Depois de tantos anos curtindo os prazeres da carne em várias formas, achei que era "hora" de deixar (quase) toda essa farra de lado e sentar a cabeça. É aí que aparece a "Eli", uma mina linda, tranquila (daquelas que passam despercebidas).
Com a Eli, a gente se entendeu na hora, e teve muita pele. Em poucos meses, ela já tava quase todo dia em casa, e em menos de 2 anos a gente casou. Tudo beleza, 3 filhos, no começo ela trabalhava, mas com a maternidade, decidimos que ela desse um tempo. Anos depois, voltou a trabalhar fazendo substituições e, de vez em quando, fazendo uns cursos relacionados ao trampo dela.
Ano passado, só pra exercitar o cérebro, ela se enfiou num curso de montagem de redes, num instituto onde já tinha ido antes. E é aí que a bagunça começa (ou eu começo a perceber).
A Eli vai 3 vezes por semana no curso. No começo, tudo parecia bem, ela pedia ajuda pra passar em algumas provas e me contava tudo que rolava com os colegas. Comecei a notar que ela dava uma ênfase especial quando falava de um professor em particular, e do Mariano, um colega de uns 20 anos (a gente na casa dos 50). Ela já não me consultava mais sobre nada, tudo era "o profe me ajudou" ou "perguntei pro Marianito", e com o tempo, o profe foi ficando de lado e ela só falava do guri. Cada vez que mencionava ele, a cara dela se transformava, e mesmo a Eli insistindo que "é um menino" "é como meu filho", não dava pra esconder o brilho no olhar nem o tom de voz mais suave.
Enquanto eu ouvia, imaginava os lábios dela se abrindo e fechando, como se estivessem aplaudindo o guri, e escorrendo o suco gostoso da buceta ardente. E mesmo que esse tipo de situação normalmente me excite pra caralho, eu não queria viver com a Eli uma relação a três, e me sentia estranho, algo dentro de mim gritava que tinha cheiro de chifre.
Apesar de toda essa treta que me atormentava, eu continuava na vida normal, comendo 3 ou 4 vezes por semana. (Leo e Sergio não contam). Desde os primeiros anos com a Eli, de vez em quando, a gente fazia uns joguinhos safados onde ela podia ser a MILF e eu o novinho, ou eu o marido da melhor amiga dela, às vezes a gente era duas meninas (eu bem produzida com roupa e maquiagem), e ultimamente a gente era dois meninos (cinturonga incluso). Mas tudo isso nunca passava do jogo de casal, e eu feliz com minha vida de casado padrão. Uma noite, já tarde, falo "Eli, vamos dormir" e ela responde na hora "já vou subir". Eu tava um fogo e queria aliviar o pau antes de dormir, então fiquei na cama vendo TV até ela subir. Os minutos passavam e nada. Depois de quase meia hora, desliguei a TV pra dormir, mas entre a tesão do meu pau e a raiva dela não vir, meus olhos não fechavam. Fiquei um tempão assim, até que finalmente ela chegou e se deitou como sempre, de fio dental e camiseta, de lado, de costas pra mim, como pra fazer conchinha, mas com um detalhe: longe, sem encostar os pés gelados nem pedir pra eu enfiar a mão na bunda dela por baixo do fio dental. Me fazendo de besta, começo a acariciar ela, ela adora e fica louca mesmo sem tocar em zona quente nenhuma. Normalmente a Eli vai se mexendo um pouco enquanto eu acaricio, como pra me guiar pra onde devo ir, soltando de vez em quando uns suspiros, mas dessa vez não mostra sinal algum. Decido ir direto pros peitos dela, mas ela tava com os braços cruzados, impedindo de chegar lá. Vou pra buceta dela recém-depilada (fazia tempo que não acontecia) e noto as pernas dela totalmente travadas, fazendo muita força pra eu não conseguir abrir e alcançar o alvo quente. Como pela frente não dava, tento por trás, mas com o mesmo resultado. Nenhum dos dois emitia som algum, mas eu tava cada vez mais puto e mais teimoso em querer acessar. Não entendia nada, a única vez que a Eli se recusou a transar comigo foi quando eu quase caí na tentação de corneá-la com uma amiga e
ela me descobriu, me deixou um mês juntando esperma. Tirando essa situação,
nunca se negava a uma transa. Depois de uns minutos tentando
passar a mão, parece que cansou e relaxou a musculatura, e consegui acariciar o
clitóris dela e enfiar os dedos. Ela tava com a buceta totalmente ensopada (já?
raro), até mais melada do que quando a gente tá trepando. Com a outra mão
tento puxar a calcinha fio dental dela, mas também não colaborava, então decido
desviar e penetrar ela. Ela continuava com as pernas bem juntas, já sem fazer
muita força, mas juntas, fechando um pouco a buceta. Quando entrei, senti a
sensação de entrar no Grand Canyon, tava totalmente dilatada.
Por causa da vida, trabalho, filhos, tarefas de casa, etc, é muito raro a gente
conseguir transar duas vezes no mesmo dia, mas uns meses atrás
tinha dado a oportunidade, e lembro que na segunda foda (3 ou 4
horas depois da primeira) notei que a buceta já tava dilatada (ou
relaxada), não sentia ela apertadinha como na primeira foda, e depois do
ato a gente conversou sobre isso, lembrando de um amigo que contava que quando a
mulher dele saía pra dançar com as amigas, ele esperava ela pra comer e ver
se tava aberta ou não. Dessa vez eu tava sentindo exatamente a mesma coisa,
uma dilatação fora do normal pra Eli, mas eu continuava como um
adolescente, bombando sem parar.
Já vários minutos de trepada tinham passado, eu, mesmo com tesão, não conseguia
chegar ao clímax, e Eli, nada, quieta, zero participativa, um pedaço de carne
morna. Enquanto isso, minha cabeça começou a fazer as perguntas óbvias, tentando
ligar todos os "pequenos" detalhes, demorou mais de uma hora pra subir, não
queria transar, tava depilada, ensopada e totalmente dilatada.
Obviamente descartada a possibilidade de ter dado pra alguém, já
que era domingo e a gente ficou junto o dia todo, só me veio à mente pensar que
naquela hora, acreditando que eu e os guris já estávamos roncando, ela tinha se
trancado no banheiro pra se masturbar, talvez com algum objeto pra enfiar, ou
numa videochamada com o Marianito.
A noção de tempo eu já tinha perdido fazia tempo, mas acho que já iam
mais de 20 minutos de entra e sai numa buceta que não oferecia
resistência nenhuma, quase como se eu tivesse transando com o ar, o atrito era praticamente
nulo. Minha cabeça de cima disputava com a de baixo o controle da
situação, até que consegui perceber na Eli um pequeno sinal de que ela estava tendo
um orgasmo. Ela tentou disfarçar, mas ela sempre, quando goza, leva a
mão à boca, como pra abafar o grito ou gemido do êxtase. Naquele
momento, meu cérebro parou de “delirar” e consegui dar mais ênfase na
bombada, soltando uma boa porra em pouco tempo. Sem falar nada, tirei a pica
e virei de lado pra dormir, como se fôssemos um par de estranhos.
No dia seguinte, minha cabeça não parou um instante de pensar nos chifres que eu já
tinha ou que estavam nascendo, a Eli, por outro lado, voltou do trabalho como se
o domingo nunca tivesse existido. Nunca se falou uma palavra sobre o ocorrido e a vida
de casal voltou à “normalidade”. Mas tudo que não se fala, uma hora
explode ou pelo menos vaza. E eu comecei aos poucos a encher o saco dela com essa de que era
cuck. Na hora de transar, eu dizia que ela tinha vindo com gosto de pica na boca, que a
buceta tinha cheiro de porra de macho, que tava super aberta, e ela respondia
como se eu só estivesse fazendo uma das brincadeiras de sempre. E me contava
como tinham comido ela, onde, quando, quantos, etc. Quando ela chegava
do instituto ou do trabalho, se dava, eu enfiava a mão por baixo da calcinha fio dental dizendo “vamos
ver se a buceta tá arrombada”, sempre com um sorriso pra parecer
brincadeira. A verdade é que eu não queria estragar o relacionamento, já que ainda sou apaixonado pela
Eli, mas apesar de ter aprendido a viver com aquilo mistura de excitação
extrema e raiva profunda pela traição, comecei a recebê-la dizendo que já
sabia que era cuck, e Eli sempre respondia a mesma coisa: "por que você diz isso?
Não tenho tempo..." como pra aumentar um pouco a aposta.
Nunca tinha olhado o celular dela, apesar de ambos termos
desbloqueado, mas comecei a fazer isso, sem encontrar nada suculento, tudo que
ela conversava com Mariano parecia normal entre colegas. Na roupa de sair não
tinha nada fora do normal, ela sempre se vestia bem, maquiada e perfumada
o suficiente pra ficar bonita mas sem chamar muita atenção. Até que
encontrei algo. Eli comigo não usava calcinha de renda, nem conjuntinhos sexy
a menos que fôssemos pra um hotel, ela sabe que mesmo que ela venha de moletom,
eu fico duro do mesmo jeito. Revisando um dia o cesto de roupa suja, encontro um
conjuntinho transparente, e minha reação foi imediata, meu pau ficou tão duro
que parecia que ia explodir a cabeça. Na hora peguei a tanga
e amarrei na minha cabeça (em cima) pra ficar com o cheiro de buceta e fluido
(e talvez de algo mais) no nariz e fiz uma baita punheta. Bom, na real,
acho que foram só 3 batidas, de tão excitado que eu tava. Fiquei assim,
cheirando buceta e pelado e todo melado com meu próprio leite por um bom tempo, até
que fiquei duro de novo e bati mais uma punheta. Depois que a adrenalina baixou,
comecei a aceitar minha condição de cuck consciente
apaixonado pela esposa. Na semana seguinte, uma tarde enquanto
trepávamos, falei baixinho no ouvido dela:
S: Eu sei que você tá dando pro Mariano há um tempo.
L: Lá vem você de novo com isso!
S: Calma, tá tudo bem, continuo te amando.
Só essas palavras e eu jorrei de leite dentro dela com um orgasmo muito forte,
saí de cima dela e fui tirar um cochilo como se nada tivesse acontecido.
O silêncio dela soou muito forte como culpa, ela não soube o que dizer. Pra que o problema
não aumentasse de tom, decidi mudar a estratégia, e parar de falar sobre chifres e
sobre o Mariano, e voltar a ser o marido feliz de sempre.
Mas por mais que a gente admita a própria condição de corno, e esteja feliz com isso,
sempre precisa saber onde, quando, como e com quem, pra não se sentir tão
deslocado. Eli já tinha parado de me contar o que rolava no curso,
só me contava muito pouco do trabalho dela. Então desenterrei um
dispositivo rastreador que eu tinha guardado e coloquei no carro dela pra
vigiar os movimentos.
As primeiras semanas, nada, terça, quinta e sexta no instituto onde
ela estuda, segunda e quarta no pilates. Nada fora do lugar e dos horários.
Durante uns 10 dias depois da última foda, nada de sexo entre nós,
nem carícias ou abraços na cama, aos poucos ela foi
retomando a confiança e voltamos à nossa vida sexual, e eles à deles.
De repente, numa quinta, o rastreador marca localização a umas 15 quadras do
instituto das 8:30 mais ou menos até as 11:40, já que às 12 ela entra no trabalho.
Sexta nada, terça nada, quinta de novo a 15 quadras.
Na segunda fui no instituto, me fazendo de besta, perguntar sobre os cursos,
e grande foi minha surpresa ao descobrir que o curso que ela tá fazendo é só terça e sexta.
Ou seja, nas quintas ela nunca cursou. Então começou a me corroer a
curiosidade do que ela fazia nas quintas antes de começar o loveío, talvez
conhecesse o Mariano de antes e se inscreveram no curso já com tudo planejado.
Claramente Eli se aproveitava que nos horários de “aula” eu tô
trabalhando e é difícil pra mim conseguir escapar como fiz naquela segunda,
além de ter confiado cegamente nela. Comecei a rastrear ela nos outros
dias, e claro, não me surpreendi, nas segundas também ia, depois do pilates,
aparentemente desesperada pela pica, porque em menos de 10 minutos
chegava na casa do cara. Com certeza tomavam banho juntos pra depois
se dar umas boas fodas. Enquanto isso, eu, como bom cuck, quando Eu dava um jeito de escapar pro banheiro do trabalho pra bater uma boa punheta, pensando que, naquele exato momento, a Eli tava levando uma boa pirocada. Até aqui parece uma história com final feliz: eu curtindo meus chifres lindos e merecidos, com algumas poucas, mas deliciosas ocasiões em que consegui provar um restinho de sêmen em alguma calcinha fio dental, e com a tranquilidade de que meu amor, mãe dos meus filhos, continuava me escolhendo como parceiro, enquanto Eli aproveitava o companheiro fiel e o seu garoto do leite. Mas no fundo, bem lá no fundo, nas minhas tardes de solidão e depressão, quando a excitação passava depois de eu me masturbar, só restava a dor, aquela dor profunda que eu nunca tinha sentido: a dor da traição.
Com a Eli, a gente se entendeu na hora, e teve muita pele. Em poucos meses, ela já tava quase todo dia em casa, e em menos de 2 anos a gente casou. Tudo beleza, 3 filhos, no começo ela trabalhava, mas com a maternidade, decidimos que ela desse um tempo. Anos depois, voltou a trabalhar fazendo substituições e, de vez em quando, fazendo uns cursos relacionados ao trampo dela.
Ano passado, só pra exercitar o cérebro, ela se enfiou num curso de montagem de redes, num instituto onde já tinha ido antes. E é aí que a bagunça começa (ou eu começo a perceber).
A Eli vai 3 vezes por semana no curso. No começo, tudo parecia bem, ela pedia ajuda pra passar em algumas provas e me contava tudo que rolava com os colegas. Comecei a notar que ela dava uma ênfase especial quando falava de um professor em particular, e do Mariano, um colega de uns 20 anos (a gente na casa dos 50). Ela já não me consultava mais sobre nada, tudo era "o profe me ajudou" ou "perguntei pro Marianito", e com o tempo, o profe foi ficando de lado e ela só falava do guri. Cada vez que mencionava ele, a cara dela se transformava, e mesmo a Eli insistindo que "é um menino" "é como meu filho", não dava pra esconder o brilho no olhar nem o tom de voz mais suave.
Enquanto eu ouvia, imaginava os lábios dela se abrindo e fechando, como se estivessem aplaudindo o guri, e escorrendo o suco gostoso da buceta ardente. E mesmo que esse tipo de situação normalmente me excite pra caralho, eu não queria viver com a Eli uma relação a três, e me sentia estranho, algo dentro de mim gritava que tinha cheiro de chifre.
Apesar de toda essa treta que me atormentava, eu continuava na vida normal, comendo 3 ou 4 vezes por semana. (Leo e Sergio não contam). Desde os primeiros anos com a Eli, de vez em quando, a gente fazia uns joguinhos safados onde ela podia ser a MILF e eu o novinho, ou eu o marido da melhor amiga dela, às vezes a gente era duas meninas (eu bem produzida com roupa e maquiagem), e ultimamente a gente era dois meninos (cinturonga incluso). Mas tudo isso nunca passava do jogo de casal, e eu feliz com minha vida de casado padrão. Uma noite, já tarde, falo "Eli, vamos dormir" e ela responde na hora "já vou subir". Eu tava um fogo e queria aliviar o pau antes de dormir, então fiquei na cama vendo TV até ela subir. Os minutos passavam e nada. Depois de quase meia hora, desliguei a TV pra dormir, mas entre a tesão do meu pau e a raiva dela não vir, meus olhos não fechavam. Fiquei um tempão assim, até que finalmente ela chegou e se deitou como sempre, de fio dental e camiseta, de lado, de costas pra mim, como pra fazer conchinha, mas com um detalhe: longe, sem encostar os pés gelados nem pedir pra eu enfiar a mão na bunda dela por baixo do fio dental. Me fazendo de besta, começo a acariciar ela, ela adora e fica louca mesmo sem tocar em zona quente nenhuma. Normalmente a Eli vai se mexendo um pouco enquanto eu acaricio, como pra me guiar pra onde devo ir, soltando de vez em quando uns suspiros, mas dessa vez não mostra sinal algum. Decido ir direto pros peitos dela, mas ela tava com os braços cruzados, impedindo de chegar lá. Vou pra buceta dela recém-depilada (fazia tempo que não acontecia) e noto as pernas dela totalmente travadas, fazendo muita força pra eu não conseguir abrir e alcançar o alvo quente. Como pela frente não dava, tento por trás, mas com o mesmo resultado. Nenhum dos dois emitia som algum, mas eu tava cada vez mais puto e mais teimoso em querer acessar. Não entendia nada, a única vez que a Eli se recusou a transar comigo foi quando eu quase caí na tentação de corneá-la com uma amiga e
ela me descobriu, me deixou um mês juntando esperma. Tirando essa situação,
nunca se negava a uma transa. Depois de uns minutos tentando
passar a mão, parece que cansou e relaxou a musculatura, e consegui acariciar o
clitóris dela e enfiar os dedos. Ela tava com a buceta totalmente ensopada (já?
raro), até mais melada do que quando a gente tá trepando. Com a outra mão
tento puxar a calcinha fio dental dela, mas também não colaborava, então decido
desviar e penetrar ela. Ela continuava com as pernas bem juntas, já sem fazer
muita força, mas juntas, fechando um pouco a buceta. Quando entrei, senti a
sensação de entrar no Grand Canyon, tava totalmente dilatada.
Por causa da vida, trabalho, filhos, tarefas de casa, etc, é muito raro a gente
conseguir transar duas vezes no mesmo dia, mas uns meses atrás
tinha dado a oportunidade, e lembro que na segunda foda (3 ou 4
horas depois da primeira) notei que a buceta já tava dilatada (ou
relaxada), não sentia ela apertadinha como na primeira foda, e depois do
ato a gente conversou sobre isso, lembrando de um amigo que contava que quando a
mulher dele saía pra dançar com as amigas, ele esperava ela pra comer e ver
se tava aberta ou não. Dessa vez eu tava sentindo exatamente a mesma coisa,
uma dilatação fora do normal pra Eli, mas eu continuava como um
adolescente, bombando sem parar.
Já vários minutos de trepada tinham passado, eu, mesmo com tesão, não conseguia
chegar ao clímax, e Eli, nada, quieta, zero participativa, um pedaço de carne
morna. Enquanto isso, minha cabeça começou a fazer as perguntas óbvias, tentando
ligar todos os "pequenos" detalhes, demorou mais de uma hora pra subir, não
queria transar, tava depilada, ensopada e totalmente dilatada.
Obviamente descartada a possibilidade de ter dado pra alguém, já
que era domingo e a gente ficou junto o dia todo, só me veio à mente pensar que
naquela hora, acreditando que eu e os guris já estávamos roncando, ela tinha se
trancado no banheiro pra se masturbar, talvez com algum objeto pra enfiar, ou
numa videochamada com o Marianito.
A noção de tempo eu já tinha perdido fazia tempo, mas acho que já iam
mais de 20 minutos de entra e sai numa buceta que não oferecia
resistência nenhuma, quase como se eu tivesse transando com o ar, o atrito era praticamente
nulo. Minha cabeça de cima disputava com a de baixo o controle da
situação, até que consegui perceber na Eli um pequeno sinal de que ela estava tendo
um orgasmo. Ela tentou disfarçar, mas ela sempre, quando goza, leva a
mão à boca, como pra abafar o grito ou gemido do êxtase. Naquele
momento, meu cérebro parou de “delirar” e consegui dar mais ênfase na
bombada, soltando uma boa porra em pouco tempo. Sem falar nada, tirei a pica
e virei de lado pra dormir, como se fôssemos um par de estranhos.
No dia seguinte, minha cabeça não parou um instante de pensar nos chifres que eu já
tinha ou que estavam nascendo, a Eli, por outro lado, voltou do trabalho como se
o domingo nunca tivesse existido. Nunca se falou uma palavra sobre o ocorrido e a vida
de casal voltou à “normalidade”. Mas tudo que não se fala, uma hora
explode ou pelo menos vaza. E eu comecei aos poucos a encher o saco dela com essa de que era
cuck. Na hora de transar, eu dizia que ela tinha vindo com gosto de pica na boca, que a
buceta tinha cheiro de porra de macho, que tava super aberta, e ela respondia
como se eu só estivesse fazendo uma das brincadeiras de sempre. E me contava
como tinham comido ela, onde, quando, quantos, etc. Quando ela chegava
do instituto ou do trabalho, se dava, eu enfiava a mão por baixo da calcinha fio dental dizendo “vamos
ver se a buceta tá arrombada”, sempre com um sorriso pra parecer
brincadeira. A verdade é que eu não queria estragar o relacionamento, já que ainda sou apaixonado pela
Eli, mas apesar de ter aprendido a viver com aquilo mistura de excitação
extrema e raiva profunda pela traição, comecei a recebê-la dizendo que já
sabia que era cuck, e Eli sempre respondia a mesma coisa: "por que você diz isso?
Não tenho tempo..." como pra aumentar um pouco a aposta.
Nunca tinha olhado o celular dela, apesar de ambos termos
desbloqueado, mas comecei a fazer isso, sem encontrar nada suculento, tudo que
ela conversava com Mariano parecia normal entre colegas. Na roupa de sair não
tinha nada fora do normal, ela sempre se vestia bem, maquiada e perfumada
o suficiente pra ficar bonita mas sem chamar muita atenção. Até que
encontrei algo. Eli comigo não usava calcinha de renda, nem conjuntinhos sexy
a menos que fôssemos pra um hotel, ela sabe que mesmo que ela venha de moletom,
eu fico duro do mesmo jeito. Revisando um dia o cesto de roupa suja, encontro um
conjuntinho transparente, e minha reação foi imediata, meu pau ficou tão duro
que parecia que ia explodir a cabeça. Na hora peguei a tanga
e amarrei na minha cabeça (em cima) pra ficar com o cheiro de buceta e fluido
(e talvez de algo mais) no nariz e fiz uma baita punheta. Bom, na real,
acho que foram só 3 batidas, de tão excitado que eu tava. Fiquei assim,
cheirando buceta e pelado e todo melado com meu próprio leite por um bom tempo, até
que fiquei duro de novo e bati mais uma punheta. Depois que a adrenalina baixou,
comecei a aceitar minha condição de cuck consciente
apaixonado pela esposa. Na semana seguinte, uma tarde enquanto
trepávamos, falei baixinho no ouvido dela:
S: Eu sei que você tá dando pro Mariano há um tempo.
L: Lá vem você de novo com isso!
S: Calma, tá tudo bem, continuo te amando.
Só essas palavras e eu jorrei de leite dentro dela com um orgasmo muito forte,
saí de cima dela e fui tirar um cochilo como se nada tivesse acontecido.
O silêncio dela soou muito forte como culpa, ela não soube o que dizer. Pra que o problema
não aumentasse de tom, decidi mudar a estratégia, e parar de falar sobre chifres e
sobre o Mariano, e voltar a ser o marido feliz de sempre.
Mas por mais que a gente admita a própria condição de corno, e esteja feliz com isso,
sempre precisa saber onde, quando, como e com quem, pra não se sentir tão
deslocado. Eli já tinha parado de me contar o que rolava no curso,
só me contava muito pouco do trabalho dela. Então desenterrei um
dispositivo rastreador que eu tinha guardado e coloquei no carro dela pra
vigiar os movimentos.
As primeiras semanas, nada, terça, quinta e sexta no instituto onde
ela estuda, segunda e quarta no pilates. Nada fora do lugar e dos horários.
Durante uns 10 dias depois da última foda, nada de sexo entre nós,
nem carícias ou abraços na cama, aos poucos ela foi
retomando a confiança e voltamos à nossa vida sexual, e eles à deles.
De repente, numa quinta, o rastreador marca localização a umas 15 quadras do
instituto das 8:30 mais ou menos até as 11:40, já que às 12 ela entra no trabalho.
Sexta nada, terça nada, quinta de novo a 15 quadras.
Na segunda fui no instituto, me fazendo de besta, perguntar sobre os cursos,
e grande foi minha surpresa ao descobrir que o curso que ela tá fazendo é só terça e sexta.
Ou seja, nas quintas ela nunca cursou. Então começou a me corroer a
curiosidade do que ela fazia nas quintas antes de começar o loveío, talvez
conhecesse o Mariano de antes e se inscreveram no curso já com tudo planejado.
Claramente Eli se aproveitava que nos horários de “aula” eu tô
trabalhando e é difícil pra mim conseguir escapar como fiz naquela segunda,
além de ter confiado cegamente nela. Comecei a rastrear ela nos outros
dias, e claro, não me surpreendi, nas segundas também ia, depois do pilates,
aparentemente desesperada pela pica, porque em menos de 10 minutos
chegava na casa do cara. Com certeza tomavam banho juntos pra depois
se dar umas boas fodas. Enquanto isso, eu, como bom cuck, quando Eu dava um jeito de escapar pro banheiro do trabalho pra bater uma boa punheta, pensando que, naquele exato momento, a Eli tava levando uma boa pirocada. Até aqui parece uma história com final feliz: eu curtindo meus chifres lindos e merecidos, com algumas poucas, mas deliciosas ocasiões em que consegui provar um restinho de sêmen em alguma calcinha fio dental, e com a tranquilidade de que meu amor, mãe dos meus filhos, continuava me escolhendo como parceiro, enquanto Eli aproveitava o companheiro fiel e o seu garoto do leite. Mas no fundo, bem lá no fundo, nas minhas tardes de solidão e depressão, quando a excitação passava depois de eu me masturbar, só restava a dor, aquela dor profunda que eu nunca tinha sentido: a dor da traição.
4 comentários - Assim que chifre dói
No te los tomes con culpa si no todo lo contrario
Disfrutalo
Ademas es muyyy lindo para ELLA le hace bien en todo sentido