Este é o terceiro capítulo da história. Espero que gostem e, se tiver algo que seria bom modificar, seja mais detalhes, escrever melhor, mais espaços, qualquer coisa, podem comentar ou dizer. No dia seguinte acordei pensando completamente no Marcos. Minha cabeça pensava o tempo todo naquela noite de luxúria e esperava ansiosa que ele me mandasse mensagem como prometeu antes de ir embora. Não sabia com que desculpa eu ia sair, mas ia fazer de qualquer jeito. Meu corpo precisava ser tratado como na noite anterior. Acordamos cedo eu e o Luqui e ele foi pra faculdade e eu pro trabalho. Quando estava quase terminando meu dia de trabalho, chegou a mensagem tão esperada. -Vadia, vou te buscar às 8, quero que você coloque uma calcinha fio-dental preta e um vestido curto preto. Hoje a gente vai se divertir muito, avisa que volta tarde.- Ele escreve. -Sim, papi, estou pronta pra essa hora. Respondo. O sorriso voltou ao meu rosto, meu dia terminou da melhor maneira e corri pra casa. No caminho escrevi pro Luqui. -Amor, a mãe não vai estar pra jantar, sai pra comer com umas amigas e com certeza volto tarde, você tinha planos? Se ficar em casa tem comida feita, e se não, chama a galera e pede algo, sem problema.- -Tudo bem, mãe, sem problema, obrigado por avisar, depois vejo o que faço, não sei se a gente se esbarra em casa porque talvez eu volte mais tarde.- Ele responde. Pronto, estava tudo planejado. Meu corpo começou a vibrar diferente. Cheguei em casa e comecei a procurar a roupa que ia usar. Encontro a calcinha fio-dental preta perfeita, e um vestido preto justo, sem mangas e que termina na metade da coxa. Tomei banho pensando na noite que ia curtir, mal conseguia pensar no meu filho. Completei o vestido e a calcinha com uma jaqueta de couro preta, botas pretas e uma bolsa. Me maquiei como se fosse pra um encontro, penteie o cabelo fazendo um coque bem alto. Passei meu melhor perfume e até pintei as unhas. O Luqui não chegava, mas isso não era importante. Escuto um carro estacionando e Olhei, não sabia se era ele. Recebo uma mensagem... -Sai putinha, estou fora. Saio rápido para ninguém me ver e entro no carro. -Oi papi. Digo. -Oi putinha, preciso checar se você obedeceu ao que eu disse.- Ele abre minhas pernas e vê a calcinha fio-dental preta. -Bem, gosto que você já não resiste e me obedece, isso significa que já sabe qual é o seu papel. Faço um sorriso como resposta. Ele dá partida no carro e vamos embora. Não entendia direito para onde íamos, não estava preocupada com isso, só queria sentir o pau dele na minha boca e na minha buceta, era o que mais desejava. Chegamos a um lugar, parecia uma casa, uma festa privada. -Para, não podem nos ver juntos- Digo. -Não se preocupe, aqui não tem ninguém que te conhece nem que conhece seu filho, acredite.- Responde. Entramos, era uma festa de gente mais velha que meu filho. Ele caminhava com muita confiança atrás de mim, eu tremendo de medo que alguém me visse. Sinto uma mão na cintura, que começa a descer até a bunda, lá ele aperta. -Gostou do ambiente? -Pensei que íamos a um lugar mais privado. -Aproveita a noite, solta-se.- Me dá um drink. Bebo um pouco a mais e começamos a dançar, já parei de olhar para o lado para ver se tinha alguém que me conhecesse, em um momento me desconectei. Depois de dançar, ele pega minha mão, e com muita gente ao redor a leva até o volume dele, e começa a me beijar, de forma imediata a situação me esquentou. Não parava de tocar no pau dele enquanto nos beijávamos. A língua dele era fogo na minha boca, a sentia em todos os lugares, me invadia e dominava com a língua. Pouco a pouco fomos indo contra uma parede, enquanto com uma mão abraçava seu pescoço, com a outra tocava o volume. As mãos dele não desgrudavam da minha bunda até que sinto nas minhas costas uma parede. Não paramos de nos beijar e sinto que com as mãos ele começa a levantar meu vestido lentamente. Tinha muita gente ao redor mas não me importava. Ele mete a mão na minha calcinha e enfia dois dedos de forma muito profunda, não consegui continuar beijando ele com paixão... soltei meu primeiro gemido da noite. -Aaahhhhh.- -Tá com fogo, putinha? - -Sim, papi, tô muito com fogo, você me deixou assim, não consigo entender, mas sim, preciso do seu pau com urgência. Ele põe a mão e puxa meu vestido pra baixo, a gente em volta continua dançando como se nada tivesse acontecido. Ele me agarra e diz vem. Subimos uma escada da casa, entramos num quarto e ele se joga na cama. -Explica como a Luqui tem uma mãe tão puta. -Nunca experimentei um pau assim, não consigo me segurar.- Respondo. -Isso é muito divertido. Desde que te vi, soube que ia te dominar. Não tem mais volta e você vai ter que escapar toda vez que eu mandar. -Isso vai ser difícil por causa da Luqui. -Isso não é problema, eu cuido disso.- Ele diz -O que você quer dizer? Digo -Uma hora ele vai descobrir, vai ser o melhor, mas até lá, eu cuido pra ele não ficar sabendo. -Como assim você cuida? Me conta!!!- Digo espantada. -Tem certeza que quer saber? -Sim, quero saber!!! -Eu marco algo com todo mundo, quando vejo que ele vai, dou pra trás falando que surgiu um encontro e depois presenteo eles com sua calcinha. Então você vai ter que comprar várias pra eu levar. Fica tranquila que eles não sabem que é você. Aí entendi que ele não só era dominante comigo, era dominante com todos... até onde isso ia chegar?? não sei, mas toda essa conversa me deixou ainda mais com fogo. O jeito dominante dele, um homem de verdade que me faz ser dele. Subo na cama e começo a engatinhar procurando pelo pau dele, até chegar, tiro a roupa e imediatamente levo esse prazer à minha boca. Nada desejava mais naquele momento do que isso, tinha pensado nisso o dia todo, e agora estava acontecendo. Era incrivelmente delicioso, muito gostoso, muito yummy. Ele levanta o quadril e enterra o pau bem fundo, sem avisar. Na hora me engasgo e caem lágrimas de prazer, tento tirar a cabeça, mas ele me aperta e enterra de novo. Minhas tentativas de fazê-lo gozar na boca eram em vão, ele tinha muita resistência e pau pra mim, enquanto eu... Já estava ardendo de prazer, me sentia bem molhada... -Tira a roupa agora, mas faz de um jeito sensual, dançando pra mim, como se fosse uma profissional. - Foram as palavras dele. -Sim, papi. - Foi minha resposta. Ele se senta na beirada da cama com o pau duríssimo e eu começo minha dança sensual. Pouco a pouco fui tirando a roupa, botas, jaqueta e aí me aproximo dele, encosto minha bunda no pau duríssimo dele e esfrego, ainda com o vestido... foi o único momento em que o vi fazer uma expressão de excitação, eu tinha conseguido. Depois disso, ele levanta meu vestido e tira, e em seguida tira meu sutiã. Continuo com minha dança sensual sobre o pau dele, a diferença é que agora só estava de calcinha fio-dental. Ele pega meus peitos por trás e começa a massagear e apertar... Eu me inclino para trás para beijar seu pescoço, e ele solta um peito para baixar a mão e colocá-la dentro da calcinha. Seus dedos começaram a fazer mágica na minha buceta. Ele enfiava os dedos, e alternava para tirá-los e me esfregar por fora... Me excitava muito o clitóris, me deixava cada vez mais quente, comecei a gemer com mais intensidade, com um braço abraçava seu pescoço e com a outra mão queria segurar a mão dele para que parasse esses movimentos, embora na verdade não fosse o que eu queria que acontecesse. Eu não aguentava mais, só precisava de uma coisa naquela noite, e era sentir o pau dele dentro de mim, que roçasse meus lábios e me fizesse sua submissa naquele momento. Mas ele não parecia estar com pressa, mantinha o movimento dos dedos buscando que eu lhe implorasse pelo pau, coisa que ele ia conseguir. Antes disso, gozei e geme mais forte que antes, apertei minhas pernas e deixei escapar meu melado. Me sentia completamente entregue a esse prazer que ele me gerava com as mãos. Finalmente cedi e da minha boca saíram as palavras que ele queria ouvir de mim. -Papi, preciso do seu pau dentro de mim agora!! por favor te imploro!!! A posição que você quiser, mas preciso dele, me deixa ser sua submissa... - Não podia acreditar que essas palavras tinham saído da minha própria boca, nunca tinha me imaginado nessa situação, implorando por um pau, mas era isso, não aguentava mais essa situação, meu corpo pedia aos berros pelo pau dele. -Só uma condição, promete que vai ser minha putinha pra sempre, e que vai vir sempre que eu chamar.- Foi a resposta dele ao meu pedido. -Sim, papi, quero ser sua putinha pra sempre. Me levantei e tirei a calcinha, ele aproveitou pra tirar a calça e a cueca e eu montei de frente. Sentir o pau dele entrando na minha buceta foi a única coisa que conseguiu aliviar essa necessidade que eu tinha. Não precisou de lubrificante nenhum, eu estava encharcada e isso ajudou a começar os movimentos rápidos que meus quadris faziam. A mão dele apertando minha bunda foi uma delícia, mas também ajudou ele a controlar o ritmo e os movimentos. Tudo era coordenado e me fazia sentir única, meu cabelo se soltou e fui perdendo todo o arrumo que tinha feito pra essa noite, mas pouco importava, o que eu queria dessa noite estava acontecendo. Com as duas mãos na minha bunda, ele começou o show. Tapas bem fortes, e massagens que se misturavam com apertões, mas também com ele abrindo minhas nádegas. Eu curtia tudo, cada movimento dele, meus gemidos ficavam cada vez mais intensos. Ele me agarra, se levanta, me vira e me coloca de costas, nunca tirou o pau da minha buceta e começa a aumentar o ritmo. Pega minhas pernas e leva pro lado da minha cabeça e o quadril dele me fodia de forma selvagem, enfiava o pau o mais fundo em mim que podia, e numa velocidade alta. Ele para e tira o pau lentamente levantando o quadril, ele queria conseguir algo mais, e conseguiu. Mal terminou de tirar o pau, da minha buceta saiu um jato que molhou minha barriga, meus peitos e até meu rosto, depois disso ele colocou de novo pra continuar, não tinha planos de terminar a noite ainda. -Muito bem, putinha, já tô ganhando de 2 a 0, mas preciso completar a goleada.- ele sorriu -Mais, papi, mais forte!!!- eu gritava. Ele me virou de forma bruta e começou a me comer de quatro, minha posição favorita. Agarrou meu cabelo e enterrou minha cabeça no colchão. Seu... As investidas continuaram fortes, nada fazia ele parar. Dava pra ver a experiência dele apesar da pouca idade. No meio disso, ele me diz: "Te trouxe dois presentinhos." Não perguntei nada, a única coisa que eu podia fazer era curtir, gemer e gritar. Ele me agarra pelos braços e volta a me comer com força. Dava pra ouvir as cadeiras dele batendo contra minha bunda, aquele som lindo de noite perfeita. Ele sai pra trás e deita de costas, me obriga a subir e me diz: "Faz um gol contra." Entendo perfeitamente o que ele queria, e começo meus movimentos de quadril fazendo com que em poucos minutos eu goze. Minhas palavras depois de um gemido intenso e longo foram: "3 a 0..." A resposta dele foi: "Vamos descontar, senão o jogo fica roubado." Ele me faz descer e começo a trabalhar o pau dele com minha boca, mas ele me faz parar, desce da cama, procura algo na minha bolsa e volta. "Continua..." E eu sigo com minha degustação, aquele pau tinha uma mistura de sabores. Ele agarra meu cabelo e me levanta, olho pra ele e ele me mostra o celular, depois continuo chupando. Aí entendi o que ele tinha procurado, pego meu celular e desbloqueio com reconhecimento facial. "Você tem uma chamada perdida do Luqui, seria má educação não retornar." Ele liga e coloca o celular no meu ouvido enquanto me diz: "É proibido tirar o pau da boca." Minha cara de medo foi enorme, mas obedeci, não tinha outra opção. "Oi mãe? Tudo bem? Como está o jantar? Estamos em casa com as crianças por via das dúvidas, você já volta?" "Oi amor... cof cof... bem, tudo gostoso no jantar... não sei a que hora volto amor... mmmmmm... Não tem problema com as crianças." "Tá bom mãe, você tá bem? Te escuto meio estranha..." "Não é nada meu amor, mãe... mmmmm... tá bem. Beijinho." Desliga o telefone. Experimentei um novo nível de excitação, algo que nunca tinha acontecido comigo. Marcos riu e me disse: "Gostou, putinha? Obedeceu... é isso que você tem que fazer... pra isso que você tá aqui!!!". Acenei com a cabeça, sempre usando minha boca para satisfazê-lo. prazer aquele homem que me dominava. Estava completamente exausta, mas ele estava novo. Ele me ordena amarrar o cabelo, e me dá meu thong preto para fazer isso, obedeço perfeitamente. Ele me coloca de quatro novamente e depois de um tapa que até fez meu bumbum arder, ele me comeu até gozar. -3 a 1 e fim do jogo.- consegui escutar... Ele deixou toda a porra dentro de mim. Caio rendida na cama e ele busca suas roupas para começar a se trocar. -Vamos, putinha, se troca que tenho que te levar pra casa.- Com as poucas forças que tinha, tirei o thong do cabelo e o ofereço a ele, ele pega com um sorriso. Coloco o vestido, as botas e a jaqueta, pego a bolsa e quando estamos saindo, ele diz -Esqueci de te dar seus presentinhos.- Tira do bolso duas coisas, a primeira um thong branco, abro para ver, na parte de trás estava escrito "do Marcos". -Tem que usar da próxima vez, ah, e fica de quatro e não olha pra trás.- Obedeço, ele levanta meu vestido e sinto cair gel entre as nádegas. A próxima coisa que sinto é ele colocando um plug anal e umas palavras que dizem... -Quero que use isso todo tempo que puder, trabalhar, comer e dormir, vai viver com isso, tem que acostumar, senão vamos machucar, ou não? -Sim, papai, obrigada por não me machucar e me ajudar.- Foi minha resposta. Coloco o thong branco novo e saímos do quarto. Descemos a escada e a festa continuava igual. Um rapaz vem falar com ele e me faz dar uma volta como mostrando meu corpo. Não ouvi nada do que diziam. Saímos da festa até o carro dele. Quando me sento é a primeira vez que meu novo brinquedo me incomoda, me ajeito para que isso não aconteça e ele percebe. -Já vai se acostumar.- Chegamos em casa e ele nem sequer me cumprimenta. Desço do carro e agradeço pela noite. Ele só responde. -Vai ficar boa, hein.- Quando vou entrar em casa vejo que estava tudo apagado. Subo para meu quarto mas antes passo pelo de Luqui e ele estava dormindo. Me pegou remorso, mas segui até meu quarto. Quando me desnudo, percebo ao tocar a calcinha fio dental molhada... ainda tinha porra dentro. Fui ao banheiro e me limpei o máximo que pude, voltei para a cama. Quando vou colocar o despertador para acordar no outro dia para trabalhar, percebo: eram 5 da manhã e eu entrava às 7. Dormi na hora, e sim, com o plug colocado. No outro dia acordo e o Luqui estava tomando café para ir para a faculdade. Eu estava exausta, tinha tido a noite de sexo mais intensa em anos e tinha dormido 2 horas. Luqui me olha e diz:
— Mãe, você chegou tarde ontem? Não ouvi nada, mas fui dormir à 1h30.
— Amor, devo ter chegado tipo 2 ou 2h30. Tô morta.
— E bem, se você gosta da farra hahaha. Eu tô saindo, tchau, mãe.
— Tchau, bebê, que tenha um dia lindo, eu já saio também.
Ele me dá um beijo e eu retribuo. Assim que ele fecha a porta, subo para o meu quarto. Tiro os sapatos, a calça social, o paletó e a camisa, o sutiã e a calcinha fio dental. Ligo para meu chefe e digo que estava muito mal. Caio rendida para dormir. Não sem antes tocar os lábios da buceta, relembrando a noite anterior. Não, não esqueci de escrever isso — voltei a dormir com o plug na bunda. Antes de fechar os olhos, recebo uma mensagem do Marcos:
“Não tira o plug do cu.”
Dormi até o meio-dia. Essa foi a terceira parte, talvez tenha ficado um pouco longa, mas queria fechar a noite e o encontro. Obviamente podem sugerir o que quiserem, tudo é bem-vindo.
Flor
— Mãe, você chegou tarde ontem? Não ouvi nada, mas fui dormir à 1h30.
— Amor, devo ter chegado tipo 2 ou 2h30. Tô morta.
— E bem, se você gosta da farra hahaha. Eu tô saindo, tchau, mãe.
— Tchau, bebê, que tenha um dia lindo, eu já saio também.
Ele me dá um beijo e eu retribuo. Assim que ele fecha a porta, subo para o meu quarto. Tiro os sapatos, a calça social, o paletó e a camisa, o sutiã e a calcinha fio dental. Ligo para meu chefe e digo que estava muito mal. Caio rendida para dormir. Não sem antes tocar os lábios da buceta, relembrando a noite anterior. Não, não esqueci de escrever isso — voltei a dormir com o plug na bunda. Antes de fechar os olhos, recebo uma mensagem do Marcos:
“Não tira o plug do cu.”
Dormi até o meio-dia. Essa foi a terceira parte, talvez tenha ficado um pouco longa, mas queria fechar a noite e o encontro. Obviamente podem sugerir o que quiserem, tudo é bem-vindo.
Flor
9 comentários - O Bully do Meu Filho (parte 3)
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