Costumo ir comer com minha parceira uma vez por semana num restaurante. Sentamos pra comer como de costume. Geralmente sentamos um de frente pro outro pra nos vermos melhor. Ela estava espetacular. Vestia um vestido curto com um bom decote.
Pedimos as bebidas. Água pra mim e Coca Booty Zero pra ela. Enquanto trazem as bebidas, ela aproveita pra ir ao banheiro. Quando volta, os copos já estão na mesa. A noite acabou de começar.
Ela me olha com um sorriso safado, e eu, estranhando, pergunto:
– O que foi?
– Tenho uma coisa pra você. – Ela responde.
Não era nenhuma data especial, então fiz minha cara de estranhado de sempre.
Ela estendeu a mão, fechada num punho. Algo escondia ali, e queria me dar. Coloquei minha mão na mesa, esperando que me desse o que escondia. Quando deixou cair na palma da minha mão aquilo, não soube reagir. Era uma calcinha fio dental, a dela, a que ela estava usando. Ela confirmou quando respondeu aos meus balbucios. Tinha tirado quando foi ao banheiro. Lembro que dei de presente no aniversário dela. É uma calcinha fio dental preta, meio transparente e com rendas, que dei no aniversário dela.
Eu, surpreso, olhando pra todo lado, fechei o punho e coloquei debaixo da mesa pra guardar. Ela só ria.
Pega a bolsa dela, coloca em cima da mesa e pega alguma coisa. Quando encontra, fecha no punho pra me dar do mesmo jeito que me deu a calcinha fio dental. Sem abrir minha mão, já sentia que era algo macio e duro. Abro minha mão e vejo: ela tinha comprado um ovo vibrador. Se antes já me surpreendeu, o pulo que dei nessa hora fez a mesa do lado se virar. Minha namorada, entre risadas, me pediu pra devolver.
Discretamente, debaixo da mesa. Eu não conseguia falar. Não precisava ser gênio pra saber o que ela tava fazendo. Os movimentos discretos que ela fazia denunciavam a intenção. Eu não conseguia parar de olhar pra ela. Quando parou e colocou as mãos na mesa, perguntei:
– Colocou dentro?
A intenção dela de falar foi... interrompida pelo garçom. Pedi a primeira coisa que veio na cabeça pra ele ir embora. E perguntei pra ela o que ia me dizer.
Com a outra mão, ela colocou um controle no meu prato. O ovo era sem fio, acho que bluetooth, apertei o segundo botão e senti como se apertasse minha mão. Tava funcionando. Olhei pra ela e ela sorria enquanto mordia o lábio. O primeiro botão que não funcionou era a potência, agora tava funcionando. Sei porque ela começou a se contorcer na cadeira, enquanto disfarçava olhando pras outras mesas. Sussurrando, ela disse:
– Me devolve o controle que isso tá me deixando muito excitada.
Tarde demais, queria ver até onde ia, e eu tava muito, muito excitado. Sentia meu pau crescendo e ficando duro.
Continuei brincando com o controle, ela devia tar muito molhada, percebia como cruzava as pernas e apertava minha mão.
Ela tava quase gozando. Levantou e foi pro banheiro. Ao passar por mim, disse algo que não entendi direito, mas deduzi que queria que eu fosse com ela.
Esperei um minuto e levantei. Fui em direção ao banheiro, que fica atrás de um móvel. Meu jeito de andar era o mais natural possível pra disfarçar minha ereção enorme. Bati na porta avisando que era eu. Ela abriu a porta com o vestido até a cintura.
– Fecha a porta!
Ela disse enquanto apoiava os braços na pia, ficando de quatro. A intenção tava clara, e eu não ia deixar ela assim.
Fechei a porta enquanto desafivelava a calça, baixei um pouco a cueca e tirei meu pau duro como pedra. Fiquei atrás dela e passei a mão na buceta dela, que tava escorrendo, e acariciei a bunda dela. Me encostei nela e coloquei a cabeça do meu pau pra esfregar um pouco nos fluidos dela até lubrificar bem e depois dar uma boa enfiada. Meti inteiro enquanto segurava ela pelos cabelos.
Ela começou a acelerar tanto a respiração que tive que colocar a mão na boca dela pra não fazer barulho. Ela levou a mão pra trás pra tentar Me agarrar, mas só conseguia acariciar minha perna. Tava quase gozando e cada empurrão era mais forte. Segurei ela pelos ombros e ela agarrou minhas mãos. Acabava de gozar.
Dentro dela e tava apertando tanto que parecia que ia me enfiar dentro do corpo dela.
Ela se virou e me deu um beijo intenso.
Enquanto a gente se lavava e se arrumava, bateram na porta. A virada que a gente deu pra se olhar foi foda. Não sabíamos o que fazer, a vergonha tava tomando conta. Respiramos fundo e abrimos a porta, era a dona da mesa do lado.
– Oi.
– Oi.
– Oi... Oi, respondeu a senhora, estupefata, olhando a gente de cima a baixo. Ela já imaginava o que tinha rolado. Quando chegamos na mesa, a pizza já tava lá, a gente comeu quase fria. Pagamos a conta e nunca mais voltamos desde então. Não sei se a gente volta nesse restaurante. Mas aquela noite, com certeza, a gente não vai esquecer.
Pedimos as bebidas. Água pra mim e Coca Booty Zero pra ela. Enquanto trazem as bebidas, ela aproveita pra ir ao banheiro. Quando volta, os copos já estão na mesa. A noite acabou de começar.
Ela me olha com um sorriso safado, e eu, estranhando, pergunto:
– O que foi?
– Tenho uma coisa pra você. – Ela responde.
Não era nenhuma data especial, então fiz minha cara de estranhado de sempre.
Ela estendeu a mão, fechada num punho. Algo escondia ali, e queria me dar. Coloquei minha mão na mesa, esperando que me desse o que escondia. Quando deixou cair na palma da minha mão aquilo, não soube reagir. Era uma calcinha fio dental, a dela, a que ela estava usando. Ela confirmou quando respondeu aos meus balbucios. Tinha tirado quando foi ao banheiro. Lembro que dei de presente no aniversário dela. É uma calcinha fio dental preta, meio transparente e com rendas, que dei no aniversário dela.
Eu, surpreso, olhando pra todo lado, fechei o punho e coloquei debaixo da mesa pra guardar. Ela só ria.
Pega a bolsa dela, coloca em cima da mesa e pega alguma coisa. Quando encontra, fecha no punho pra me dar do mesmo jeito que me deu a calcinha fio dental. Sem abrir minha mão, já sentia que era algo macio e duro. Abro minha mão e vejo: ela tinha comprado um ovo vibrador. Se antes já me surpreendeu, o pulo que dei nessa hora fez a mesa do lado se virar. Minha namorada, entre risadas, me pediu pra devolver.
Discretamente, debaixo da mesa. Eu não conseguia falar. Não precisava ser gênio pra saber o que ela tava fazendo. Os movimentos discretos que ela fazia denunciavam a intenção. Eu não conseguia parar de olhar pra ela. Quando parou e colocou as mãos na mesa, perguntei:
– Colocou dentro?
A intenção dela de falar foi... interrompida pelo garçom. Pedi a primeira coisa que veio na cabeça pra ele ir embora. E perguntei pra ela o que ia me dizer.
Com a outra mão, ela colocou um controle no meu prato. O ovo era sem fio, acho que bluetooth, apertei o segundo botão e senti como se apertasse minha mão. Tava funcionando. Olhei pra ela e ela sorria enquanto mordia o lábio. O primeiro botão que não funcionou era a potência, agora tava funcionando. Sei porque ela começou a se contorcer na cadeira, enquanto disfarçava olhando pras outras mesas. Sussurrando, ela disse:
– Me devolve o controle que isso tá me deixando muito excitada.
Tarde demais, queria ver até onde ia, e eu tava muito, muito excitado. Sentia meu pau crescendo e ficando duro.
Continuei brincando com o controle, ela devia tar muito molhada, percebia como cruzava as pernas e apertava minha mão.
Ela tava quase gozando. Levantou e foi pro banheiro. Ao passar por mim, disse algo que não entendi direito, mas deduzi que queria que eu fosse com ela.
Esperei um minuto e levantei. Fui em direção ao banheiro, que fica atrás de um móvel. Meu jeito de andar era o mais natural possível pra disfarçar minha ereção enorme. Bati na porta avisando que era eu. Ela abriu a porta com o vestido até a cintura.
– Fecha a porta!
Ela disse enquanto apoiava os braços na pia, ficando de quatro. A intenção tava clara, e eu não ia deixar ela assim.
Fechei a porta enquanto desafivelava a calça, baixei um pouco a cueca e tirei meu pau duro como pedra. Fiquei atrás dela e passei a mão na buceta dela, que tava escorrendo, e acariciei a bunda dela. Me encostei nela e coloquei a cabeça do meu pau pra esfregar um pouco nos fluidos dela até lubrificar bem e depois dar uma boa enfiada. Meti inteiro enquanto segurava ela pelos cabelos.
Ela começou a acelerar tanto a respiração que tive que colocar a mão na boca dela pra não fazer barulho. Ela levou a mão pra trás pra tentar Me agarrar, mas só conseguia acariciar minha perna. Tava quase gozando e cada empurrão era mais forte. Segurei ela pelos ombros e ela agarrou minhas mãos. Acabava de gozar.
Dentro dela e tava apertando tanto que parecia que ia me enfiar dentro do corpo dela. Ela se virou e me deu um beijo intenso.
Enquanto a gente se lavava e se arrumava, bateram na porta. A virada que a gente deu pra se olhar foi foda. Não sabíamos o que fazer, a vergonha tava tomando conta. Respiramos fundo e abrimos a porta, era a dona da mesa do lado.
– Oi.
– Oi.
– Oi... Oi, respondeu a senhora, estupefata, olhando a gente de cima a baixo. Ela já imaginava o que tinha rolado. Quando chegamos na mesa, a pizza já tava lá, a gente comeu quase fria. Pagamos a conta e nunca mais voltamos desde então. Não sei se a gente volta nesse restaurante. Mas aquela noite, com certeza, a gente não vai esquecer.
1 comentários - Tremenda foda com minha mulher no restaurante