegar sol de costas, situação que eu aproveitei pra pensar em qualquer outra coisa e abaixar o começo da minha ereção. Daí a pouco veio a confusão. Ela disse: — Meu amor, você passa um pouco de protetor solar em mim? Obviamente não tive escolha e falei que sim. Com ela de bruços, desabotoou a parte de cima pra deixar as costas trabalhadas à mostra, e eu sentei em cima da bunda dela com cuidado pra começar a passar o creme nos ombros. Não tinha terminado isso quando uma das maiores ereções da minha vida apareceu. Claro! Eu estava posicionado de um jeito que meu pau se apertava contra a bunda semidesnuda dela! Era impossível que ela não percebesse, mas obviamente não disse nada, e eu me senti descoberto, descoberto depois de tantos anos, então longe de disfarçar ou sair com qualquer desculpa, fiquei ali aproveitando o corpo dela. Passei o creme nas costas e meu pau já estava prestes a explodir, mas não satisfeito com isso, comecei a passar creme nas laterais, aproveitando quase descaradamente pra acariciar os lados das tetonas dela. Tava tão excitado que até minha respiração ficou mais pesada. Continuei apalpando ela até que falei: — Mãe, devia passar creme também na frente. Enquanto meu pau continuava apertado contra a bunda dela, separados só pelo biquíni fino e minha sunga, eu mexia levemente a cintura, fazendo um balanço como se estivesse montando nela. Aí consegui enfiar minhas mãos cheias de creme entre os peitos dela e o chão, e ali, apertados, comecei a acariciar os seios dela com o mamilo de fora. A respiração da minha mãe também tinha mudado, mas não era excitação, e sim... Desconforto extremo. Ela não aguentou mais aquilo tudo, conseguiu se levantar, se desvencilhando de mim com agilidade, e disse: — Já chega, Enrique, obrigada —, e foi pra dentro de casa pra não voltar. Eu não consegui nem chegar no meu quarto; sem me importar se minha mãe ou a empregada que tínhamos de segunda a sábado podiam me ver, puxei o pau pra fora ali mesmo e bati a punheta mais rápida da minha triste existência. Os dias seguintes foram estranhos, como era de se esperar. Minha mãe tava arisca, falava comigo só o estritamente necessário, e eu, surpreendentemente, não me sentia envergonhado, mas sim aliviado. Acho que nos três dias seguintes bati um novo recorde pessoal de punheta, sempre com aquela cena na cabeça. Achei que tinha retomado o controle até que chegou o domingo. Ouvi do meu quarto que minha mãe tinha se levantado primeiro, como todo domingo. Como não tinha empregada, ela gostava de acordar cedo e preparar um café da manhã caprichado pra gente; era um dos poucos dias da semana que a gente tomava café junto. Ouvi barulho de água, era meu pai no chuveiro, e fui pra cozinha. Ela me deu bom dia como se nada tivesse acontecido, aquela cena toda já tinha passado, ficou pra trás, e me sorriu como sempre fazia. Eu tava sentado numa das cadeiras da mesa da cozinha, e a minha vista era mais que excitante. Ela tava só de calcinha, nem camiseta. De noite meus pais não gostavam de ligar o ar condicionado, e o calor tava forte demais. E minha mãe usava um shortinho de pijama e uma camiseta larga. De costas pra mim, preparando umas torradas, a visão da bunda dela era espetacular. Trinta segundos depois, a ereção não cabia mais na cueca. Fui direto nela com a desculpa de ajudar, mas o que fiz foi me colocar atrás dela e grudar como uma lapa. Abracei ela por trás, apertando a bunda dela com minha porra de ereção violenta, enquanto enfiava minhas mãos por dentro da camiseta dela e agarrava com força os peitos dela. — Mmmmmmm, ah, sim Mãe, em que posso te ajudar? — falei quase com ironia. Ela respirava fundo pra caralho, não sabia o que fazer, e eu fiquei ali só um minuto até baixar a cueca e começar a esfregar meu pau por cima da calça dela. — Porra, mãe, que gostosa você tá — não consegui evitar dizer, parei de apertar os peitos dela e puxei a calcinha dela até os joelhos num movimento rápido, deixando a bunda dela nua na frente do meu pau. Ela se virou rápido, mostrando a bucetinha bem cuidada, com uma cara de raiva que eu raramente via nela. Pá! Me deu um tapa com força enquanto falava — Mas você ficou maluco? Vai pro seu quarto agora mesmo! Subi a cueca num pulo e fui pro quarto puto da vida, mas nem o tapa nem a raiva dela impediram que eu batesse uma pensando nela. Depois disso, o clima ficou tenso pra valer, ela praticamente não falava comigo nem me olhava, e até meu pai perguntou umas duas vezes se a gente tinha brigado, mas ela sempre respondia umas merdas do tipo que eu tava muito respondão ou algo assim. Passamos um mês assim, sem o clima melhorar. Já tava quase em agosto, meu pai trabalhando e eu ouvi minha mãe entrar no chuveiro. Me convenci de que as coisas não podiam piorar, então meu assédio aumentou. Tirei toda a roupa e, já com uma ereção visível, entrei no banheiro. Vi minha mãe toda ensaboada através do box e não pensei duas vezes, entrei com ela. — Enrique, que porra você tá fazendo? — Ela ficou me olhando de frente, nós dois pelados, com os peitões dela apontando pra mim. Agarrei ela com força pela bunda e me joguei em cima dela, deixando ela entre a parede do chuveiro e eu. — Não aguento mais, mãe, juro que não aguento mais — Ela se debateu pra me afastar, mas eu tava segurando ela com muita força. Beijava o pescoço dela e esfregava meu pau na buceta dela, no clitóris, enquanto ela ainda tentava sair da situação me xingando entre dentes…—Juro, mãe, não aguento mais, só penso em você, tô cansado de ouvir os outros falarem de você, do quanto você é gostosa, do que fariam com você, preciso de você.—Falava sem parar, sem muito sentido, enquanto passava a mão em tudo que podia e tentava enfiar meu pau na sua racha desejada. Ela intensificou a luta e conseguiu se afastar uns centímetros, fiquei olhando pra ela. —¡¡¡Enrique, para!!!!—. Olhei nos olhos dela, me joguei de novo em cima dela e falei que não dava pra parar, até implorei. Minha excitação era brutal, incontrolável, depois de mais um minuto tentando fazer minha mãe abrir as pernas, ela conseguiu enfiar a mão entre a buceta dela e meu pau, agarrou meu membro e começou a mexer pra cima e pra baixo. —¡¡¡Ohhhhhhhh, ohhhhhhh, ohhhhhhhhh, ohhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, oh sim, mãe, oh siiiim!!!!—. Minha mãe tava me fazendo a punheta mais excitante da minha vida, a cara dela era de profunda resignação, mas eu tava nem aí. —¡¡¡Siiiiim, siiiiiiiii, siiiiii, mãeeee, ohhhhhhhhhhhhhhhh, ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh¡¡¡—. Como era de esperar, aguentei uns três minutos e tive a gozada mais intensa da minha vida, que foi parar na barriga da minha mãe enquanto meus gemidos iam diminuindo e ficando espasmódicos. Minha mãe deu mais duas ou três sacudidas, e aproveitando que eu tinha ficado destruído, saiu rápido do chuveiro sem dizer uma palavra e sem nem se secar. Fugiu dali. Aquilo foi a melhor experiência da minha vida, melhor que qualquer transa, que qualquer garota de dezoito anos. A punheta da minha mãe, quase forçada, sem vontade, por desespero, foi a gozada mais intensa que já tive. Só sabia que precisava de mais, e que dessa vez não ia conseguir esperar um mês. A má notícia é que vi que minha mãe nunca ia aceitar ficar comigo por conta própria, e também não dava pra forçar fisicamente, claro, precisava de um plano mais psicológico. Passaram-se poucos dias. Até que chegou o sábado. Vestindo uma camiseta e de cueca, me aproximei do quarto dos meus pais. E meu pressentimento estava certo: meus pais tinham decidido celebrar a chegada do fim de semana com uma trepada matinal. Acho que era o momento da semana que eles mais gostavam. Eu ouvia os dois gemendo, minha mãe quase como uma louca, eles trocavam palavras tipo "te amo", "adoro", "como me deixa louco", "nunca vou me cansar de foder com você", especialmente meu pai, que se divertia pra caralho, embora os gemidos da minha mãe fossem de puro prazer. Depois de um tempo, entre grandes gritos, eles gozaram, e eu já estava com a orelha colada na porta. Eles ficaram uns minutos estirados, soluçando na cama, ouvi meu pai acendendo um cigarro, o único vício que ele tinha. Daí a pouco, meu pai disse que ia tomar banho e entrou no banheiro que tem no quarto deles. Percebi que minha mãe ainda estava estirada na cama e pensei: agora ou nunca. Tirei a roupa no corredor e entrei rápido no quarto. Ouvi a água do chuveiro do meu pai e vi minha mãe com os peitos de fora e só com a calcinha minúscula do pijama. Ela descansava depois daquela sessão de sexo, relaxada, até que me viu, claramente. A cara dela era de espanto, de ver que eu já não tinha limites. Nu e já de pau duro, me joguei em cima dela e comecei a passar a mão em tudo: nos peitos, na bunda, na buceta por cima da calcinha, tudo! Ela tentou resistir de novo comigo e mal sussurrava alguma coisa, mas eu continuava cego de desejo. Ela dizia algo tipo "para, você está louco, o papai está no banheiro". Ela não sabia que papai era parte do meu plano… Continuei passando a mão nela por um tempo enquanto falava umas obscenidades, tentava puxar a calcinha dela pra baixo, mas ela resistia. Falei: — Eu também quero te foder, mamãe, não vou parar até conseguir. Também tenho direito de te foder. Se você fizer barulho, papai vai saber, é isso que você quer? — Meu plano estava dando certo, eu tinha certeza de que meu pai descobrir tudo aquilo era o que ela menos queria. Longe de ser a salvação da mamãe, a vergonha ia fazê-la esconder aquilo. O desconcerto era minha melhor baixa. Quando ela ouviu meu argumento, continuou resistindo, mas com menos intensidade, enquanto me chamava de louco e coisas do tipo. —Preciso te foder, mamãe, só uma vez, eu preciso, quero ser igual ao papai, quero te foder—. Uma das minhas mãos se regalava com as tetonas dela, enquanto a outra não parava de esfregar a buceta dela, agora por dentro da calcinha apertada. Entre gemidos de prazer meus e gemidos de resistência dela, consegui puxar a calcinha dela até os joelhos e, nessa nova situação, continuei apalpando sem parar, esfregando meu pau na rachinha dela, enquanto com as duas mãos apertava a bunda dela contra mim. —Ah, sim, mamãe, como você é gostosa, ah, sim, mamãe—. A resistência dela já era quase inexistente, mas eu não conseguia meter o pau, então puxei a calcinha dela até os tornozelos e consegui tirar de uma vez. Abri as pernas dela e me coloquei entre elas, procurei com meu pau a entrada da buceta dela e, finalmente, meti até o fundo. —Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ohhhhhhhhhhhhhhhh, mamãeeeeeeeeeee, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh—. Gemi o mais baixo possível para que meu pai não nos ouvisse, e ela gemeu também, mas não de excitação. —Ahhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhm, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ohhhhhhhhhhhhhhh—. Eu estava me divertindo pra caralho, era meu sonho realizado, curtia o corpo incrível da minha mãe sem nenhuma resistência, metia nela uma vez atrás da outra. Meu pau deslizava perfeitamente dentro dela, ainda mais porque ela tinha acabado de transar com meu pai. Enquanto me mexia, não perdia um momento para acariciá-la e beijá-la onde dava. Finalmente, dei uma estocada mais funda e, segurando ela pela bunda, descarreguei todo o meu leite dentro dela enquanto tinha uns espasmos incríveis e gemia bem baixinho. —Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh—. Mamãe, você é incrível. Fiquei uns dois minutos esticado. em cima dela com meu pau dentro, até que o tamanho foi diminuindo e eu me deixei cair ao lado dela. Aquilo foi realmente maravilhoso. Naquele exato instante, ouvi o som do chuveiro parando, e aproveitei pra sair dali de fininho, deixando minha mãe estirada, com cara ainda de espanto e resignação. Como vocês podem imaginar, aquilo mudou nossa relação pra sempre, mas sinceramente não me arrependo de nada do que aconteceu. Espero que tenham gostado do relato.
1 comentários - Mama gostosa