Grávida e infiel. Parte 12

Depois de terminar de montar tudo no salão onde seria o aniversário, voltei pra casa e encontrei o Dante limpando, ele tinha cozinhado e aconteceu algo que nunca pensei que fosse rolar. Guardei tudo e ele começou a servir a comida. Comemos em silêncio e, quando terminamos, eu juntei, lavei os pratos e o que tinha usado pra cozinhar. Fui me deitar e vejo o Dante no celular, mas ele desligou na hora quando me viu.
Eu: – O que cê tava fazendo?
Dante: – Nada... nada. Só vendo uns vídeos... vem, deita – como se obedecesse ao pedido dele, tirei minha camiseta e meu sutiã junto com minha calcinha e minha legging. Me aproximei de quatro na cama, completamente pelada, ele se surpreendeu ao me ver assim. Tirou a camiseta que tava vestindo e rapidamente arrancou a calça e a cueca.
Dante: – Uauuuu... que gatinha linda... vai ronronar e ficar toda mimosa?? – falando num tom rouco e excitado.
Eu: – Se é isso que você deseja – estendi meu braço, arranhando de leve o peito dele – posso ser sua gatinha.
Dante: – Ah, sim, vem... minha gatinha linda e prenha... já que somos dois gatos bem tarados, queria te comer igual eles fazem ou igual os cachorros, por trás...
Eu: – Mmmmmmmmm e como seria?
Dante se levantou e eu fiquei de quatro, senti ele atrás de mim, começou a massagear minha barriga inchada, meus peitos e acariciar minha buceta que aos poucos começava a ficar molhada. Me endireitei sentindo o corpo dele contra minhas costas e a gente se beijava, tentando abrir mais e mais a boca. Sentia o pau dele bem duro roçando no meu cu e a gente gemia que nem desesperado. Ele me fez voltar pra posição de quatro, roçou o pau duro na entrada da minha buceta e, como ele não tava bem posicionado, o pau não entrava e saía, batendo na borda dos meus lábios e saindo de novo. Essa sensação foi deliciosa e eu tava prestes a gozar, quando sinto a mão dele procurando a entrada da minha buceta e ele começou a me tocar muito alucinado ao sentir meu orgasmo iminente e quando eu tava prestes a gozar, ele enfiou o pau de uma vez, ficando os dois bem juntinhos.
Eu: - Ai pelo amor, love... agggghhh... isso... isso foi... foi incrível...
Dante: - Minha Yuli... que gostosa que você ficou... todo seu suquinho pra mim... mmmmmmmmmmm
Eu: - Uf... foi... foi sensacional... mas tô com a boca seca... parece que isso tudo sugou até minha saliva
- a gente riu junto -
- sério... -
Dante riu de novo -
- te amo...
Dante: - Também te amo... e agora quero gozar bem dentro de você, e de tanto que quero fazer isso, já vamos fazer um irmãozinho pro Jeremias!
- A gente riu de novo -
Eu: - Cê acha que já dá pra fazer outro bebê?
Dante: - Siimm... e olha só você... tá... Ufffff... que molhada que você tá, meu tesouro... que linda.

Usa a palavra: buceta empapada, vai chapinhar nessa água meu pau.
Enquanto o pau dele entrava e saía num ritmo suave e ele beijava minhas costas e passava a língua. Isso me dava mais tesão sentir ele assim, tentava lembrar se já tinha feito algo assim com ele ou com Salvador. Ao trazer ele pros meus pensamentos. Fechei os olhos e imaginava ele por perto enquanto acariciava minha barriga e apertava meus peitos pra fazer sair o leite e como se fosse um desejo, meus peitos começaram a gotejar devagar. Me apoiei com uma mão e com a outra tentava segurar as gotas de leite e era tanto que o Dante me mexia que mais de uma gota escapava da minha mão. Ele ia cada vez mais rápido, cada vez mais forte e eu derrubei no chão o pouco que tinha juntado e o Dante tava prestes a gozar.
Dante: - Ai meu love... ayyyyyy ayyyyyy...
Eu: - Uuui meu love... ayyyyy... ayyyyy... assim... do jeito que eu gosto assim...
E eu sentia jorros de sêmen dele dentro da minha buceta empapada.
Quando ele saiu de cima de mim, viu que tudo estava molhado.
Dante: - Uauuuuu... isso foi... isso foi incrível...
Eu: - Siiim- me aproximei e dei um beijo nele- vou pegar algo pra secar.
Dante: - Não, não, deixa assim...
Eu: - Sim, mas preciso secar um pouco meus peitos.
Dante: - Ah... sim sim... pega algo, senão essa cama vai virar um mar de leite de verdade. Levantei e peguei uma toalha de mão pra secar meus peitos, coloquei um dos meus sutiãs de algodão sem vestir mais nada — verdade que gostei de ter ficado assim com você... essa brincadeira de ser bicho, meio que curti.
Eu: — E eu? Cê gosta de mim?
Dante: — Claro que eu gosto de você, minha costelinha... você me encanta... Te amo, minha linda!
— Sorri pra ele — E...? E eu te agrado?
Eu: — Claro, love...

Ele me abraçou por trás, nós dois ainda pelados, só que eu tava com meu sutiã pra não molhar ele ou fazer Dante ficar incomodado, e a gente dormiu.

Quando acordei e não vi o Dante na cama, esperei sentada uns minutos pra ver se ele voltava com os mates da merenda. Como não ouvi nada, levantei.
Indo pra cozinha, vi ele preparando uns mates com torradas e doce de leite. Cheguei devagar e passei a mão nele.
Dante: — Oi, gostosa... me pegou bem na hora de preparar algo pra levar pra cama. Ou comemos na mesa?
Eu: — Ah, que pena... mas vamos comer aqui, se quiser...

Eu levei as coisas do mate e ele levou a bandeja com as torradas.
Enquanto comia, via que o Dante tava recebendo um monte de mensagem. Eu comia e depois tomava um mate, olhando pra ele meio estranha, mas ele continuava me ignorando. Ficamos em silêncio tomando mates enquanto ele mexia no celular sem pedir desculpa.

Quando terminamos, ele levantou e levou o celular pra sala. Os olhos e as expressões dele tavam cada vez mais na cara, mas evitei falar qualquer coisa. Juntei tudo e fui ver meu celular. Tinha mensagem da minha irmã:
"Oi Yuli, como cê tá? Como tão as coisas?? Cê fez as pazes com o Dante de novo? Liguei pra mãe e ela não sabe de você. Por favor responde, a gente tá preocupada..."
"Oi Mari. Sim, sim, tudo bem. Tô em casa com o Dante. Fala pra mamãe que vou passar aí mais tarde ou amanhã na casa dela. Beijos."

Eu me vestia, passando a mão na minha barriga, lembrando de toda a loucura que a gente fez e do que a gente tinha aprontado. Mas naquela visão, eu via o rosto do Salvador, aquele sorriso, aqueles gestos. Esse jeito de me olhar, que nenhum homem nunca tinha me olhado assim, com aquele amor e carinho que ele tinha. Meus peitos endureceram e eu senti de novo uma vontade forte de dar, mas com ele, de estar de novo como a gente tinha estado naquele apartamento, no condomínio. Até que eu ouço o Dante abrir a porta com tudo e eu abri os olhos e olhei pra ele. Quando vi ele com aquele olhar que parecia saído de um filme de terror, o olhar dele era de raiva com fúria e ao mesmo tempo com ódio. Eu: - O que foi que te...? - ele me deu um tapa na cara. Dante: - Cê acha que eu sou idiota ou o quê??? Eu: - Mas amor, o que foi que te...??? Dante: - Então você tava com meu melhor amigo, na casa dele e lá você ficou com ele??? Me responde... você ficou com ele???? Eu: - Ele me emprestou um lugar pra ficar. Depois que eu saí daqui, depois daquilo que eu passei, que você imaginava transar com duas ou que você tava... sei lá... mas você tá errado! Dante: - Eu errado??? Eu errado??? Cê acha que eu tenho 5 anos??? Elias, meu amigo, esse sim é amigo, viu, tanto ele quanto você... não só te emprestou o apartamento dele como também te deu apoio... vocês são o pior, você e esse cara. Eu: - Se acalma... se acalma... não sei do que você tá falando. Dante: - Não vou me acalmar nada... vai negar que essa não é você! - ele me mostrou umas fotos que foram tiradas de longe quando eu abri a porta pro Salvador no condomínio e outras na sala onde iam fazer o aniversário - Tá vendo? Tá vendo??? Viu todas as fotos??? É você e ele... vai negar que você tava com ele escondida de mim???? Me responde, filha da puta... você tá tendo um caso escondido com meu melhor amigo, ou melhor, com quem era meu melhor amigo???? Eu: - Deixa eu explicar... Dante: - Minha mãe tinha razão... meus amigos todos tinham razão sobre você... Eu: - Sobre o que eles pensavam de mim? Que eu sou uma preta triste e pobre que não tem onde cair morta e por isso te procurei? Cê acha que eu te escolhi pela sua carteira??? Dante: - Não, não sei se pela sua carteira ou o quê... que eu tinha, mas tinha uma condição financeira melhor que qualquer um daqueles que iam pro colégio... bom, tem um só que tem até mais que eu, mas é tão cagão que pra mim é um pobre coitado. Eu fiquei calada. Fala... vamos... fala, porra, de uma vez por todas. Ele me deu um puxão forte na barriga e eu me segurei. Fala... não inventa mais desculpa... ou esse filho que você tá esperando é daquela imundície??? Falaaaaa!!!!! Eu: — Se acalma... se acalma... esse bebê que a gente tá esperando é seu e meu. Tira essa loucura da sua cabeça que sua mãe colocou, de fazer você acreditar que o Jeremias não é seu filho. Segundo, já te falei, o Salvador me emprestou aquele lugar. Ou você já esqueceu que me fez passar por otária depois daquela fantasia, sonho, ou o que quer que tenha sido com aquela tia ou ex-tia do Salvador e a prima dele??? Dante: — Não, não esqueci, mas já te pedi perdão... e me fala a verdade, o que rola entre você e o Salvador??? Não me faz perder a paciência. Eu: — O Salvador me acompanhou naquele momento na ultrassom porque a gente se esbarrou lá, a mãe dele tava fazendo uns exames, como me viu sozinha, me acompanhou. Depois que aconteceu aquilo com seu sonho, liguei pra minha irmã e como ela não tava, pedi pro Salvador um apartamento que ele tinha me oferecido. Só isso... Dante: — Mas você e ele... transaram?? Eu: — Não... não, não... tira isso da cabeça... Dante: — Tomara que seja verdade... porque juro que você vai se arrepender... — ele fez um sorrisinho — bom... vou tomar banho pra gente ir pro aniversário da Ramona. Eu: — Ok, sim... tá bem. Enquanto eu preparava algo pra vestir, ele foi tomar banho. Tentei olhar o celular dele, mas tava bloqueado com senha numérica. Deixei onde tava e me troquei. Coloquei uma camisa justa que marcava bem minha barriga, com uma calça de cintura elástica e uns tamancos pra poder andar e ficar confortável. Saímos no carro do Dante e, com tudo que tinha rolado, não escrevi pro Salvador por causa da suspeita que o Dante tinha entre nós, pra evitar problema. que não aconteça nada de ruim. Quando cheguei, já tinha bastante gente da família do Salvador: as tias, tios, primos, amigos dos pais dele, e vi alguém familiar que era o Bernardo, de longe parecia muito com o Salvador. Eu fiz uma careta leve enquanto cumprimentava todo mundo. Depois de uma hora, tivemos que fazer silêncio porque a homenageada estava chegando com o marido e alguns dos filhos. Quando acenderam as luzes, todo mundo gritou junto: SURPRESAAAAA!!! A Ramona, quando percebeu, começou a rir e chorar ao mesmo tempo de emoção: vendo tudo que tinham preparado pra ela junto com a família grande e os amigos íntimos dos filhos. Quando ela se aproximou de mim, eu estava junto com o Dom Rodas, e ela disse pro Rodas:
- Ela é a responsável por tudo isso que tem na mesa e pela decoração, é uma mulher maravilhosa.
Eu:
- Obrigada... obrigada... feliz aniversário, Ramona, e espero que goste de tudo que fiz pra senhora.
Ramona:
- Ai, minha querida - me abraçou forte e deu uns tapinhas nas minhas costas - muito obrigada... obrigada de verdade, e obrigada por estar aqui com o grande amigo do Salvador.
Dante:
- Feliz aniversário - deu um sorrisinho e me abraçou - aproveite bem.
Ramona:
- Obrigada por vir... obrigada por tudo isso... - ela continuou cumprimentando os outros.
Vi o Dante pegando uma taça de sidra pra brindar e ele tinha pegado uma pra mim.
Eu:
- Não, não... eu não posso beber álcool... obrigada... vou pegar um refrigerante ou água.
Dante:
- Tá bom... - eu caminhei até o bar e nisso cruzo com o Salvador.
Salvador:
- Yulita linda... obrigado... obrigado por vir - ele ia me abraçar.
Eu:
- Não, não... para... preciso te falar uma coisa, Salva.
Salvador:
- É que eu quero te agradecer por tudo isso e por...
Eu:
- Salvador, sério... parece que o Dante ficou sabendo pela boca do Elias sobre a gente, e se ele te ver perto de mim, vai me bater de novo.
Salvador:
- O que você tá dizendo que esse animal fez com você?
Eu:
- Nada... nada... por favor, se afasta... - Nisso, vejo o Dante vindo feito uma locomotiva a toda velocidade na direção onde eu tava com o Salvador - Para, Dante... se acalma... não faz isso. palhaçadas aqui, Dante:
- Mas o que que há com você, meu amor... vim cumprimentar o Salvi - se aproximou dele, dando um abraço forte e batendo nas costas dele sem jeito - amigo, amigo...
Salva:
- Que alegria te ver e ver vocês aqui no aniversário da minha mãe... Tava agradecendo à Juli... digo, à Giuliana por tudo isso, ela é uma gênia
Dante:
- Claro... é a minha mulher - me abraçou e massageou minha barriga - e com nosso filho, nosso bebê - tocou a barriga com uma das mãos
Salva:
- Parabéns pra vocês, amigo...
A festa foi passando tranquila. Com Salvador, a gente tentava não cruzar olhares e nem ficar perto um do outro, como se não existíssemos. Num momento, toca música e abrem espaço pra pista, e começa a tocar música da moda que todo mundo dançava em roda ou de casal. Eu tinha perdido Salvador de vista, mas me sentia aliviada, já que não queria cruzar com ele de novo. Até que olho pra porta e vejo ele dançando com uma mulher jovem. Fiz uma careta leve e continuei dançando com Dante.
O tempo passou, chegou a hora de cantar o parabéns. Eu tava num canto junto com Dante enquanto via a família toda tirando fotos: Ramona com o marido sozinhos, depois com os filhos, os netos, até que alguém falou alto: "Cadê as noras???" E chegou a mulher do Bernardo, outra que parecia ser a mulher do Oscar, o irmão do meio, e também a namorada do caçula. E entre o público, se aproxima aquela que tava dançando com Salvador. O sorriso que eu tinha se desfez, senti como se tivessem dado uma pedrada no meu coração, jogada com força contra uma janela. Mas evitei que minha dor aparecesse e tentei me segurar.
Dante já tava cansado e queria ir embora, e fomos nos despedir de todo mundo. Ao se aproximar de Salvador, Dante o parabeniza:
- Então amigo, parabéns... não sabia que você tava namorando...
Salva:
- Valeu... sim sim... aqui estamos... ela é a Irene...
Irene:
- É um prazer... Sal falou muito de vocês... vocês são uma... Casal muito lindo, muito lindo... Eu: - Obrigada e obrigada pelo convite... Salva: - Obrigado a você por tornar tudo isso realidade... todo mundo está maravilhado com o que você fez, Yuli Eu: - Bom, obrigada... vamos? Dante: - Bom... se divirtam e cuidado pra não exagerar na farra, hein... - Dante e Salvador caíram na risada Dante me segurou pelo ombro e eu tava com uma amargura danada, não conseguia acreditar que o Salvador tinha uma namorada ou uma mina na vida dele. Não conseguia acreditar (FALTA POUCO PRO FINAL)

3 comentários - Grávida e infiel. Parte 12

Sos una genia, tremenda historia y lejos uno de los mejores relatos que leí últimamente 👏👏👏
Espero con ansias la continuación de esta historia, gracias genia por compartirla con la comunidad