Madrastra Gostosa ~ Parte 2

Madrastra Gostosa ~ Parte 2A manhã estava tranquila, mas dentro de Matías fervia uma tempestade. Desde que tinha ficado em silêncio na frente daquela porta entreaberta na noite anterior, não conseguia pensar em outra coisa. As imagens de Valéria montando no pai dele, gemendo, dizendo que tinha sentido falta dele… tudo isso batia na cabeça dele uma e outra vez. E ali estava agora, na cozinha, vendo como ela se despedia dele com naturalidade. Vestida com um shortinho apertado e uma camiseta solta que mal segurava os peitos dela, Valéria abraçou ele com carinho, se esticou na ponta dos pés e deu um beijo longo nos lábios do Óscar. — A gente se vê mais tarde, love — falou baixinho. — Te ligo na hora do almoço — respondeu Óscar, saindo pela porta. Assim que a porta fechou, Matías engoliu seco e se levantou. Valéria mal virou pra olhar pra ele. Sorria, tranquila, como se nada tivesse acontecido. — Tudo bem? — perguntou, virando pra se servir de café. Ele não respondeu com palavras. Chegou perto com passo firme, segurou o pulso dela e arrastou ela com suavidade, mas sem hesitar, até o sofá. Sentou ela, ajeitou ela de bruços sobre as pernas dele, e puxou o shortinho dela pra baixo com uma mão só.vadia— Tá brincando com os dois? — ele soltou entre os dentes, com a voz tensa.
— Ciumento? — ela murmurou, bem antes de levar a primeira palmada.

O som seco encheu a sala. A pele dela tremeu com o golpe, e um gemido leve escapou da boca dela. Matías bateu com força, alternando de lado, enquanto ela se contorcia no colo dele, com a bunda cada vez mais vermelha, mais quente.

— É assim que você gosta, Valéria? — ele rosnou.
— Sim… — ela ofegou —. Adoro quando você fica assim, bebê.

Sem dizer mais nada, Matías levantou ela e levou pro quarto. Jogou ela na cama, colocou de quatro e cuspiu na própria mão. Num movimento só, separou os glúteos dela e foi direto naquele cuzinho apertado, mais quente, mais dele.

— Esse buraco é meu, tá me devendo — ele murmurou.
— Pega… faz teu, bebê… — ela sussurrou, mordendo os lábios.peitaoEnfiou o pau com força, sem rodeios. Valeria arqueou de prazer, ofegando alto. Sentia tudo dentro, esticando, preenchendo. Matías investia com fúria, com ciúmes, com raiva. Segurava ela pelos quadris, pelos peitos e comia como se quisesse apagar a lembrança da noite anterior. —Isso! Sim! Não para! —gritava ela, tremendo sob as investidas dele. Quando tirou, virou ela e ela subiu em cima dele sem esperar. Montou nele com a buceta, com fome, com aquela força que enlouquecia ele. Rebolava inteira, ensopada, os peitos vibrando na cara dele. —Olha como você me deixa… —ofegou, acelerando o ritmo. Matías não aguentou mais. Segurou ela pela cintura e gozou forte, saindo bem na hora. O jorro quente cobriu os peitos dela, a barriga, até o pescoço. Valeria olhou pra ele com um sorriso safado, ofegando.milfFicaram assim por alguns segundos. Matías respirava ofegante, o corpo ainda tremendo. Mas já mais calmo. Então Valéria falou.

— Sei que você está com ciúmes — disse ela, limpando os dedos e lambendo-os —. Mas quero que entenda uma coisa…

Ela o encarou com aquela intensidade que desmontava tudo.

— O Óscar é seu pai, foi ele quem me trouxe pra esta casa. Ele é meu parceiro. Quem confiou em mim. Quem me ama. A ele eu devo respeito. E você… você é o segredo mais gostoso que eu tenho. Mas se quiser continuar aproveitando isso…

Ela se inclinou sobre ele, roçando os lábios nos dele.

— Vai ter que seguir as regras do jogo.

— Quando ele estiver em casa — continuou Valéria, sussurrando agora —, vou estar com ele. Transando na cama dele, com o corpo dele, dando a ele o que é dele por direito.

Ela sustentou o olhar. Firme. Sem hesitar.

— Mas quando ele não estiver… — sorriu com malícia — …você vai ser meu.

Matías não respondeu na hora. O coração batia forte. Queria protestar, querer ela só pra ele, mas… algo no jeito que ela o olhava, no controle absoluto dela, o excitava mais do que ele podia admitir.

Finalmente, ele assentiu, em silêncio.

E então, Valéria sorriu.

— Bom garoto… — sussurrou.

Ela deslizou entre as pernas dele sem dizer mais nada. A boca encontrou o pau dele, ainda sensível, e começou a trabalhar com aquela língua experiente, lenta, profunda. Engoliu ele inteiro, com vontade, como se quisesse ele de novo só pra ela.

Matías gemeu. Sentia como ele endurecia rápido de novo, apesar do esforço anterior.

— Você gosta assim? — murmurou ela, entre lambidas.

— Sim… sim… — ofegou ele, arqueando as costas.

Quando ele ficou completamente duro, ela montou nele com decisão. Guiou ele pra dentro da buceta dela num movimento só e se empalou até o fundo.

— Agora sim… você vai me dar o que eu quero — sussurrou no ouvido dele.

Valéria começou a se mover com ritmo selvagem, profundo, intenso. Montava ele com fúria contida, com prazer acumulado, com domínio absoluto. A bunda dela batia contra a dele, as unhas cravavam no peito dele, o corpo vibrava. sobre o dele.Relatos eroticos—Me dá tudo, bebê! —ela gritou—. Você é meu quando eu quiser… entendeu?
—Sim… sim, Valéria… —ele ofegou.
—Então cala a boca e me fode como deve ser.
E Matías obedeceu. Agarrou os quadris dela e a empurrou com força de baixo pra cima, se entregando às regras dela, ao controle dela, ao jogo dela.
Porque se quisesse continuar com ela… tinha que jogar do jeito dela.madrastraO dia tinha sido estranho. Valeria andava pela casa com seus shorts minúsculos, seu olhar cúmplice e seus sorrisos cheios de segundas intenções, como se tudo o que acontecesse estivesse perfeitamente sob seu controle. E talvez estivesse. Matías tentou evitar o pai o dia inteiro, mas ao entardecer, enquanto ele tomava uma cerveja na varanda, seu pai o chamou com voz calma: — Vem, senta aqui comigo um pouco. Matías se tensou. Aproximou-se com o coração batendo forte. Será que ele sabia? Será que desconfiava? Será que ia tocar no assunto? Sentou-se ao lado dele. O pai lhe ofereceu uma cerveja, e por alguns segundos só dividiram o silêncio, vendo o sol se pôr atrás do muro do fundo. Até que Óscar falou. — Olha, Matías… — disse sem rodeios —. Não vou fazer de bobo. Sei o que rola com a Valeria. Matías ficou imóvel. Não disse nada. — A verdade… não fico puto — continuou —. Custou pra digerir, claro. Mas pensei bem. A Valeria é uma mulher gostosa pra caralho. Muito gostosa. E também é livre. Tá comigo porque quer. E se também tá com você… bom, é porque você dá algo que acende ela. Óscar deu um gole longo na garrafa. — Não vamos brigar por uma mulher, né? Muito menos por uma… — sorriu —… puta assim. Matías não sabia se ria, se ficava puto ou se excitava mais. — Você tá de boa com isso? — perguntou, finalmente. Óscar olhou de lado pra ele. — Eu sou mais velho. Já peguei muitas mulheres. E se essa quer ficar com os dois, desde que seja claro, desde que não se caguem… não tenho problema. Mas isso sim, aqui quem manda sou eu. Quando eu tiver por perto, é minha. E quando não… usa ela. Como sei que você faz. Matías baixou o olhar, em silêncio. O pai não falava com ódio, nem ciúme, nem ironia. Falava como se fosse dividir um carro, ou uma boa garrafa de vinho. — Não se apaixona, isso sim — acrescentou Óscar, quase como um aviso —. Porque ela não veio pra essa casa atrás de love. Veio saciar uma coisa que carrega dentro. E você é parte disso. Assim como eu. Um novo silêncio se fez. O céu começava a escurecer. — Entre nós — disse Óscar no fim, dando um leve cotovelo nele —, tem uma boca e uns peitos que deviam ser patrimônio nacional, né? Matías sorriu, apesar de tudo. — Você não faz ideia do quanto… Ficaram ali, rindo sob as luzes do entardecer, compartilhando o segredo mais sujo que um pai e um filho podiam ter. Mas o que nenhum dos dois sabia… é que Valéria observava eles da janela. E sorria. Porque agora tinha eles exatamente onde queria.relatos pornoA casa estava em silêncio. O Óscar tinha saído de novo pra trabalhar, como tantas outras vezes. A noite tinha caído, morna, serena, mas no ar flutuava aquela tensão pesada, tão conhecida entre os dois. O Matías estava no quarto dele, largado na cama, quando ouviu os passos suaves, quase silenciosos, atravessando o corredor. A porta se abriu sem ser tocada. A Valéria entrou. Vestia um roupão curto de cetim vermelho, tão fino que deixava ver a silhueta do corpo dela contra a luz. Por baixo, nada. Só o sorriso dela. — Falei com seu pai — disse ela, sem rodeios. O Matías se sentou, olhando pra ela. Ela se aproximou da cama e sentou na beirada. — Fico feliz que vocês tenham esse… pacto de cavalheiros — continuou, passando os dedos no peito nu dele —. Ele confia em você, sabia? Ela se inclinou, o hálito morno no ouvido dele. — E eu… prometo dar meu melhor esforço pra cuidar de vocês dois. Como merecem. O Matías engoliu seco. O corpo já acordava só com a presença dela. — Podemos foder sem medo, sem culpa — sussurrou ela —. Pelo menos até você encontrar sua própria mulher. Ela se deitou sobre ele, apoiando os peitos no torso dele, e o encarou com aqueles olhos acesos que ele já conhecia muito bem. — Enquanto isso… você tem isso. Tudo isso — disse ela, guiando a mão dele por baixo do roupão dela, até encontrar a buceta molhada e pronta —. O que você quer fazer comigo hoje à noite? O Matías segurou a cintura dela com firmeza e respondeu sem hesitar: — Tudo. Da boca até… o cu. E que você monte em mim como sabe. A Valéria mordeu o lábio, excitada. — Assim que eu gosto de ouvir… Ela deslizou pra baixo e pegou a pica dele com a boca, lenta, fundo, sabendo exatamente como lidar com o corpo dele. Deixou ele duro, tremendo, e depois enfiou na buceta dela e montou nele com maestria. Cavalgou ele de frente, de costas, sussurrando obscenidades, gemendo pra ele.madrastra putaDepois ela ficou de quatro, e Matías pegou ela por onde ela pediu, pelo cu, enfiando a pica com força, metendo nela enquanto ela gemia, mordia os lábios e provocava ele cada vez mais. Quando ela gozou, ele gozou nos peitos dela, cobrindo ela com o prazer dele enquanto ela olhava, orgulhosa, satisfeita, completamente dele. Ele se largou do lado dela. Respiraram juntos, pelados, ainda quentes da intensidade do encontro. Valéria acariciou o peito dele com calma. — Viu? Não é tão complicado. Matías, olhando pro teto, sorriu de lado. — Não… verdade, não é. É o melhor acordo que eu poderia ter. E naquele momento, com ela do lado dele, o corpo relaxado e o desejo satisfeito, ele entendeu que não precisava de mais nada. Pelo menos… não enquanto ela continuasse ali.Madrastra Gostosa ~ Parte 2


vadia

1 comentários - Madrastra Gostosa ~ Parte 2

tus relatos son muy buenos, y a veces, se merecen que sean continuados