2. Confissões da minha namorada (Cuckold)

Minha mina chega da casa do puteiro mais ousada do que nunca, e eu tava de pau duro e com mil putarias na cabeça, querendo saber tudo enquanto a gente ia revivendo. E ela continua me contando:


—Fomos nos beijando até o sofá… a roupa tava queimando em mim. Ele tirou meu vestido e me deixou de fio dental, tava usando aquela calcinha preta pequena que você tanto gosta. E eu arranquei a calça dele e deixei ele peladão. Sentei ele… e me ajoelhei entre as pernas dele. Amarrei aquele rabinho de cavalo no cabelo.
Vem, fica à vontade você também… que eu quero te contar mais uma coisa — ela me diz, com a voz sugestiva, me olhando de baixo pra cima enquanto segurava minha rola.


—Ontem à noite, enquanto eu tava no bar com as mina e a gente trocava uns olhares com o Guido, ele me mandou uma foto da pica.


—Fiquei toda molhada… ali, no meio de todo mundo, tive que disfarçar o sorriso.


—E o que mais ela te colocou?


—Que eu ia ficar chupando pica a noite toda.


—E você?


—Eu disse a ela que era pra isso mesmo… que já tinha a boca pronta.


Minha cabeça tá explodindo. O tesão é tanto que já nem sei se quero que ele me conte, que ele me mostre, ou as duas coisas ao mesmo tempo.


Ele se ajoelha entre minhas pernas. Passa a língua nos lábios, como se estivesse saboreando uma guloseima proibida.


—Eu tinha a pica do Guido na cara… igual a sua agora. E chupei ela toda, assim ó…


Sem me dar tempo de respirar, ela enfia ele inteiro na boca. Sinto ela envolvendo meu pau com a boca quente dela. Ela engole até o fundo, fica ali parada, e me olha com aquele olhar de puta que me incendeia.


—Sabe o que eu mais gosto quando faço um boquete? —ela me diz entre lambidas— É que fodam minha boca… e me façam engolir o pau.


—E foi ele quem fez isso com você? —pergunto, rangendo os dentes, já sabendo a resposta.


Ela acena com o meu pau na boca, e segura minha mão. Leva ela até a cabeça dela, me forçando a empurrar.
—Vai… faz tu. Igual ele. Come minha boca.


Fode a sua boca como se fosse ele. Pensando que era ele.
Enfia até a garganta e fica ali, aguentando, se entrega completamente. Ela adora. Caem lágrimas dela de puro tesão, de puro prazer.
Ela engole como nunca, a saliva escorre pelo canto da boca dela.


—Adoro que me façam engolir pica… —ela me diz, olhando nos meus olhos, com a boca em chamas. E enfia de novo como se não conseguisse parar.


Ela me conta e me mostra, tudo ao mesmo tempo. E eu não sei se tô pegando fogo pela cena, pelo que ela fez, ou porque ela tá fazendo o mesmo comigo… mas melhor ainda.


Ela tira da boca só pra me provocar ainda mais:
—Isso te excita? Te excita saber que ontem à noite sua namorada ficou de joelhos e chupou um pauzão… igualzinho como eu faço com o seu?


—Você tá me matando… —falo quase sem voz.


Ela sorri pra mim de boca cheia, com os olhos fixos nos meus. A cena toda é uma loucura: a história dela, a boca dela, o tesão que explode na minha cabeça. Fico doido pra caralho.


Flor parou na minha frente, ainda com a respiração ofegante. E olhando nos meus olhos, ela diz:


—Foi assim que tirei a fio dental… enrolada em laço.


Enquanto dizia isso, começou a fazer. Eu tava ligado em tudo.
Enfiou os polegares por baixo da borda da fio-dental e foi descendo devagar, com uma calma que me tirava do sério. Os olhos fixos nos meus, a boca entreaberta, sabendo exatamente o efeito que causava.


Eu não conseguia desviar o olhar. Sentia o coração batendo forte, misturado entre desejo, ciúme e a adrenalina que percorria meu corpo inteiro.


Ela continuou descendo, devagar, com um sorriso que brincava entre o safado e o provocante.
Quando a fio dental caiu no chão, ela levantou o olhar de novo.
—Foi assim que eu fiz —ele me disse, quase num sussurro—. E me olhava do mesmo jeito que você agora.


Com o corpo em chamas, ela sobe em cima de mim, apoiando a buceta na pica dura. Ela me esfrega devagar, me olha com os olhos brilhando. Ela roça a buceta molhada em mim, preparando o terreno. Os gemidos suaves dela perfuram minha cabeça.


—Eu franelei ele… devagar, até deixar ele louco —ela me diz no ouvido, enquanto repete o movimento comigo—. Eu percorria toda aquela pica com os lábios da minha buceta molhada, apertando, aumentando o ritmo. Depois, coloquei os peitos na cara dele e ele chupou um por um. E quando ele me agarrou na bunda, comecei a franelear ele com tudo.


Ele me conta no ouvido, devagar, roçando minha boca com cada palavra.
Eu escuto ela, vejo ela revivendo aquilo e fico de cabeça quente. Não sei se me excita mais o que ela me conta ou imaginá-la fazendo aquilo. O tesão me consome.


Agarrei ela pela cintura, apertando mais contra mim. Não aguentava mais. Queria comer ela logo.


Ela se endireita e com uma mão encaixa a rola na entrada. Entra inteira, de uma vez, molhada, quente.


Geme alto, fundo, carregado de desejo e com os lábios abertos, molhados, me procurando.


—Sou sua… mas também me excita que outro me coma. E contar pra você me excita o dobro.


Depois disso, a gente não trepou mais: a gente se incendiou.

4 comentários - 2. Confissões da minha namorada (Cuckold)

Es lo mejor el regreso y el polvo entre uds. Me paso muchas veces es muy caliente escuchar el relato
Después de verla bien cojida empieza la etapa en donde vos traes al tercero esa etapa es la más morbosa.
ripw
Me paso algo parecido hace poco.
Es un morbo hermoso