A parada é que tem um cliente, um velho (e que ninguém se ofenda com isso, mas era assim que eu via ele), e ainda por cima, se achava o galã desde o primeiro dia que me viu (óbvio que ele não sabia quem eu era), até que um dia, me perguntou que horas eu saía — e eu mandei ele pastar!
O pior é que eu nem sabia o nome dele, porque eles sempre se anunciam com a recepcionista da frente. Meu trampo é mais de secretária, coisas importantes, ou que não querem que se percam, porque não convém (mas isso é outra história), que não têm coragem de mandar pelos motoboys.
A parada é que hoje de manhã ele me pede pra levar um contrato em Puerto Madero. Chego, me anuncio, falo que venho do escritório do Dr.… me mandam entrar, subo e quando vi ele, queria morrer. Sim, era aquele velho que vivia dando em cima de mim. Ele me manda entrar, e aí percebi que não era um escritório, porque o velho mora e trabalha ali. Logo de cara, me levou pra mesa, a menina que trabalha lá trouxe um café pra gente, mas eu já queria vazar. A única coisa que eu tinha que fazer era entregar o envelope!
Ele me pede pra ficar um pouco, pra ele ler, e se tivesse algo a mais, mandava de volta (uma bobagem, mas não ia ficar discutindo).
A gente tava sentado no sofá que tinha na mesa, até que o velho (e vou chamar ele assim) me diz algo mais ou menos assim, porque eu já tava ficando nervosa, queria ir embora pra caralho!
Velho: não sei se te mandaram ou se você pediu pra vir aqui.
Eu: por quê, senhor? (assim que eu tratava ele), me mandaram.
Velho: não se ofende, gata, mas sou um cara velho, que já viveu de tudo, e conheço garotas como você. Vocês me excitam e eu gosto que sejam assim.
Eu: não tô entendendo o que o senhor tá dizendo.
Velho: entende sim, gata. Você é uma gostosa, tem umas pernas do caralho, e adoro quando são como você, que sabem que com um cara da minha idade, só de fazer ele passar um bom momento, podem até conhecer lugares que nunca foram. Não disfarça, essa história eu já vivi várias vezes. Eu: não, senhor, o senhor tá enganado, eu só vim trazer o envelope!
Velho: tem certeza?, não leva a mal o que vou te falar, quanto você ganha?, em pouco tempo você pode levar uns R$ 2.000, e só por trazer um envelope.
Ele tava me tratando como se eu fosse uma puta!, ele nem sabia quem eu era, e pra ser sincera, eu também já não sabia o que fazer, ele tava me tratando como puta, por uns $$$, tava me propondo transar, que eu me entregasse pra um velho, isso me excita, mas eu não esperava (sei que tem muita novinha que faz isso e a ideia de ser uma delas começou a me excitar).
Eu: não, senhor, o senhor tá enganado.
O velho não fala nada, só começa a passar a mão no meu joelho (eu tava de saia), fiquei paralisada, mas sou safada e comecei a gostar, não falei nada e ele continuou, tentou me beijar mas não, virei o rosto (não ia beijar aquele velho), e enquanto continuava acariciando minha perna e cada vez subia mais a mão dele.
Num momento eu falei que já chega, pra parar ali, mas minha voz tava falhando e ele já tava com a mão perto da minha buceta e minhas pernas já estavam se abrindo sozinhas!
Ele continuou até tocar minha buceta, aí começaram meus gemidos, ele enfia a mão direto (por cima da meia-calça) na minha buceta, e eu comecei a gostar, já tava molhada!, ele tira minha meia-calça, eu ajudo, e aí já sentia bem a mão dele me tocando, já me sentia nua, ele puxa minha calcinha e enfia um dedo, dois, e ele sabia fazer “o velho”, tanto que minha excitação só aumentava, ele se aproxima de novo e eu deixei ele me beijar e por cima da calça comecei a passar a mão no pau dele, não sei como mas já tava duro e bem grande!
Continuou assim. Me tocando cada vez mais, uma mão, os dedos dele na minha buceta, com a outra já me apalpava os peitos e eu me deixava, já tava com a blusa desabotoada e ele, a calça, eu continuava passando a mão por cima da cueca, até que não aguentei e gozei!
Me deitei sobre o pau dele, comecei a enfiar a mão por baixo da cueca até começar a tocar ele (não sei, mas pra mim ele tinha tomado um viagra) tava durasso, bem duro, Baixei a cueca dele, me ajoelhei no chão e comecei a chupar o pau dele enquanto olhava pra ele, e ele empurrava minha cabeça e dizia: "sabia, sabia que você era uma putinha, como chupa bem, putinha" e isso me dava ainda mais vontade de chupar ele!
Fiquei assim um tempão, e enquanto eu chupava, ele já tinha tirado meu sutiã e eu a saia, já tava pelada, ele também! Não queria que ele gozasse na minha boca, já tava no jogo, pelo menos queria saber como ele ia me comer.
Parei de chupar e comecei a beijar a barriguinha dele até chegar na boca de novo, enquanto já ia me ajeitando. Ele pede pra esperar um segundo, pega uma camisinha de uma mesinha (o véio parecia que não era a primeira vez, manjava muito), coloca a camisinha, eu subo em cima dele, enfio a pica, já tava toda molhada, e começo a pular no pau dele, e ele dizia: "cê gosta, gata, cê gosta?" "Siiim", eu respondia: "me come, arrebenta minha buceta, bebê, me come toda" (disso eu lembro, porque nem sei como falei, só pelo tesão que tava, de ser "a putinha dele").
Bom, fiquei pulando no pau dele até gozar de novo, e continuei pulando até ele gozar! Depois de dois orgasmos seguidos, fiquei exausta, sem vontade de nada, fiquei ali com o pau dele dentro por uns minutos. Ele me mostra onde era o banheiro (tinha um colado na mesa dele), fui me lavar, e comecei a pensar na loucura que tinha feito! Fiquei pensando que tinha que contar a verdade sobre quem eu era, porque se meu marido descobrisse, ME MATA!
Saí do banheiro, ele já tava vestido (óbvio, "o véio" não ia gozar mais de uma vez), já fria e, acredite se quiser, com vergonha. Aquela vergonha que dá quando o tesão passa. Me vesti e o véio falou:
Véio: Caro, sinceramente, se quiser, comigo você pode se divertir muito.
Eu: Por que você diz isso?
Véio: Porque adorei como te comi, se quiser a gente pode repetir e, se rolar química, até passar um fim de semana fora.
O véio já tava planejando, e acho que com razão, que eu era uma daquelas putinhas quase prostitutas, que pra sair de casa vão com velho pra ser comida.
Eu não respondo nada, ele sabia que sou casada, me diz espera, e volta com o dinheiro que tinha me falado!, e falo a verdade, mais ou menos assim: “olha, não te falei nada, mas não sou funcionária, sou a esposa do Dr. … então, pra ser sincera, a grana não me faz falta, não sei por que fiz isso, a situação me excitou, mas esquece isso. Você é um cara velho, se ele descobre, me mata, já se deu o gosto de me comer!, fica tudo por aqui e nada mais.
O velho não acreditou, com certeza vai descobrir se é verdade ou não, mas me disse que não era um fofoqueiro e que nada ia sair dali.
Fui embora, liguei pro meu parceiro.
, falei pra ele que tava com frio, que não tava afim de ir pro estúdio, ele não falou nada e veio pra minha casa, me deitei, pensando no que tinha feito e aqui estou contando, e sério, não acredito como sou uma putinha!, quando as coisas acontecem do nada, me deixam com muito tesão!
Ah, que ninguém se ofenda pelo que falei de "velho" hehe.
O pior é que eu nem sabia o nome dele, porque eles sempre se anunciam com a recepcionista da frente. Meu trampo é mais de secretária, coisas importantes, ou que não querem que se percam, porque não convém (mas isso é outra história), que não têm coragem de mandar pelos motoboys.
A parada é que hoje de manhã ele me pede pra levar um contrato em Puerto Madero. Chego, me anuncio, falo que venho do escritório do Dr.… me mandam entrar, subo e quando vi ele, queria morrer. Sim, era aquele velho que vivia dando em cima de mim. Ele me manda entrar, e aí percebi que não era um escritório, porque o velho mora e trabalha ali. Logo de cara, me levou pra mesa, a menina que trabalha lá trouxe um café pra gente, mas eu já queria vazar. A única coisa que eu tinha que fazer era entregar o envelope!
Ele me pede pra ficar um pouco, pra ele ler, e se tivesse algo a mais, mandava de volta (uma bobagem, mas não ia ficar discutindo).
A gente tava sentado no sofá que tinha na mesa, até que o velho (e vou chamar ele assim) me diz algo mais ou menos assim, porque eu já tava ficando nervosa, queria ir embora pra caralho!
Velho: não sei se te mandaram ou se você pediu pra vir aqui.
Eu: por quê, senhor? (assim que eu tratava ele), me mandaram.
Velho: não se ofende, gata, mas sou um cara velho, que já viveu de tudo, e conheço garotas como você. Vocês me excitam e eu gosto que sejam assim.
Eu: não tô entendendo o que o senhor tá dizendo.
Velho: entende sim, gata. Você é uma gostosa, tem umas pernas do caralho, e adoro quando são como você, que sabem que com um cara da minha idade, só de fazer ele passar um bom momento, podem até conhecer lugares que nunca foram. Não disfarça, essa história eu já vivi várias vezes. Eu: não, senhor, o senhor tá enganado, eu só vim trazer o envelope!
Velho: tem certeza?, não leva a mal o que vou te falar, quanto você ganha?, em pouco tempo você pode levar uns R$ 2.000, e só por trazer um envelope.
Ele tava me tratando como se eu fosse uma puta!, ele nem sabia quem eu era, e pra ser sincera, eu também já não sabia o que fazer, ele tava me tratando como puta, por uns $$$, tava me propondo transar, que eu me entregasse pra um velho, isso me excita, mas eu não esperava (sei que tem muita novinha que faz isso e a ideia de ser uma delas começou a me excitar).
Eu: não, senhor, o senhor tá enganado.
O velho não fala nada, só começa a passar a mão no meu joelho (eu tava de saia), fiquei paralisada, mas sou safada e comecei a gostar, não falei nada e ele continuou, tentou me beijar mas não, virei o rosto (não ia beijar aquele velho), e enquanto continuava acariciando minha perna e cada vez subia mais a mão dele.
Num momento eu falei que já chega, pra parar ali, mas minha voz tava falhando e ele já tava com a mão perto da minha buceta e minhas pernas já estavam se abrindo sozinhas!
Ele continuou até tocar minha buceta, aí começaram meus gemidos, ele enfia a mão direto (por cima da meia-calça) na minha buceta, e eu comecei a gostar, já tava molhada!, ele tira minha meia-calça, eu ajudo, e aí já sentia bem a mão dele me tocando, já me sentia nua, ele puxa minha calcinha e enfia um dedo, dois, e ele sabia fazer “o velho”, tanto que minha excitação só aumentava, ele se aproxima de novo e eu deixei ele me beijar e por cima da calça comecei a passar a mão no pau dele, não sei como mas já tava duro e bem grande!
Continuou assim. Me tocando cada vez mais, uma mão, os dedos dele na minha buceta, com a outra já me apalpava os peitos e eu me deixava, já tava com a blusa desabotoada e ele, a calça, eu continuava passando a mão por cima da cueca, até que não aguentei e gozei!
Me deitei sobre o pau dele, comecei a enfiar a mão por baixo da cueca até começar a tocar ele (não sei, mas pra mim ele tinha tomado um viagra) tava durasso, bem duro, Baixei a cueca dele, me ajoelhei no chão e comecei a chupar o pau dele enquanto olhava pra ele, e ele empurrava minha cabeça e dizia: "sabia, sabia que você era uma putinha, como chupa bem, putinha" e isso me dava ainda mais vontade de chupar ele!
Fiquei assim um tempão, e enquanto eu chupava, ele já tinha tirado meu sutiã e eu a saia, já tava pelada, ele também! Não queria que ele gozasse na minha boca, já tava no jogo, pelo menos queria saber como ele ia me comer.
Parei de chupar e comecei a beijar a barriguinha dele até chegar na boca de novo, enquanto já ia me ajeitando. Ele pede pra esperar um segundo, pega uma camisinha de uma mesinha (o véio parecia que não era a primeira vez, manjava muito), coloca a camisinha, eu subo em cima dele, enfio a pica, já tava toda molhada, e começo a pular no pau dele, e ele dizia: "cê gosta, gata, cê gosta?" "Siiim", eu respondia: "me come, arrebenta minha buceta, bebê, me come toda" (disso eu lembro, porque nem sei como falei, só pelo tesão que tava, de ser "a putinha dele").
Bom, fiquei pulando no pau dele até gozar de novo, e continuei pulando até ele gozar! Depois de dois orgasmos seguidos, fiquei exausta, sem vontade de nada, fiquei ali com o pau dele dentro por uns minutos. Ele me mostra onde era o banheiro (tinha um colado na mesa dele), fui me lavar, e comecei a pensar na loucura que tinha feito! Fiquei pensando que tinha que contar a verdade sobre quem eu era, porque se meu marido descobrisse, ME MATA!
Saí do banheiro, ele já tava vestido (óbvio, "o véio" não ia gozar mais de uma vez), já fria e, acredite se quiser, com vergonha. Aquela vergonha que dá quando o tesão passa. Me vesti e o véio falou:
Véio: Caro, sinceramente, se quiser, comigo você pode se divertir muito.
Eu: Por que você diz isso?
Véio: Porque adorei como te comi, se quiser a gente pode repetir e, se rolar química, até passar um fim de semana fora.
O véio já tava planejando, e acho que com razão, que eu era uma daquelas putinhas quase prostitutas, que pra sair de casa vão com velho pra ser comida.
Eu não respondo nada, ele sabia que sou casada, me diz espera, e volta com o dinheiro que tinha me falado!, e falo a verdade, mais ou menos assim: “olha, não te falei nada, mas não sou funcionária, sou a esposa do Dr. … então, pra ser sincera, a grana não me faz falta, não sei por que fiz isso, a situação me excitou, mas esquece isso. Você é um cara velho, se ele descobre, me mata, já se deu o gosto de me comer!, fica tudo por aqui e nada mais.
O velho não acreditou, com certeza vai descobrir se é verdade ou não, mas me disse que não era um fofoqueiro e que nada ia sair dali.
Fui embora, liguei pro meu parceiro.
, falei pra ele que tava com frio, que não tava afim de ir pro estúdio, ele não falou nada e veio pra minha casa, me deitei, pensando no que tinha feito e aqui estou contando, e sério, não acredito como sou uma putinha!, quando as coisas acontecem do nada, me deixam com muito tesão! Ah, que ninguém se ofenda pelo que falei de "velho" hehe.
1 comentários - Calorão me domina