Náufragos do Desejo 2

Náufragos do Desejo 2O furacão chegou sem aviso. O céu se partiu ao meio. O cruzeiro, gigante e luxuoso, não teve a menor chance. Horas depois, entre restos flutuantes, apenas dois sobreviventes alcançaram uma praia desconhecida, arrastados pela correnteza: Elena, uma loira de corpo esculpido pelo pilates e biquínis caríssimos, e Bruno, um técnico de manutenção, moreno, musculoso. Elena tirou os saltos quebrados e a blusa encharcada. O sutiã branco, colado na pele molhada, deixava os bicos dos peitos marcados sem vergonha. Bruno desviou o olhar com respeito, mas o instinto o traiu: desejou ela na hora. — Você tá bem? — perguntou ele, ofegante. — Não sei… acho que sim. Tem mais alguém? — Só nós. Ninguém mais. As primeiras horas passaram em silêncio, procurando galhos secos, um pouco de sombra e um lugar pra dormir. O sol queimava, a fome apertava, e o instinto de sobrevivência os unia sem palavras. — Vou procurar frutas ou algo comestível — disse Elena, mais prática do que parecia. — Cuidado. E se achar água, me avisa. Ela se embrenhou na vegetação enquanto Bruno montava um abrigo improvisado com folhas grandes. Não demorou muito pra Elena voltar com as mãos cheias de pequenas frutinhas vermelho-escuras. — Não sei o que são… mas cheiram bem. — Prova uma só primeiro — falou Bruno —, por via das dúvidas. Ela provou. E, sem sentir nenhum efeito ruim, comeu um punhado.vadia—Tão doces. Muito doces… Meia hora depois, o efeito começou. Primeiro foi uma sensação de calor no peito. Depois, os bicos dos peitos endureceram com força. E a buceta… começou a pulsar como se tivesse vida própria. —Bruno… tô me sentindo estranha… —Estranha como? —Sei lá… tipo… —ela parou, mordendo o lábio—… com tesão. Muito tesão. Bruno olhou pra ela. Ela já estava com a pele avermelhada, os olhos brilhando, as pernas inquietas. Respirava rápido e, de repente, desabotoou o short molhado. —Não sei o que tá rolando comigo… mas preciso… preciso me tocar… Ela se ajoelhou na frente dele. O corpo tremia. A calcinha dela estava encharcada, não só por causa do mar. —Bruno… por favor… faz alguma coisa. Ou eu vou enlouquecer. Ele engoliu seco. Não tinha certeza. Mas a ereção dele era impossível de esconder por baixo da calça. —Tem certeza…? —Agora! —gemeu ela, se aproximando—. Já! Não me faz esperar! E beijou ele com fúria. Com fome. Com um desejo selvagem que não conhecia limites. Puxou a calça dele pra baixo. E libertou o pau dele. A expressão dela dizia tudo: —Meu Deus… você não faz ideia do que tá me fazendo. Ela pegou com as duas mãos. Lambeu. Chupou com desespero. Como se o antídoto pra loucura dela estivesse na boca dele. Bruno segurou o cabelo dela enquanto ela engolia tudo, gemendo, suando. Mas não era o suficiente. Ela se levantou, tirou tudo, e se agachou sobre um tronco seco. —Me come. Agora. Enfia. Tudo!Contos eroticosBruno enfiou a pica com força, de uma só estocada. Ela gritou. Não de dor. De alívio. De desejo. —Isso! Sim! Mais! Me arrebenta! Bruno metia sem parar, segurando ela pela cintura, sentindo a bunda dela quicar a cada estocada. Ela se tocava na frente, desesperada. —Vou gozar! Meu Deus… tô gozando! E gozou. Com espasmos, com tremores, um gemido tão alto que os pássaros voaram das árvores. Bruno veio junto segundos depois, jorrando dentro dela, rugindo. Caíram no chão, respirando como bichos. —Que… porra… eram aquelas frutas? —ele disse, ofegante. Elena sorriu, com o rosto vermelho e a buceta encharcada. —Sei não… mas amanhã… vou comer mais.muito gostosaA lua brilhava sobre a ilha, branca e redonda como um olho vigilante. A fogueira improvisada crepitava em silêncio, enquanto Bruno descansava ao lado de seu catre de folhas, exausto pelo dia e, principalmente, pela sessão desenfreada com Elena horas atrás. Ela, por outro lado, não conseguia dormir. O corpo ainda ardia. Sentia os mamilos duros, a buceta molhada e os pensamentos saturados de sexo. Não conseguia parar. Levantou-se em silêncio. Caminhou nua entre os arbustos até onde tinha visto as frutas, e levou um punhado inteiro à boca. O sabor explodiu na língua: doce, ácido, inebriante. Voltou com os olhos brilhando. Ajoelhou-se ao lado de Bruno, que dormia de barriga para cima. O torso nu subia e descia lentamente. Elena acariciou seu peito, beijou seu abdômen e o acordou com voz baixa, sensual.

— Bruno… amor… Acorda.

— O que foi?

Ela não respondeu. Só enfiou uma fruta entre os lábios dele e o obrigou a mastigar.

— O que é isso?

— Você vai ver logo — sussurrou, com um sorriso obscuro.

Ela comeu outra. E outra.

E o desejo os invadiu como veneno lento, mas poderoso.

Bruno sentiu o sangue descer direto para a virilha. O pau começou a inchar e endurecer como se tivesse vida própria. Elena já estava sobre ele, se esfregando nua, deixando a buceta encharcá-lo sem vergonha.

— Isso vai sair do controle — murmurou ele, respirando ofegante.

— Então… vamos sair do controle.

Elena o beijou como se não houvesse amanhã, descendo pelo peito até chegar no pau dele, que já endurecia com fúria. Pegou com as duas mãos, lambeu, chupou com fome. Devorava como se se alimentasse da porra dele. Bruno gemia, se arqueava, suava.

— Meu Deus… Elena!

— Shh… não fala. Só sente.

E subiu em cima dele, deslizando o pau inteiro dentro da buceta molhada, apertada, tremendo. Montou com loucura, sem ritmo, sem regras. Como uma loba no cio.

Bruno segurava seus quadris, as mãos apertando a bunda firme com força. Ela gemia, ofegava, ria. —Mais! Mais fundo! Me dá tudo!contos eroticosSentaram-se, abraçaram-se, giraram. Ela de quatro. Ele de pé, metendo com força. Puxava o cabelo dela. Dava tapas na bunda. Ela gritava, incentivava: —Vai! Me arrebenta! Me enche de porra! Sou sua puta nessa ilha! E Bruno gozou dentro dela. Mas não acabou. Os dois continuavam no fogo do efeito das frutas. Se beijaram com as línguas soltas, morderam os lábios, se enroscaram de novo. Dessa vez, Bruno colocou ela em cima de uma pedra lisa, abriu as pernas dela, e lambeu como se a vida dependesse daquilo. —Ahhh! Isso! Me come! Me enche de saliva, de você!afrodisiacosGozou na cara dela. Ele beijou ela depois, sem se importar com nada. E meteu nela de novo. Por trás. Pela frente. Até que, ao amanhecer, apagaram exaustos, pelados, marcados, cobertos de suor e fluidos. A ilha estava em silêncio. Mas dentro deles, o desejo rugia. — Temos um problema — sussurrou Elena, com a cabeça no peito dele. — Qual? — Amanhã… vou comer mais.vadia gostosaO terceiro dia na ilha amanheceu calmo, mas com um céu cinzento que anunciava tempestade. Bruno percebeu na hora: o ar estava pesado, a brisa tinha mudado.
—Vem coisa forte aí —disse ele, ajustando os paus que seguravam seu abrigo improvisado.
Elena, ainda nua, colhia algumas frutinhas. Os mamilos marcados pelo vento, as coxas brilhando com o calor do corpo dela. Ainda com o desejo vibrando na pele.

Mas não deu tempo pra brincadeira.

A chuva chegou como um chicote.
Um temporal selvagem, acompanhado de trovões que ecoavam como rugidos.
O abrigo não aguentou.
Desmoronou em questão de minutos.
A palmeira caída, as folhas voando, tudo molhado.
—Bruno! Vamos!

Ele pegou a mão dela e a puxou correndo, entre lama, galhos e vento, pra um canto da selva. Tinha explorado dias antes e encontrado uma pequena entrada entre as pedras.
—Por aqui. Confia em mim.

Atravessaram um corredor úmido e escuro, e chegaram… a uma caverna escondida. Ampla. Profunda.
E no centro, uma piscina natural de água morna, cristalina, alimentada por uma pequena fenda na pedra.

Elena olhou pra ele, surpresa, encharcada, ofegante.
—Como… como você sabia disso?
—Falei que explorei… mas não queria te trazer antes.

Agora não tinha escolha.

O som da tempestade era só um eco. O calor da caverna envolvia a pele deles. A água convidava.
E o desejo, de novo… incendiava os dois.

Bruno se aproximou dela. Tirou a blusa molhada, que já grudava como uma segunda pele.
Elena ajudou ele a se despir.

Se olharam, respirando pesado, com as gotas ainda escorrendo pelo corpo.
—Entra comigo —disse ela.

Entraram na água. Estava morna. Bolhas suaves subiam do fundo. Parecia uma piscina termal selvagem. Os corpos se roçaram…

E o instinto venceu de novo.

Elena empurrou ele contra a parede de pedra, abraçou com as pernas e beijou com fome.
A buceta dela procurava ele, molhada, sensível, carente.
—Me pega assim… contra a pedra.
Como se a a tormenta enfiasse o desejo no sangue. Bruno levantou ela, penetrou com força. Ela gemeu alto, o eco amplificava os sons. A água espirrava, os corpos se chocavam a cada estocada. —Mais! Não para! Me dá tudo, Bruno! A caverna era um templo de gemidos, pele e prazer. Ele se inclinou, mordeu os bicos dos peitos dela enquanto a fodia. Ela se agarrava no pescoço dele, gemendo sem controle. —Vou gozar! Ahhh sim, sim! Assim! Ele não parou até sentir o corpo dela tremer de prazer puro. E segundos depois, se esvaziou dentro dela, com uma explosão que tirou o ar.desejo sexualFicaram flutuando, abraçados, tremendo.
—Esse lugar… —sussurrou ela— é perfeito.
—Agora é nosso refúgio —disse ele.
—Nosso ninho. Nosso pecado.
Nossa caverna do desejo.
E naquela noite dormiram na pedra morna, cobertos de folhas secas, pelados, exaustos… mas sabendo que no dia seguinte, quando o sol voltasse…
iam trepar de novo, debaixo d'água, sem limites.naufragosDois dias se passaram desde que a tempestade os obrigou a se refugiar na caverna. O lugar já parecia o lar deles. Mas a comida estava acabando. Não sobrou nada além de apelar para as frutinhas… as mesmas que acendiam o desejo nos corpos deles como fogo na pele.

— Só algumas — disse Bruno, sabendo o que elas causavam —. Mas a gente precisa…

Elena concordou e comeu as dela, olhando pra ele com aquele sorriso safado que sempre anunciava uma tempestade… daquelas que se sentiam entre as pernas.

E não passaram nem dez minutos e já estavam um por cima do outro.

— De novo… tô pegando fogo — ela gemeu, se tocando por baixo do biquíni improvisado.

Bruno já tava duro, olhando pra ela como se fosse uma deusa no cio. Chegou por trás, segurou a cintura dela e lambeu o pescoço dela com desespero.

— Elena… quero algo mais.

— O quê?

— Quero te comer no cu.

Ela virou a cabeça, com um sorriso atrevido e as pupilas dilatadas.

— Tão tarado assim?

— Você tá me deixando louco. Me dá tudo. Quero provar você inteira.

Ela não respondeu com palavras. Se inclinou sobre uma pedra lisa, arqueou as costas e separou as nádegas devagar, se oferecendo por inteiro, molhada por dentro e ardendo por onde ele mais queria.

— É teu… mas faz direito, ou eu te mordo — sussurrou.Náufragos do Desejo 2Bruno cuspiu nos dedos, preparou ela com cuidado, sabendo que aquela área exigia atenção… e quando sentiu que tava pronta, se posicionou atrás, devagar, firme, e enfiou a pica no cu dela. Elena ofegou, arqueando o corpo, apertando as mãos contra a pedra. —Ahhh… sim! Me enche! Me arrebenta se quiser! Bruno metia com ritmo, com força, segurando ela pelo cabelo, lambendo as costas dela. Acariciando a buceta dela. —Sempre quis isso de você… —E agora é teu, papai… todo teu! O som do corpo dele batendo contra o dela era sujo, molhado, brutal. Os dois tremiam. O prazer era diferente, mais proibido, mais intenso. Gozaram quase ao mesmo tempo. Bruno rugiu. Elena gemia que nem uma selvagem domada.vadiaE foi justo quando desabaram abraçados sobre a pedra quente… uma sombra no horizonte. Um barco. Distante, mas real, cortando o mar azul. Bruno apontou, com o peito ofegante.

—É um barco! A gente pode fazer sinais!

Mas Elena o abraçou por trás, nua, com as pernas ainda tremendo.

—Não… ainda não. Não quero voltar pra civilização.

—Por quê?

Ela beijou a nuca dele.

—Porque lá não posso te montar quando quiser. Não posso gritar que nem uma puta sem alguém chamar a polícia. E não posso ter você só pra mim… nu, selvagem, meu.

Bruno olhou pra ela, surpreso… e completamente excitado de novo.

—Então… a gente fica?

—Mais uns dias — ela disse, acariciando o pau dele, fazendo ele endurecer de novo —. Até você não aguentar mais… ou até essa ilha nos devorar.

E montou nele de novo, ali mesmo, na pedra, com o barco se afastando devagar… enquanto eles gemiam como se o mundo tivesse esquecido completamente deles.Contos eroticos


muito gostosa

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