História de um Perdedor 2

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aqui vai o link do começo dessa história


Espero que vocês curtam ler e me contem o que estão achando.


muitos dos fatos são reais


Desde já, obrigado por me ler e por me seguir.










Naquela noite, a ana explorou meu cu de todas as formas, lá estava eu, deitado de bruços com a bunda aberta sobre a grande mancha que o carlos tinha deixado. a ana passou gel no meu furinho, tava frio e me fez tremer.
 
Ana, calma, minha promíscua, que agora vem o melhor.


Sim, amor, sim, sou sua promíscua, me prepara bem pro Carlos, aiii aiii que você tá metendo em mim, ahhh ahhh ahhh


Ana tava me penetrando com os dedos, mas diferente do que eu mesmo tinha feito no banho, ela enfiava e tirava como se tivesse me comendo. Isso fez meu pau endurecer até doer e me deixar desesperado pra gozar.


Ana, é assim que o Carlos vai te comer, sua putinha, você gosta? Tá gostando de como eu tô arrombando sua buceta, minha vida? Se prepara bem, amor, porque o Carlos não vai ter pena de você, ele sempre quis que você fosse a putinha dele, você gosta disso, não é mesmo?


Siii, eu gostoo, adoro ser a putinha dele


Ana, se prepara então, porque o Carlos tem um monte de surpresinhas guardadas pra você. Ele não vai parar até apagar o homem que você achava que era e te transformar numa mariquinha.


Isso é o que eu mais quero, amor. Ahh, ahhhh, como eu gosto disso, eu devia ter nascido gostosa. Ahhhh, ahhhh.


Ana tirou os dedos da minha bunda e não hesitou em enfiar um dos desodorantes dela lá dentro. Doeu pra caralho, mas ela adorou, a ponto de não só enfiar até o fundo, mas também me virar de barriga pra cima pra eu dormir a noite inteira empalado até o talo. E foi assim que passei a noite, enquanto Ana me contava o quanto o Carlos seria perverso com meu cu. Assim se passaram as noites em que eu pedia pra ela enfiar o desodorante dela no meu cu antes de dormir, coisa que ela não queria fazer. Ela só passava a mão na minha bundinha pequena e me deixava na vontade. Na sexta, durante o jantar, não aguentei mais e tentei falar bem claro com minha esposa.


Você me ama, minha vida?


Ana, claro que te amo, sua promíscua. Tudo que eu faço é porque te faz gozar, amor.


Valeu, meu amor, mas tô pensando aqui: algum dos nossos dois filhos é meu? Me fala a verdade, porque isso já tá me corroendo a cabeça.


Ana, sério, você quer saber a verdade? Acho que isso não vai mudar nada.


Por favor, me diz a verdade.


Ana, nenhum dos dois foi criado por você, amor. Não me pergunta de quem são porque isso eu não sei, bebê.


Essa confissão, em vez de me deixar puto como qualquer um, fez o contrário: fiquei feliz pra caralho, porque confirmava minha derrota. De homem, eu tinha muito pouco.


Ana, o que foi, bebê? Tá puto?


Não, meu bem, eu já imaginava. Um fracassado como eu não pode procriar, isso só os malvados fazem, e é exatamente isso que eu não sou.


Ana e amanhã é o grande dia em que o pouquinho de homem que você tem vai ser levado pelo Carlos pra sempre, ele vai cuidar de te transformar numa bichinha como sempre quis fazer, você vai ser a mulherzinha dele, céu.




Sim, minha vida, igual a você


Ana, não se faça de sonsa, eu não sou sua mulher, ele é só meu macho, mas me respeita. Isso nunca vai acontecer com você, você é um perdedor, então vai se acostumando com sua nova vida de perdedor, amor. Porque você já conhece o Carlos, achou que ele tinha mudado, mas a verdade é que nunca mudou. O que mais deixa ele feliz é que conseguiu comer a sua mulher, isso ele deixou claro pra mim várias vezes. E agora ele vai se divertir te humilhando, do jeito que sempre quis.


Amor, não me assusta mais.


Ana, não me assusta não, bebê, pelo contrário, eu sei que é isso que você quer, juro que o pouquinho de hominho que te resta amanhã você vai perder, começa desde agora, céu, eu sei que você ficou passando a mão na calcinha fio dental que usei com ele, veste ela, minha vida, deixa o Carlos ver o quanto você tá entregue.


Você tem certeza que ele vai gostar?


Ana, pode ficar tranquila, gata, eu guardei pra você porque não lavei, olha, cheira ela, sente o cheiro de macho de verdade que tem na minha calcinha fio dental, vai, promíscua, o que você tá esperando pra vestir?


Nem duvidei, meti a mão na hora e perguntei pra ela.


Fica bom em mim, amor?


Ana, essa tanga fica perfeita em você, sua putinha. Se acostuma a usar fio dental, porque cueca não é pra você, sua vadia.


Se bebe, mas se me vir assim, vai me arrebentar com certeza.


Ana não bebe, você só serve pra satisfazer aquela piranha, nunca esquece disso, puta, e além disso, eu vou te ajudar nisso.


Valeu, bebê, não tenho experiência em chupar pau, por exemplo.


Ana, isso é fácil, vadia. Só precisa abrir a boca e deixar entrar tudo, deixar fazer o que quiser com a sua boca. É assim que se satisfaz um macho. Você vai aprender a ser uma maricona de verdade. Isso vai ser muito lindo, gostosa. Você gosta que te tratem como uma menininha, não é verdade?


Não, não gosto que me trate como uma menininha, mas não sei por que me excita tanto. Cê acha que o Carlos vai me tratar igual?


Ana, não vacila, vai te tratar pior que eu, isso eu te garanto, sua puta.




Minha esposa me tratar como uma gatinha me deixava realmente excitado. Comecei a pensar muito seriamente que eu gostava de ser humilhado e estava convencido de que deviam me tratar no feminino, mesmo que isso não me agradasse, mas me excitava demais. Não via a hora de chegar o sábado. Então, naquela noite, dormi com a tanga vestida, mesmo que ela ficasse enfiada na minha bunda, mas adorava o atrito que ela causava. A Ana tinha razão, cuecas boxer não eram pra mim. Só usaria calcinhas de agora em diante.





2 comentários - História de um Perdedor 2

Esta situacion se pone cada vez mejor!!!
Saludos y a esperar la 3 parte