Me mudaram de setor, agora tenho um chefe novo, um tarado completo em questões sexuais. Desde o primeiro momento em que nos conhecemos, ele não parava de fazer referências a sexo. Muitas das garotas da empresa já tiveram relações com ele, ele adora especialmente jogos de dominação, e parece que várias minas da empresa são loucas por ele. No dia em que cruzamos com o chefe, ela estava com uma camisa justa, sem sutiã, e uma saia curta. Apresentei ela ao meu chefe, que a devorou com os olhos. Ela sorriu pra ele, deu um beijo suave na bochecha, e ele a segurou de leve, quase imperceptivelmente, pela cintura, puxando-a para perto dele — nada que alguém pudesse notar. Quando nos afastamos, me virei pra olhar pra ele, e ele estava com o olhar fixo na minha mulher.
No dia seguinte, ela me disse:
—Que pedaço de gostosa… sua esposa pode se tornar uma mulher maravilhosa ou virar uma senhora sem graça… vai depender das circunstâncias…
Não soube o que responder pra ele, também não tava muito claro do que ele tava falando, mas senti uma certa excitação em mim ao falar com ele sobre a minha mulher.
A partir desse momento, meu chefe passou a sair comigo do escritório, se deliciava olhando pra minha mulher e, aos poucos, foi começando a falar dela pra mim, primeiro como brincadeiras e depois avançando devagar com ideias diferentes. Elogiava a roupa dela, as pernas que ela tinha, adorava umas botas brancas que ela usava, que realmente ficavam lindas nela.
Um dia, meses depois, estávamos no banheiro, nos mictórios, e ele me disse.
-Que gostosa é sua namorada… e imagino que ela deve adorar ser uma garota boazinha e obediente, né…?
-Não sei do que o senhor está falando...
—Bom… costumo ficar bem ligado em certos assuntos, como você deve saber… e não passam despercebidas certas minas… que curtem… que um homem de culhão saiba tratar elas… —um silêncio constrangedor se instalou— ele se afastou do mictório, mostrando o pau, que era bem grande e tava durasso. —mas é melhor não falar dessas coisas, que já tô começando a ficar agitado… —não consegui evitar de olhar pro pau dele, a situação me pegou de surpresa.
A partir daquele dia, pedi pra minha namorada não vir me buscar, falei que por um tempo preferia que ela não viesse, nem lembro que desculpa idiota inventei. No começo ela não notou nada estranho, mas ficou meio chateada, ela trabalhava perto, saía do serviço e a gente ia embora junto.
Em poucos dias, o chefe me pre
—O que houve com a sua namorada que ela não vem mais te buscar…? — eu não sabia o que responder pra ele.
—Tá um pouco mais ocupada agora, senhor…
—Você tem medo… que ela cruze comigo…
—Nada a ver, senhor...
Nos dias seguintes, meu chefe começou a falar dela, dizia que era uma pena ela não vir mais me buscar, que alegrava as tardes dele ver ela se afastando caminhando, era um prazer pros olhos, ajudava ele a terminar o dia melhor. Olhei sério pra ele, nem se abalou, sabia que ele me intimidava, que tinha uma influência forte sobre mim.
—Você tem medo que eu olhe pra sua namorada… é óbvio que ela adora ser olhada e, como te falei naquela vez no banheiro, não tenho a menor dúvida de que eu poderia fazer um monte de coisas interessantes com ela… tenho certeza de que ela ia adorar, como te disse, dá pra ver que ela morre de vontade de alguém que trate ela com mão firme… amanhã, pede pra ela te buscar… vou te dar uns ingressos pro teatro, e você vai levá-la num restaurante que costumo ir… quero que ela se vista bem gostosa… mas quero que você fique pra bater um papo um pouco, quero observá-la com mais calma, ver como ela reage… a gente se vê amanhã… — sem esperar resposta, ele se virou e foi embora. Naquele momento, percebi que estava de pau duro, meu chefe não só dizia conhecer os desejos da minha namorada, acho que também tinha ido conhecendo os meus. Me sentia intimidado por ele, mas muito excitado com a situação.
Débora tinha saído pra tomar algo com as amigas, eu me sentia tão excitado, tão cheio de medo também, o que podia acontecer? Será que era mesmo como meu chefe dizia, que ela adoraria alguém que fosse levando ela do jeito que ele falava. Sentia tanta atração quanto medo. Preparei o jantar e, enquanto a gente comia, falei que meu chefe tinha me dado uns ingressos pra ir no teatro e depois jantar, e que ele ia passar pra me buscar.
Tava tão nervoso, meu chefe não falou nada o dia inteiro, me deu os ingressos pro teatro e disse que tinha uma mesa reservada no meu nome num restaurante chique de Puerto Madero, pra pedir o que a gente quisesse que ele já tinha avisado e tudo ia na conta dele.
Quando a gente tava saindo, eu vi a Débora chegando, tava uma delícia, um vestido curto, justinho, aquele que ela sempre usa e marca a calcinha fio dental, uma blusa de seda com renda na altura do peito, os lábios pintados de um vermelho forte, o cabelo liso, tava uma gostosa. Ela veio na nossa direção e me deu um selinho suave.
Saúdo meu chefe com um beijo suave na bochecha, dessa vez me pareceu que ele apertava mais forte a cintura dela, depois de beijá-la, ele se aproximou do ouvido dela e sussurrou algo, notei que ela ficou meio corada e baixou a cabeça, me senti excitado e assustado de novo.
Quando a gente foi embora, perguntei o que ele tinha dito pra ela, e ela respondeu que foi só umas coisinhas sobre como ela tava elegante e que com certeza muitos caras iam olhar pra ela com desejo.
Quando a gente voltou de jantar, a gente tinha tomado vinho, enquanto a gente tava transando, eu perguntei de novo o que o chefe tinha falado pra ela. Ela insistiu que não era nada demais, mas que sentiu a mão forte dele na cintura, e ele falou com um tom que ela achou muito sensual, que fez ela ficar toda corada.
- Te esquentou como ele falou contigo…
—Sim… amor… a verdade é que sim… despertou uma fantasia que eu tenho…
—Que fantasia…
Nada não... me come gostoso, vai... - ele metia bem forte, sentia ela toda tesuda.
—Que fantasia…?
Nada… um homem como ele… assim… me sugerindo um monte de coisas…
Não tocamos mais no assunto, continuamos transando quase a noite toda, dava pra sentir que ela tava no fogo, e se eu parasse pra pensar, a gente só tinha batido um papo por um tempo. Na manhã seguinte, enquanto a gente tomava café, ela me perguntou se eu queria que ela fosse me buscar.
—Claro, amor… como não…
- Aliás, agradece ao teu chefe pelo jantar…
Fiquei distraído o dia inteiro, o chefe chegou tarde naquela manhã, tinha que visitar várias filiais.
—Que tal a noite…?
— Muito bem, senhor, a gente se divertiu pra caralho…
-Que bom… e a Débora…?
—Também me divirto muito… ela vai vir me buscar… também quer agradecer a você…
—Tenho certeza de que é uma garota muito grata… e poderia ficar muito mais grata, se você deixar…
Mudei de assunto, tava cada vez mais nervoso, quando a Débora chegou tava com outra roupa mas igualmente produzida, o chefe me pediu se eu podia ir buscar uns papéis que ele tinha esquecido na mesa dele, ficou batendo papo com a Débora, sentia que o coração ia sair pela boca.
Quando voltei, o chefe se despediu, deu um beijo na Débora, enquanto segurava ela pela cintura com firmeza de novo. Naquela noite, a gente transou de novo com paixão a noite inteira. Com o tempo, a gente decidiu convidar o chefe pra vir uma tarde em casa. Quando falei pra ela, ela disse:
Sabia que mais cedo ou mais tarde iam querer… que ela vista aquela camisa branca, que fica uma delícia nela, a saia cinza que é largona… aquele colar preto grosso que ela usa, bem sugestivo, que ela fique descalça, se tiver um friozinho, escolhe umas meias pra ela… quando tocar a campainha, você abre a porta, ela de olhos vendados no meio da sala, sala de jantar ou o que vocês tiverem… continua
No dia seguinte, ela me disse:
—Que pedaço de gostosa… sua esposa pode se tornar uma mulher maravilhosa ou virar uma senhora sem graça… vai depender das circunstâncias…
Não soube o que responder pra ele, também não tava muito claro do que ele tava falando, mas senti uma certa excitação em mim ao falar com ele sobre a minha mulher.
A partir desse momento, meu chefe passou a sair comigo do escritório, se deliciava olhando pra minha mulher e, aos poucos, foi começando a falar dela pra mim, primeiro como brincadeiras e depois avançando devagar com ideias diferentes. Elogiava a roupa dela, as pernas que ela tinha, adorava umas botas brancas que ela usava, que realmente ficavam lindas nela.
Um dia, meses depois, estávamos no banheiro, nos mictórios, e ele me disse.
-Que gostosa é sua namorada… e imagino que ela deve adorar ser uma garota boazinha e obediente, né…?
-Não sei do que o senhor está falando...
—Bom… costumo ficar bem ligado em certos assuntos, como você deve saber… e não passam despercebidas certas minas… que curtem… que um homem de culhão saiba tratar elas… —um silêncio constrangedor se instalou— ele se afastou do mictório, mostrando o pau, que era bem grande e tava durasso. —mas é melhor não falar dessas coisas, que já tô começando a ficar agitado… —não consegui evitar de olhar pro pau dele, a situação me pegou de surpresa.
A partir daquele dia, pedi pra minha namorada não vir me buscar, falei que por um tempo preferia que ela não viesse, nem lembro que desculpa idiota inventei. No começo ela não notou nada estranho, mas ficou meio chateada, ela trabalhava perto, saía do serviço e a gente ia embora junto.
Em poucos dias, o chefe me pre
—O que houve com a sua namorada que ela não vem mais te buscar…? — eu não sabia o que responder pra ele.
—Tá um pouco mais ocupada agora, senhor…
—Você tem medo… que ela cruze comigo…
—Nada a ver, senhor...
Nos dias seguintes, meu chefe começou a falar dela, dizia que era uma pena ela não vir mais me buscar, que alegrava as tardes dele ver ela se afastando caminhando, era um prazer pros olhos, ajudava ele a terminar o dia melhor. Olhei sério pra ele, nem se abalou, sabia que ele me intimidava, que tinha uma influência forte sobre mim.
—Você tem medo que eu olhe pra sua namorada… é óbvio que ela adora ser olhada e, como te falei naquela vez no banheiro, não tenho a menor dúvida de que eu poderia fazer um monte de coisas interessantes com ela… tenho certeza de que ela ia adorar, como te disse, dá pra ver que ela morre de vontade de alguém que trate ela com mão firme… amanhã, pede pra ela te buscar… vou te dar uns ingressos pro teatro, e você vai levá-la num restaurante que costumo ir… quero que ela se vista bem gostosa… mas quero que você fique pra bater um papo um pouco, quero observá-la com mais calma, ver como ela reage… a gente se vê amanhã… — sem esperar resposta, ele se virou e foi embora. Naquele momento, percebi que estava de pau duro, meu chefe não só dizia conhecer os desejos da minha namorada, acho que também tinha ido conhecendo os meus. Me sentia intimidado por ele, mas muito excitado com a situação.
Débora tinha saído pra tomar algo com as amigas, eu me sentia tão excitado, tão cheio de medo também, o que podia acontecer? Será que era mesmo como meu chefe dizia, que ela adoraria alguém que fosse levando ela do jeito que ele falava. Sentia tanta atração quanto medo. Preparei o jantar e, enquanto a gente comia, falei que meu chefe tinha me dado uns ingressos pra ir no teatro e depois jantar, e que ele ia passar pra me buscar.
Tava tão nervoso, meu chefe não falou nada o dia inteiro, me deu os ingressos pro teatro e disse que tinha uma mesa reservada no meu nome num restaurante chique de Puerto Madero, pra pedir o que a gente quisesse que ele já tinha avisado e tudo ia na conta dele.
Quando a gente tava saindo, eu vi a Débora chegando, tava uma delícia, um vestido curto, justinho, aquele que ela sempre usa e marca a calcinha fio dental, uma blusa de seda com renda na altura do peito, os lábios pintados de um vermelho forte, o cabelo liso, tava uma gostosa. Ela veio na nossa direção e me deu um selinho suave.
Saúdo meu chefe com um beijo suave na bochecha, dessa vez me pareceu que ele apertava mais forte a cintura dela, depois de beijá-la, ele se aproximou do ouvido dela e sussurrou algo, notei que ela ficou meio corada e baixou a cabeça, me senti excitado e assustado de novo.
Quando a gente foi embora, perguntei o que ele tinha dito pra ela, e ela respondeu que foi só umas coisinhas sobre como ela tava elegante e que com certeza muitos caras iam olhar pra ela com desejo.
Quando a gente voltou de jantar, a gente tinha tomado vinho, enquanto a gente tava transando, eu perguntei de novo o que o chefe tinha falado pra ela. Ela insistiu que não era nada demais, mas que sentiu a mão forte dele na cintura, e ele falou com um tom que ela achou muito sensual, que fez ela ficar toda corada.
- Te esquentou como ele falou contigo…
—Sim… amor… a verdade é que sim… despertou uma fantasia que eu tenho…
—Que fantasia…
Nada não... me come gostoso, vai... - ele metia bem forte, sentia ela toda tesuda.
—Que fantasia…?
Nada… um homem como ele… assim… me sugerindo um monte de coisas…
Não tocamos mais no assunto, continuamos transando quase a noite toda, dava pra sentir que ela tava no fogo, e se eu parasse pra pensar, a gente só tinha batido um papo por um tempo. Na manhã seguinte, enquanto a gente tomava café, ela me perguntou se eu queria que ela fosse me buscar.
—Claro, amor… como não…
- Aliás, agradece ao teu chefe pelo jantar…
Fiquei distraído o dia inteiro, o chefe chegou tarde naquela manhã, tinha que visitar várias filiais.
—Que tal a noite…?
— Muito bem, senhor, a gente se divertiu pra caralho…
-Que bom… e a Débora…?
—Também me divirto muito… ela vai vir me buscar… também quer agradecer a você…
—Tenho certeza de que é uma garota muito grata… e poderia ficar muito mais grata, se você deixar…
Mudei de assunto, tava cada vez mais nervoso, quando a Débora chegou tava com outra roupa mas igualmente produzida, o chefe me pediu se eu podia ir buscar uns papéis que ele tinha esquecido na mesa dele, ficou batendo papo com a Débora, sentia que o coração ia sair pela boca.
Quando voltei, o chefe se despediu, deu um beijo na Débora, enquanto segurava ela pela cintura com firmeza de novo. Naquela noite, a gente transou de novo com paixão a noite inteira. Com o tempo, a gente decidiu convidar o chefe pra vir uma tarde em casa. Quando falei pra ela, ela disse:
Sabia que mais cedo ou mais tarde iam querer… que ela vista aquela camisa branca, que fica uma delícia nela, a saia cinza que é largona… aquele colar preto grosso que ela usa, bem sugestivo, que ela fique descalça, se tiver um friozinho, escolhe umas meias pra ela… quando tocar a campainha, você abre a porta, ela de olhos vendados no meio da sala, sala de jantar ou o que vocês tiverem… continua
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