Por pandilleros #1

Quando eu tava no ensino médio, aconteceu o que vou contar. Uma noite, voltando de uma festa, fui abordada por uns manos de gangue. Já viviam me secando toda vez que eu saía na rua, mas dessa vez coincidiu que eu tava sozinha e usando um vestido minúsculo. Eles fecharam meu caminho e me encurralaram pra não deixar eu passar, passando a mão nas minhas pernas pra me deixar nervosa e tentando pegar nos meus peitos. Eu gritei, mas calei a boca quando mostraram a arma. Sem perder tempo, me levaram pra um beco vazio. Alfredo, o líder, um cara de vinte e poucos anos, me forçou a beijar ele, enfiando a língua na minha boca, demorando pra brincar com a presa dele. Depois de me humilhar um pouco, me virou de costas contra o muro e levantou meu vestido. O filho da puta abriu minhas pernas e me fez inclinar, enquanto os outros gritavam pra ele estrear meus buracos. Senti ele me atravessando, primeiro devagar e depois até o fundo. Ele me deixou empalada por um bom tempo, aí saiu pra deixar os outros me usarem. Eles se revezaram pra se divertir comigo e, quando terminaram, Alfredo falou uma coisa que me deixou gelada: "Não esquece que a gente sabe onde você mora, que horas sua mãe chega do trampo, seu irmão...". A partir daí, comecei a andar com eles. O povo me via usando vestidos minúsculos e dizia que eu era a puta da cidade. Ninguém desconfiava que eu tava sendo obrigada. No fim, a gangue do Alfredo caiu, mas sempre me usaram como objeto sexual.Por pandilleros #1

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