Olá, sou a Carla, a sanjuanina. Espero que tenham lido meus posts anteriores. Eu tinha prometido que ia continuar contando a quantidade de experiências de putaria que tive durante quase 2 décadas até agora, e seguimos contando. Essa história aconteceu quando eu tinha 28... tinha perdido um emprego de secretária porque transei com o escritório inteiro e literalmente me mandaram embora por ser uma vadia. Então, por 3 longos meses, fiquei desempregada. Vale destacar que essa história foi antes de eu entrar na imobiliária (outro dos meus contos quentes). Era abril, não tinha oferta de trabalho, e nessa época eu tinha ido morar de aluguel no centro. Mas a crise apertou meu bolso e tive que rescindir o contrato. Tava entre ir pro sítio com meus avós ou pra casa dos meus pais, que estavam muito mal nessa época, viviam brigando, à beira da separação. Graças a Deus, um dia uma amiga do colégio, que eu não via há anos, me escreveu. Me chamou pra tomar uns drinks e a gente se viu. Contei minha situação e ela, gentilmente, me ofereceu morar no apto dela. Fiquei toda feliz, só tinha que manter o apto limpo, os bichos alimentados e as plantas regadas. Tudo fluiu maravilhosamente por 2 semanas, até que meu jeito de ser uma puta foi levando minha amiga pro mau caminho. A gente saía 4 vezes por semana pra encher a cara, ela pagava tudo. Voltávamos de madrugada e, em questão de dias, começamos a levar caras pro apto. Transávamos pra caralho. Todo dia um diferente. Depois passamos pra orgia. E depois pro trio. A gente pegava algum cara e eu acabava chupando a buceta da minha amiga até ela gozar. Depois de 3 meses, as coisas ficaram sinistras. Começamos a usar drogas e, depois, já ficávamos diretamente transando eu e minha amiga. Foi uma fase de lesbianismo total. Um dia, quando a Clara perdeu o emprego... minha amiga... me pediu, por favor, pra eu ir embora, porque ela precisava ficar sozinha, além de que as coisas já estavam estranhas. Eu implorei pra ela não fazer isso, porque não tinha pra onde ir. Ela me deu um tempo pra me ajeitar. Além disso, veio um namoradinho da Espanha passar 2 semanas com ela... e à força ela me pediu pra eu ir embora. Eu falei pra ela me deixar ficar, que a gente pegaria junto o cara, mas ela não aceitou. Claramente ela queria e desejava compartilhar ele... implorei pra ela não me expulsar, e aí ela teve uma ideia. Ela me disse: "Por que você não vai uns dias pra casa dos meus pais? Meu pai tem Alzheimer e minha mãe ia adorar sua ajuda..." Ok, aceitei pra não acabar na rua. Clara combinou tudo com a mãe dela e em setembro eu me mudei pra lá por 2 semanas. No começo foi estranho, mas a mãe me conhecia e cuidava muito de mim... ela gostava de mim e tava feliz em ter uma ajuda em casa. Até me pagaram por ajudar nas tarefas. O pai, Dom Julio, nem me notava, porque a doença dele já tava avançada. Um dia, a mãe de Clara me pediu se eu podia ficar o fim de semana inteiro com o Julio, porque ela foi chamada pra uma convenção em Buenos Aires... (ela era psiquiatra). Me deixou uma grana boa pros 2 dias, além da minha mesada que já era bem generosa, com a condição de eu tratar bem o marido dela. Ela me pediu pra ir no quarto de Clara e vestir uma roupa de colegial que a gente usava na escola, assim o Julio ia pensar que tava com a filha dele. Aceitei... A mãe de Clara foi embora e eu fiquei sozinha com o Julio. As primeiras horas foram um inferno, porque ele não me reconhecia e me mandava embora toda hora... além disso, ele se comportava como um menino. Lembrei do que a senhora pediu e fui vestir aquela roupa. Claro, aquele uniforme era de quando a gente tinha 15 anos... já não servia mais. A saia deixava ver toda minha bunda redonda, que por sinal tava usando uma calcinha fio dental minúscula. O top também marcava meus peitos redondos e decidi usar sem sutiã. Dom Julio, ao me ver assim, mudou de atitude, até ficou muito carinhoso... parece que ele ficou excitado ao me ver. À noite, levei o Julio pra dormir... mandei ele pro quarto... fui assistir TV. Daí a pouco, ele aparece pelado me pedindo pra ajudar com o pijama. Ele tava delirando... eu olhava pro pinto pequeno e peludo dele e, claro, pros ratos. Começaram na minha cabeça... Levei ele pro quarto, vesti ele e sem querer toquei na piroca dele, que rapidinho ficou dura... Minha buceta ficou molhada, mas naquele dia não rolou nada. O pior foi no dia seguinte... Júlio se comportou muito mal, não me reconhecia e agia de forma violenta. Eu mostrava a bunda pra ele, me curvando na frente dele, mas ele não tava ligando... Talvez esquentando ele, ele se acalmasse, mas não foi assim. Farta, deixei ele fazer o que quisesse. Ele me pediu pra dar banho nele, mas não fiz e mandei ele tomar banho sozinho... Lá em cima, ele subiu e abriu o chuveiro...
Tomou um banho rapidinho e tudo estava normal... Mas depois ouvi um baita barulhão... O Júlio tinha escorregado no chuveiro e estava todo machucado, pedindo socorro.

O velho babaca mal conseguia se levantar... Corri na hora e fui ajudar ele a se levantar.
Ele tava sofrendo de dor, reclamando de uma dor forte nas costas... Coloquei ele de bruços porque ele não conseguia se levantar e comecei a massagear a região lombar dele.

Aos poucos, Júlio foi voltando a si, agradecendo minha ajuda... Lá adiante, ele se vira e me pede pra massagear as pernas dele, porque não tava sentindo nada... Já tava começando a me assustar... Virei ele e, puta merda, o pinto dele tava meio duro.
O velho me pede massagem e eu faço nas pernas dele, e de repente ele ficou todo duro... O tamanho era outro, com certeza... já não era aquele amendoim torrado que eu tinha visto ontem...
Eu observava a excitação do velho, mas tava imóvel... não tava nos meus planos comer o pai da minha amiga... mas... Júlio me fala que não sente o pau dele e eu digo que sim, que tava ali e bem duro. Ele me pediu se eu podia tocar pra ver se ele sentia alguma coisa... Peguei na rola dele e comecei a bater uma... o pau dele crescia na minha mão e ficava cada vez mais duro.



A pica do seu Júlio tava bem dura e isso me deixou com muito tesão... Ele falava que não sentia nada, por isso eu batia uma pra ele bem forte... Do nada, já todo tarado, o Júlio começou a pegar nos meus peitos e soltou a minha putaria.
O espertalhão me dizia que ainda não sentia nada, que talvez um boquete faria ele recuperar a sensibilidade... Então me aproximei da pica dele e coloquei na minha boca. Eu já tava toda molhada e, pra ser sincera, aquela pica era uma delícia.

Dei a chupada de pau da vida dele... Sem avisar nem pedir permissão, ele despejou a semana inteira na minha boca... Eu, feliz, continuei mamando aquele pau que não dormia... Pensei que com isso já bastava, mas o pau do seu Júlio continuava intacto.
Depois de engolir a porra grossa dele, continuei chupando a pica até ele começar a me despir. Eu rapidamente tirei as tetas pra fora.
Julio ficava passando a mão em mim. Eu me levantei e perguntei se ele queria ver minha buceta. Ele, todo vermelho e molhado, me disse que sim, que queria chupar ela.
Puxei minha calcinha enquanto o Júlio acariciava minhas pernas... Aproximei minha buceta do rosto dele e começamos um 69... Ficamos nessa por uns 30 minutos sem parar.


Dei 2 orgasmos lindos na cara toda dela sem falar nada, do jeito que ela tinha feito comigo... Em um minuto, a porra grossa entra na minha garganta, me fazendo engasgar... e saindo até pelo nariz... Isso me excitou... Levantei e falei: "Agora você vai me dar mais porra, mas bem dentro da minha pussy." Peguei o pau dela e, bem na hora que tava enfiando a vara dela na minha pussy... a porta abre. Era a Clara com a mãe dela, tinham voltado juntas. Armou um escândalo do caralho. Me puxaram pelos cabelos pra fora da casa dela e, óbvio, a Clara nunca mais falou comigo. Fui pegar um taxi toda envergonhada. Quando parei um e entrei, imaginem como ficou o taxista, que eu falei que não tinha dinheiro e se podia pagar com sexo... mas isso já é outra história... Até a próxima. Continua...

Tomou um banho rapidinho e tudo estava normal... Mas depois ouvi um baita barulhão... O Júlio tinha escorregado no chuveiro e estava todo machucado, pedindo socorro.

O velho babaca mal conseguia se levantar... Corri na hora e fui ajudar ele a se levantar.
Ele tava sofrendo de dor, reclamando de uma dor forte nas costas... Coloquei ele de bruços porque ele não conseguia se levantar e comecei a massagear a região lombar dele.

Aos poucos, Júlio foi voltando a si, agradecendo minha ajuda... Lá adiante, ele se vira e me pede pra massagear as pernas dele, porque não tava sentindo nada... Já tava começando a me assustar... Virei ele e, puta merda, o pinto dele tava meio duro.
O velho me pede massagem e eu faço nas pernas dele, e de repente ele ficou todo duro... O tamanho era outro, com certeza... já não era aquele amendoim torrado que eu tinha visto ontem...
Eu observava a excitação do velho, mas tava imóvel... não tava nos meus planos comer o pai da minha amiga... mas... Júlio me fala que não sente o pau dele e eu digo que sim, que tava ali e bem duro. Ele me pediu se eu podia tocar pra ver se ele sentia alguma coisa... Peguei na rola dele e comecei a bater uma... o pau dele crescia na minha mão e ficava cada vez mais duro.



A pica do seu Júlio tava bem dura e isso me deixou com muito tesão... Ele falava que não sentia nada, por isso eu batia uma pra ele bem forte... Do nada, já todo tarado, o Júlio começou a pegar nos meus peitos e soltou a minha putaria.
O espertalhão me dizia que ainda não sentia nada, que talvez um boquete faria ele recuperar a sensibilidade... Então me aproximei da pica dele e coloquei na minha boca. Eu já tava toda molhada e, pra ser sincera, aquela pica era uma delícia.

Dei a chupada de pau da vida dele... Sem avisar nem pedir permissão, ele despejou a semana inteira na minha boca... Eu, feliz, continuei mamando aquele pau que não dormia... Pensei que com isso já bastava, mas o pau do seu Júlio continuava intacto.
Depois de engolir a porra grossa dele, continuei chupando a pica até ele começar a me despir. Eu rapidamente tirei as tetas pra fora.
Julio ficava passando a mão em mim. Eu me levantei e perguntei se ele queria ver minha buceta. Ele, todo vermelho e molhado, me disse que sim, que queria chupar ela.
Puxei minha calcinha enquanto o Júlio acariciava minhas pernas... Aproximei minha buceta do rosto dele e começamos um 69... Ficamos nessa por uns 30 minutos sem parar.


Dei 2 orgasmos lindos na cara toda dela sem falar nada, do jeito que ela tinha feito comigo... Em um minuto, a porra grossa entra na minha garganta, me fazendo engasgar... e saindo até pelo nariz... Isso me excitou... Levantei e falei: "Agora você vai me dar mais porra, mas bem dentro da minha pussy." Peguei o pau dela e, bem na hora que tava enfiando a vara dela na minha pussy... a porta abre. Era a Clara com a mãe dela, tinham voltado juntas. Armou um escândalo do caralho. Me puxaram pelos cabelos pra fora da casa dela e, óbvio, a Clara nunca mais falou comigo. Fui pegar um taxi toda envergonhada. Quando parei um e entrei, imaginem como ficou o taxista, que eu falei que não tinha dinheiro e se podia pagar com sexo... mas isso já é outra história... Até a próxima. Continua...
1 comentários - O dia que chupei o pau do pai da minha amiga