aqui vai uma nova história pra vocês
acho que é uma das mais taradas que já escrevi
sinceramente espero que gozem muito lendo ela
saibam agradecer com algum ponto
e comentem
Já sabem, quem me segue, eu sigo de volta.
Cortou a luz e tive que fechar o negócio, o que fez eu chegar mais cedo em casa. Quando entrei, fui surpreendido por uns gemidos. Sem dúvida, a Ana estava sendo comida por algum macho, porque aqueles eram os gemidos dela — gemidos que quase nunca teve comigo. Espiei querendo ver o que rolava. Lá estava a Ana recebendo uma pica enorme na nossa cama. Não podia acreditar no que via. Senti uma raiva do caralho, não só porque ela tava me fazendo de corno-mor, mas também porque fazia isso na cama que dormia comigo. Aquele filho da puta não só tinha dominado a Ana, mas também tinha se apossado da minha cama. Talvez por ver aquela pica enorme entrando e saindo da buceta da minha esposa, minha pica ficou dura. Parecia que eu tava vendo um filme pornô. Tirei minha pica pra fora e comecei uma punheta suave, enquanto olhava aquela pica monstra abrir completamente a buceta da minha amada. Percebi que aquela rola era pelo menos duas vezes maior e mais potente que a minha. Coitadinha, aquilo devia doer pra caralho, mas pra Ana parecia não importar nada. O que será que ela sentia naquele momento? Devia se sentir muito bem, pelos gemidos que soltava. Esse sim era um macho de verdade. Ver como ele dava tanto prazer pra minha esposa me fez encarar minha realidade. Me senti muito inferior a ele. Essa sim é uma pica deliciosa, e aquele macho sabia muito bem como usar. Naquele momento, enchi minha mão com meu gozo, que tive que limpar com minha boca, engolindo minha própria porra pra não deixar nenhum rastro da minha presença. Não conseguia parar de admirar aquela pica, ainda mais quando a Ana finalmente gozou, enquanto ele continuava metendo até que, depois de um tempo, ele também gozou. Como ele aguentou tanto? Não tinha mais dúvidas: aquele cara era um macho de verdade, nada a ver com o que eu sou. Como não gozar com um macho desses? Comecei a sentir inveja da minha mulher e da sorte que ela tinha de ser possuída por um macho de verdade. Pude ver a pica enorme dele quando os dois se separaram. Ela imediatamente, sem que o macho dela dissesse nada, começou a chupar a pica dele ajoelhada na cama. Cada vez mais inveja eu sentia, vendo como ela passava a língua naquela pica e depois abria a boca pra chupar como se fosse uma casquinha de sorvete, fazendo aquele macho enorme gozar ainda mais. Lembrei que isso era uma das coisas que a Ana nunca fazia comigo, mas eu entendia ela. Como resistir àquela pica? Até eu ficava curioso pra saber como seria sentir na boca aquela pica doce, devia ser uma delícia. Foi assim que aquela pica ficou duríssima de novo. Aí veio o inesperado: a Ana se virou, ainda ajoelhada, e o macho abriu o cu dela. Não, ele vai rasgar o cu da coitada! Aquele cu que nunca me dava, ela tava dando pra ele. De repente, vejo o macho dela se inclinar e chupar o cu dela. Ouvir a Ana pedir pra ele meter logo me fez gozar de novo, e nem preciso falar quando vi aquela pica enorme sumindo dentro do cu da minha esposa. Novamente vi a Ana se contorcendo naquela pica, pedindo aos gritos pra ele arrebentar tudo. Gozei de novo e percebi que meu gozo tava no chão, então me ajoelhei e engoli ele, passando a língua. Como podia ser que ela gostasse tanto de enfiar aquela pica enorme no cu? Aquilo devia dar muito prazer, pelo jeito que a Ana gozava, gemia e implorava pra ele não parar de foder ela. Será que era tão bom assim? Tinha certeza que, se eu também estivesse na cama naquele momento, entregaria meu cuzinho pra aquele macho só pra saber como era, porque já tava convencido de que me encheria de prazer. Como culpar minha esposa por querer gozar assim com um macho daqueles? O mais impressionante pra mim foi ver a última gozada que ele deu na minha mulher. Enterrou a pica até o fundo e esperou um momento até se descarregar completamente dentro do cu da minha esposa, que agradecia aos gritos. Quando ele finalmente tirou, vi como do cu lindo dela escorria o gozo do macho dela. Será que o gozo daquele macho tinha o mesmo gosto que o meu? Com certeza não, como poderia? Comparar a porra dele com a minha porra insignificante? Era evidente minha inferioridade, eu tinha a convicção de que, como homem, eu era um fracasso e agora, mais do que nunca, ele devia ser o dono e eu, o servo. Tive o impulso de entrar no meu quarto e implorar pra ele me fazer tão feliz quanto tinha feito com minha esposa. Tava quase me convencendo a fazer isso quando vi os dois se levantarem da cama. Como um bom covarde, saí rápido e em silêncio do meu esconderijo. Imaginei que eles iam tomar um banho rápido, o que me dava tempo de sair de casa e voltar só quando soubesse que o dono já tinha ido embora.
No bar, eu não conseguia parar de pensar em tudo que tinha visto e, muito menos, esquecer daquela pica. Embora me sentisse mal por descobrir que era um corno desse jeito, não entendia como nunca tinha percebido. Foi então que começaram a vir à minha cabeça várias coisas que já tinham acontecido e, como um bom corno, eu nunca tinha suspeitado. Mas percebi que isso já não valia a pena e, pra ser sincero, eu entendia ela. Minha pobre Ana tinha que ficar ao meu lado só tendo um amante que conseguisse dar a ela o prazer que merecia, porque ao ver aquele estranho, entendi que eu nunca conseguiria fazer isso. Só de comparar a pica dele com a minha, já me dava vergonha. Isso despertou em mim a vontade de sentir o mesmo que a Ana e me deixar ser usado do jeito que um macho daqueles quisesse. Só de pensar naquilo, meu pau já endureceu. Sabia que esse era meu destino, porque se eu não servia como homem pra dar prazer a uma mulher, pelo menos deveria satisfazer um macho de verdade, e essa ideia não saía da minha cabeça. O que mais me preocupava era como contar pra Ana esse sentimento novo que eu tinha. Cheguei em casa sabendo que o amo dela já tinha ido embora.
Ana, oi amor, o que rolou? Chegou tão cedo assim?
Oi, meu bem, nada, só cortaram a luz, vou pro banheiro.
Ana, beleza, vou preparar uns mates.
Tomo um banho e já volto.
Entrei no meu quarto pra pegar uma roupa mais confortável, lá encontrei a cama bagunçada e uma mancha enorme no meio do lençol, prova irrefutável do que tinha rolado ali. Será que deixaram a cama assim de propósito ou não foram tomar banho naquele momento e continuaram se dando prazer pelas minhas costas, e não deu tempo de trocar os lençóis? Peguei um short, era tudo que eu precisava. Entrei no banheiro e, ao colocar minha roupa no cesto, lá estava a calcinha fio-dental usada da Ana. Peguei com raiva, estava manchada. Levei até meu rosto e cheirei. Era um prazer sentir não só o cheiro da calcinha que minha mulher tinha usado, mas muito melhor era o cheiro da porra do macho que impregnava meu cérebro. Entrei no chuveiro e, enquanto me lavava, minha cabeça estava explodindo e não consegui evitar enfiar um dedo no meu cu. Não doeu nada e, na mesma hora, me imaginei sendo penetrado por aquele macho grande. O prazer começou a fazer estragos e, sem perceber, já tinha quatro dedos da minha mão dentro do meu cu enquanto com a outra eu me masturbava. Nesse momento, batidas na porta.
Ana, amor, você tá bem?
Sim, sim, meu amor, já tô saindo.
Mal deu tempo de responder. Tirei as mãos da minha pica e do meu cu, terminei o banho rapidinho, me enxuguei e vesti o short. Quando saí, vi que a cama estava do mesmo jeito.
Ana, você me assustou, Oscar. O que aconteceu com você?
Nada, nada, deixa assim.
Ana, você tem problemas no negócio?
Muito pelo contrário, nada disso é sério.
Ana, que bom, amor. Sabe quem esteve aqui em casa hoje? Seu amigo Carlos. Por pouco vocês não se encontraram.
E aí, veio fazer o quê?
Ana não, ela queria te ver e como você não estava, foi embora. Você já sabe como ele é insistente, então convidei ele pra vir jantar no sábado.
Então, no final, o grande mal da minha esposa era meu amigo do colégio que tantas vezes nos visitava. Era o que menos esperava, mas, pra ser sincero, não me surpreendia. No colégio, ele vivia me zuando até que, juntos, superamos isso, bem na época em que comecei a sair com a Ana. Naquela época, eu agradecia à Ana por ter conseguido fazer amizade com o Carlos, e desde então nós dois viramos parceiros. Isso me deixava ainda mais excitado. Eu não entendia como conseguia sentir tanto tesão com o que estava acontecendo comigo. Algo grande devia rolar naquele sábado. O tesão de me imaginar sendo dominado pelo meu velho valentão e me transformando na puta mais suja já era minha meta. Era hora de ser sincero com a Ana.
E ficou um tempão, pelo estado da cama acho que eles se divertiram pra caralho, não é mesmo?
Ana, e aí amor, o que cê tá falando?
Vi tudo, amor. Vi como você gozava enquanto o Carlos te comia, escondido atrás da porta, já que fechei o negócio há um tempão.
Ana, e você não fez nada?
Claro que fiz, bati três punhetas vendo o Carlos te comendo, a verdade é que ele tem uma buceta linda e sabe usar muito melhor do que eu, que sou um careta.
Ana, não fala isso.
É a verdade, minha vida, você merece ser feliz.
Ana, mas eu sou feliz com você, minha vida.
Mas o Carlos te dá o que eu não posso, tenho que admitir que ele é um macho perfeito e sabe fazer valer o poder da pica dele, como não cair de quatro pra ela.
Ana, a verdade é que você tem razão, você também gosta da pica do Carlos?
Me apaixonei por essa buceta, céus, te vi gozando tanto com ela. É gostoso quando te penetra, não é mesmo?
Ana, amor, é um prazer tão grande, você não faz ideia, sentir aquela barra de carne enorme tomando conta do seu corpo é uma delícia tremenda, por isso que não consigo parar de fazer, meu céu, me perdoa.
É tão grande assim o prazer, sério?
Ana, amor é algo que não se explica, tem que sentir. Você quer sentir isso, bebê?
Te juro que é o que eu mais quero.
Ana, se é isso mesmo que você tanto quer, me deixa com ele. Esse sábado você vai sentir o mesmo que eu sinto quando ele me dá prazer. A verdade é que ele não me come, amor, só me dá prazer — o melhor prazer que eu já tive na vida.
É isso que eu quero, amor, é isso que eu quero, juro pela minha vida, me perdoa, vai
Ana, então hoje à noite a gente tem que fazer alguma coisa, temos que preparar essa bunda pequena.
Sim, sim, sim, minha vida, prepara ela pra poder receber a pica do Carlos, por favor.
acho que é uma das mais taradas que já escrevi
sinceramente espero que gozem muito lendo ela
saibam agradecer com algum ponto
e comentem
Já sabem, quem me segue, eu sigo de volta.
Cortou a luz e tive que fechar o negócio, o que fez eu chegar mais cedo em casa. Quando entrei, fui surpreendido por uns gemidos. Sem dúvida, a Ana estava sendo comida por algum macho, porque aqueles eram os gemidos dela — gemidos que quase nunca teve comigo. Espiei querendo ver o que rolava. Lá estava a Ana recebendo uma pica enorme na nossa cama. Não podia acreditar no que via. Senti uma raiva do caralho, não só porque ela tava me fazendo de corno-mor, mas também porque fazia isso na cama que dormia comigo. Aquele filho da puta não só tinha dominado a Ana, mas também tinha se apossado da minha cama. Talvez por ver aquela pica enorme entrando e saindo da buceta da minha esposa, minha pica ficou dura. Parecia que eu tava vendo um filme pornô. Tirei minha pica pra fora e comecei uma punheta suave, enquanto olhava aquela pica monstra abrir completamente a buceta da minha amada. Percebi que aquela rola era pelo menos duas vezes maior e mais potente que a minha. Coitadinha, aquilo devia doer pra caralho, mas pra Ana parecia não importar nada. O que será que ela sentia naquele momento? Devia se sentir muito bem, pelos gemidos que soltava. Esse sim era um macho de verdade. Ver como ele dava tanto prazer pra minha esposa me fez encarar minha realidade. Me senti muito inferior a ele. Essa sim é uma pica deliciosa, e aquele macho sabia muito bem como usar. Naquele momento, enchi minha mão com meu gozo, que tive que limpar com minha boca, engolindo minha própria porra pra não deixar nenhum rastro da minha presença. Não conseguia parar de admirar aquela pica, ainda mais quando a Ana finalmente gozou, enquanto ele continuava metendo até que, depois de um tempo, ele também gozou. Como ele aguentou tanto? Não tinha mais dúvidas: aquele cara era um macho de verdade, nada a ver com o que eu sou. Como não gozar com um macho desses? Comecei a sentir inveja da minha mulher e da sorte que ela tinha de ser possuída por um macho de verdade. Pude ver a pica enorme dele quando os dois se separaram. Ela imediatamente, sem que o macho dela dissesse nada, começou a chupar a pica dele ajoelhada na cama. Cada vez mais inveja eu sentia, vendo como ela passava a língua naquela pica e depois abria a boca pra chupar como se fosse uma casquinha de sorvete, fazendo aquele macho enorme gozar ainda mais. Lembrei que isso era uma das coisas que a Ana nunca fazia comigo, mas eu entendia ela. Como resistir àquela pica? Até eu ficava curioso pra saber como seria sentir na boca aquela pica doce, devia ser uma delícia. Foi assim que aquela pica ficou duríssima de novo. Aí veio o inesperado: a Ana se virou, ainda ajoelhada, e o macho abriu o cu dela. Não, ele vai rasgar o cu da coitada! Aquele cu que nunca me dava, ela tava dando pra ele. De repente, vejo o macho dela se inclinar e chupar o cu dela. Ouvir a Ana pedir pra ele meter logo me fez gozar de novo, e nem preciso falar quando vi aquela pica enorme sumindo dentro do cu da minha esposa. Novamente vi a Ana se contorcendo naquela pica, pedindo aos gritos pra ele arrebentar tudo. Gozei de novo e percebi que meu gozo tava no chão, então me ajoelhei e engoli ele, passando a língua. Como podia ser que ela gostasse tanto de enfiar aquela pica enorme no cu? Aquilo devia dar muito prazer, pelo jeito que a Ana gozava, gemia e implorava pra ele não parar de foder ela. Será que era tão bom assim? Tinha certeza que, se eu também estivesse na cama naquele momento, entregaria meu cuzinho pra aquele macho só pra saber como era, porque já tava convencido de que me encheria de prazer. Como culpar minha esposa por querer gozar assim com um macho daqueles? O mais impressionante pra mim foi ver a última gozada que ele deu na minha mulher. Enterrou a pica até o fundo e esperou um momento até se descarregar completamente dentro do cu da minha esposa, que agradecia aos gritos. Quando ele finalmente tirou, vi como do cu lindo dela escorria o gozo do macho dela. Será que o gozo daquele macho tinha o mesmo gosto que o meu? Com certeza não, como poderia? Comparar a porra dele com a minha porra insignificante? Era evidente minha inferioridade, eu tinha a convicção de que, como homem, eu era um fracasso e agora, mais do que nunca, ele devia ser o dono e eu, o servo. Tive o impulso de entrar no meu quarto e implorar pra ele me fazer tão feliz quanto tinha feito com minha esposa. Tava quase me convencendo a fazer isso quando vi os dois se levantarem da cama. Como um bom covarde, saí rápido e em silêncio do meu esconderijo. Imaginei que eles iam tomar um banho rápido, o que me dava tempo de sair de casa e voltar só quando soubesse que o dono já tinha ido embora.
No bar, eu não conseguia parar de pensar em tudo que tinha visto e, muito menos, esquecer daquela pica. Embora me sentisse mal por descobrir que era um corno desse jeito, não entendia como nunca tinha percebido. Foi então que começaram a vir à minha cabeça várias coisas que já tinham acontecido e, como um bom corno, eu nunca tinha suspeitado. Mas percebi que isso já não valia a pena e, pra ser sincero, eu entendia ela. Minha pobre Ana tinha que ficar ao meu lado só tendo um amante que conseguisse dar a ela o prazer que merecia, porque ao ver aquele estranho, entendi que eu nunca conseguiria fazer isso. Só de comparar a pica dele com a minha, já me dava vergonha. Isso despertou em mim a vontade de sentir o mesmo que a Ana e me deixar ser usado do jeito que um macho daqueles quisesse. Só de pensar naquilo, meu pau já endureceu. Sabia que esse era meu destino, porque se eu não servia como homem pra dar prazer a uma mulher, pelo menos deveria satisfazer um macho de verdade, e essa ideia não saía da minha cabeça. O que mais me preocupava era como contar pra Ana esse sentimento novo que eu tinha. Cheguei em casa sabendo que o amo dela já tinha ido embora.
Ana, oi amor, o que rolou? Chegou tão cedo assim?
Oi, meu bem, nada, só cortaram a luz, vou pro banheiro.
Ana, beleza, vou preparar uns mates.
Tomo um banho e já volto.
Entrei no meu quarto pra pegar uma roupa mais confortável, lá encontrei a cama bagunçada e uma mancha enorme no meio do lençol, prova irrefutável do que tinha rolado ali. Será que deixaram a cama assim de propósito ou não foram tomar banho naquele momento e continuaram se dando prazer pelas minhas costas, e não deu tempo de trocar os lençóis? Peguei um short, era tudo que eu precisava. Entrei no banheiro e, ao colocar minha roupa no cesto, lá estava a calcinha fio-dental usada da Ana. Peguei com raiva, estava manchada. Levei até meu rosto e cheirei. Era um prazer sentir não só o cheiro da calcinha que minha mulher tinha usado, mas muito melhor era o cheiro da porra do macho que impregnava meu cérebro. Entrei no chuveiro e, enquanto me lavava, minha cabeça estava explodindo e não consegui evitar enfiar um dedo no meu cu. Não doeu nada e, na mesma hora, me imaginei sendo penetrado por aquele macho grande. O prazer começou a fazer estragos e, sem perceber, já tinha quatro dedos da minha mão dentro do meu cu enquanto com a outra eu me masturbava. Nesse momento, batidas na porta.
Ana, amor, você tá bem?
Sim, sim, meu amor, já tô saindo.
Mal deu tempo de responder. Tirei as mãos da minha pica e do meu cu, terminei o banho rapidinho, me enxuguei e vesti o short. Quando saí, vi que a cama estava do mesmo jeito.
Ana, você me assustou, Oscar. O que aconteceu com você?
Nada, nada, deixa assim.
Ana, você tem problemas no negócio?
Muito pelo contrário, nada disso é sério.
Ana, que bom, amor. Sabe quem esteve aqui em casa hoje? Seu amigo Carlos. Por pouco vocês não se encontraram.
E aí, veio fazer o quê?
Ana não, ela queria te ver e como você não estava, foi embora. Você já sabe como ele é insistente, então convidei ele pra vir jantar no sábado.
Então, no final, o grande mal da minha esposa era meu amigo do colégio que tantas vezes nos visitava. Era o que menos esperava, mas, pra ser sincero, não me surpreendia. No colégio, ele vivia me zuando até que, juntos, superamos isso, bem na época em que comecei a sair com a Ana. Naquela época, eu agradecia à Ana por ter conseguido fazer amizade com o Carlos, e desde então nós dois viramos parceiros. Isso me deixava ainda mais excitado. Eu não entendia como conseguia sentir tanto tesão com o que estava acontecendo comigo. Algo grande devia rolar naquele sábado. O tesão de me imaginar sendo dominado pelo meu velho valentão e me transformando na puta mais suja já era minha meta. Era hora de ser sincero com a Ana.
E ficou um tempão, pelo estado da cama acho que eles se divertiram pra caralho, não é mesmo?
Ana, e aí amor, o que cê tá falando?
Vi tudo, amor. Vi como você gozava enquanto o Carlos te comia, escondido atrás da porta, já que fechei o negócio há um tempão.
Ana, e você não fez nada?
Claro que fiz, bati três punhetas vendo o Carlos te comendo, a verdade é que ele tem uma buceta linda e sabe usar muito melhor do que eu, que sou um careta.
Ana, não fala isso.
É a verdade, minha vida, você merece ser feliz.
Ana, mas eu sou feliz com você, minha vida.
Mas o Carlos te dá o que eu não posso, tenho que admitir que ele é um macho perfeito e sabe fazer valer o poder da pica dele, como não cair de quatro pra ela.
Ana, a verdade é que você tem razão, você também gosta da pica do Carlos?
Me apaixonei por essa buceta, céus, te vi gozando tanto com ela. É gostoso quando te penetra, não é mesmo?
Ana, amor, é um prazer tão grande, você não faz ideia, sentir aquela barra de carne enorme tomando conta do seu corpo é uma delícia tremenda, por isso que não consigo parar de fazer, meu céu, me perdoa.
É tão grande assim o prazer, sério?
Ana, amor é algo que não se explica, tem que sentir. Você quer sentir isso, bebê?
Te juro que é o que eu mais quero.
Ana, se é isso mesmo que você tanto quer, me deixa com ele. Esse sábado você vai sentir o mesmo que eu sinto quando ele me dá prazer. A verdade é que ele não me come, amor, só me dá prazer — o melhor prazer que eu já tive na vida.
É isso que eu quero, amor, é isso que eu quero, juro pela minha vida, me perdoa, vai
Ana, então hoje à noite a gente tem que fazer alguma coisa, temos que preparar essa bunda pequena.
Sim, sim, sim, minha vida, prepara ela pra poder receber a pica do Carlos, por favor.
2 comentários - historia de un perdedor
gracias por comentar
mañana sigue esta historia
GRACIAS X COMENTAR