É uma noite de trabalho pesado como estagiária de medicina, parece que hoje as emergências estão a mil, chega um paciente ferido, e outros com vários problemas. Tô no meio de uma sutura quando a enfermeira me avisa:
- Doutora, tem um paciente que não consegue urinar, tá com dor e reclamando muito.
- Deve ser a próstata, acho que ele tá com retenção urinária.
- Não sei, doutora, ele só tem 43 anos.
- 43 anos? Beleza, já vou ver ele.
Como a sutura demora mais do que eu esperava, falo pra enfermeira colocar o paciente que tá reclamando de dor em uma cama pra descansar e dar um comprimido pra dor enquanto eu termino. Quando acabo, vou ver o paciente, e ele parece estar dormindo. Aproveito pra atender outros pacientes. Depois de um tempo, volto pra ver ele, e curiosamente ele continua dormindo. Pergunto pra enfermeira que remédio ela deu, e ela me mostra a embalagem…
- Diazepam? Você deu diazepam pra ele? Mas por quê? É um remédio que deixou ele apagado.
Chamo a atenção da enfermeira, e ela diz que era a única coisa que tinha à mão. Tento acordar ele, mas ele tá sonolento. Não me resta nada além de esperar o efeito do remédio passar. Ficamos só eu e ele na sala. Já são mais de 4 da manhã, e com o serviço controlado, as enfermeiras foram descansar um pouco enquanto não chega outro paciente.
Sento numa cadeira do lado dele, olho pra ele. A pele morena clara, os ombros largos, e uns lábios carnudos que dão vontade… humm, quando foi a última vez que transei? Já faz tanto tempo que nem lembro. Olho pra ele… tô afim… ei, ei, ei, eu mesma me repreendo pela falta de ética, hahaha, embora já tenha feito isso com um paciente antes, mas ele é um paciente e não posso esquecer esse detalhe, além disso, tô arriscando meu estágio de medicina. Mas já tava há um tempão sem nada por causa da faculdade e do trabalho. Aliás, isso aconteceu há 2 semanas. Levanto da cadeira e… Estou prestes a tentar acordá-lo de novo —
Aaggg Apenas um som gutural sai da boca dele, ele abre os olhos com dificuldade, falo com ele na esperança de que ouça minha voz e ele responde com esforço —
Meu nome é Erick, estou com dor e não consigo urinar —
Vou examiná-lo, senhor, por favor, preciso que me diga se algo incomoda quando eu tocar. Descubro ele, e abro sua camisa para auscultar o coração e os pulmões, ele parece ter dormido de novo. Estou ouvindo o coração dele sem realmente escutar. Toco sua pele. Está quente. E deslizo minha mão suavemente pelo peito dele até o abdômen. Meu paciente continua de olhos fechados e respiração calma. Até onde vai o limite? Abro seu avental, preciso examiná-lo, ele fica só de cueca, que delineia perfeitamente os genitais dele, ufff… minha temperatura sobe bruscamente. Não sei o que está acontecendo, já não consigo pensar com clareza, sinto que a linha entre a médica e a mulher está se dissipando lentamente. Toco seu abdômen, e reconheço que mais do que um exame, é um carinho de amante explorando seu homem.
De repente, sinto algo entre minhas pernas, bem nos meus genitais, é duro, excitante, olho para baixo e é a mão com a palma para cima do meu paciente, que está estendida paralela ao corpo dele, mas ligeiramente fora da cama e ficou presa entre minhas coxas. Levanto o olhar de novo e vejo o rosto dele, parece que ainda está dormindo. Não tiro a mão dele, abro um pouco mais minhas pernas para sentir a mão dele mais uma vez. Enquanto esfrego meus genitais na mão dele suavemente para não acordá-lo, não consigo evitar passar minha mão sobre o volume dele. E num gesto de ousadia, descubro o pau dele até as bolas, e minha boca se abre, deliciando-se com a visão, é linda, grossa e grande, com uma cabeça bem proeminente mesmo sem ereção, toco, pego o pau dele na minha mão, e com a outra continuo acariciando suavemente o abdômen dele. Olho para o rosto dele, ainda está tranquilo, e respira devagar. Não aguento mais, quero sentir a mão dele, abaixo minha calça Pijama do centro cirúrgico que tem elástico facilitando a ação e enfio minha mão pra sentir o contato dele, sinto os dedos dele inertes na minha vulva molhada que já escorre de tesão, e me esfrego nela mexendo minha cintura pra frente e pra trás, enquanto continuo massageando e acariciando o pau e os ovo dele, não sei quanto tempo fiquei assim, quando de repente senti o pau dele crescer na minha mão, numa ereção poderosa, perfeita, e os dedos antes inertes agora entravam e saíam da minha buceta rapidinho, não consegui me segurar e um gemido escapou da minha garganta junto com um orgasmo da minha buceta. Olhei o rosto dele ainda de olhos fechados mas com um sorrisinho na boca. De repente me afasto dele, cubro ele rápido com o lençol, apago a luz dele e saio feito um raio do quarto. Me tranco no meu consultório, e só consigo pensar: que porra eu fiz?!!! Isso pode me custar o estágio. São 6 da manhã, e ouço as enfermeiras se preparando pra entregar o plantão e o serviço. Batem na minha porta e falam: - Doutora, o paciente com dificuldade pra urinar, vai deixar alguma orientação? - Hã… sim… me dá o prontuário. Sem ir ver ele, anoto na ficha que precisa de um exame de urina e analgésicos pra dor. Quis dar um jeito de pular a visita pra evitar encarar ele durante a passagem de plantão pro pessoal que tava entrando, mas não deu. Então criei coragem, soltei meu cabelo, arrumei minha maquiagem, troquei de roupa na esperança de que ele não me reconhecesse e às 8 da manhã começamos a ronda pelos leitos ocupados. Quando chegamos no do Erick, ele tava sentado, de avental de paciente, bem lúcido pra meu gosto. Sem olhar na cara dele, comecei a falar: “Erick é um paciente que chegou de madrugada com dor e dificuldade pra urinar, foi dado um analgésico e o paciente conseguiu dormir. Tá pendente uma amostra de urina por infecção urinária e um ultrassom.” para descartar pielonefrite ou cálculos renais. Sinto o olhar dele fixo em mim, ele me descobriu, sabe que sou eu, que eu não diga nada, que não me entregue!!! As perguntas começam:
- E quando começou o mal-estar?
- Ontem
- A dor é muito forte?
- Sim, embora o remédio que me deram ontem à noite me fez descansar e diminuiu a dor
- Consegue urinar?
- Um pouco, mas com dor
- Como passou a noite?
- Acho que tive um pouco de... febre... acordei molhado... Hum, hum... por favor, por favor... que ele não fale nada
- Vamos examiná-lo
Descobrem o corpo dele, o corpo gostoso que acariciei sem vergonha durante a noite
- Ainda incomoda muito?
- Sim, mas ontem à noite, quando a doutora me examinou, a dor tinha diminuído, hoje está doendo de novo. Sinto um arrepio descendo pelas minhas costas e tremo de medo, de vergonha... como fui capaz de fazer o que fiz, embora já tivesse feito antes, dessa vez podia ser descoberta mais facilmente.
- Certo, vamos fazer os exames necessários e ver o que acontece
- Obrigada.
Acabou. O grupo da visita se desloca para a saída do quarto e ouço a voz dele
- Doutora!
Viro e finalmente olho para ele, sinto que congelo
- Obrigado pela atenção, espero poder retribuir o favor em breve
Assinto com a cabeça e ele, descaradamente, leva a mão ao nariz, aspira e coloca os dedos na boca, chupando-os devagar, me lembrando sem dúvida do que tinha acontecido e me fazendo saber que ele estava totalmente consciente no momento da minha fraqueza ao lado dele, e de alguma forma senti uma promessa de um futuro encontro sob as condições dele, que me fez tremer dos pés à cabeça.
Os dias se passaram. E ainda me lembro do que aconteceu. Não consigo evitar de imaginá-lo. Um sorriso escapa dos meus lábios, e minhas mãos percorrem meus peitos, e se alojam entre minhas pernas evocando as carícias dele e como senti seus dedos ganharem vida para Foder desse jeito, me molho só de pensar, de lembrar. Caralho. É um dia de consulta, parece que tudo é normal. Pacientes na sala de espera. Sem pendências, entro no consultório, começa o desfile de pacientes, um atrás do outro. Já são 9 da noite e a enfermeira entra e me diz:
- Só falta um paciente, doutora, e terminamos.
- Ainda bem, tô exausta!!! Manda ele entrar, por favor.
Enquanto mantenho o olhar fixo num prontuário que estou terminando, ouço uns passos, vejo de relance a figura de um homem entrando.
- Pode entrar, por favor, sente-se, já vou atendê-lo.
- Obrigado, doutora, boa noite.
Um choque elétrico percorre minha pele… fico paralisada, ainda não levanto o olhar, mas a voz dele…
- Quanto tempo demora a consulta?
Engulo seco, e feito uma idiota, gaguejo respondendo:
- Trê… trinta minutos, mais ou menos.
- Tempo suficiente pra… devolver o favor.
Deixo a caneta de lado, levanto o olhar e meus olhos se fixam nos dele.
- Desculpe, mas não entendi.
- Acaso não se lembra de mim?
- Sim… sim… mas… não é certo… eu…
- Acho que você não pensava nisso na outra noite, e acho que ficou algo inacabado que vim resolver com você.
Levanto e vou até a porta, que se abre naquele momento e a enfermeira aparece.
- Doutora, vou sair um instante pra levar os lençóis pra lavanderia, precisa de algo?
- Não, nada, pode ir, essa é a última consulta, ok? Aviso pra enfermeira.
A enfermeira desaparece, e fico parada feito pedra na porta, sinto a presença dele atrás de mim, sinto o calor dele, e vejo como ele desliza a mão pelo meu lado pra trancar a porta.
- Agora quero minha consulta completa.
Sinto a mão dele no meu pescoço brincando com meu cabelo, e a voz dele bem perto do meu ouvido sussurrando:
- Naquela noite você pegou o que quis, hoje quero o que é meu.
As mãos dele pousam na minha cintura e sobem. Devagar, até alcançar meus peitos, apertando eles com força, eu começo a gemer, e meu corpo gruda no dele, já não falo nada, só quero sentir. As mãos dele descem de novo e se enfiam por baixo da minha roupa, sobem outra vez até alcançar meus peitos, agora sinto o calor dele, aquele calor que nunca consegui esquecer, ele entra por baixo do meu sutiã, aperta meus peitos, meus bicos com força, me faz gemer e querer mais, minha bunda gruda na pélvis dele e eu posso sentir a ereção dele começando a aparecer dentro da calça. Ele me vira com força, e de frente pra mim, me olha e diz — você é minha!!! E agora é minha vez. Não penso mais, me penduro no pescoço dele e ele me beija com paixão, com fúria, os dentes dele mordendo meus lábios, quero mais. As mãos dele deslizam pela minha cintura, apertam minha bunda e me puxam mais pra perto dele, me fazendo sentir o pau dele duro. Ele me levanta e me senta na mesa de exame, abre minhas pernas e se encaixa entre elas. Levanta minha blusa e descobre meus peitos, gruda os lábios neles, me babando com a língua, adoro ver ele assim me molhando, ele morde meus bicos, puxa eles entre os dentes e eu quero gritar!!! Ele abaixa minha calça e abre minhas pernas, deixando minha calcinha de renda à mostra. — quero ver o que eu senti naquela noite!!! Com o maior descaramento, abro minhas pernas e me exponho pra ele. — você gostou de sentir minhas mãos, meus dedos te comendo? — Sim, faz de novo, quero ser sua putinha… — Minha putinha! Você quer ser minha putinha? — Sim… — Então putinha, sente meus dedos. Sem me deixar pensar mais, ele enfia os dedos dentro de mim com força e eu sinto que fico louca — Assim, quero que você vire uma putinha com minhas mãos. Ele enfia e tira os dedos de mim, uma e outra vez, não aguento mais e sinto meu orgasmo vindo sem controle, meu corpo fica tenso e bem naquele momento não é mais a mão dele que eu sinto na minha buceta, é a língua dele que recebe minhas secreções que jorram sem controle do meu corpo, ele me chupa, me morde. Chupa meu clitóris com força, e mais um orgasmo se aproxima, meu corpo convulsiona. Já não penso em mais nada.
- Você é minha putinha, e quero te foder como uma gostosa. Ela me vira, me deixa com a bunda pra cima, me dá umas palmadas bem fortes que me fazem gemer toda vez que bate no meu rabo, me morde e deixa marcas na minha bunda, separa minhas nádegas e cospe entre elas, com os dedos percorre meu cu, de cima a baixo, eu não falo nada, deixo ela fazer o que quiser. Ela tira o pau duro pra fora, afasta minha calcinha fio dental, pega o lubrificante que tinha no consultório e passa no pênis dela, enchendo bem, ereto, e enfia no meu cu me fazendo gritar de dor. Já imaginam o tamanho daquela coisa que, mesmo com lubrificante, doeu pra caralho. Ela não tem pena, perfora meu cu de uma só vez, a dor é imensa, mas logo passa e dá lugar ao prazer mais excitante. Ela começa a entrar e sair do meu corpo uma vez e outra, enquanto me diz:


— Você é minha puta, minha raposa gostosa e madura, quero que você goze comigo, quero que você tire meu leite com sua bunda, mexe mais, você é minha.
Incitada pelas palavras dele, me mexo mais como uma puta no cio recebendo meu macho, meu homem. Sinto as mãos dele apertando meus peitos, sinto a boca dele nas minhas costas, ele me morde e eu arqueio as costas. Com a mão dele, com força, ele me inclina de novo pra deixar minha bunda à disposição dele. Continua entrando e saindo, ele diz:
— Vou gozar, puta.
Lembro do pau dele nas minhas mãos, do tamanho que cresceu com minhas carícias. Agora tenho ele dentro, bem dentro de mim, no meu cu, acomodando meus intestinos e abrindo caminho lá no fundo de mim. Sinto como ele chega até o final do meu intestino, recebendo ele, e sentindo como ele se contrai ao mesmo tempo que outro orgasmo escorre entre minhas pernas. Ofegamos juntos, até que aos poucos relaxamos. Sinto ele me soltar e como ele goza dentro do meu cu, jorrando jatos de leite quente dentro de mim, como sai de mim aos poucos e sinto o vazio daquele pau enorme dentro de mim. No momento em que tira tudo, me dá um tapa forte na bunda que soou muito alto e me fez soltar um gemido enorme.
Me levanto aos poucos e, quando viro, vejo o pau dele cheio de porra e restos de cocô meu. A verdade é que naquele momento fiquei muito vermelha e senti muita vergonha, mas ele pegou meu rosto e me deu um beijo na boca enquanto dizia:
— Não se preocupa, puta, não tem problema, é normal. Além disso, você aperta muito gostoso e isso é o que importa.
Me acalmei um pouco e ele diz:
— Mas então, parece que cheguei bem no fundo pra tirar tanta merda assim, hahaha.
Começamos a rir e eu disse:
— Sim, verdade, eu sentia ele bem lá dentro.
Assim, nua, com o cu aberto escorrendo porra pelas minhas pernas e cheio de cocô meu, peguei um pano de chão e comecei a limpar o piso do consultório, que estava cheio de porra, meus fluidos, lubrificante e cocô. Enquanto isso, ele estava deitado na cama com o pau meio mole.
— Você está escorrendo. Porra, se limpa - Não... quero sentir seu gozo entre minhas nádegas, quero sentir como você me deixa molhada até eu chegar em casa. - Mas você tá com um pouco de cocô. Peguei papel e comecei a limpar minhas nádegas, tentando deixar o máximo de gozo possível, obviamente ainda saía mais da minha bunda, se eu forçava, sentia o gozo escorrendo da minha bunda pelas nádegas até minhas pernas. - Que horas você sai? - Daqui a meia hora - Valeu pela consulta - Limpa meu pau, peguei um papel e comecei a tirar o resto do meu cocô do pau dele. Ele me dá um beijo suave nos lábios, a bunda aberta e escorrendo, e sem dizer mais nada, sai do consultório e vai embora. São 10:30 da noite, e eu me preparo pra ir pra casa. Ainda sinto dor no meu cu, ainda sinto o gozo dele entre minhas nádegas e dentro do meu cu, sinto minhas pernas e nádegas pegajosas, e meus próprios fluidos brincando entre minhas pernas. Começo a andar porque normalmente não levo o carro, moro um pouco longe, mas pra economizar dinheiro. Então, no meio da noite e absorta nas lembranças de um encontro inesperado e inusitado dentro do consultório com praticamente um desconhecido, não percebo que um carro está me seguindo até que ele se alinha ao meu lado, uma voz que tenho gravada na minha mente me faz dar um susto: - Tô te esperando - Eu... não posso - Não te perguntei se pode, sobe, vou te levar pra casa. Não tenho nada a dizer, sei que pertenço a ele. Sem dizer mais nada, entro no carro e me sento ao lado dele, ao sentir o banco nas minhas nádegas apertando meu cu, deixo escapar um gemido de dor involuntário. - Como você tá se sentindo? - Dolorida, meu cu e minha barriga tão doendo - Você tá bem? - Sim, molhada, mas bem - Ainda tá molhada? - Sim Enquanto dirige com uma mão, a outra desliza entre minhas pernas, e me toca de novo, percebo que já sou dele, porque minhas pernas se abrem sem pensar pra receber suas carícias, sem perguntas. sem restrições.
- Onde você mora? Vou te passar o endereço, enquanto continua dirigindo.
- Abaixa a calça.
Só sigo a instrução dele, abaixo minha calça e minha calcinha, minha buceta tem cheiro de mim, dele. Abro minhas pernas de novo pra receber os dedos dele outra vez, que deslizam pela minha vulva, procurando a entrada da minha buceta. Eu me ajusto no banco, deslizando o quadril pra baixo, e ele consegue o que quer — entra em mim de novo… me fode outra vez com os dedos enquanto dirige.
— Você tá molhada. Gosta de ser putinha, safada?
— Siiiiim...
Chegamos na minha casa, ele estaciona do lado de fora.
— Quer que eu entre?
— Preciso que você entre...
Saímos do carro e, quando chego na porta da minha casa, tento abrir, mas o corpo dele tá colado no meu. Ele empurra minha bunda com a cintura e o pau dele já tá duro de novo. Finalmente consigo abrir a porta e, quando entro, ele me joga contra ela com força. Jogo minhas coisas no chão pra ficar com as mãos livres e poder tocar nele, acariciar. Ele me beija, aperta meus peitos com as mãos — com certeza vai deixar marca na minha pele, mas foda-se, eu adoro a força dele, a masculinidade. Ele passa a mão na minha boceta:
— Quer que eu te coma?
— Por favor, por favor, não para...
Ele arranca minha roupa, e eu tiro a dele. Ele solta meu cabelo, enrola os dedos nele e me puxa pra perto. Encosta o pau duro, rijo, na minha barriga. Eu abro as pernas, preciso sentir ele dentro de mim com uma urgência desesperada.
— Você é minha putinha, você é minha putinha... — as palavras dele me elevam, me tiram do chão.
— Quero que você me chupe igual uma cadela no cio, igual uma puta.
Não precisa falar mais nada. Me ajoelho na frente dele e pego aquele pau majestoso com as mãos, começo a lamber. É um manjar que eu desejei por tanto tempo — desde aquela noite em que toquei nele enquanto ele dormia, desejei sentir ele dentro de mim, quente, escorrendo, me dando de beber. Chupo com frenesi, de um jeito alucinado. Ainda tem gosto de mim, dos meus fluidos, do meu cu.
Ele tira de dentro da minha boca e me deixa sem nada. Vai até a sala e senta no sofá — Vem, putinha, continua chupando. De joelhos, vou até ele e me enfio entre as pernas dele pra ter acesso ao pau e às bolas dele. Continuo chupando, meto e tiro da boca. Me sinto outra, me sinto transformada naquela puta capaz de satisfazer ele. Continuo chupando até as bolas dele, desço mais pra baixo, fazendo garganta profunda. — Quer chupar meu cu? — falo com a carinha toda melada de saliva, enquanto continuo masturbando ele.
Segunda parte.
- Doutora, tem um paciente que não consegue urinar, tá com dor e reclamando muito.
- Deve ser a próstata, acho que ele tá com retenção urinária.
- Não sei, doutora, ele só tem 43 anos.
- 43 anos? Beleza, já vou ver ele.
Como a sutura demora mais do que eu esperava, falo pra enfermeira colocar o paciente que tá reclamando de dor em uma cama pra descansar e dar um comprimido pra dor enquanto eu termino. Quando acabo, vou ver o paciente, e ele parece estar dormindo. Aproveito pra atender outros pacientes. Depois de um tempo, volto pra ver ele, e curiosamente ele continua dormindo. Pergunto pra enfermeira que remédio ela deu, e ela me mostra a embalagem…
- Diazepam? Você deu diazepam pra ele? Mas por quê? É um remédio que deixou ele apagado.
Chamo a atenção da enfermeira, e ela diz que era a única coisa que tinha à mão. Tento acordar ele, mas ele tá sonolento. Não me resta nada além de esperar o efeito do remédio passar. Ficamos só eu e ele na sala. Já são mais de 4 da manhã, e com o serviço controlado, as enfermeiras foram descansar um pouco enquanto não chega outro paciente.
Sento numa cadeira do lado dele, olho pra ele. A pele morena clara, os ombros largos, e uns lábios carnudos que dão vontade… humm, quando foi a última vez que transei? Já faz tanto tempo que nem lembro. Olho pra ele… tô afim… ei, ei, ei, eu mesma me repreendo pela falta de ética, hahaha, embora já tenha feito isso com um paciente antes, mas ele é um paciente e não posso esquecer esse detalhe, além disso, tô arriscando meu estágio de medicina. Mas já tava há um tempão sem nada por causa da faculdade e do trabalho. Aliás, isso aconteceu há 2 semanas. Levanto da cadeira e… Estou prestes a tentar acordá-lo de novo —
Aaggg Apenas um som gutural sai da boca dele, ele abre os olhos com dificuldade, falo com ele na esperança de que ouça minha voz e ele responde com esforço —
Meu nome é Erick, estou com dor e não consigo urinar —
Vou examiná-lo, senhor, por favor, preciso que me diga se algo incomoda quando eu tocar. Descubro ele, e abro sua camisa para auscultar o coração e os pulmões, ele parece ter dormido de novo. Estou ouvindo o coração dele sem realmente escutar. Toco sua pele. Está quente. E deslizo minha mão suavemente pelo peito dele até o abdômen. Meu paciente continua de olhos fechados e respiração calma. Até onde vai o limite? Abro seu avental, preciso examiná-lo, ele fica só de cueca, que delineia perfeitamente os genitais dele, ufff… minha temperatura sobe bruscamente. Não sei o que está acontecendo, já não consigo pensar com clareza, sinto que a linha entre a médica e a mulher está se dissipando lentamente. Toco seu abdômen, e reconheço que mais do que um exame, é um carinho de amante explorando seu homem.
De repente, sinto algo entre minhas pernas, bem nos meus genitais, é duro, excitante, olho para baixo e é a mão com a palma para cima do meu paciente, que está estendida paralela ao corpo dele, mas ligeiramente fora da cama e ficou presa entre minhas coxas. Levanto o olhar de novo e vejo o rosto dele, parece que ainda está dormindo. Não tiro a mão dele, abro um pouco mais minhas pernas para sentir a mão dele mais uma vez. Enquanto esfrego meus genitais na mão dele suavemente para não acordá-lo, não consigo evitar passar minha mão sobre o volume dele. E num gesto de ousadia, descubro o pau dele até as bolas, e minha boca se abre, deliciando-se com a visão, é linda, grossa e grande, com uma cabeça bem proeminente mesmo sem ereção, toco, pego o pau dele na minha mão, e com a outra continuo acariciando suavemente o abdômen dele. Olho para o rosto dele, ainda está tranquilo, e respira devagar. Não aguento mais, quero sentir a mão dele, abaixo minha calça Pijama do centro cirúrgico que tem elástico facilitando a ação e enfio minha mão pra sentir o contato dele, sinto os dedos dele inertes na minha vulva molhada que já escorre de tesão, e me esfrego nela mexendo minha cintura pra frente e pra trás, enquanto continuo massageando e acariciando o pau e os ovo dele, não sei quanto tempo fiquei assim, quando de repente senti o pau dele crescer na minha mão, numa ereção poderosa, perfeita, e os dedos antes inertes agora entravam e saíam da minha buceta rapidinho, não consegui me segurar e um gemido escapou da minha garganta junto com um orgasmo da minha buceta. Olhei o rosto dele ainda de olhos fechados mas com um sorrisinho na boca. De repente me afasto dele, cubro ele rápido com o lençol, apago a luz dele e saio feito um raio do quarto. Me tranco no meu consultório, e só consigo pensar: que porra eu fiz?!!! Isso pode me custar o estágio. São 6 da manhã, e ouço as enfermeiras se preparando pra entregar o plantão e o serviço. Batem na minha porta e falam: - Doutora, o paciente com dificuldade pra urinar, vai deixar alguma orientação? - Hã… sim… me dá o prontuário. Sem ir ver ele, anoto na ficha que precisa de um exame de urina e analgésicos pra dor. Quis dar um jeito de pular a visita pra evitar encarar ele durante a passagem de plantão pro pessoal que tava entrando, mas não deu. Então criei coragem, soltei meu cabelo, arrumei minha maquiagem, troquei de roupa na esperança de que ele não me reconhecesse e às 8 da manhã começamos a ronda pelos leitos ocupados. Quando chegamos no do Erick, ele tava sentado, de avental de paciente, bem lúcido pra meu gosto. Sem olhar na cara dele, comecei a falar: “Erick é um paciente que chegou de madrugada com dor e dificuldade pra urinar, foi dado um analgésico e o paciente conseguiu dormir. Tá pendente uma amostra de urina por infecção urinária e um ultrassom.” para descartar pielonefrite ou cálculos renais. Sinto o olhar dele fixo em mim, ele me descobriu, sabe que sou eu, que eu não diga nada, que não me entregue!!! As perguntas começam:
- E quando começou o mal-estar?
- Ontem
- A dor é muito forte?
- Sim, embora o remédio que me deram ontem à noite me fez descansar e diminuiu a dor
- Consegue urinar?
- Um pouco, mas com dor
- Como passou a noite?
- Acho que tive um pouco de... febre... acordei molhado... Hum, hum... por favor, por favor... que ele não fale nada
- Vamos examiná-lo
Descobrem o corpo dele, o corpo gostoso que acariciei sem vergonha durante a noite
- Ainda incomoda muito?
- Sim, mas ontem à noite, quando a doutora me examinou, a dor tinha diminuído, hoje está doendo de novo. Sinto um arrepio descendo pelas minhas costas e tremo de medo, de vergonha... como fui capaz de fazer o que fiz, embora já tivesse feito antes, dessa vez podia ser descoberta mais facilmente.
- Certo, vamos fazer os exames necessários e ver o que acontece
- Obrigada.
Acabou. O grupo da visita se desloca para a saída do quarto e ouço a voz dele
- Doutora!
Viro e finalmente olho para ele, sinto que congelo
- Obrigado pela atenção, espero poder retribuir o favor em breve
Assinto com a cabeça e ele, descaradamente, leva a mão ao nariz, aspira e coloca os dedos na boca, chupando-os devagar, me lembrando sem dúvida do que tinha acontecido e me fazendo saber que ele estava totalmente consciente no momento da minha fraqueza ao lado dele, e de alguma forma senti uma promessa de um futuro encontro sob as condições dele, que me fez tremer dos pés à cabeça.
Os dias se passaram. E ainda me lembro do que aconteceu. Não consigo evitar de imaginá-lo. Um sorriso escapa dos meus lábios, e minhas mãos percorrem meus peitos, e se alojam entre minhas pernas evocando as carícias dele e como senti seus dedos ganharem vida para Foder desse jeito, me molho só de pensar, de lembrar. Caralho. É um dia de consulta, parece que tudo é normal. Pacientes na sala de espera. Sem pendências, entro no consultório, começa o desfile de pacientes, um atrás do outro. Já são 9 da noite e a enfermeira entra e me diz:
- Só falta um paciente, doutora, e terminamos.
- Ainda bem, tô exausta!!! Manda ele entrar, por favor.
Enquanto mantenho o olhar fixo num prontuário que estou terminando, ouço uns passos, vejo de relance a figura de um homem entrando.
- Pode entrar, por favor, sente-se, já vou atendê-lo.
- Obrigado, doutora, boa noite.
Um choque elétrico percorre minha pele… fico paralisada, ainda não levanto o olhar, mas a voz dele…
- Quanto tempo demora a consulta?
Engulo seco, e feito uma idiota, gaguejo respondendo:
- Trê… trinta minutos, mais ou menos.
- Tempo suficiente pra… devolver o favor.
Deixo a caneta de lado, levanto o olhar e meus olhos se fixam nos dele.
- Desculpe, mas não entendi.
- Acaso não se lembra de mim?
- Sim… sim… mas… não é certo… eu…
- Acho que você não pensava nisso na outra noite, e acho que ficou algo inacabado que vim resolver com você.
Levanto e vou até a porta, que se abre naquele momento e a enfermeira aparece.
- Doutora, vou sair um instante pra levar os lençóis pra lavanderia, precisa de algo?
- Não, nada, pode ir, essa é a última consulta, ok? Aviso pra enfermeira.
A enfermeira desaparece, e fico parada feito pedra na porta, sinto a presença dele atrás de mim, sinto o calor dele, e vejo como ele desliza a mão pelo meu lado pra trancar a porta.
- Agora quero minha consulta completa.
Sinto a mão dele no meu pescoço brincando com meu cabelo, e a voz dele bem perto do meu ouvido sussurrando:
- Naquela noite você pegou o que quis, hoje quero o que é meu.
As mãos dele pousam na minha cintura e sobem. Devagar, até alcançar meus peitos, apertando eles com força, eu começo a gemer, e meu corpo gruda no dele, já não falo nada, só quero sentir. As mãos dele descem de novo e se enfiam por baixo da minha roupa, sobem outra vez até alcançar meus peitos, agora sinto o calor dele, aquele calor que nunca consegui esquecer, ele entra por baixo do meu sutiã, aperta meus peitos, meus bicos com força, me faz gemer e querer mais, minha bunda gruda na pélvis dele e eu posso sentir a ereção dele começando a aparecer dentro da calça. Ele me vira com força, e de frente pra mim, me olha e diz — você é minha!!! E agora é minha vez. Não penso mais, me penduro no pescoço dele e ele me beija com paixão, com fúria, os dentes dele mordendo meus lábios, quero mais. As mãos dele deslizam pela minha cintura, apertam minha bunda e me puxam mais pra perto dele, me fazendo sentir o pau dele duro. Ele me levanta e me senta na mesa de exame, abre minhas pernas e se encaixa entre elas. Levanta minha blusa e descobre meus peitos, gruda os lábios neles, me babando com a língua, adoro ver ele assim me molhando, ele morde meus bicos, puxa eles entre os dentes e eu quero gritar!!! Ele abaixa minha calça e abre minhas pernas, deixando minha calcinha de renda à mostra. — quero ver o que eu senti naquela noite!!! Com o maior descaramento, abro minhas pernas e me exponho pra ele. — você gostou de sentir minhas mãos, meus dedos te comendo? — Sim, faz de novo, quero ser sua putinha… — Minha putinha! Você quer ser minha putinha? — Sim… — Então putinha, sente meus dedos. Sem me deixar pensar mais, ele enfia os dedos dentro de mim com força e eu sinto que fico louca — Assim, quero que você vire uma putinha com minhas mãos. Ele enfia e tira os dedos de mim, uma e outra vez, não aguento mais e sinto meu orgasmo vindo sem controle, meu corpo fica tenso e bem naquele momento não é mais a mão dele que eu sinto na minha buceta, é a língua dele que recebe minhas secreções que jorram sem controle do meu corpo, ele me chupa, me morde. Chupa meu clitóris com força, e mais um orgasmo se aproxima, meu corpo convulsiona. Já não penso em mais nada.

- Você é minha putinha, e quero te foder como uma gostosa. Ela me vira, me deixa com a bunda pra cima, me dá umas palmadas bem fortes que me fazem gemer toda vez que bate no meu rabo, me morde e deixa marcas na minha bunda, separa minhas nádegas e cospe entre elas, com os dedos percorre meu cu, de cima a baixo, eu não falo nada, deixo ela fazer o que quiser. Ela tira o pau duro pra fora, afasta minha calcinha fio dental, pega o lubrificante que tinha no consultório e passa no pênis dela, enchendo bem, ereto, e enfia no meu cu me fazendo gritar de dor. Já imaginam o tamanho daquela coisa que, mesmo com lubrificante, doeu pra caralho. Ela não tem pena, perfora meu cu de uma só vez, a dor é imensa, mas logo passa e dá lugar ao prazer mais excitante. Ela começa a entrar e sair do meu corpo uma vez e outra, enquanto me diz:


— Você é minha puta, minha raposa gostosa e madura, quero que você goze comigo, quero que você tire meu leite com sua bunda, mexe mais, você é minha. Incitada pelas palavras dele, me mexo mais como uma puta no cio recebendo meu macho, meu homem. Sinto as mãos dele apertando meus peitos, sinto a boca dele nas minhas costas, ele me morde e eu arqueio as costas. Com a mão dele, com força, ele me inclina de novo pra deixar minha bunda à disposição dele. Continua entrando e saindo, ele diz:
— Vou gozar, puta.
Lembro do pau dele nas minhas mãos, do tamanho que cresceu com minhas carícias. Agora tenho ele dentro, bem dentro de mim, no meu cu, acomodando meus intestinos e abrindo caminho lá no fundo de mim. Sinto como ele chega até o final do meu intestino, recebendo ele, e sentindo como ele se contrai ao mesmo tempo que outro orgasmo escorre entre minhas pernas. Ofegamos juntos, até que aos poucos relaxamos. Sinto ele me soltar e como ele goza dentro do meu cu, jorrando jatos de leite quente dentro de mim, como sai de mim aos poucos e sinto o vazio daquele pau enorme dentro de mim. No momento em que tira tudo, me dá um tapa forte na bunda que soou muito alto e me fez soltar um gemido enorme.
Me levanto aos poucos e, quando viro, vejo o pau dele cheio de porra e restos de cocô meu. A verdade é que naquele momento fiquei muito vermelha e senti muita vergonha, mas ele pegou meu rosto e me deu um beijo na boca enquanto dizia:
— Não se preocupa, puta, não tem problema, é normal. Além disso, você aperta muito gostoso e isso é o que importa.
Me acalmei um pouco e ele diz:
— Mas então, parece que cheguei bem no fundo pra tirar tanta merda assim, hahaha.
Começamos a rir e eu disse:
— Sim, verdade, eu sentia ele bem lá dentro.
Assim, nua, com o cu aberto escorrendo porra pelas minhas pernas e cheio de cocô meu, peguei um pano de chão e comecei a limpar o piso do consultório, que estava cheio de porra, meus fluidos, lubrificante e cocô. Enquanto isso, ele estava deitado na cama com o pau meio mole.
— Você está escorrendo. Porra, se limpa - Não... quero sentir seu gozo entre minhas nádegas, quero sentir como você me deixa molhada até eu chegar em casa. - Mas você tá com um pouco de cocô. Peguei papel e comecei a limpar minhas nádegas, tentando deixar o máximo de gozo possível, obviamente ainda saía mais da minha bunda, se eu forçava, sentia o gozo escorrendo da minha bunda pelas nádegas até minhas pernas. - Que horas você sai? - Daqui a meia hora - Valeu pela consulta - Limpa meu pau, peguei um papel e comecei a tirar o resto do meu cocô do pau dele. Ele me dá um beijo suave nos lábios, a bunda aberta e escorrendo, e sem dizer mais nada, sai do consultório e vai embora. São 10:30 da noite, e eu me preparo pra ir pra casa. Ainda sinto dor no meu cu, ainda sinto o gozo dele entre minhas nádegas e dentro do meu cu, sinto minhas pernas e nádegas pegajosas, e meus próprios fluidos brincando entre minhas pernas. Começo a andar porque normalmente não levo o carro, moro um pouco longe, mas pra economizar dinheiro. Então, no meio da noite e absorta nas lembranças de um encontro inesperado e inusitado dentro do consultório com praticamente um desconhecido, não percebo que um carro está me seguindo até que ele se alinha ao meu lado, uma voz que tenho gravada na minha mente me faz dar um susto: - Tô te esperando - Eu... não posso - Não te perguntei se pode, sobe, vou te levar pra casa. Não tenho nada a dizer, sei que pertenço a ele. Sem dizer mais nada, entro no carro e me sento ao lado dele, ao sentir o banco nas minhas nádegas apertando meu cu, deixo escapar um gemido de dor involuntário. - Como você tá se sentindo? - Dolorida, meu cu e minha barriga tão doendo - Você tá bem? - Sim, molhada, mas bem - Ainda tá molhada? - Sim Enquanto dirige com uma mão, a outra desliza entre minhas pernas, e me toca de novo, percebo que já sou dele, porque minhas pernas se abrem sem pensar pra receber suas carícias, sem perguntas. sem restrições.
- Onde você mora? Vou te passar o endereço, enquanto continua dirigindo.
- Abaixa a calça.
Só sigo a instrução dele, abaixo minha calça e minha calcinha, minha buceta tem cheiro de mim, dele. Abro minhas pernas de novo pra receber os dedos dele outra vez, que deslizam pela minha vulva, procurando a entrada da minha buceta. Eu me ajusto no banco, deslizando o quadril pra baixo, e ele consegue o que quer — entra em mim de novo… me fode outra vez com os dedos enquanto dirige.

— Você tá molhada. Gosta de ser putinha, safada? — Siiiiim...
Chegamos na minha casa, ele estaciona do lado de fora.
— Quer que eu entre?
— Preciso que você entre...
Saímos do carro e, quando chego na porta da minha casa, tento abrir, mas o corpo dele tá colado no meu. Ele empurra minha bunda com a cintura e o pau dele já tá duro de novo. Finalmente consigo abrir a porta e, quando entro, ele me joga contra ela com força. Jogo minhas coisas no chão pra ficar com as mãos livres e poder tocar nele, acariciar. Ele me beija, aperta meus peitos com as mãos — com certeza vai deixar marca na minha pele, mas foda-se, eu adoro a força dele, a masculinidade. Ele passa a mão na minha boceta:
— Quer que eu te coma?
— Por favor, por favor, não para...
Ele arranca minha roupa, e eu tiro a dele. Ele solta meu cabelo, enrola os dedos nele e me puxa pra perto. Encosta o pau duro, rijo, na minha barriga. Eu abro as pernas, preciso sentir ele dentro de mim com uma urgência desesperada.
— Você é minha putinha, você é minha putinha... — as palavras dele me elevam, me tiram do chão.
— Quero que você me chupe igual uma cadela no cio, igual uma puta.
Não precisa falar mais nada. Me ajoelho na frente dele e pego aquele pau majestoso com as mãos, começo a lamber. É um manjar que eu desejei por tanto tempo — desde aquela noite em que toquei nele enquanto ele dormia, desejei sentir ele dentro de mim, quente, escorrendo, me dando de beber. Chupo com frenesi, de um jeito alucinado. Ainda tem gosto de mim, dos meus fluidos, do meu cu.

Ele tira de dentro da minha boca e me deixa sem nada. Vai até a sala e senta no sofá — Vem, putinha, continua chupando. De joelhos, vou até ele e me enfio entre as pernas dele pra ter acesso ao pau e às bolas dele. Continuo chupando, meto e tiro da boca. Me sinto outra, me sinto transformada naquela puta capaz de satisfazer ele. Continuo chupando até as bolas dele, desço mais pra baixo, fazendo garganta profunda. — Quer chupar meu cu? — falo com a carinha toda melada de saliva, enquanto continuo masturbando ele.
Segunda parte.
3 comentários - Doutora muito puta