Olá, queridos amigos e amigas do Poringa.net.
Como em cada post, agradeço a todo mundo pela boa vibe de sempre.
Sejam bem-vindos, todos os meus novos seguidores.
Pra continuar melhorando, como sempre peço...
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Sem mais enrolação, vamos começar e deixo vocês com a protagonista.Quero agradecer esse espaço e o tempo de vocês, que meu amigo Maury-só-eu me deu.
Sou fã dos seus contos, obrigada por contar minha história.
Oi, sou Agustina e tenho 23 anos. Tenho 1,65m,
pele branca, cabelo ruivo e olhos verdes.
Nem gorda nem magra, com umas tetas boas e uma bunda grande que é todo meu orgulho e que todo homem deseja.
Amo meu corpo e mais ainda usá-lo sexualmente.
Aqui vai uma foto pra vocês me conhecerem melhor.
Minha história aconteceu há vários anos e não é para quem tem preconceito.Se eu tivesse que dar um título, seria assim:
O Vovô Raul.
Assim começa minha história.
Sou a mais velha de três irmãos e minha mãe não dava conta de todos.
Eles exigiam muito do tempo dela.
Desde muito pequena sou amiga da Susana.
Ela e eu fomos juntas desde o jardim de infância até o ensino fundamental.
Sempre unidas, como irmãs.
Os pais dela trabalhavam muito e ela sempre ficava na casa do avô Raul.
Que morava a três casas da minha, na mesma calçada.
Até a mãe dela vir buscá-la no fim da tarde.
Foi assim que o conheci, e ele me adotou como mais uma neta.
Nós duas, carinhosamente, chamávamos ele de Nonito.
Raul tinha 61 anos quando o conheci, eu tinha uns 7.
Ele media 1,80m de altura, mãos grandes.
Um homem muito bonito pra idade dele, cara de sério, mas muito bom.
Cabelos grisalhos com uma barbinha que destacava os lindos olhos cor de mel.
Fazia 10 anos que era viúvo e, embora tivesse tido algumas namoradas, preferiu ficar sozinho.
Os anos passaram e eu adorava ir na casa dele brincar com minha amiga.
A gente usava as roupas da avó dela e se fantasiava.
Nos divertíamos pra caramba.
Ele se divertia, ficava olhando a gente e se alegrava com nossas loucuras.
Fazia o lanche pra gente e brincava conosco.
Aprendemos a ler histórias com ele, e ele nos ajudava com a lição de casa.
Até nossas mães virem nos buscar.
Pra minha mãe era vantagem, era uma babá de graça, e ela podia cuidar do meu irmão menor.
Não era estranho ver minha amiga sentada no colo dele lendo,
enquanto ele fazia carinho nela.
Se a leitura dela era boa, ele a recompensava com beijos na bochecha e nas costas e algum docinho.Depois era a minha vez.
Pegava um conto e sentava no colo dele.
Eu não lia tão bem quanto minha amiga, mas ele tinha muita paciência comigo. Ele me acariciava igual ela e me elogiava pelas minhas melhoras.
Ele era igual com as duas, e a ternura dele era algo que eu gostava.
Já que minha mãe não me ajudava tanto.
Uma coisa que chamou a atenção minha e da minha amiga num desses momentos de leitura.
Quando minha amiga sentava, a virilha dela era normal, como a gente sente muitas vezes.
Mas conforme a leitura avançava, aquele volume mole e confortável ficava duro.
Sem saber por quê.
Eu não sabia o que responder, e depois dela, sempre era a minha vez de sentar, já endurecido.
Conforme fomos crescendo, a gente brincava sem perder a inocência.
Sem perceber as mudanças nos nossos corpos.
Mas se a gente notava mudança nele. Ele ficava distante, quando a gente se fantasiava, ele não brincava com a gente.
Não queria que a gente se vestisse ou trocasse de roupa na frente dele.
E de jeito nenhum deixava a gente sentar no colo dele.
Tava diferente.
Incomodava ele as nossas saias curtas, e aí começaram as broncas.
Não era coisa que a gente fizesse de propósito que irritava ele.
Um dia, minha amiga se abaixou pra arrumar o material da escola.
Óbvio que dava pra ver a bunda dela e a calcinha, algo normal nos nossos descuidos inocentes.Mas ele ficou puto
Como nunca e disse:
Raúl: Susana, o que eu te falei dessa saia tão curta?
Toda vez que você senta ou se abaixa, dá pra ver a bunda inteira e a calcinha?
Você é uma mocinha, tem que ter mais cuidado.
Já te falei mil vezes.
Você me faz ficar bravo.
Também tive um descuido parecido e ele me repreendeu do mesmo jeito.
Um dia enquanto eu lia.
Sem perceber, minha saia subiu e, igual à minha amiga, mostraram a raba e a minha calcinha.
Eu me cubro a bunda com minha saia e não só me repreendo como ela. Mas também levei um tapa na minha bunda que me deixou surpresa.
Raul: Se não se comportarem, vou contar pra mãe de vocês que não podem mais ficar aqui.
Tô cansado de ver vocês tão descuidadas, mostrando a bunda.
Nós duas entendemos a bronca dele e ficamos mais cuidadosas.
Porque a gente gostava de ficar na casa dele.
Quando a mãe da Susana mudou o turno do trabalho, ela já podia cuidar da filha e dar um alívio pro pai dela.
A gente se via na escola, mas depois ela ia pra casa dela e não passávamos mais tempo juntas.
Claro que parei de ir na casa do Raul, já que minha amiga não tava mais lá.
Minha casa era um hospício com minha mãe e meus irmãos.
Quase não tinha tempo pra brincar e sentia falta de brincar com minha amiga e da paz da casa do avô dela.
Passaram uns meses.
Uma tarde, enquanto voltava da escola,
encontrei ele varrendo a calçada.
Fiquei tão feliz de ver ele que gritei o nome dele enquanto corria na direção dele.
Vi a alegria no rosto dele, e ele me esperava de braços abertos.
Abracei ele, e fiquei pendurada nos braços dele.
Raul: Como você tá? Faz tanto tempo, que bom te ver.
Como vai a escola?
Agustina: Tô bem... sentiu minha falta?
Porque eu senti muita sua falta.
Mais ou menos, muita lição de casa, e com meus irmãos fica difícil estudar...
Além disso, minha mãe não tem a mesma paciência que o senhor.
Raul: Claro que senti sua falta.
Imagino, às vezes ouço os gritos dela.
Ela não tem muita paciência, né?
Mas olha, se sua mãe deixar, você pode vir aqui que eu te ajudo.
A gente se despediu, e fui pra casa toda feliz.
Tinha muita lição de casa pra fazer e contei pra minha mãe o que o vizinho disse.
Ela, só pra não me encher o saco, me deixou ir.
Feliz, arrumei meu material e fui pra casa do meu bom vizinho Raul.
Quando cheguei na casa dele, toquei a campainha e esperei ele abrir.
Ele se surpreendeu ao me ver e me fez entrar.
Raul: Não esperava você tão cedo.
Vem, fica à vontade e me diz: sua mãe deixou? Posso ir?
Agustina: Claro, me deu permissão. Desde que não incomode ela.
Mas como te falei, tenho muita lição de casa, se não se importar de me ajudar.
Falei pra ela que te vi hoje e que você queria me ajudar com as tarefas.
Como ela não tem tempo, agradece sua ajuda.
Raúl: Não é nada, minha princesa.
Bom, pega teu material e vamos começar com essas tarefas.
Ele era um ótimo professor e, com paciência, em pouco tempo organizei minha pasta e avancei bastante.
Enquanto preparávamos um trabalho de história, conversamos um pouco.
Agustina: Que gostoso é estar aqui de novo com você me ensinando.
Agora me sinto sua mimada, sem a Susi.
Lembra quando você me lia e eu sentava no teu colo?
Foi assim que aprendi a ler, lembra?
Lembra como era?
Raúl: Bom, agora que você tá sozinha, sim.
Mas sempre com a Susi vocês foram minhas mimadas.
Lembro sim, mesmo que você fosse menor do que agora.
Por isso parei de fazer.
Agustina: hahaha tá insinuando que já não posso mais?
Não entendo por quê.
E como vou ler o livro?
Vou ficar sem recompensa também?
Raúl: Não, já não pode mais.
Seria errado e não se preocupa, as recompensas vão estar aqui. Quando terminar.
Só precisa ler direitinho e fazer as tarefas.
Enquanto eu lia, ele preparava um chá.
Ele ditava enquanto eu escrevia.
Terminei tão rápido quanto o chá dele.
Pronto, já acabamos, falei enquanto ele estava no sofá.
Você leu muito bem, dá pra ver que praticou. E como prometi.
Aqui está sua recompensa, disse tirando um pirulito da camisa.
Sem hesitar, peguei daquelas mãos enormes dele.
Abri e coloquei na boca.
Raúl: Vem cá, vamos ver se é verdade.
Lê e revisamos se falta algo e se tem erros de ortografia.
Assim a gente termina.
Vi minha chance e sentei no colo dele.
Enquanto chupava meu pirulito bem merecido.
Ele se surpreendeu com minha atitude, mas não disse nada. Comecei a ler e ele a corrigir meus erros.
Que não eram muitos.
Aos poucos, a virilha dele endureceu de novo como antes.
Tentando disfarçar, ele se mexia pra eu não sentir.
Mas quando me acomodei, já sentia ele bem duro.
Sem saber como nem por que isso acontecia.
Aquelas lembranças voltaram e lembrei de muitas sensações.
Notei como o pau dele tava duríssimo, encostado na minha bucetinha e nas minhas nádegas.
Enquanto sentia o pau dele e os carinhos, também notava o nervosismo dele.
Raúl: Não aguento isso, neném.
Viu por que não pode sentar no meu colo?
Não mexe tanto, tá?
Agustina: Desculpa, titio, tô te machucando?
É que isso que acontece contigo é estranho?
Raul: Estranho? Não sabe o que é?
Não te ensinaram na escola?
Agustina: Não, você explica?
O que eu tenho que saber?
Raúl: Vou te falar, mas é algo que não pode contar pra ninguém.
Me promete?
Agustina: Claro, titio.
Me diz o que acontece quando você fica duro.
Ele respirou fundo e começou a me explicar.
Enquanto me acariciava as pernas e as costas, eu sentia o volume duro dele debaixo de mim.
Prestava atenção nele enquanto sentia ao mesmo tempo. Enquanto chupava meu pirulito bem inocente.
Ele me disse assim:
Raúl: Os homens são diferentes das mulheres.
Quando você senta em cima de mim, sua bundinha me deixa duro.
Sei que é errado, porque você é uma menina, mas ao te sentir fico assim.
Senti muita falta de te ter por perto.
Você gosta do que sente?
Me diz o que sente agora?
Agustina: O que sinto? Não sei como explicar, titio.
Quando sento e você tá mole, é bem confortável, como num travesseiro.
Mas quando começa a endurecer, sinto algo estranho. Não é desconfortável, mas é como se meu corpo se arrepiasse.
É algo esquisito, tipo um formigamento num lugar da minha coisinha.
Não é ruim, acho que é o contrário.
Raúl: Claro, viu? A mesma coisa acontece comigo.
Quando sinto sua bundinha em cima de mim.
Meu corpo sente o mesmo formigamento. E reage diferente do teu.
Porque tu é uma menina e eu sou um homem.
Isso aí te dá essas cócegas?
Agustina: Sim, eu gosto, como te falei. É meio estranho, mas sim.
Não, nonito, por que somos diferentes?
Raúl: Outro dia te explico direito.
Nunca fala nada disso.
Tu é uma menina e a gente não devia fazer isso.
Vamos ver TV melhor.
Agustina: Fala, nonito, me explica, você sabe que eu gosto de aprender.
Prometo não contar nada pra ninguém.
Ele me levantou gentilmente pra revelar uma barraca enorme no meio das pernas dele.
Não sabia o que era, mas era a primeira vez que via uma coisa assim. Mas ele não contava com a minha curiosidade e minha insistência.
Agustina: Nonito, que isso?
Te dói? Isso que me faz cócegas?
Raúl: Isso é um pinto ou uma rola, neném...
Sim, é isso que te faz cócegas e que fica duro quando você senta.
Não, não dói.
Agustina: E pra que serve? Por que fica assim?
Posso ver? Prometo não contar nada.
Raul: Ok, vou te mostrar pra você ver.
Mas nem uma palavra pra ninguém.
Ele abaixou a calça e, como uma mola, saltou pra fora uma coisa grande em forma de cilindro,
com veias grossas, parecendo um pirulito, mas com um pau mais grosso.
Surpresa e cheia de mais perguntas, ela olhava para ele com admiração e vontade de saber mais sobre ele.Agustina: Uai Nonito, que grande que é... cock ou pinto?
É pra fazer cócegas?
Posso tocar?
Raul: É grande pra você, você ainda é muito novinha.
Chama do que quiser, eu chamo de cock.
Pode tocar e me dizer como é a sensação?
Sem hesitar, peguei com minhas mãos e acariciei.
Segurei do jeito que ele me ensinou.
Agustina: Uy, nenito, esse aí é bem duro e quente... Mas ao mesmo tempo é macio.
Como usa? Ou pra que serve?
Raúl: A gente, homem, usa pra fazer xixi.
Mas quando tá assim, é pra transar e, quando você é casada, poder ter bebês.
Agustina: Ah, é pra fazer xixi? Que nem minha rachinha, nenito?
Sexo, o que é isso, Nenito?
Bebês? Que nem meus irmãos? Como?
Quer ter bebês, nenito?
Parece meu pirulito, mas com um pau grosso, hahaha.
Raúl: Parece que vou ter que explicar isso muito melhor.
Vamos ver...
Sua rachinha se chama vulva ou vagina, ok, mas todo mundo chama de buceta.
Também serve pra fazer xixi e, quando você crescer,
um pau como o meu pode entrar nela.
Isso se chama sexo. E se você não se cuidar e encherem ela de porra, pode ter um bebê, que pode sair de lá.
Agustina: Seu pau pode entrar na minha rachinha como?
Com a porra que se fazem os bebês? Mas como vai sair um bebê da minha buceta?
Não entendo...
Raul: Ok. Vou te mostrar, já vai ver como é.
Ele me deitou de lado e levantou meu vestido, deixando minha calcinha à mostra.
Abriu minhas pernas e tocou meu clitóris.
Da minha boca saiu um suspiro como nunca antes.
Ele me disse: isso é o clitóris.
Daí sai o xixi e é sua zona quente.
Depois passou o dedo ao longo da minha buceta, o que me fez tremer.
E outro suspiro saiu da minha boca.
Passando o dedo algumas vezes na minha bucetinha, parando no meio da minha fenda, ele disse:Raúl: Viu como seu corpo reage? Isso se chama excitação. Aqui entre seus lábios vaginais, onde entra um pau. Se meter, goza aqui. Você ainda é pequena pra ter um bebê, mas sai por ali também.
Agustina: hahaha seu dedo faz umas cócegas gostosas hahaha. Por ali pode entrar seu pau, nonito? Isso seria sexo, né?
Raúl: Como te falei, você é muito novinha pra isso. Meu pau é grande demais pra sua buceta. Você aprende rápido, gata.
Agustina: Seu gozo é igual ao da mamãe que dá pro meu irmão? Sou pequena pra sexo. Mas gostei das cócegas... também não posso? Por isso não quer fazer? E o que eu posso fazer?
Ele me viu com meu pirulito na boca. Olhando atenta pro pauzão dele. Respondendo minhas perguntas bestas. Que nem imaginava onde ia me levar.
Raúl: Você é muito inteligente, curiosa, e eu gosto disso. Poderia te ensinar um monte de coisas. Mas tem que ser segredo, que nunca pode contar pra ninguém, muito menos pra minha neta. Porque se alguém descobrir, nunca mais vamos nos ver e nem poder te ensinar nada. Entende que isso é algo errado que eu tô fazendo?
Agustina: Sabe que eu gosto de aprender, nonito. Tipo segredos de pirata? Não vou contar nada, prometo, nonito. Você é o único que me ajuda com a lição e não quero que vá embora. Ele chegou perto de mim, tirou o doce da minha boca, passou na cabeça do pau dele e colocou de volta na minha boca.
Raúl: Vem, faz o mesmo que eu. Vamos brincar.
Assim, fiz várias vezes, deixando a cabeça do meu nonito cheia de doce. Entre minha baba e um líquido que saía do pau dele, a cabeça ficou coberta de doce e brilhante.
Raul: cê gosta de brincar, né? Por que não tira o doce dele...
Vamos, chupa igual pirulito, vai gostar.
Fiz assim, não sei por quê, mas tava morrendo de vontade.
Primeiro passei a língua com timidez.
Depois comecei a chupar.
O gosto de pica e de caramelo enchia minha boca.
Ele me dizia como fazer e ajudava com a minha mão. Ele fazia barulhos estranhos e me dizia coisas estranhas.
Raul: Ai, que boca gostosa... Mmmm...
Vou deixar você brincar com ela quantas vezes quiser...
Mmm... chupa teu novo chupetin... Mmmm...
Você gosta de chupar minha rola?
Agustina: Mmm... sim, Nonito... Mmmm
É tão gostoso quanto o chupetin...
Você gosta que eu faça isso?
Raul: Sim, eu gosto Mmm...
Não... para... Você chupa muito bem...
Quer ver a porra que os bebês fazem?... Ufs...
Olha como sai, abre a boca e põe a língua pra fora.
Parado na minha frente, começou a bater uma rápido.
Da rola dele saiu uma coisa branca e viscosa que bateu na minha cara.
O gosto não era igual ao da porra, e até tomei um pouco dela.
Raúl: Uy.... ha.... ah... Nenita gostosa....Quanto tempo que não gozava assim......Mmmm...
Esse é meu leitinho, cê gostou....
Se você tomar assim, vai ficar grande e forte que nem sua mamãe....
E quando crescer, esse leitinho vai te dar um filho.
Agustina: Uy..... Não é igual ao leite de vaca.
Mas.... sei lá...
Fui ao banheiro e lavei meu rosto.
Enquanto isso, ele me dizia pra não esquecer de não contar nada e os perigos que eu corria se alguém descobrisse.
Prometi não falar nada.
Ali também entendi que, quando o leitinho sai, a dureza dele baixa.
Bem quando ia falar, a campainha tocou.
Era minha mãe.
Juntei minhas coisas e me despedi do meu vovô com um beijo carinhoso.
Mas antes, falei:
Agustina: Obrigada, vovô, por me ensinar tudo.
Quero saber mais.
O suspiro. Raúl: Vamos, gatinha, sua mãe tá te esperando.
Não esquece nada e, quando tiver dever, vem sim?
A mãe agradeceu e a gente foi embora como se nada.
A gente se despediu e fui feliz pra casa, sabendo um monte de coisas e com a promessa de voltar logo.
No dia seguinte, na escola.
Na escola, só pensava no segredo com meu Nonito.
Não contei nada pra ninguém, nem pra minha amiguinha.
Só pensava no que mais meu Nonito ia me ensinar.
Não tinha dever, mas depois de comer,
falei pra minha mãe que tinha um monte de tarefa e saí quase sem me despedir.
Cheguei na casa dele e ele se surpreendeu de novo por me ver tão cedo.
Raúl: Oi, minha gatinha, como cê tá? Mais dever?
Vem, entra...
Vou lavar a louça e já já a gente começa a estudar.
Agustina: Não tenho dever, só vim aprender mais coisas que a escola não ensina.
Pode, Nonito?
Raúl: Espero que não tenha contado pra ninguém.
Tava pensando em como te ensinar mais e me veio um jogo na cabeça.
Respondi animada, sem saber como seria, falei:
Agustina: Quero jogar sim, Nonito...
A gente vai brincar de cócegas?
Raúl: Depois, agora a gente vai brincar de marido e mulher.
Vem comigo pro sofá que vou te ensinar a beijar.
Sabe como é?
Agustina: Igual mamãe e papai?
Beijos, Nonito? Tipo os que você dá na bochecha?
Mais ou menos isso, ele falou e me levou pro sofá.
Como um bom professor, me deu instruções e a gente começou.
Primeiro eram selinhos bem suaves, lábio com lábio.
Foram meus primeiros beijos e eu estava curtindo muito. Depois fui me guiando pra abrir a boca e adorei sentir a língua dele brincando com meus lábios.
Depois ela me pediu pra fazer o mesmo. Ele me acariciava e eu gostava pra caralho.
Meu corpo tremia e alguma coisa em mim ficava doida.
Ele se levantou do sofá enquanto eu tava em pé no sofá, compensando a altura.
Minha mão foi direto pro pau dele.
Agustina: Nossa, Nonito, ficou duro igual ontem...
Tô com umas cócegas no corpo inteiro, nossa...
Ele baixou a mão e acariciou minha buceta bem devagar, suave.
Raúl: Mmmm... tá bem duro por causa dos teus beijos...
Não acredito como tua buceta tá quente e molhada.
Pensei que você ainda não tava lubrificada.
Agustina: Mmmm... adoro seus carinhos..... Não sei por que ele faz isso, meu bem....
Ontem quando fui embora, ele tava assim como agora...
Mas não tanto...
Eu tocava o pau dele como ele me ensinou, enquanto ele tocava minha buceta. Isso me fazia gemer, e ele fazia o mesmo.
Ele sentou no sofá e me fez sentar em cima dele.
Eu, feliz porque ia brincar de cócegas de novo.
Ao sentir ele tão duro como sempre, meu corpo começou a se mexer sozinho, como se soubesse o que fazer.
Ele se ajeitou de um jeito que eu pudesse sentir ele bem entre os meus lábios da buceta.Eu sentia de novo aquelas cócegas que eu tanto gostava.
Minha pussy tava ainda mais molhada e depois mais e mais quente.
Uma sensação estranha começou a acontecer comigo e eu senti medo.
Eu gritei entre os gemidos.
Agustina: Ai... Ai... Nonito, vou fazer xixi...
Ah... Ha...
O que eu faço...
Quando eu tava quase parando.
Ele me mexia.
Raúl: Mmm... não se assusta, isso é um orgasmo...
Nunca imaginei que você pudesse ter um...
Sua pussy tá empapada.
Uma sensação estranha explodiu em mim que eu não conseguia explicar, minha pussy tava muito molhada.
Eu tava ofegante como se tivesse corrido no pátio da escola.
Aquela sensação foi tão gostosa que eu não parei de me mexer.
Ele puxou minha calcinha fio dental e, usando minha lubrificação,
nós nos esfregamos pele com pele.
Senti o dobro e todas essas sensações. Gostei tanto de sentir que tive mais um orgasmo.
Usando minha bunda, ele começou a se mover rápido e senti o pau dele explodir e encher minha bunda e a calcinha de porra pra caralho.
Ele me beijava extasiado e todo caloroso.Agustina: Uau, Nonito, isso é fuck?
Gostei muito...
E você?
Raúl: Não é o mais parecido que posso fazer com você, neném.
Mmm... mas foi muito tasty...
Claro que gostei muito.
Vem, vamos pro banheiro.
Tirei minha calcinha e lavei minha buceta com água e sabão.
Ele me deu uns beijinhos nas nádegas enquanto me secava.
Depois pegou uma calcinha da neta dele e me deu.
Raúl: Outro dia que você vier, eu te dou.
Vai ser nosso segredo.
Tomamos um chá e nos beijamos mais um pouco até minha mãe chegar pra me buscar.
Eu continuei sem contar nada pra ninguém.
Fazendo as tarefas ou só indo visitar meu Nonito pra brincar.
Como minha mãe não se importava, a gente aproveitava pra brincar de marido e mulher.
Enquanto eu aprendia coisas novas.
Como sempre, ficávamos sozinhos e o calor começava na sala, deixávamos a roupa por perto caso alguém chegasse.
Mas se não, ficávamos só de roupa íntima.
Ele sempre me dava calcinhas pra não sujar as minhas e também guloseimas.
Com o passar das semanas, ele me ensinava mais e mais.
Não era só eu que chupava a pica dele.
Uma tarde, ele me surpreendeu quando tirou minha calcinha e quis me saborear, e foi a melhor coisa que senti desde então.
A língua dele brincando com minha buceta.
Me fazia gozar igual uma louca.
Mas o que eu mais gostava era quando ele me levava pra cama dele e me beijava toda.
Um dia, enquanto ela montava em mim pra se esfregar. Não aguentei a tentação e enfiei bem no canal.
Senti uma leve pressão, mas distraída com as chupadas dela por cima da roupa.
Nem percebi.
A pressão foi ficando mais forte até que uma dor me fez gritar.
A cabeça enorme dela tava entrando dentro de mim.
Era uma dor como se mil agulhas estivessem se cravando dentro da minha buceta.
Agustina: Ai... Nonito, o que cê tá fazendo... Ai...
Dói muito... Ai...
Raúl: Desculpa, gata... só mais um pouquinho, já passa...
Só mais um pouquinho...
Dor e um mar de fluidos escorreram da minha buceta
enquanto ele me comia devagar.
Não enfiou tudo, mas eu senti cada pedaço.
Como eu gritava e chorava muito, ele tirou o pau. Pra passar a dor.
Quando me vi com sangue, me assustei e comecei a gritar.
Ele tentou me explicar e trouxe uma toalha molhada pra me limpar.
Fiquei com muita raiva, não só me fez doer.
Mas também tinha me machucado.
Sem entender nada. Por estar assustada.
Vesti minha roupa enquanto falava:
Agustina: Vou pra minha casa, você é mau, me fez doer... mau...
Não quero fazer isso de novo...
Tá doendo muito...
Ele me abraçou e pediu desculpa.
Vestiu a roupa e pediu pra eu ficar mais um pouco.
Fez um chá pra mim, mas eu continuei com raiva.
Fui embora e não voltei.
Mas no dia seguinte me senti mal pelo que aconteceu.
Voltei de novo.
Ele pediu desculpa e disse que sexo dói no começo, mas depois que passa é muito gostoso.
Eu não queria saber de nada.
Logo a raiva passou com os beijos e carinhos dele.
E a gente acabou transando na cama dele.
Embora tenha doído um pouco, era menos que antes. Minha buceta se adaptou ao pau dele e se tornou dele.
Ele tinha razão como sempre, e comecei a gostar.
Os orgasmos que ele me dava eram deliciosos.
Virei a putinha dele por anos, e ninguém nunca soube ou desconfiou de nada.
Bom, essa é a minha história, espero que vocês gostem e deixem o comentário de vocês.-------FIM------
Ps: Valeu por lerem a gente, espero os comentários de vocês pra continuar melhorando e trazendo conteúdo ainda melhor.
Um abraço pra todo mundo, até a próxima.
Maury-só-eu.
1 comentários - Confissões das minhas leitoras 9: Agustina