Minha esposa Clara - Nossa primeira vez (II)

Clara respirava ofegante, quase tremendo entre meus braços. Eu segurava os peitos dela, pesados, duros, cheios, apertando-os de leve pra fazer o leite jorrar pelos mamilos eretos. Ela gemia baixinho, como se o pudor ainda a segurasse, mas o corpo dela a traía. As pernas dela estavam tensas.

Peter, já com o pau grosso na mão, balançava ele devagar na nossa frente. O olhar fixo em Clara, nem falava comigo: toda a atenção dele tava nela, como se eu só existisse pra segurar ela e facilitar o caminho.

— De joelhos, meu amor… — repetiu, com voz grave e firme.

Eu guiei ela suavemente pra baixo, segurando pelos ombros. Clara hesitou, os olhos grandes me procurando com um medo gostoso, aquele medo misturado com desejo que deixava ela ainda mais erótica. Não falou nada. Só mordeu o lábio inferior e deixou que eu fosse levando.

O corpo da minha mulher, a mãe do meu filho, se ajoelhou na frente de um homem que a gente mal conhecia, enquanto eu segurava ela por trás, apertando os peitos dela e fazendo o leite escorrer em gotas mornas sobre os mamilos rosados.

Peter pegou ela pelo queixo com uma mão e aproximou o pau a centímetros da boca dela. Esfregou primeiro nos lábios dela, devagar, marcando o contorno. Clara fechou os olhos e respirou fundo, engolindo saliva. Eu via como ela se arrepiou a cada roçada.

— Mmmm, que gostosa você é, abre a boca… — ordenou ele, acariciando o cabelo dela com um gesto firme mas cuidadoso.

Ela hesitou só um pouco, mas eu me inclinei no ouvido dela:

— Vai, amor, a gente veio pra isso…

Esse empurrão bastou. Clara abriu a boca devagar, tímida, e ele deslizou a cabeça grossa do pau entre os lábios dela. A boca da minha esposa encheu na hora, esticando o canto. Ela gemeu só um pouco, surpresa com a dureza e a grossura que tava recebendo.

Peter soltou um grunhido satisfeito, inclinando a cabeça pra trás:

— Mmmmmm, assim… assim, mamãe… siiiim.

Eu, excitado como nunca, brincava com os mamilos dela enquanto o leite escorria. pelas minhas mãos, e eu via ela se entregando aos poucos, chupando sem jeito no começo, mas se deixando guiar. De vez em quando, ele tirava ela da boca e passava no rosto dela, marcando os lábios com a ponta, humilhando ela de um jeito que me incendiava por dentro.
Clara já estava ofegante, com o rosto molhado, a boca brilhando de saliva. E ele, com aquela segurança implacável, enfiava a pica na boca dela de novo, cada vez um pouco mais fundo.
— Isso, bebê, assim… —
Peter apertou o queixo dela com força, obrigando ela a olhar pra ele de baixo. A pica molhada dele descansava nos lábios de Clara, que respirava pesado, com a boca entreaberta.
— Olha esses olhos, essa boca, esses lábios — ele disse com um sorriso torto —. Você tem uma cara de puta linda...
Clara piscou, engoliu seco. Não respondeu. Eu apertei os peitos dela por trás, a porra escorrendo pelos meus dedos.
— Tô errado? — ele insistiu.
— Responde pra ele, amor — sussurrei no ouvido dela —. Fala o que você é.
Ela tremeu, com a voz falhando:
— Não, não tá errado… — ela disse
— O que você é? — ele insistiu de novo.
Ela não respondia.
Peter deu um tapinha leve na bochecha dela, suave mas firme.
— Vai, bebê, me fala o que você é? Ou você não se viu? Com os lábios inchados, os peitos escorrendo porra e a buceta com certeza encharcada… —
Clara fechou os olhos, como se aquelas palavras partissem ela ao meio. Eu senti ela se arquear, ficar mais molhada a cada frase.
— Fala — insistiu Peter, esfregando a cabeça dela na pica dele —. Fala o que você é.
— S-sim… sou uma puta… — murmurou ela por fim, quase inaudível.
— Mais alto, bebê.
Ela respirou fundo e repetiu, com os olhos vidrados:
— Sou uma puta.
— A puta de quem? — ele retrucou
— Sua puta — ela disse, enquanto parecia que o mundo tinha parado, pelo menos pra mim.
Eu senti que minha pica ia explodir só de ouvir ela.
Peter grunhiu satisfeito, guiando a cabeça dela com uma mão e roçando a boca dela com a ponta inchada.
— Assim que eu gosto. Agora abre bem, quero ver você engolir ela.
Ela obedeceu. Ele enfiou devagar, segurando o cabelo dela, fazendo ela mamar sem pressa. Clara gemia com a boca cheia, atrapalhada, babando toda, mas cada vez menos resistente. Eu, excitado, beliscava os bicos dos peitos dela, fazendo ela gritar contra aquela pica enorme.

O Peter não parava de falar com ela, a voz grave dele enchia a sala:
— Isso… engole… olha como teu marido usa tuas tetas enquanto tu chupa minha pica…
— Mmmmmhh… — ela respondia, entre gemidos abafados.
— Te excita ser tratada como uma puta, né?
Clara concordou com a boca cheia, a baba escorrendo pelo queixo.
O Peter deu um empurrão mais fundo, fazendo ela engasgar. Ela tossiu, os olhos se encheram de lágrimas, mas não se afastou. Limpou a boca com as costas da mão e abriu a boca de novo como uma viciada.
— Isso, assim que eu gosto — ele disse, com um sorriso safado—. Tu vai aprender a chupar direito, e vai adorar.

Clara já não virava o rosto. Os lábios dela se abriam dóceis toda vez que o Peter aproximava a pica, como se ela começasse a aceitar que aquela pica grossa era dela. A saliva brilhava no queixo dela, misturada com fios de porra que escorriam dos bicos apertados entre minhas mãos. Eu não conseguia parar de apertar os peitos dela, ordenhando, vendo como a pele toda ficava molhada dos meus dedos.

O Peter guiava firme, com a mão na nuca dela, marcando o ritmo. Deixava ela chupar a ponta, lamber a base, e de repente empurrava a cabeça dela toda contra a pica, fazendo ela engasgar. Ela tossia, gemia com a boca cheia, mas em vez de se afastar, voltava a procurar a pica como se algo dentro dela tivesse quebrado e se libertado ao mesmo tempo.
— Assim… isso, continua, gostosa — ele grunhiu, sem parar de mexer a cabeça dela.
Clara gemeu com a boca cheia, chupando com um barulho molhado, desesperado. Eu sentia as costas dela tremendo contra meu peito. Minha pica tava dura que nem pedra, colada na bunda dela enquanto eu ajudava a manter o ritmo. Mal roçava em mim e eu já tava quase gozando.
— Olha ela, Andrés — disse o Peter, com uma careta de prazer—. Tua A mulher tá ficando louca com meu pau, era isso que você queria, né?
Esse tapa seco me fez ofegar. Apertei forte os bicos dos peitos dela, apertando até um jato de porra escorrer pelas pernas do Peter.
— Uuuufff, olha isso… — Peter sorriu de lado, safado —. Você tem uns peitos lindos!
Clara gemeu de novo, mas dessa vez não era vergonha: era prazer. Ela passava a língua na cabeça daquele pau grosso com vontade, chupando de vez em quando com um barulho obsceno que me deixava louco.
Eu não aguentava mais. Meu pau tava pulsando, prestes a estourar. Me apoiei forte na bunda dela, me esfregando enquanto via ela chupar como nunca tinha visto.
— Vai, amor… — sussurrei no ouvido dela, com a voz falhando —. Continua assim… mostra pra ele o quão puta você pode ser.
Ela gemeu, engoliu saliva, e enfiou o pau inteiro de novo na boca até quase se engasgar, se deixando guiar como uma submissa perfeita.
Peter grunhia de olhos fechados, aproveitando aquela boca molhada e a minha mulher cada vez mais entregue.
— Isso… assim… você vai aprender a engolir tudo… até não querer outra coisa senão meu pau, gostosa.
Eu, atrás, não sabia se aguentava mais um minuto. Sentia que ia gozar só de ver ela.
Clara já tava totalmente entregue. Mexia a cabeça com fome, chupando e lambendo como se o pau do Peter fosse a única coisa que importasse. Eu não conseguia parar de apertar os peitos dela, apertando forte, vendo a porra escorrer sem parar, molhando o peito dela, a barriga, até os joelhos. Cada gota me deixava mais selvagem.
Peter grunhia cada vez mais fundo, segurando o cabelo dela com as duas mãos, marcando o ritmo sem piedade.
— Isso, engole tudo… olha como sua mulher chupa bem, Andrés. Uma verdadeira puta.
Clara gemeu de boca cheia, e eu senti meu pau pulsando prestes a explodir dentro da cueca. Tava tão duro que doía.
De repente, Peter grunhiu forte, o corpo tenso. Enfiou o pau até o fundo e, com um gemido brutal, começou a gozar na boca dela.
— Siiiiim… engole toda minha porra, puta… enche essa boquinha, meu amor…
Clara estremeceu, os olhos arregalados olhando pra ele de baixo enquanto recebia jatos quentes direto na garganta. Tossiu, tentou engolir, mas um fio branco escapou pelo canto da boca, escorrendo pelo queixo. A imagem me partiu ao meio: minha mulher, de joelhos, com a boca cheia de porra de outro, enquanto eu ordenhava os peitos dela que não paravam de vazar leite.

Peter, ofegante, segurou ela firme e obrigou a manter a boca aberta.
— Hummm, não acredito como você é puta e gostosa! — disse entre gemidos.
Ele me olhou fixo, com aquele sorriso de dominador.
— Agora beija ela, Andrés. Prova o gosto de um homem de verdade.

Senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro.
— N-não… — gaguejei, balançando a cabeça, tremendo de tesão e medo.

Peter não aceitou um não. Agarrou o rosto de Clara, ainda com porra escorrendo pelos lábios, e repetiu com um tom grave, autoritário:
— Beija ela. Agora.

Clara me olhava, os lábios brilhantes, tremendo entre o pudor e a excitação. Eu já não aguentava mais. Me inclinei, meus lábios encontraram os dela, e a mistura grossa invadiu minha boca. O gosto forte da porra de outro homem junto com a saliva da minha mulher arrancou um gemido profundo de mim.

— Isso… assim que eu gosto — disse Peter, se masturbando devagar na nossa frente —. Compartilhem minha porra entre vocês dois. Vocês são meus agora.

Eu beijava ela desesperado, a língua batendo na dela enquanto engolia o que restava daquela porra quente. E naquele instante senti que me quebrava por dentro: a pica explodiu dentro da cueca, o orgasmo me sacudiu inteiro enquanto eu continuava de boca colada na de Clara. Gozei em jorros, me molhando todo, sem conseguir me segurar mais.

Ela gemeu baixinho, recebendo meu beijo misturado com a porra de outro homem, enquanto Peter nos olhava de cima com aquele sorriso de dono.

4 comentários - Minha esposa Clara - Nossa primeira vez (II)

See, nada más lindo que ver como tu mujer coge con otro, una maravillosa experiencia, van 10
JCNTOP +1
Excelente relato felicidades. Gracias por volver a publicar . Saludos