Fala, bandido. Meu nome é Uriel, mas não vou dar muitos detalhes sobre mim e minha mãe adotiva, até porque somos conhecidos na minha cidade. Tenho 20 anos e fui adotado aos 17, ou seja, há 3 anos atrás. Passei a vida inteira pulando de casa em casa, tive várias famílias ao longo do tempo. Nunca soube o que aconteceu com minha mãe verdadeira, mas supostamente era viciada em droga e morava na rua. Minha personalidade é o que faz sempre me devolverem pro orfanato, e por isso sempre fico sozinho lá. Me dá uma raiva, mas sou assim mesmo, teimoso e enjoado, e isso incomoda pra caralho as famílias que me adotaram.
No começo de 2022, chegou um senhor grandão, uns 50 anos, com uma senhora de 46. Não vou descrever a aparência deles, só que minha mãe adotiva é a coroa mais puta que existe, e é sobre isso que essa confissão vai ser. Eles chegaram e, na hora, ela se aproximou e começamos a conversar. Ela me olhava de cima a baixo, o velho nem tanto. Me fizeram falar com eles, eu obviamente respondia mal e tudo, mas não parava de olhar pras tetas que a coroa tinha. Eram grandes e caídas, pareciam dois sacos de velha, mas bem gordas, e me deixavam com um tesão do caralho. Eles vieram várias vezes por um mês e, no final, me adotaram. Eu, feliz óbvio, saí do orfanato porque não aguentava mais ficar lá. É horrível, e ainda por cima eu já era "grande" pra continuar ali.
Cheguei lá, era gente com grana, pra ser sincero. Me mostraram minha cama e a casa em geral. Nos dias seguintes, comecei a estudar e tudo parecia bem. O que eu ouvia muito eram umas brigas dos meus pais adotivos no quarto deles. Lembro de uma em que minha mãe adotiva dizia pro marido que quase não transavam e que tava cansada de esperar ele terminar. Ele se irritou, saiu do quarto, me olhou com uma cara de bosta e foi embora, mas voltou de noite. Por minha parte, como todo cara, não podiam faltar as punhetas, e eu sempre batia uma com uma calcinha fio dental vermelha bem fininha que era da minha mãe. Deixava ela suja pra ela saber que era eu, mas ela nunca falou nada nem me encarou, e era isso que eu queria. Eu tava na dela, mas ela nem aí, até que, como sempre, um insiste, insiste e acontece o que tanto queria. Lembro que tava batendo uma um dia no meio-dia, meu pai não tava, tava sozinho no meu quarto com a mesma calcinha fio dental vermelha, batendo uma, e sem perceber que não tinha fechado a porta, entra minha mãe adotiva de repente. Ela me olha fixo e tira a calcinha de mim, com um cheiro de pica, começa a perguntar o que eu tava fazendo, por que eu tava batendo uma com as coisas dela, e eu expliquei. Mas tudo mudou quando ela começou a cheirar a calcinha na minha frente, cheirava e colocava na boca. Eu entendi como um sim, levantei com a pica duríssima e fui pra cima dela. Ela quis se fazer de difícil, mas na hora tirou a camiseta, a calça e comecei a chupar os peitos dela, mordia e cheirava, amava. Depois de 5 meses morando junto, realizei minha maior fantasia. Ela deitou na cama e abriu as pernas enquanto eu chupava bem a buceta com a língua, sei lá, tava com muito tesão e na hora encostei a pica na buceta e enfiei. Ela gemia que nem uma puta e enquanto eu comia ela, dizia que precisava daquilo, que fazia tempo que não transava com ninguém e que o marido (meu pai adotivo) gozava rápido, e eu não tenho uma pica tão grande, é média, mas aguento muito tempo comendo e era isso que ela procurava. Sei lá, perdi a noção de quanto tempo a gente transou. Meu pai adotivo trabalhava de 8 a 10 horas, mas o dia inteiro a gente comeu com a minha mãe, não parava, terminava de gozar e logo depois eu voltava a procurar ela pra comer de novo, e assim foi. A última gozada eu dei na cara dela e na hora a gente limpou tudo, os lençóis, o chão, a roupa, e disfarçamos tão bem que meu pai não desconfiou de nada. Eu continuava sendo o teimoso e, mesmo comendo minha mãe adotiva, às vezes a gente brigava de verdade. A gente resolvia quando meu pai saía e a gente colocava o papo em dia e terminava numa trepada. Passou o ano, eu me apaixonei perdidamente por uma garota e sabia que minha mãe adotiva tava com ciúmes. Com o tempo, a gente virou namorados, eu e essa garota, e quase nunca tava em casa. Em casa, quando minha mãe chegava, ela ficava com ciúmes e me xingava por deixá-la sozinha. Depois, ela descontava toda a raiva e a punheta em mim quando estávamos a sós. Eu arrebentava bem a pussy dela, e assim ela me deixava em paz por vários dias, aí eu podia ir tranquilo pra casa da minha namorada. Isso continuou, mas terminei com essa garota depois de alguns meses e entrei numa tipo depressão. Minha mãe adotiva me consolava batendo uma pra mim ou, às vezes, bem raramente, gostava de enfiar um dedo no meu cu. Eu gostava, mas nem sempre. Isso me fazia não pensar tanto naquela garota e, em um mês, já tinha superado ela. Voltamos à rotina com minha mãe: trepávamos 2 ou 3 vezes por dia, era normal, e meu pai adotivo continuava sendo corno e ainda é, nunca descobriu, eu acho. Fomos viajar os três, era uma cabana meio no meio do mato, mas tinha outras cabanas. Mentimos pro meu pai que íamos ver a natureza com minha mãe, e na verdade fomos trepar atrás de umas árvores escondidas, onde era impossível nos verem. Mas, como sempre, uma velha corna nos viu e nos xingou de degenerados por trepar ao ar livre. A parte boa é que estávamos bem longe da cabana do meu pai, e a velha nunca soube em qual cabana estávamos, porque se ela nos encontrasse e contasse pro meu pai adotivo, tudo ia pro caralho. Mas a gente andou uns 5 quilômetros só pra trepar com minha mãe adotiva sossegados. Atualmente, ainda estamos trepando, e me chamou a atenção as confissões no seu perfil, porque são completamente anônimas e aí eu me animei a te mandar isso. Valeu por ler, se der, mais pra frente conto como vai tudo com minha mãe adotiva. Abraço, bandido! Se você gostou da confissão do Uriel, dá 10 pontos!
No começo de 2022, chegou um senhor grandão, uns 50 anos, com uma senhora de 46. Não vou descrever a aparência deles, só que minha mãe adotiva é a coroa mais puta que existe, e é sobre isso que essa confissão vai ser. Eles chegaram e, na hora, ela se aproximou e começamos a conversar. Ela me olhava de cima a baixo, o velho nem tanto. Me fizeram falar com eles, eu obviamente respondia mal e tudo, mas não parava de olhar pras tetas que a coroa tinha. Eram grandes e caídas, pareciam dois sacos de velha, mas bem gordas, e me deixavam com um tesão do caralho. Eles vieram várias vezes por um mês e, no final, me adotaram. Eu, feliz óbvio, saí do orfanato porque não aguentava mais ficar lá. É horrível, e ainda por cima eu já era "grande" pra continuar ali.
Cheguei lá, era gente com grana, pra ser sincero. Me mostraram minha cama e a casa em geral. Nos dias seguintes, comecei a estudar e tudo parecia bem. O que eu ouvia muito eram umas brigas dos meus pais adotivos no quarto deles. Lembro de uma em que minha mãe adotiva dizia pro marido que quase não transavam e que tava cansada de esperar ele terminar. Ele se irritou, saiu do quarto, me olhou com uma cara de bosta e foi embora, mas voltou de noite. Por minha parte, como todo cara, não podiam faltar as punhetas, e eu sempre batia uma com uma calcinha fio dental vermelha bem fininha que era da minha mãe. Deixava ela suja pra ela saber que era eu, mas ela nunca falou nada nem me encarou, e era isso que eu queria. Eu tava na dela, mas ela nem aí, até que, como sempre, um insiste, insiste e acontece o que tanto queria. Lembro que tava batendo uma um dia no meio-dia, meu pai não tava, tava sozinho no meu quarto com a mesma calcinha fio dental vermelha, batendo uma, e sem perceber que não tinha fechado a porta, entra minha mãe adotiva de repente. Ela me olha fixo e tira a calcinha de mim, com um cheiro de pica, começa a perguntar o que eu tava fazendo, por que eu tava batendo uma com as coisas dela, e eu expliquei. Mas tudo mudou quando ela começou a cheirar a calcinha na minha frente, cheirava e colocava na boca. Eu entendi como um sim, levantei com a pica duríssima e fui pra cima dela. Ela quis se fazer de difícil, mas na hora tirou a camiseta, a calça e comecei a chupar os peitos dela, mordia e cheirava, amava. Depois de 5 meses morando junto, realizei minha maior fantasia. Ela deitou na cama e abriu as pernas enquanto eu chupava bem a buceta com a língua, sei lá, tava com muito tesão e na hora encostei a pica na buceta e enfiei. Ela gemia que nem uma puta e enquanto eu comia ela, dizia que precisava daquilo, que fazia tempo que não transava com ninguém e que o marido (meu pai adotivo) gozava rápido, e eu não tenho uma pica tão grande, é média, mas aguento muito tempo comendo e era isso que ela procurava. Sei lá, perdi a noção de quanto tempo a gente transou. Meu pai adotivo trabalhava de 8 a 10 horas, mas o dia inteiro a gente comeu com a minha mãe, não parava, terminava de gozar e logo depois eu voltava a procurar ela pra comer de novo, e assim foi. A última gozada eu dei na cara dela e na hora a gente limpou tudo, os lençóis, o chão, a roupa, e disfarçamos tão bem que meu pai não desconfiou de nada. Eu continuava sendo o teimoso e, mesmo comendo minha mãe adotiva, às vezes a gente brigava de verdade. A gente resolvia quando meu pai saía e a gente colocava o papo em dia e terminava numa trepada. Passou o ano, eu me apaixonei perdidamente por uma garota e sabia que minha mãe adotiva tava com ciúmes. Com o tempo, a gente virou namorados, eu e essa garota, e quase nunca tava em casa. Em casa, quando minha mãe chegava, ela ficava com ciúmes e me xingava por deixá-la sozinha. Depois, ela descontava toda a raiva e a punheta em mim quando estávamos a sós. Eu arrebentava bem a pussy dela, e assim ela me deixava em paz por vários dias, aí eu podia ir tranquilo pra casa da minha namorada. Isso continuou, mas terminei com essa garota depois de alguns meses e entrei numa tipo depressão. Minha mãe adotiva me consolava batendo uma pra mim ou, às vezes, bem raramente, gostava de enfiar um dedo no meu cu. Eu gostava, mas nem sempre. Isso me fazia não pensar tanto naquela garota e, em um mês, já tinha superado ela. Voltamos à rotina com minha mãe: trepávamos 2 ou 3 vezes por dia, era normal, e meu pai adotivo continuava sendo corno e ainda é, nunca descobriu, eu acho. Fomos viajar os três, era uma cabana meio no meio do mato, mas tinha outras cabanas. Mentimos pro meu pai que íamos ver a natureza com minha mãe, e na verdade fomos trepar atrás de umas árvores escondidas, onde era impossível nos verem. Mas, como sempre, uma velha corna nos viu e nos xingou de degenerados por trepar ao ar livre. A parte boa é que estávamos bem longe da cabana do meu pai, e a velha nunca soube em qual cabana estávamos, porque se ela nos encontrasse e contasse pro meu pai adotivo, tudo ia pro caralho. Mas a gente andou uns 5 quilômetros só pra trepar com minha mãe adotiva sossegados. Atualmente, ainda estamos trepando, e me chamou a atenção as confissões no seu perfil, porque são completamente anônimas e aí eu me animei a te mandar isso. Valeu por ler, se der, mais pra frente conto como vai tudo com minha mãe adotiva. Abraço, bandido! Se você gostou da confissão do Uriel, dá 10 pontos!
3 comentários - Sou adotado e comi minha mãe adotiva (confissão)