Meu filho me fez sua escrava

Enquanto o avião pousava, minha cabeça não parava de girar, pensando uma e outra vez no que aconteceu nos últimos dias. Depois de anos aguentando as sacanagens do meu marido, finalmente decidi largar ele. Não foi nada fácil. Engravidei do meu filho Manuel aos 16 anos e passei a vida inteira cuidando dele, da minha casa e do meu marido. Sempre soube que ele me traía, mas por causa do meu filho, resolvi ficar do lado dele. Hoje, Manuel tem 20 anos e trabalha em Santiago como recepcionista noturno num hotel, enquanto termina os estudos na faculdade.Meu filho me fez sua escravaDecidida a largar meu marido, resolvi ir embora com meu filho e morar com ele enquanto procurava algum trampo na ilha. Liguei pra ele e disse que queria visitá-lo, zerei nossa conta corrente (ridiculamente mixuruca) e fugi pra viver minha nova vida com meu filho. Já no aeroporto, procurei meu filho com o olhar. Lá estava ele, um gato, moreno, alto (1,85) e, pelo que vi, com um corpão. Eu sou morena, não muito alta (1,60), bem gostosa, com uns peitões generosos, um bom quadril e uma bunda dura, já que desde que meu filho cresceu, eu ocupava minhas tardes chatas de dona de casa na academia.vadiaChegamos no apartamento dele, um lugar bem pequeno por causa dos gastos do Manuel, mas suficiente pra nós dois (embora ele achasse que eu ia ficar só uma semana, se meu filho notou algo estranho em eu levar duas malas pra uma semana, não falou nada). Decidi deixar minha situação pra depois e perguntei sobre os estudos, o trabalho e as minas (típico de mãe, né?). Enquanto a gente tava conversando sobre o tempo que ficamos separados, o celular dele tocou… — Oi, pai, beleza? Meu coração parou na hora. Levantei, fiquei na frente do meu filho e comecei a gesticular pra ele não contar pro pai que eu tava ali. Meu filho me olhou estranho. — Não, mãe não me ligou. Respirei aliviada. — Aconteceu alguma coisa? O Manuel me olhava sério. — Tá bom, pai, quando souber alguma coisa te ligo. Beijo. Tchau. E desligou. — Mãe, o que você fez? Pai disse que você limpou a conta e saiu de casa. Com lágrimas nos olhos, contei pro meu filho tudo que tinha rolado durante tantos anos e que ele era a única pessoa em quem eu podia confiar. — Amanhã mesmo começo a procurar emprego, juro. Depois de pagar a passagem, sobrou pouco mais de mil euros do dinheiro que peguei. Pega pra ajudar nas despesas enquanto eu procuro como contribuir. O Manuel me abraçou e disse pra eu me acalmar, que me entendia e que a gente ia dar um jeito de se manter. — Enquanto procuro trampo, posso cuidar da casa, assim você só precisa se preocupar com o trabalho e a carreira. E assim começou a convivência com meu filho. Todo dia eu saía pra entregar currículos e me cadastrei em todos os apps de emprego que ele me ensinou, mas logo descobri que arrumar serviço com 20 anos de experiência como dona de casa e sem saber fazer literalmente nada não ia ser fácil. Dois meses depois, a situação com o Manuel tinha mudado, a gente quase não chegava no fim do mês e ele vivia de mau humor, até começou a falar comigo de um jeito grosso, e eu, por me sentir culpada pela situação, só abaixava a cabeça. a cabeça submissa. Naquele dia cheguei em casa chorando depois da centésima rejeição numa entrevista, tirei a roupa com raiva, fiquei só com uma camiseta vermelha e uma calcinha preta, e acabei dormindo no sofá. Acordei com a porta de casa batendo e me levantei assustada. Manuel tinha voltado da universidade e eu ainda não tinha começado a preparar a comida dele. Encontrei ele no corredor olhando para a cozinha e, quando ele se virou, senti um arrepio ao cruzar com o olhar dele.mae—Me perdoa, Manuel, tive um dia difícil e acabei dormindo, já vou preparar algo pra você. — falei, sorrindo com timidez.
—Um dia difícil… Além de ter que te sustentar, você ainda não faz a única coisa que tem que fazer.
—Desculpa, filho, eu…
—Cala a boca, sua puta! Passo a noite trabalhando naquele hotel de merda, durmo duas horas e vou pra aula, e quando volto você nem sequer deixou a comida pronta pra eu poder dormir um pouco, estudar e voltar pro trampo. E ainda por cima, além de não fazer nada, você tá dormindo!
—Mas, filho, hoje de manhã…
De repente, ele me agarrou pelo braço e me jogou contra a parede.incesto—É pra isso que eu pago essa roupa? Pra você, em vez de ir pras entrevistas, vestir ela pra dormir?
Ele colocou as mãos no colarinho da minha camiseta e, com um puxão, rasgou ela, deixando meus peitos à mostra. Manuel ficou me olhando, e eu vi algo no olhar dele que não gostei.
—Manuel, pelo amor de Deus!
O tapa me pegou de surpresa. Levei a mão à bochecha ardendo e olhei pra ele assustada, com os olhos cheios de lágrimas.mae e filho-Fica de joelhos.
-Filho, mas o que você tá dizendo? Eu…
-Fica de joelhos, tá claro que você não sabe fazer nada, por isso ninguém te contrata, mas eu sei de uma coisa que com certeza você sabe fazer e vai servir como pagamento por eu ter que te sustentar.
Tremendo, fiquei de joelhos, sabendo o que ia acontecer, mesmo sem conseguir acreditar. Meu filho baixou as calças e apareceu na minha frente o pau dele, um pauzão de uns 20 centímetros, totalmente duro.
-Manuel, isso não pode ser, eu sou sua…
Segundo tapa. Dessa vez ele não disse mais nada, só ficou me encarando.Meu filho me fez sua escravaEstendi a mão soluçando, peguei na pica do meu filho e comecei a bater uma pra ele. Depois de alguns minutos, ele afastou minha mão.
—Coloca as mãos nas costas e abre a boca, puta.
Obedeci e na hora a pica do meu filho começou a entrar na minha boca, meus lábios agarraram aquela ferramenta monstruosa e eu comecei a chupar o pau dele do melhor jeito que sabia. Sem querer, o humilhante da situação, a dominação e as palavras do meu filho começaram a fazer meu corpo reagir, e eu senti minha buceta pulsar e meus bicos endurecerem. Nunca tinha experimentado sexo daquele jeito, meu marido só me comia de vez em quando e sempre de forma mecânica, e todas essas sensações novas começaram a me afetar. Meu filho, ao perceber a dureza dos meus bicos e como uma das minhas mãos foi instintivamente pra minha buceta molhada, sorriu, me agarrou pela nuca e começou a foder minha boquinha com violência.vadia

mae-Isso é de puta! Porra, como você chupa! Você é uma expert, porra!- Ele gritava enquanto violentava minha boca, enfiando até minha garganta. Eu estava babando, enquanto minha mão esfregava violentamente minha buceta e eu gemia que nem uma puta.incestoSem aviso nenhum, ele se afastou de mim, apontou o pau brilhante de saliva na minha direção e começou a jorrar porra violentamente no meu rosto. Senti o esperma grosso e quente escorrendo pela minha cara e aguentei firme, sem me mexer, olhando nos olhos dele até ele terminar.mae e filho- Muito bem, vagabunda, já arrumou emprego. Agora vai se limpar e faz minha comida de uma vez, sua puta.Meu filho me fez sua escravaMe levantei sem dizer uma palavra, fui pro banheiro e me olhei no espelho, sorri ao ver meu rosto e meus peitos cheios da porra do meu filho, peguei uma boa parte com os dedos e comecei a lamber eles enquanto me masturbava até gozar como não gozava há anos, imaginando o que me esperava no meu novo trabalho de puta do meu filho.vadiaNo dia seguinte, acordei completamente confusa. Meu filho tinha abusado sexualmente de mim e eu sabia que teria que conversar com ele ou até voltar pro meu marido e esquecer tudo, mas, por outro lado, a dominação que o Manuel exerceu sobre mim me excitava toda vez que eu lembrava. Fui pra sala de casa pensando nisso tudo quando vi em cima da mesa umas roupas e uma folha com instruções do meu novo "dono".
— "Bom dia, putinha. Essa é sua roupa de hoje, só isso e nada mais. E trata de deixar tudo limpo e a comida pronta quando eu chegar."
Na mesa só tinha uma calcinha fio-dental preta, uma camiseta também preta que parecia que meu filho tinha cortado, e um dos meus saltos pretos. Me despi e vesti a roupa que o Manuel tinha preparado pra mim, e fui me olhar no vidrão que a gente tinha na entrada. O efeito era incrível, a camiseta ficava apertada, sem sutiã, e meu filho tinha cortado ela de um jeito que a parte de baixo dos meus peitos ficava exposta. Me virei e olhei minha bunda, totalmente valorizada pelo salto. Comecei a ficar excitada me vendo vestida assim, relembrando o pau do meu filho na minha boca e imaginando o que me esperava quando ele chegasse em casa. Mandei pra merda o tabu de ser meu filho e decidi viver essa experiência do jeito que ele quisesse.maeCom meu novo "uniforme", comecei minhas tarefas de dona de casa. Mal tinha deixado a comida pronta e me sentado pra descansar um pouco, meu coração parou quando ouvi meu filho abrindo a porta de casa. Levantei e fui pro corredor, cruzei os braços atrás das costas e fiquei bem quietinha esperando meu amo. Manuel entrou em casa e, ao me ver, me olhou de cima a baixo com um sorriso nos olhos cheios de luxúria. Porra, o olhar que ele me deu já me fez ficar toda molhadinha.

— Muito bem, Maribel — notei que ele evitou me chamar de mãe —, vejo que tá tudo impecável.

E, vindo na minha direção, esticou as mãos e beliscou meus bicos. Meu corpo inteiro tremeu, senti minha buceta vibrar e um gemidinho escapou dos meus lábios. Meu filho começou a me rodear enquanto eu mantinha minha postura. Já atrás de mim, começou a dar tapas na minha bunda enquanto eu tentava ficar impassível. Ele voltou pra minha frente.

— Me despe, putinha — ordenou.

Comecei a despir ele, acariciando o corpo dele enquanto fazia isso. Quando tirei a camiseta dele, olhei surpresa pro torso dele, tava muito definido, minha buceta já tava toda melada enquanto eu descia minhas mãos passando pelos abdominais dele até a calça. Me ajoelhei na frente dele, desabotoei a calça e puxei pra baixo junto com a cueca, e a pica enorme dele saltou como uma mola na minha cara. Quando terminei de despir ele, ele tirou uma sacola da mochila que levava pra aula e mandou eu ir pro quarto dele.

Ao entrar no quarto dele, ele me agarrou pela cintura, me virou pra ele e começou a me beijar. A surpresa durou só um segundo, abri minha boca e deixei a língua dele entrar enquanto a gente se fundia num beijo apaixonado. Depois ele tirou minha camiseta e deu uns tapas em cada peito, batendo nos meus bicos. Eu gemia que nem uma putinha com cada um deles. Deus, com 39 anos eu tava começando a descobrir o quanto eu adorava que abusassem do meu corpo.

— Deita na cama.

Me deitei enquanto ele procurava na sacola e tirou um consolo preto bem grande. Ele jogou pra mim. —Vai, putinha, começa a foder sua buceta com essa sua pica nova— ele disse enquanto se masturbava na minha frente. Eu já tava fora de controle, queria ser a putinha dele e não queria que a dominação dele sobre mim acabasse nunca. Afastei a calcinha fio dental pro lado enquanto lambia aquele brinquedo enorme e, suspirando, comecei a enfiar ele devagar na buceta que naquele momento tava completamente escorrendo. Comecei a meter e tirar aquela pica, gemendo de prazer sem tirar os olhos do meu filho enquanto ele se masturbava vendo a mãe se foder com um consolo.incesto—Puta que você é uma vadia, como você curte isso. Vai, acelera a foda, quero ver você gozar.
E assim eu fiz, comecei a foder mais rápido, gemendo cada vez mais alto enquanto sentia minha buceta ficar cada vez mais molhada, até que, tremendo violentamente, comecei a gritar enquanto gozava.
—Muito bem, Maribel, agora vira e fica de quatro.
Obedeci e virei de costas, oferecendo minha bunda pro meu filho. Ele se aproximou, tirou o vibrador e começou a foder minha buceta com o brinquedo por trás.mae e filho- Ah, porra! Isso é amor, fode a tua puta -. Já não consegui mais resistir a entrar no jogo dele com minhas palavras. Manuel continuava fodendo violentamente minha buceta com o consolo enquanto me dava dolorosas palmadas nas minhas nádegas. Deviam estar vermelhas já, mas cada palmada me fazia gemer mais e mais de prazer. De repente meu filho parou e eu já ia reclamar quando senti a pica enorme dele atravessar minha buceta de uma só vez.Meu filho me fez sua escrava— Ahh, Meu Deus! — gritei surpresa enquanto meu filho empalava a própria mãe com a pica enorme dele, enquanto continuava me surrando com força. Não conseguia acreditar que a melhor foda da minha vida estava sendo dada pelo meu próprio filho, mas não dava tempo pra pensar nisso, porque meu corpo começou a tremer sem controle enquanto o segundo orgasmo da tarde chegava, com meu filho me comendo selvagemente. Exausta, me deixei cair na cama, e ele enfiou as mãos fortes debaixo dos meus quadris, erguendo minha bunda pra continuar me fodendo. Quando cansou dessa posição, se deitou ao meu lado. — Chupa minha pica, rabuda. — E na mesma hora comecei a saborear minha própria gozada no pau do Manuel. Depois de alguns minutos, ele mandou eu montar em cima dele e cavalgar. Sentei de pernas abertas, encaixei a pica dele na minha buceta e comecei a cavalgar meu filho, vendo minhas tetas pularem.vadia— Cê tá gostando do seu novo trampo, putinha? — ele perguntou enquanto segurava minha cara com a mão. — Sim, Manuel, tô adorando meu novo trampo. — De repente, Manuel me deu um tapa forte na cara e, segurando meu rosto de novo, falou.mae—Enquanto estiver trabalhando, me chame de amo ou senhor, seu pedaço de foxy.
—Amo meu novo trabalho, amo que você me fode, amo gozar com seu pauzão — respondi, enquanto continuava aproveitando o pau dele e a dor no meu rosto, enquanto meu filho beliscava meus mamilos e batia com força nos meus peitos.

Meu terceiro orgasmo não demorou a chegar. Mal estava sentindo os efeitos quando meu filho me levantou e me colocou de joelhos na cama, enquanto se levantava e aproximava o pau da minha boca. Imediatamente engoli aquele pedaço de carne de quatro e comecei a me mexer para que o pau dele chegasse até minha garganta, enquanto olhava para cima buscando seus olhos. Manuel sorriu maldosamente.

—Slut, vejo que gostou de ter a boca fodida — e me segurou pela cabeça, começando a foder minha boca enquanto minha buceta ficava molhada de novo.

Ofegante, Manuel continuou fodendo minha boca até tirar o pau, se afastou um pouco de mim e começou a se masturbar freneticamente.

—Olha na minha cara, slut, e abre a boca. Não desvia o olhar ou vai se arrepender — e, soltando um grito, começou a jorrar o leite quente dele no meu rosto e na minha boca. Porra, como eu adorava sentir o semen quente e grosso escorrendo pela minha cara.incesto—Não fecha a boca, foxy. —E com os dedos começou a recolher o próprio sêmen do meu rosto e a colocar na minha boca. Quando aquela porra toda já estava dentro de mim, ele mandou eu engolir. Era algo que eu nunca tinha feito, mas também nunca tinham gozado na minha cara antes, e eu descobri que aquilo me deixava louca. Então engoli tudo e passei a língua nos lábios sem tirar os olhos dos dele. Satisfeito, meu filho começou a sair do quarto. —Vou comer. Troca os lençóis, quero dormir um pouco antes de ir trabalhar. Mais feliz do que tinha estado há muito tempo, comecei a arrumar a cama do meu amo.mae e filho(Este relato pertence à amadecasamari em Conto Relatos)

2 comentários - Meu filho me fez sua escrava

2da parte por favor!!! Muy buen relato!!! Van 10