Oi, me chamo Clara, acabei de fazer 54 anos, sou casada, tenho três filhos, dois meninos e uma menina, e trabalho como faxineira num centro público. Fisicamente, sou gordinha, mas dizem que tenho um peitão e uma bunda boa.
Quem leu meu relato anterior sabe como eu me envolvi com o sobrinho do meu marido, e era uma relação que eu não tava disposta a abrir mão. Pra evitar problemas com a mãe dele, minha cunhada, pensei que seria bom ela se envolver com meu filho mais velho, que parece ter uma queda por mulheres milf. O que eles não sabiam é que, enquanto eles transavam na piscina do chalé dela, meu sobrinho e eu gravávamos tudo do andar de cima. Assim, se minha cunhada descobrisse, eu teria como me defender. O que eu não esperava é que isso teria consequências pra mim. Vendo a cena da minha cunhada fodendo com meu filho, comecei a reparar no pau dele, no corpo dele no geral, e comecei a ter fantasias com ele. E eu sou uma mulher que não gosta de deixar fantasias só na imaginação. Uma tarde, meu filho e eu estávamos sozinhos em casa. Como era agosto e tava muito calor, eu tava usando um roupão curto e decotado. Enquanto conversávamos sobre coisas banais, eu fazia questão de deixar o roupão deslizar pelas minhas coxas o máximo possível, mostrando cada vez mais, e do outro lado tentava abrir meu decote. Percebi que meu filho começou a reparar em mim.
Decidi perguntar pra ele sobre as aventuras dele, sempre tivemos muita intimidade e ele começou a me contar sobre a minha cunhada, e também sobre a vontade dele de ter casos com as mães dos amigos dele. Nessa hora, eu interrompi e, com a voz mais sensual que consegui, falei:
– Meu amor, isso fica pra outro dia, mas hoje eu quero que seja comigo.
E levei minha mão até o pau dele, que já tava durinho dentro do shorts. Depois, tirei a roupa dele e também o meu short, me ajoelhei na frente do meu filho e falei:
– Não é à toa que sua tia e outras milf tão doidinhas por esse pau, mas hoje ele vai ser meu.
E, me ajoelhando na frente dele, levei minha boca até aquele membro lindo, passei minha língua por ele todo. Meu filho começou a gemer enquanto dizia:
—Mas, mamãe, o que você está fazendo comigo?
Mas dava pra ver que ele já estava entregue, que queria fazer aquilo comigo. Depois de lamber o pau dele, achei que era hora de colocá-lo na minha boca. Os gemidos dele ficaram mais intensos enquanto eu continuava chupando. A verdade é que o fato de ser o pau do meu filho deixava tudo muito mais excitante. O pau dele era muito especial pra mim, e eu continuei chupando. Nessa hora, lembrei de uma coisa que o pai dele adora, embora tenha vergonha de admitir, e enfiei um dos meus dedos no cu dele. Meu filho fingiu que não era nada, como se nada tivesse mudado, e continuou aproveitando meus boquetes, enquanto eu sentia algo muito especial. De certa forma, era como voltar a foder com meu marido quando ele era mais jovem e tinha mais vigor. Minha boca continuava brincando com o pau dele, até que os gemidos ficaram muito mais fortes e ele disse:
—Mamãe, vou gozar.
E na mesma hora, uma enxurrada de porra saiu do pau dele. Tentei engolir tudo, mas não consegui evitar que uma parte escapasse da minha boca e molhasse meu corpo.
– Mamãe, foi incrível, ele disse, mas somos mãe e filho, não acha que o que estamos fazendo é errado?
– Querido, respondi, seria errado se isso afetasse nossas vidas, mas, mesmo que eu transe com você, continuarei fazendo com seu pai, e você, além de com sua tia, vai fazer com outras milf, eu vou te ajudar, até encontrarmos uma boa garota que me faça avó, hahaha, esse será nosso segredo.
Enquanto dizia isso, minhas mãos acariciavam o pau dele, que já estava se recuperando. Nesse momento, ele me disse:
– Tá bom, mamãe, esse será nosso segredo, mas quero te pedir uma coisa: deixa eu chupar seus peitos igual quando eu era criança. Não me lembro, mas estou com vontade.
–Claro, meu bem, eu disse, mamãe não pode te negar nada. Desabotoei o roupão, ele jogou no chão, não tava de sutiã, então fiquei só com uma fio dental vermelha. Meu filho, ao ver meus peitos naturais, ficou como hipnotizado:
– Adoro essas tetas, mãe, ele me disse.
– Mais do que as da sua tia? – falei, desenhando um sorriso no rosto que mostrava ao meu filho que eu estava brincando.
– Muito mais, ele respondeu.
– Kkkk, o que vocês, homens, não falam pra conseguir uma foda – eu disse, e completei: – Vai, chupa elas.
Ele, bem obediente, levou a boca até meus mamilos e começou a beijá-los, depois deu umas mordidinhas e colocou um deles na boca.
– Love, você faz muito bem – eu falei.
Ele ficou chupando meus mamilos por um tempo, até levar uma das mãos até minha calcinha fio dental e tocar minha buceta por cima dela. Sentiu que estava molhada, então enfiou a mão por baixo e, com um movimento rápido, me deixou nua. Eu já tinha deixado ele nu da cintura pra baixo, mas queria vê-lo completamente pelado, então puxei a camiseta que ele usava e tirei. Já tinha visto o peito do meu filho nu várias vezes, mas vê-lo completamente nu me pareceu um deus.
Naquele momento, ele também me olhou completamente nua. Era a primeira vez que ele via, ou pelo menos eu acho, minha buceta. Eu a mantenho peluda, mas nessa fase da minha vida sexual, tô na dúvida se raspo ou não. Como eu disse, senti que ele olhou pra minha buceta peluda e me disse:
– Mamãe, deixa eu comer sua buceta, tô com muita vontade, e também quero que você me ajude a melhorar minha técnica.
– Claro, meu bem, eu disse, as mães estão aqui pra educar os filhos, inclusive na parte sexual.
Sentei no sofá com as pernas bem abertas, meu filho se ajoelhou na minha frente e aproximou a cabeça da minha buceta, e depois enfiou a língua lá dentro. O pai dele não era muito chegado nisso, bom, quando éramos jovens até fazíamos, embora ele me obrigasse a estar bem depilada, mas depois de casados ele perdeu o interesse, e eu também parei de me depilar.
Sentir a língua do meu filho dentro de mim me fez lembrar dos meus tempos de jovem, mas era algo muito especial, ele me mostrava que, bom, mesmo que pudesse melhorar alguma coisa, era um bom comedor de bucetas, com certeza dava pra deixar pra alguma das minhas amigas, hahaha. Peguei a cabeça dele e esmaguei contra minha buceta, ele continuou me chupando, o filho da puta me fez gozar três vezes, até que decidi que ele tinha ganhado o prêmio principal, bom, o segundo maior, e afastando a cabeça dele da minha buceta perguntei: –Querido, como você está de camisinhas? Ele ficou meio surpreso e disse: –Bem, ainda tenho algumas. –Já que eu compro pra você, é justo que eu prove uma, falei. Ele, pelado, foi pro quarto dele e voltou com o pacote. –Se você quiser, mãe, vamos usar mais de uma, ele disse. –Claro que queria, mandei ele deitar no chão, depois me deitei ao lado dele e, tirando minha língua da boca, comecei a lamber e dar beijinhos no pau dele, ele começou a ofegar e o pau dele ficou duríssimo, o que aproveitei pra colocar a camisinha e masturbei um pouco enquanto dizia: –Então é isso que as mulheres veem antes de você foder elas? Não é à toa que ficam loucas. Fiquei de joelhos em cima do meu filho e enfiei o pau dele na minha buceta, e fui introduzindo devagar no começo, sentir o pau do meu filho dentro de mim me deu algo especial que não senti nem com o pai dele, nem com nenhum outro homem, era um calor e uma sensação muito especial.
—Ele, por sua vez, começou a se animar, viu que meu garoto estava curtindo, ele me disse:
—Mãe, isso é incrível, estou aproveitando mais com você do que com qualquer outra garota.
—Meu amor, adoro ouvir isso, mas o importante é que você curta ao máximo com cada mulher que estiver.
Eu continuei brincando com a pica do meu filho, queria que fosse verdade que comigo ele curtia mais do que com qualquer outra. Ele levou as mãos aos meus peitos.
—Você tem os melhores peitos que já vi, mãe.
As palavras do meu filho faziam carinho nos meus ouvidos, e mesmo sabendo que eram fruto de um momento de prazer, me sentia feliz. Continuei movendo a pica dele dentro da minha buceta para dar todo o prazer do mundo até que meu filho gritou:
—Vou gozaaaar, mãe.
E senti o esperma dele saindo da pica, mesmo dentro da camisinha. Naqueles momentos, eu já tinha tido vários orgasmos. Saí de cima e beijei ele docemente na boca, enquanto dizia:
—Meu amor, você me fez muito feliz.
Depois, com a mão, tirei a camisinha dele, embora estivesse com vontade de fazer algo bem especial, e fiz o esperma cair no meu corpo. E depois esfreguei tudo, queria que o sêmen do meu filho passasse a fazer parte do meu corpo. Naqueles momentos, eu disse:
– É um bom investimento o que gasto nos seus preservativos. Naquela hora, meu filho fez um novo pedido:
– Mamãe, quero colocar meu pau entre seus peitos, deixa?
– Claro, meu amor, respondi.
Deitei no chão e meu filho se colocou por cima de mim, e em seguida pôs o pau dele, já meio murcho, entre meus peitos. Eu, aproveitando que, em parte por causa dos quilos a mais que tenho, apertei meus peitos de um jeito que o pau do meu filho ficou preso entre eles como se fosse uma buceta. Ele começou a se mexer como se estivesse metendo, até que o pau dele recuperou toda a força. Nessa hora, meu filho me pediu:
– Mamãe, quero que a gente foda de novo, mas dessa vez quero ser eu quem fique por cima, quero que você veja que sou um homem e fazer com que me enxergue como um verdadeiro macho. Claro que eu disse que sim, me deitei no chão e abri bem as pernas. Meu filho colocou a camisinha, depois introduziu dois dedos na minha buceta e os mexeu lá dentro por um tempo, e viu que eu estava bem molhadinha. Ele esfregou o pau na minha buceta, pra deixar o pau ainda mais duro, e quando sentiu que estava no ponto, meteu o pau dentro da minha buceta enquanto me dizia:
– Amo sua buceta, mamãe, adoro ela, é tão gostosa, mais do que qualquer outra que já experimentei. Ele se movia dentro de mim com muita paixão, dava pra ver que era um macho bom de cama, daqueles que podem enlouquecer uma mulher. Percebi que ia querer repetir, mesmo sabendo que não era pra mim, que eu ia ser só mais uma das tantas que iam aproveitar aquela pica.
Me afastando do que ele tinha me dito, levantei minhas mãos e acariciei o peito dele, ele tinha um filho tão lindo, enquanto pensava nisso sentia o pau dele se mexendo dentro de mim, tive vários orgasmos seguidos, o fato de ele me chamar de mamãe enquanto a gente transava dava um tesão a mais na coisa, ao mesmo tempo que parecia uma nova forma de demonstrar o amor entre uma mãe e um filho. Depois de um tempo, ele me disse novamente: –Mamãe, vou gozar. –Vai, querido, eu disse, mas jorra o seu leite em cima da minha barriga. Senti como, mesmo dentro da camisinha, meu filho gozou dentro de mim, depois ele saiu, e quando tirou a camisinha, o sêmen dele, que mesmo depois de várias gozadas continuava bem abundante, caiu na minha barriga, eu pedi pra ele esfregar ele por ela, e ele fez isso. Depois disso, a gente se beijou de novo, ele me disse:
– Mamãe, eu te adoro, serei só seu. Insisti com ele sobre como nossa relação deveria ser; era fabuloso o que estávamos experimentando naqueles momentos, mas isso não deveria nos impedir de ter contato com outras pessoas que, sem dúvida, nos proporcionariam momentos maravilhosos, e lembrei-o novamente de que ele precisava me fazer avó. Naquela hora, meu filho me surpreendeu mais uma vez com outro pedido: – Mamãe, você me dá a sua bunda? Claro que não ia negar nada ao meu príncipe, então disse: – Claro, querido, é toda sua. Você já fez isso por aí? Ele confessou que poucas vezes, com alguma amiga muito safada. – Então hoje a sua amiga safada serei eu, falei. Fiquei de quatro, e ele se posicionou atrás de mim. Primeiro, acariciou minha bunda e disse:
– Mamãe, você tem a melhor bunda que eu já vi. Depois começou a dar beijinhos nela, e em seguida esfregou o pau pra deixar bem duro, e por último se colocou atrás de mim e meteu bem devagarzinho, parecia que tinha medo de me machucar.
–Fica tranquilo, amor, também não sou virgem, falei. Parece que minhas palavras animaram ele a me foder de um jeito mais decidido, ele começou a se mover com mais força, como se tivesse raiva, era um ritmo que eu adorava, mas queria que ele fizesse outra coisa enquanto isso e pedi:
–Querido, continua assim, mas adoraria que você também enfiasse seus dedos dentro da minha buceta.
Ele me obedeceu e eu senti seus dedos se movendo dentro de mim, naqueles momentos seus dedos me masturbavam, enquanto o pau dele me sodomizava, minha mente foi para uma das minhas fantasias nunca realizadas: transar com dois caras ao mesmo tempo. Mas a realidade não era menos gostosa, meu filho estava me deixando louca, eu gozei várias vezes, e ele, com os dedos dentro de mim, percebia.
Em um dado momento, sem tirar o pau do meu cu, depois de uma das minhas gozadas, ele levou os dedos à boca e os chupou, gemeu e disse:
–Isso é uma delícia, mamãe.
Ele continuou atacando meu cu, até que não aguentou mais e gozou, meu cu ficou cheio do leite dele. Eu teria continuado fodendo com ele, mas estava ficando tarde, seus irmãos podiam chegar a qualquer momento e foram chegando aos poucos, assim como meu marido. Preparei o jantar, e nos sentamos para comer. Durante a refeição, minhas fantasias dispararam: me imaginava transando com meu outro filho, ou com os dois juntos, ou minha filha transando com os irmãos dela. E por que não com o pai dela?
Mas algo me trouxe de volta à realidade, senti como se um pé, aos poucos, deslizasse ao longo das minhas coxas até alcançar minha calcinha, enquanto pensava nisso, via meu filho mais velho, com quem tinha acabado de foder, sorrindo de um jeito especial. E não sei se foi um sentimento de culpa, mas naquela noite, quando estava na cama com meu marido, me joguei em cima dele e a gente trepou de um jeito muito intenso.
(Este Relato pertence à klarisa no Conto Relatos)
Quem leu meu relato anterior sabe como eu me envolvi com o sobrinho do meu marido, e era uma relação que eu não tava disposta a abrir mão. Pra evitar problemas com a mãe dele, minha cunhada, pensei que seria bom ela se envolver com meu filho mais velho, que parece ter uma queda por mulheres milf. O que eles não sabiam é que, enquanto eles transavam na piscina do chalé dela, meu sobrinho e eu gravávamos tudo do andar de cima. Assim, se minha cunhada descobrisse, eu teria como me defender. O que eu não esperava é que isso teria consequências pra mim. Vendo a cena da minha cunhada fodendo com meu filho, comecei a reparar no pau dele, no corpo dele no geral, e comecei a ter fantasias com ele. E eu sou uma mulher que não gosta de deixar fantasias só na imaginação. Uma tarde, meu filho e eu estávamos sozinhos em casa. Como era agosto e tava muito calor, eu tava usando um roupão curto e decotado. Enquanto conversávamos sobre coisas banais, eu fazia questão de deixar o roupão deslizar pelas minhas coxas o máximo possível, mostrando cada vez mais, e do outro lado tentava abrir meu decote. Percebi que meu filho começou a reparar em mim.
Decidi perguntar pra ele sobre as aventuras dele, sempre tivemos muita intimidade e ele começou a me contar sobre a minha cunhada, e também sobre a vontade dele de ter casos com as mães dos amigos dele. Nessa hora, eu interrompi e, com a voz mais sensual que consegui, falei: – Meu amor, isso fica pra outro dia, mas hoje eu quero que seja comigo.
E levei minha mão até o pau dele, que já tava durinho dentro do shorts. Depois, tirei a roupa dele e também o meu short, me ajoelhei na frente do meu filho e falei:
– Não é à toa que sua tia e outras milf tão doidinhas por esse pau, mas hoje ele vai ser meu.
E, me ajoelhando na frente dele, levei minha boca até aquele membro lindo, passei minha língua por ele todo. Meu filho começou a gemer enquanto dizia:
—Mas, mamãe, o que você está fazendo comigo? Mas dava pra ver que ele já estava entregue, que queria fazer aquilo comigo. Depois de lamber o pau dele, achei que era hora de colocá-lo na minha boca. Os gemidos dele ficaram mais intensos enquanto eu continuava chupando. A verdade é que o fato de ser o pau do meu filho deixava tudo muito mais excitante. O pau dele era muito especial pra mim, e eu continuei chupando. Nessa hora, lembrei de uma coisa que o pai dele adora, embora tenha vergonha de admitir, e enfiei um dos meus dedos no cu dele. Meu filho fingiu que não era nada, como se nada tivesse mudado, e continuou aproveitando meus boquetes, enquanto eu sentia algo muito especial. De certa forma, era como voltar a foder com meu marido quando ele era mais jovem e tinha mais vigor. Minha boca continuava brincando com o pau dele, até que os gemidos ficaram muito mais fortes e ele disse:
—Mamãe, vou gozar.
E na mesma hora, uma enxurrada de porra saiu do pau dele. Tentei engolir tudo, mas não consegui evitar que uma parte escapasse da minha boca e molhasse meu corpo.
– Mamãe, foi incrível, ele disse, mas somos mãe e filho, não acha que o que estamos fazendo é errado? – Querido, respondi, seria errado se isso afetasse nossas vidas, mas, mesmo que eu transe com você, continuarei fazendo com seu pai, e você, além de com sua tia, vai fazer com outras milf, eu vou te ajudar, até encontrarmos uma boa garota que me faça avó, hahaha, esse será nosso segredo.
Enquanto dizia isso, minhas mãos acariciavam o pau dele, que já estava se recuperando. Nesse momento, ele me disse:
– Tá bom, mamãe, esse será nosso segredo, mas quero te pedir uma coisa: deixa eu chupar seus peitos igual quando eu era criança. Não me lembro, mas estou com vontade.
–Claro, meu bem, eu disse, mamãe não pode te negar nada. Desabotoei o roupão, ele jogou no chão, não tava de sutiã, então fiquei só com uma fio dental vermelha. Meu filho, ao ver meus peitos naturais, ficou como hipnotizado:
– Adoro essas tetas, mãe, ele me disse. – Mais do que as da sua tia? – falei, desenhando um sorriso no rosto que mostrava ao meu filho que eu estava brincando.
– Muito mais, ele respondeu.
– Kkkk, o que vocês, homens, não falam pra conseguir uma foda – eu disse, e completei: – Vai, chupa elas.
Ele, bem obediente, levou a boca até meus mamilos e começou a beijá-los, depois deu umas mordidinhas e colocou um deles na boca.
– Love, você faz muito bem – eu falei.
Ele ficou chupando meus mamilos por um tempo, até levar uma das mãos até minha calcinha fio dental e tocar minha buceta por cima dela. Sentiu que estava molhada, então enfiou a mão por baixo e, com um movimento rápido, me deixou nua. Eu já tinha deixado ele nu da cintura pra baixo, mas queria vê-lo completamente pelado, então puxei a camiseta que ele usava e tirei. Já tinha visto o peito do meu filho nu várias vezes, mas vê-lo completamente nu me pareceu um deus.
Naquele momento, ele também me olhou completamente nua. Era a primeira vez que ele via, ou pelo menos eu acho, minha buceta. Eu a mantenho peluda, mas nessa fase da minha vida sexual, tô na dúvida se raspo ou não. Como eu disse, senti que ele olhou pra minha buceta peluda e me disse:
– Mamãe, deixa eu comer sua buceta, tô com muita vontade, e também quero que você me ajude a melhorar minha técnica. – Claro, meu bem, eu disse, as mães estão aqui pra educar os filhos, inclusive na parte sexual.
Sentei no sofá com as pernas bem abertas, meu filho se ajoelhou na minha frente e aproximou a cabeça da minha buceta, e depois enfiou a língua lá dentro. O pai dele não era muito chegado nisso, bom, quando éramos jovens até fazíamos, embora ele me obrigasse a estar bem depilada, mas depois de casados ele perdeu o interesse, e eu também parei de me depilar.
Sentir a língua do meu filho dentro de mim me fez lembrar dos meus tempos de jovem, mas era algo muito especial, ele me mostrava que, bom, mesmo que pudesse melhorar alguma coisa, era um bom comedor de bucetas, com certeza dava pra deixar pra alguma das minhas amigas, hahaha. Peguei a cabeça dele e esmaguei contra minha buceta, ele continuou me chupando, o filho da puta me fez gozar três vezes, até que decidi que ele tinha ganhado o prêmio principal, bom, o segundo maior, e afastando a cabeça dele da minha buceta perguntei: –Querido, como você está de camisinhas? Ele ficou meio surpreso e disse: –Bem, ainda tenho algumas. –Já que eu compro pra você, é justo que eu prove uma, falei. Ele, pelado, foi pro quarto dele e voltou com o pacote. –Se você quiser, mãe, vamos usar mais de uma, ele disse. –Claro que queria, mandei ele deitar no chão, depois me deitei ao lado dele e, tirando minha língua da boca, comecei a lamber e dar beijinhos no pau dele, ele começou a ofegar e o pau dele ficou duríssimo, o que aproveitei pra colocar a camisinha e masturbei um pouco enquanto dizia: –Então é isso que as mulheres veem antes de você foder elas? Não é à toa que ficam loucas. Fiquei de joelhos em cima do meu filho e enfiei o pau dele na minha buceta, e fui introduzindo devagar no começo, sentir o pau do meu filho dentro de mim me deu algo especial que não senti nem com o pai dele, nem com nenhum outro homem, era um calor e uma sensação muito especial.
—Ele, por sua vez, começou a se animar, viu que meu garoto estava curtindo, ele me disse: —Mãe, isso é incrível, estou aproveitando mais com você do que com qualquer outra garota.
—Meu amor, adoro ouvir isso, mas o importante é que você curta ao máximo com cada mulher que estiver.
Eu continuei brincando com a pica do meu filho, queria que fosse verdade que comigo ele curtia mais do que com qualquer outra. Ele levou as mãos aos meus peitos.
—Você tem os melhores peitos que já vi, mãe.
As palavras do meu filho faziam carinho nos meus ouvidos, e mesmo sabendo que eram fruto de um momento de prazer, me sentia feliz. Continuei movendo a pica dele dentro da minha buceta para dar todo o prazer do mundo até que meu filho gritou:
—Vou gozaaaar, mãe.
E senti o esperma dele saindo da pica, mesmo dentro da camisinha. Naqueles momentos, eu já tinha tido vários orgasmos. Saí de cima e beijei ele docemente na boca, enquanto dizia:
—Meu amor, você me fez muito feliz.
Depois, com a mão, tirei a camisinha dele, embora estivesse com vontade de fazer algo bem especial, e fiz o esperma cair no meu corpo. E depois esfreguei tudo, queria que o sêmen do meu filho passasse a fazer parte do meu corpo. Naqueles momentos, eu disse:
– É um bom investimento o que gasto nos seus preservativos. Naquela hora, meu filho fez um novo pedido: – Mamãe, quero colocar meu pau entre seus peitos, deixa?
– Claro, meu amor, respondi.
Deitei no chão e meu filho se colocou por cima de mim, e em seguida pôs o pau dele, já meio murcho, entre meus peitos. Eu, aproveitando que, em parte por causa dos quilos a mais que tenho, apertei meus peitos de um jeito que o pau do meu filho ficou preso entre eles como se fosse uma buceta. Ele começou a se mexer como se estivesse metendo, até que o pau dele recuperou toda a força. Nessa hora, meu filho me pediu:
– Mamãe, quero que a gente foda de novo, mas dessa vez quero ser eu quem fique por cima, quero que você veja que sou um homem e fazer com que me enxergue como um verdadeiro macho. Claro que eu disse que sim, me deitei no chão e abri bem as pernas. Meu filho colocou a camisinha, depois introduziu dois dedos na minha buceta e os mexeu lá dentro por um tempo, e viu que eu estava bem molhadinha. Ele esfregou o pau na minha buceta, pra deixar o pau ainda mais duro, e quando sentiu que estava no ponto, meteu o pau dentro da minha buceta enquanto me dizia:
– Amo sua buceta, mamãe, adoro ela, é tão gostosa, mais do que qualquer outra que já experimentei. Ele se movia dentro de mim com muita paixão, dava pra ver que era um macho bom de cama, daqueles que podem enlouquecer uma mulher. Percebi que ia querer repetir, mesmo sabendo que não era pra mim, que eu ia ser só mais uma das tantas que iam aproveitar aquela pica.
Me afastando do que ele tinha me dito, levantei minhas mãos e acariciei o peito dele, ele tinha um filho tão lindo, enquanto pensava nisso sentia o pau dele se mexendo dentro de mim, tive vários orgasmos seguidos, o fato de ele me chamar de mamãe enquanto a gente transava dava um tesão a mais na coisa, ao mesmo tempo que parecia uma nova forma de demonstrar o amor entre uma mãe e um filho. Depois de um tempo, ele me disse novamente: –Mamãe, vou gozar. –Vai, querido, eu disse, mas jorra o seu leite em cima da minha barriga. Senti como, mesmo dentro da camisinha, meu filho gozou dentro de mim, depois ele saiu, e quando tirou a camisinha, o sêmen dele, que mesmo depois de várias gozadas continuava bem abundante, caiu na minha barriga, eu pedi pra ele esfregar ele por ela, e ele fez isso. Depois disso, a gente se beijou de novo, ele me disse:
– Mamãe, eu te adoro, serei só seu. Insisti com ele sobre como nossa relação deveria ser; era fabuloso o que estávamos experimentando naqueles momentos, mas isso não deveria nos impedir de ter contato com outras pessoas que, sem dúvida, nos proporcionariam momentos maravilhosos, e lembrei-o novamente de que ele precisava me fazer avó. Naquela hora, meu filho me surpreendeu mais uma vez com outro pedido: – Mamãe, você me dá a sua bunda? Claro que não ia negar nada ao meu príncipe, então disse: – Claro, querido, é toda sua. Você já fez isso por aí? Ele confessou que poucas vezes, com alguma amiga muito safada. – Então hoje a sua amiga safada serei eu, falei. Fiquei de quatro, e ele se posicionou atrás de mim. Primeiro, acariciou minha bunda e disse:
– Mamãe, você tem a melhor bunda que eu já vi. Depois começou a dar beijinhos nela, e em seguida esfregou o pau pra deixar bem duro, e por último se colocou atrás de mim e meteu bem devagarzinho, parecia que tinha medo de me machucar.
–Fica tranquilo, amor, também não sou virgem, falei. Parece que minhas palavras animaram ele a me foder de um jeito mais decidido, ele começou a se mover com mais força, como se tivesse raiva, era um ritmo que eu adorava, mas queria que ele fizesse outra coisa enquanto isso e pedi:
–Querido, continua assim, mas adoraria que você também enfiasse seus dedos dentro da minha buceta. Ele me obedeceu e eu senti seus dedos se movendo dentro de mim, naqueles momentos seus dedos me masturbavam, enquanto o pau dele me sodomizava, minha mente foi para uma das minhas fantasias nunca realizadas: transar com dois caras ao mesmo tempo. Mas a realidade não era menos gostosa, meu filho estava me deixando louca, eu gozei várias vezes, e ele, com os dedos dentro de mim, percebia.
Em um dado momento, sem tirar o pau do meu cu, depois de uma das minhas gozadas, ele levou os dedos à boca e os chupou, gemeu e disse:
–Isso é uma delícia, mamãe.
Ele continuou atacando meu cu, até que não aguentou mais e gozou, meu cu ficou cheio do leite dele. Eu teria continuado fodendo com ele, mas estava ficando tarde, seus irmãos podiam chegar a qualquer momento e foram chegando aos poucos, assim como meu marido. Preparei o jantar, e nos sentamos para comer. Durante a refeição, minhas fantasias dispararam: me imaginava transando com meu outro filho, ou com os dois juntos, ou minha filha transando com os irmãos dela. E por que não com o pai dela?
Mas algo me trouxe de volta à realidade, senti como se um pé, aos poucos, deslizasse ao longo das minhas coxas até alcançar minha calcinha, enquanto pensava nisso, via meu filho mais velho, com quem tinha acabado de foder, sorrindo de um jeito especial. E não sei se foi um sentimento de culpa, mas naquela noite, quando estava na cama com meu marido, me joguei em cima dele e a gente trepou de um jeito muito intenso.
(Este Relato pertence à klarisa no Conto Relatos)
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