Interracial

InterracialA história interracial de uma esposa branca. O encontro com um afro-americano numa sala de bate-papo traz consequências que mudam a vida de uma esposa branca. O motor ainda estava ligado enquanto ela estava sentada no seu pequeno Ford no estacionamento do hotel, olhando para frente, perdida em pensamentos. Molly ainda não tinha certeza se estava fazendo a coisa certa. A maioria das mulheres na situação dela diria que o que ela pretendia fazer era loucura. Era... Ela tinha que admitir... Mas havia algo dentro dela que a impulsionava a seguir em frente, embora a maioria das mulheres também gritasse: ‘amadurece’. Seus próprios pensamentos diziam para ela ir embora, fugir... Mas havia algo mais dentro dela que a fazia querer ignorar todas as vozes, desligar o motor e sair do carro... Ele estava lá esperando por ela. Dentro do saguão do hotel estava sentado o homem que ela conhecera pela internet três meses atrás... A figura invisível conversando com ela por trás da tela do computador todo esse tempo estava agora na frente dela. Ele a reconheceu na hora, porque tinham trocado fotos... Ela também o reconheceu e retribuiu o sorriso nervoso. O negão alto que era o homem esperando por ela se levantou rapidamente e ficou na frente dela... Pegou a mão dela enquanto a beijava na bochecha. Ela não conseguia ouvir as palavras dele enquanto ele segurava a mão dela, porque estava como se ele a tivesse hipnotizado. O negão falou com ela de novo enquanto passava a mão na parte baixa das costas dela e a levava junto. - “O restaurante é por aqui”, ele disse. Ela ainda estava estupefata quando se sentou na cadeira que ele puxou para ela... E ainda continuava ouvindo aquelas vozes dizendo que ela devia fugir do estranho na frente dela. Na verdade, ele não era um estranho... Pode ser que fosse a primeira vez que o conhecia pessoalmente, mas ela o conhecia muito bem. Durante os últimos meses... Às vezes, por causa do anonimato, é muito mais fácil se abrir pra alguém do outro lado da tela do computador... Ali se contam coisas que talvez você nunca diria pra uma pessoa cara a cara... Sempre foi fácil falar com Jeff, que era o nome dele. Com quase todos os outros caras que ela tinha encontrado nas salas de bate-papo, já tinha se desanimado na hora... Dava nojo que logo de cara perguntavam que roupa ela tava usando ou se a buceta dela era peluda, aparada ou raspada. Com Jeff, as conversas por e-mail eram bem diferentes... Ele perguntava como tinha sido o dia dela no trabalho, que música ela gostava, como tinha sido a comida... Ela tava cansada de ficar sozinha e tanta atenção assim agradava ela. Max, o marido dela, tava trabalhando no exterior há mais de seis meses e ela sentia falta dele... Sentia falta da companhia masculina. Durante esses meses, se sentiu bem por ter conseguido conversar com um homem sem que ele fizesse perguntas nojentas... Jeff esperava por ela toda noite e eles batiam papo por mais de uma hora... Era uma rotina normal e toda vez que ela entrava no chat, tinha um e-mail esperando. Jeff virou a companhia masculina que ela precisava e sentia falta... Não demorou muito pra que os chats e e-mails deles virassem sexo... Isso era inevitável. 'Você precisa de um homem', ele disse uma noite, sentindo que já conhecia ela o bastante pra fazer um comentário desses. - "Eu sei.", respondeu Molly. - "Eu poderia ir te visitar." Ela ficou em silêncio. - "Você tá aí?" - "Tô." - "Tava pensando no que eu falei?" - "É tentador dizer 'sim'." - "Então se entrega à tentação." - "Hahaha... Não posso." - "Por quê?" - "Não tomo mais pílula... Parei de tomar quando o Max foi embora." Dessa vez Jeff ficou em silêncio. - "Você tá aí?", ela perguntou. - "Tô. Me ajustando." - "Se ajustando?" - "Tô com uma ereção enorme." - "Como? Tava me imaginando te comendo agora mesmo e enchendo esse teu útero fértil com meu sêmen... Ficou duríssimo." Foi a vez de Molly ficar em silêncio. — "Ainda tá aí?" — "Sim... Tava pensando." — "No que você tava pensando?" Ela ficou calada. "Você ia gostar, com certeza... Já fiz isso duas vezes antes... Essas mulheres tiveram o melhor sexo da vida delas." — "Duas vezes?" — "Sim." — "Mulheres como eu?" — "Sim... Brancas... Casadas." — "Casadas?" — "Sim... Uma com a aprovação do marido e outra sem." — "Por que elas fizeram isso?" — "As duas ficaram excitadas com os tabus sociais e culturais de engravidar de um homem negro." Molly ficou em silêncio... Agora era a vez dela de se imaginar sendo comida por Jeff. — "Interessada, então?" — "Sim," ela escreveu apressadamente antes de sair rapidamente. Molly foi dormir cedo naquela noite... Tinha combustível pra pensar enquanto se enfiava debaixo do edredom com seu vibrador bem usado, com o qual se aliviava. Jeff a esperava na noite seguinte como de costume e, depois de alguns minutos de conversa, mandou umas fotos dele... Uma totalmente vestido e a outra mostrando a parte de baixo nua do corpo. Ele era alto, bonito e também musculoso... Ela se sentiu atraída por ele na hora. — "Isso é seu, né?" — "Tá falando da pica?" — "Sim... É toda minha, vinte e cinco centímetros... E adoro compartilhar." Molly ficou em silêncio. — "Impressionada?" — "Esmagada. Grande demais pra mim." — "Sou muito gentil." Conversaram mais alguns minutos e, depois de um pouco de insistência, ela mandou uma foto dela tirada numa praia na Espanha e depois fez uma selfie nua, da cintura pra baixo. Ele disse que ela era muito gostosa e que o Max, o marido dela, era um cara muito sortudo... Também disse que ela tinha uma buceta linda. — "Queria ter ela pra fazer o que quisesse com ela." — "E o que você faria com ela se eu te desse?" — "Usar pro meu prazer... Mostrar pros meus amigos... Talvez até compartilhar com eles." - "Compartilhar?" - "Sim... Já que é meu pra guardar, também é meu pra compartilhar." - "Não tenho certeza se gostaria disso." - "Mas seria meu pra fazer o que quisesse." Molly ficou em silêncio de novo. - "Você tá aí?" - "Sim... Minha buceta... pertence ao meu marido." - "Max, é?... Ele trata ela como se fosse o dono?" - "Não." - "Então é sua, né?... Você tem a escolha de com quem compartilha, com quem deixa ver ela, com quem deixa tocar nela e com quem deixa ela receber prazer sexual." Molly ficou quieta. - "Você precisa deixar um homem de verdade possuir ela." - "Um homem como você?" - "Sim... Um homem como eu... Cuidaria muito bem dela... Ela ficaria muito, muito bem cuidada." - "Mas você daria ela pra outros." - "Me dá ela e você vai ter o máximo de prazer com ela... Prazeres inimagináveis." Molly diminuiu a conversa... Precisava de alívio... Um fogo queimava dentro dela... Jeff queria a buceta dela... Não era novidade homem querer o sexo dela, mas com Jeff era diferente... Ele queria possuir ela, ser o dono. Um fogo ardeu dentro dela... Será que queria dar pra ele?... Não... Ela queria que ele tomasse ela... Ela não queria simplesmente entregar a buceta, queria que tirassem dela. E de repente, tudo voltou à realidade... Um garçom apareceu de repente com os cardápios e os pensamentos dela sumiram. Tiveram uma conversinha durante o almoço leve... Tinha gente demais ao redor pra dizer o que realmente queriam dizer. Essa era outra vantagem do chat online que aqui não rolava... Você podia falar o que quisesse, até gritar, e ninguém ouvia... Até conversas íntimas e sexualmente explícitas. No meio da comida, ela se desculpou e foi pro banheiro feminino... Quando voltou, o celular tocou indicando um e-mail... Era do Jeff. 'Tô tendo dificuldade pra controlar minha ereção... Ela quer chegar nessa minha buceta', dizia a mensagem. Enquanto ele chegava, sorriu pra ela do outro lado da mesa. Molly sentiu o fogo interno queimar de novo, mas mais uma vez aquelas vozes diziam pra ela fugir. Depois do almoço, foram pra sala tomar um café... Era pequeno e tranquilo, só tinha um casal de velhos sentado num canto longe, perto da janela... Agora eles tinham tempo pra uma conversa calma. — "Você já voltou pra sua casa agora?" Molly sorriu nervosa... Ela já tinha dito pra ele nas últimas semanas o que queria que acontecesse quando se encontrassem e como queria que as coisas rolassem... Ela tinha sido bem explícita, se deixando levar pela safadeza. — "Não tenho certeza", disse. Ela sentiu a decepção dele quando ele colocou a mão sobre a dela. — "É um passo grande, eu sei, mas você vai ficar bem e vai gostar." Ela olhou pra ele e percebeu que o casal de velhos tava encarando eles... Sabia o que eles tavam pensando: 'Homem preto, mulher branca casada, num hotel.' O velho tinha uma cara de nojo, mas ela não tinha certeza se era isso... Talvez a velha pensasse: 'Quem me dera ser trinta anos mais nova e você fosse eu.' — "Não é... não é o sexo... É o..." — "Te engravidar e fazer um bebê?" Molly concordou. — "Podia esperar um pouco pra fazer isso." Ela sorriu. — "Você mesmo disse que elas te procuram." — "Nunca mais vi elas depois disso." — "Você é terrível... É sim." Ele sorriu pra ela e apertou a mão dela... Sabia como fazer ela ignorar todas aquelas vozes que diziam pra ela não seguir em frente. Ele já tinha entrado em detalhes sobre por que curtia tanto o sexo sabendo que podia deixar uma mulher grávida... Jeff tinha estado na sala de parto com uma das mulheres que ele engravidou... Ele e o marido dela... Os dois sentaram de cada lado da cama, segurando a mão dela e confortando... A equipe de enfermagem olhava pra eles incrédula. — "Não tenho certeza", repetiu. — "Olha, vamos pra sua casa e a gente pode conversar sobre isso. Tranquilo", disse ela, olhando para o casal que ainda os observava. Molly sabia que estava errado, mas mesmo assim se levantou e o levou para fora do hotel até o carro dela, deixando o outro casal se perguntando o que estava rolando. Foi só uma viagem curta. Enquanto dirigia, Jeff apoiou uma mão na coxa dela, onde a parte de cima das meias se encontrava com os suspensórios. — "Não tem nada como saber que uma mulher está usando meias para você... Isso sempre me dá um gás extra pra meter mais esforço na hora de foder ela", disse ele. Molly olhou para a própria virilha... Dar a um cara como Jeff um gás extra podia ser bem perigoso. Jeff manteve a mão ali durante toda a viagem, surpreendendo ela... Os homens que ela conheceu no passado sempre queriam ir além... Alguns se sentiam atraídos a levantar a barra da saia ou do vestido que ela usava... Outros a deslizar a mão por baixo até a buceta dela... Jeff, no entanto, ficou parado enquanto conversava durante o trajeto. Isso a deixou nervosa... Um cara como Jeff não para... Ele ainda estava se segurando dez minutos depois, quando se sentaram na cozinha pra tomar um café... Molly sentou na frente dele segurando a xícara com força... Ele sorriu pra ela e acenou com a cabeça na direção das mãos dela. — "Segura firme." Ela sorriu nervosa. — "Ainda não tem certeza?" Molly assentiu. — "Tem algo que eu possa dizer ou fazer pra te ajudar a decidir?" Ela balançou a cabeça. — "Bom, vou ficar aqui por mais algumas semanas, então não tem pressa." Ela sorriu. — "Enquanto isso, posso te ver usando aquela roupa que comprei pra você?" Jeff tava se referindo a umas camisetas e calcinhas que ele tinha comprado pra ela numa loja online de roupas e acessórios de sexo interracial... As camisetas brancas tinham frases escritas em preto tipo ‘Adoro sexo interracial’ e, do mesmo jeito, calcinhas com estampa preta que dizia ‘Só pica preta’. — "Você já me viu usando... Eu vesti algumas pra Eu te mandei uns selfies", disse Molly. — "Queria te ver usando eles ao vivo", ele respondeu, sorrindo. Molly ficou nervosa de novo e sentiu aquele frio na barriga outra vez. — "Se... se eu fizer isso, não significa que..." — "Claro", respondeu Jeff. Ela ficou sentada por uns instantes e depois terminou o café. — "Vou descer daqui a pouco." Molly pegou uma bolsa escondida no fundo do armário... Depois de alguns minutos, escolheu uma camiseta que dizia: 'Procura-se uma pica preta' e uma calcinha que dizia: 'Adoro pica preta'. Momentos depois, ela tinha tirado a roupa e vestido as peças que Jeff tinha dado... Ainda se olhava no espelho do armário quando Jeff apareceu na porta. Ela deu um suspiro bem alto. — "Ficou muito gostosa em você", disse ele pra acalmá-la, parando na frente dela. — "Valeu", respondeu ela, desviando o olhar. Jeff estendeu a mão e afastou uns fios do cabelo castanho claro dela. — "Cadê as algemas que comprei?" Molly se virou e olhou pra bolsa em cima da cama. Jeff passou por ela e tirou as algemas de lá... Ela não fez nada pra impedir que ele as abrisse e depois guiasse as mãos dela pra trás das costas... Ficou totalmente vulnerável, com as mãos amarradas nas costas e quase nua. Jeff a levou até a cama e sentou na beirada enquanto ela ficava de pé na frente dele, a só alguns centímetros de distância. Houve um silêncio breve... Molly viu Jeff olhar pra entrepernas dela e então os dedos dele tocarem o algodão da peça que cobria a buceta dela, mandando uma onda de tesão por todo o corpo. — "Você ia me dar isso hoje, não ia?", ouviu ele dizer. — "Por favor, não vai mais longe", respondeu ela quando sentiu os dedos dele percorrerem o sulco entre os lábios da buceta. — "Lembra do que você me escreveu sobre te foder?", lembrou Jeff. Ela suspirou... Molly lembrava bem... Tinha dito aquilo toda cheia de tesão, extremamente excitada. — "Ontem à noite eu estava lendo aquilo de novo — e de novo — ele disse. ‘Provavelmente vou dizer que não... Provavelmente vou dizer que não consigo continuar, mas quero que você ignore o que eu disser e siga em frente... Quero que você tome o que já é seu... Mesmo que tenha que usar a força, faça isso’, ela tinha escrito. Ele olhou para ela e disse: — "Você se lembra?" Molly assentiu em silêncio. Jeff se levantou e o coração dela disparou... Ele ia foder ela... Ela soube disso antes mesmo dos dedos dele tocarem os botões da camisa... Jeff ia comer ela, não importava o que ela dissesse. Ele se despiu lentamente... Outros homens que ela conhecera quase tropeçavam na pressa de tirar as calças... Jeff, não... Ele levou o tempo que quis... Não tinha pressa... Sabia que ia comer ela... Sabia que a buceta dela era dele. Ela o viu tirar a cueca e deixá-la amontoada em cima das outras roupas antes de se virar para ela. A ereção dele era enorme e apontava com raiva na direção dela... E embaixo balançava o saco dele... Molly sabia que ali estava o perigo real... Ele já tinha mostrado pra ela pela internet várias vezes... Ele segurou na mão e mostrou o tamanho. — "Vou esvaziar eles uma e outra vez dentro do seu útero fértil" — ele tinha ameaçado. E a resposta que ela deu, num tom meio debochado, foi: — "Sim, sim... Claro." Ela observou Jeff passar por ela até a cama e puxar o edredom pra trás, que ficou pendurado nos pés da cama... Depois, amontoou os travesseiros... Jeff tinha contado pra ela a ideia dele da melhor posição pra deixar ela grávida. — "Vou te foder por trás, em cima de uma pilha de travesseiros... Sua parte de cima fica o mais baixo possível pra minha porra escorrer pra dentro e vou te manter assim até a última gota chegar nos seus ovários" — ele tinha escrito. Quando terminou, ele se virou pra ela, agarrou o pescoço dela e a puxou pra perto... Beijou ela com força e depois pressionou a mão no ombro dela... Ele já tinha dito o que esperava que ela fizesse, na primeira vez. vez. Ela permitiu que ele a guiasse para se ajoelhar e olhou para cima com expectativa antes que seu enorme punho pegasse seu pau e o levantasse. Sua língua estava pronta para excitar seu saco escrotal... E também sua boca estava pronta para pegar seu saco escrotal... Suas bolas eram grandes demais para serem chupadas juntas, então ela pegou cada testículo por vez e fechou suavemente os lábios ao redor deles. - "Você vai aquecê-los na sua boca para dar vida à semente com a qual vou te encher", ele tinha escrito. Naquele momento, ela tinha ficado molhada só de pensar nisso... Agora podia sentir a umidade da sua calcinha de antecipação. Passou alguns minutos agradando ele e preparando a semente que logo fluiria dentro dela... Então, se afastou. O pau de Ari tocou sua bochecha e imediatamente sentiu a umidade pegajosa do seu líquido pré-gozo... Ela avançou com a boca aberta para pegá-lo, mas ele a levantou. - "Não preciso que você limpe meu pau", ele cuspiu enquanto enfiava os polegares na cintura da sua calcinha. Ela sentiu eles empurrarem contra seus quadris enquanto desciam... Em seguida, sentiu eles contra suas coxas... Ela adorava a sensação de um homem tirando sua calcinha... Era muito excitante. Logo os dedos de Jeff tocaram sua buceta e deslizaram fácil e profundamente dentro dela. Molly gemeu alto... Estava muito molhada e pronta para ser fodida. Sentiu o incômodo das algemas quando ele a colocou na cama e a guiou em direção aos travesseiros empilhados que pareciam um altar de sacrifícios... Poderia tê-las tirado, mas não fez isso... Jeff tinha dito que ela as usaria e era exatamente o que estava fazendo. Seu rosto estava enterrado no lençol enquanto notava como o grande pau de Jeff pressionava contra a entrada da sua buceta... Estava preocupada se aquele pau enorme conseguiria enfiar dentro da sua buceta... Nunca tinha visto um pau do tamanho do de Jeff, muito menos tinham enfiado uma assim, mas as preocupações dela logo se mostraram infundadas. Ela sentiu ele deslizando devagar pelos lábios da buceta dela e depois enfiou tudo... Encheu a buceta dela com aquela pica grande e abriu ela ao máximo, mas ela não sentiu a dor que esperava... Jeff manteve ela ali, enfiado, e ficou parado com as mãos firmes nos quadris dela. Ela sabia que logo viria a foda dura e furiosa, mas também sabia que Jeff seria paciente e sabia por quê... Ele tinha dito: ‘O líquido pré-gozo que eu vou soltar já é potente... A semente que vem depois, boiando no esperma, se apressa pra sair e pode, de primeira, te engravidar... Vou manter minha pica parada dentro da sua buceta, deixando a excitação tomar conta de mim pra poder jogar dentro da sua buceta o máximo de semente possível e depois te fodo forte e rápido pra esvaziar bem minhas bolas.’ A essa altura, Molly também tava excitada... Ela mexia os quadris e curtia a fricção... Ele deu um tapa na coxa dela. - "Fica quieta", ele disse. Molly se mexeu de novo e empurrou ele com força... Ele deu outro tapa, mais forte, e ela gritou... Mesmo assim, ela ainda se mexeu de novo e empurrou pra trás pra enfiar mais fundo, gemendo alto e apertando os quadris dele com muita força. - "Foda-se", gritou Jeff. O ataque foi brutal... A foda, dura, rápida e furiosa que ele dava, quase arrebentava ela de prazer... Ela teve orgasmo atrás de orgasmo... Ela gritou, soluçou, xingou e blasfemou o tempo todo. Foi só depois que ele parou de bater nela com a pica grande, depois que a semente dele encheu ela, que ela ficou em silêncio. Ele segurou ela como já tinha dito... A mão dele agarrava com força a nuca dela, mantendo a cabeça dela parada, enquanto ele ficou com a pica grande dura, bem fundo dentro dela. Ela sentiu ele se mexer de novo... Sentiu ele se preparar pra outra foda... Sentiu ele se preparar pra soltar dentro da buceta dela mais uma carga de semente pra engravidar ela. Molly também se preparou... Dessa vez foi uma foda mais longa, não tão frenética, nem tão brutal, mas do mesmo jeito, igualmente intensa. O objetivo do Jeff era deixar a Molly grávida... Por isso as fodas que ele dava nela eram no pelo... foda sem camisinha e sem nenhum tipo de anticoncepcional. Molly sentiu o esperma dele jorrando dentro dela mais uma vez e, enquanto ele a segurava ali imobilizada, algo dentro dela disse que ela tinha ficado grávida. Pouco depois, Jeff soltou as algemas e levantou o edredom pra cobrir ela... Ele beijou ela, abraçou ela e tratou ela com muito amor... Ele perguntou se ela tava bem e ela abraçou ele e disse que tava tudo bem. Um tempinho depois eles voltaram a foder... Uma foda mais suave e carinhosa no geral, mas o objetivo continuava o mesmo... Engravidar ela! Molly não se opôs quando, na manhã seguinte, Jeff fez a sugestão de ficar na casa dela enquanto estavam deitados juntos... Na verdade, ela disse que sim... Tinha sido muito gostoso acordar sentindo um homem do lado dela. Na manhã seguinte, Jeff saiu do hotel dele e se mudou pra casa dela... Faltavam três semanas de férias pra ele. Semanas antes ele tinha feito uma aposta com a Molly de que quando as férias dele terminassem, ela estaria grávida, e se mudar pra casa dela garantiria que ele tivesse todas as oportunidades pra cumprir a aposta. Nesses primeiros dias, ela pensou que tava sonhando quando sentia uma rola dura pressionando as coxas dela, mas quando estendia a mão, percebia que tudo era verdade. Jeff tinha fodido ela sete vezes durante o dia anterior todo... A última foi a foda de 'boa noite' e veio bem depois que ela terminou a conversa telefônica noturna com o marido dela, o Max... Ela se despediu e deu um beijo nele pelo telefone enquanto se agarrava na grande ereção do Jeff. Jeff tinha colocado ela de barriga pra cima assim que ela largou o celular. - "Cadê meu beijo de —"Boa noite?" ele perguntou enquanto subia e se posicionava entre as coxas abertas dela. Ela riu e alcançou o pauzão dele para guiá-lo até a buceta dela. — "Você vai receber o seu depois que eu tiver minha foda de boa noite", disse ela. Jeff a penetrou na hora e Molly se derreteu nos braços dele enquanto os orgasmos começavam a fluir um após o outro até ela ficar totalmente exausta e com a buceta cheia de porra. Ela pegou no pau dele de novo na manhã seguinte e o segurou na mão... Tinha que admitir que antes nunca tinha prestado muita atenção nos paus dos homens... Pra ela, eram só pedaços de carne mole que endureciam quando excitados sexualmente e davam prazer. Jeff ainda tava dormindo, então ela levantou o edredom pra olhar... Diferente do pau do Max, o do Jeff era circuncidado... A cabeça bulbosa dele era meio roxa, enquanto o resto da haste era marrom escuro e, além disso, era grosso... Muito mais grosso que o de qualquer outro homem que ela conheceu. Veias grossas corriam por toda a haste, mas isso ela já sabia porque tinha sentido quando ele tava enfiado dentro da buceta dela. Ela segurou a ponta daquele pauzão entre o polegar e o indicador enquanto examinava com os olhos... Um momento de medo percorreu o corpo dela ao sentir o perigo... Aquele pauzão tinha o potencial de criar tanto prazer quanto dano. Molly ficou feliz que o dono dele só pretendia dar prazer... Depois de alguns momentos, ela olhou pra cima e viu que os olhos do Jeff estavam abertos. — "Tá gostando do que vê?", ele disse. Ela sorriu, se aproximou e beijou ele. — "Claro." — "Bom, espero que você não vá deixar ele nesse estado, né?" — "O que você gostaria que eu fizesse?" — "Tá na hora de você montar em cima pra variar." Obediente, Molly se levantou e sentou montada nele... Jeff pegou a ereção dele e apontou pro buraco vaginal dela... Molly se abaixou sobre ele... Era um pauzão muito grande... E, ao Enfiou nela, abriu ao máximo a buceta dela, mas, de imediato, também começou a dar prazer a ela. Dez minutos depois, prestes a gozar, Jeff a colocou de barriga pra cima e terminou gozando fundo dentro dela. Durante a curta estadia que Jeff teve na casa dela, ela aproveitou muito... Molly tinha alguns dias de folga e os usou pra ir pra Las Vegas e curtir a companhia dele... Na volta, Jeff ficava em casa enquanto ela ia trabalhar durante o dia... Ela adorava ter um homem esperando quando voltava pra casa... Isso lembrava os primeiros dias do casamento dela com Max... Naquela época, mal tirava o casaco, Max já puxava a calcinha dela pra foder. Jeff não era diferente nesse sentido, mas não só ajudava ela a tirar a jaqueta, como também despia ela por completo... Ali, no corredor perto da porta de casa, ele tirava cada peça de roupa antes de levar ela... Pra onde?... Bem, às vezes iam pra cozinha, outras pra sala e, algumas vezes, direto pro quarto. Não importava mesmo onde a fodida acontecia... O que realmente importava era que Jeff despia ela pra foder. Molly costumava olhar o relógio no escritório por volta das quatro da tarde e sentir aquele formigamento entre as coxas... Sabia o que a esperava em pouco mais de uma hora... Um beijo longo enquanto mãos quentes e ansiosas acariciavam os peitos dela antes de encontrar o caminho até a calcinha. Depois, essas mesmas mãos começavam a tirar toda a roupa dela... Às vezes levava um tapinha brincalhão na bunda... Outras vezes ele a empurrava de joelhos pra ela endurecer o pau dele com os lábios, mas frequentemente também a colocava em cima de uma mesa ou sofá e usava os lábios e a língua na boceta dela... Jeff era o amante completo. A fodida dele era rápida e furiosa, mas ela sempre curtia uma série de orgasmos antes de sentir o esperma dele dentro dela... Se sentia completamente satisfeita... Jeff foi o primeiro homem que fez ela se sentir assim. manera... Não só se sentia satisfeita fisicamente, mas depois olhava pra rola mole dele e sentia aquela satisfação de cumprir suas obrigações como mulher pro seu homem. Quando as três semanas quase terminaram, ela perguntou se ele podia ficar mais uma semana... O coração dele deu um pulo e um sorrisão iluminou a cara dele... Claro que ela queria que ele ficasse. Até aquele momento, não tinham falado sobre a gravidez... Molly sabia, no entanto, que tava grávida... Ainda não tinha feito teste, mas ela sabia... Soube depois da primeira noite juntos. - "Você não vai fazer o teste de gravidez?", Jeff perguntou. Molly balançou a cabeça e respondeu: - "Não precisa... Tenho certeza que você me engravidou." Mesmo assim, Jeff pediu pra ela comprar um kit daqueles e na manhã seguinte ela fez o teste... Jeff ficou com ela enquanto fazia e segurou o dispositivo junto com ela. Ficaram em silêncio por uns momentos e o resultado foi... Positivo! - "Bom... Já tá claro", Jeff disse. Molly concordou. - "O que a gente faz?", ela perguntou. Ela olhou pra ele e percebeu que ele tava falando de uma decisão conjunta. - "Eu já decidi que vou me divorciar do Max... Não é um casamento de verdade de qualquer jeito e isso só acelera as coisas", ela disse baixinho. - "E o que você vai fazer depois?" - "Fico com o bebê, se é disso que você tá falando?" - "Como você vai se virar?", Jeff perguntou. - "Eu me viro... Tenho um bom emprego... Tiro licença-maternidade quando chegar a hora e volto a trabalhar depois", ela respondeu pensativa. - "Você podia vir comigo." As palavras dele deixaram ela pasma. - "Você quer dizer...?" - "Sim... Te amo", ele disse colocando o braço em volta dela. Molly não soube o que dizer... Ela não esperava por isso. - "Olha, você não precisa... Quer dizer, não precisa se sentir obrigado." - "Eu sei o que você tá dizendo", ele interrompeu. "Podia ir embora sem assumir responsabilidade nenhuma, mas acho que você me fez amadurecer... É hora de encontrar uma mulher própria pra ficar e formar um lar. As lágrimas de Molly começaram a rolar. — "E se der merda entre a gente?", ela perguntou. — "Quem não arrisca, não petisca", respondeu Jeff. — "Não tô falando que a gente tem que casar ou algo assim, mas vamos ficar juntos e ver no que dá." Eles se beijaram e Jeff a levou de volta pra cama pra transar. Quando Jeff foi embora, Max voltou pra casa na hora assim que ela disse que queria o divórcio, na esperança de resolver as coisas, mas quando percebeu que ela tava esperando o filho de outro cara e queria vazar, reconheceu que o casamento tinha acabado e voltou pro exterior. Os pais dela ficaram chocados pra caralho quando ela contou também, mas, independente do que sentissem, apoiaram a decisão dela e ajudaram a vender a casa e se mudar.

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Já se passaram três anos... Jeff e Molly tão casados e têm dois filhos. Molly demorou um pouco pra se adaptar a uma nova vida, mas ela e Jeff foram se entendendo cada vez mais e ela ficou totalmente dependente dele. Uns meses depois do nascimento do filho deles, casaram... Os pais dela vieram pro casamento e cuidaram do netinho enquanto Jeff e Molly foram pra lua de mel. Seis meses depois, Molly arrumou um trampo que dava muito tempo livre pra cuidar de tudo direitinho e dois anos depois tiveram o segundo filho. E a vida sexual deles?... Bom, tá tão boa quanto sempre, mas com umas diferenças importantes que ela teve que aceitar... O que isso quer dizer?... Que Jeff é dono da buceta dela e usa como bem entende. Então... Ele cumpriu a promessa de compartilhar? Sim, mas isso é outra história... Não quero terminar esse relato sem explicar que umas semanas depois que voltaram da lua de mel, uns amigos dele vieram tomar umas cervejas e ele a pelou na frente deles, sentou numa poltrona e curto vendo como comiam ela em todos os buracos. Na mesinha tinha um maço de dólares que ela viu e entendeu qual era o motivo daquela grana... A partir de agora seria outra forma de ajudar a manter a economia da casa, ao mesmo tempo que satisfazia os vícios do marido e ela gozava com essa degradação, sem se importar com quem pudesse engravidar ela de novo... Era a decisão do marido, quem mandava nela.

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