Comendo um amigo que acabei de conhecer

Continuação... No dia seguinte à tarde, meu amigo pizzaiolo que eu tava pegando me ligou pra me convidar pra um bar no centro da cidade. Me arrumei com uma saia branca, tênis e blusa preta. Me senti gostosa, bem depilada e cheirosa. Ele chegou meia hora depois. Já tava escurecendo, umas 10:30 da noite — nessa hora, nos bares e baladas, a noite só tá começando... Ouvi a buzina da moto dele, saí de casa e beijei ele como se não tivesse visto ele há anos. Ele me olhou de cima a baixo e falou:
Ele: "Você me surpreende, tá linda, sexy, sensual — vai ser a inveja de todas as minas e eu, a inveja dos caras."
Eu: "Valeu, me arrumei pra você, bebê."
Subi na moto dele e fomos pra um bar. Tava meio lotado, mas quando entrei, vi que ele tava procurando alguém. Aí um cara chegou perto e disse: "Finalmente chegou, brother, demorou pra caralho. E essa mina aí, quem é?"
Ele: "É uma bucetinha que eu tô comendo, brother. Conheci no meu trampo. A mina me deu mole e me chamou pra casa dela ontem pra eu comer ela, e hoje ela veio toda putinha — dessas oferecidas, sabe? Eu não nego meu pau e minha porra pras vadias."
Eu: Ele achou que, por causa do barulho da música, eu não tinha ouvido o que ele falou pro amigo. Naquela hora, me senti humilhada, usada — mas ele tava certo, fui eu que chamei ele pra casa sem conhecer. E isso me fazia parecer uma puta oferecida, procurando alguém pra meter em casa.
Ele: "O que você quer beber, gata? Pede logo, já sabe que daqui a pouco você vai pagar essa conta com essa bunda gostosa que você tem. E essa boquinha chupadora, sedenta de porra."
Eu: Olhei pra ele e falei: "Ei, não fala isso, seus amigos e as namoradas deles podem ouvir." Porque dois deles estavam com as minas e outros quatro vieram sozinhos. Eles eram legais, não vou negar, mas eu tava afim dele.
Assim a gente foi bebendo, conversando, dançando — bebida atrás de bebida. Já tava meio bêbada. Tocou uma música que falava "Shot, shot" e vi que tavam passando de mesa em mesa dando shots de tequila pra todo mundo. Isso eu não curto, porque me embriaga mais rápido — quase não costumo beber garrafas. Chegou na nossa mesa, fui a última. O que ele tocou em mim e eu negava, e todo mundo no bar vendo minha recusa começou a me vaiar, e não tive outra opção a não ser tomar o shot, mas por ter negado, acho que o shot durou mais segundos que o dos outros, contei uns 30 segundos. Senti minha garganta queimando e náusea. Me deram um pouco de água e o gosto passou, mas o álcool dentro do meu corpo começou a fazer efeito, me sentia bêbada, tonta, mais desinibida. Quando começou o reggaeton, saímos pra rebolar e, por estar chapada, não ligava se me olhavam ou julgavam meu jeito de rebolar tão safado. Eu mexia a bunda, deixava ele apalpar meus peitos, levantar minha saia e me dar tapas na bunda na frente dos amigos dele. Eu só ficava mais tesuda. Bateu duas da manhã e eu tava chapada como nunca. Ele: "Vamos pra sua casa, meu amigo vai nos levar no carro dele e depois vai deixar os outros 4 amigos, porque os que estavam com as namoradas foram pra outro lugar, obviamente pra transar." Eu: só balancei a cabeça aceitando, e assim entramos no carro. Eu fui no banco de trás junto com mais um amigo dele, enquanto ele me apalpava o corpo, eu já não resistia mais, o sono tava me vencendo. De repente, senti outras duas mãos começarem a me tocar as pernas, só fechei os olhos por causa do sono. Passou um tempinho e me acordaram dizendo: "Chegamos na sua casa, me dá as chaves, já que você mal consegue se mexer." Acordei meio grogue e tava com a blusa enrolada quase na cintura, meus peitos pra fora e o amigo dele colado num deles, chupando meu mamilo igual bebê. Comecei a gemer porque o idiota me mordia. Ele abriu minha casa e me tirou do carro assim, com os peitos de fora. Pensei que os outros 4 amigos dele fossem embora. Ele: "Entrem, caras. Falei que não tinha ninguém na casa dela, que íamos enchê-la de bebida pra foder ela entre todos, e o que prometo, cumpro. Agora me paguem, vamos, 500 conto pra comer ela. Vamos, vamos." Eles entraram na casa. Já dentro, começaram a olhar tudo e viram umas garrafas, abriram elas e me deram mais bebida à força. Eu só ouvia. — Caralho, trouxe o que te pedi, mano? — Claro, tão aqui. Eles tiraram uns comprimidos, me deram e mandaram tomar com álcool. Tomei. Depois de cinco minutos, comecei a me sentir toda quente, comecei a suar. Falei pra eles: "Tô com calor, quero tomar um banho". Era exatamente o que eles tavam esperando — o bagulho tinha batido. "Vai, tira teu iPhone aí, mano, esse grava pra caralho tudo." Outro falou: "Vou gravar de outro ângulo com meu cel..." Começaram a me despir rapidinho, até que não foi tão difícil. Quando me vi pelada, largada na cama dos meus pais. Os caras: "Olha que gostosa essa puta, é mais bonita que nos vídeos que você mandou no grupo, onde você tava comendo o cu dela." Começaram a chupar meus peitos, meter os paus na minha boca, falando: "Chupa essas rolas, puta, era isso que você tava procurando, a gente vai te dar, sua puta oferecida." O primeiro começou a passar o pau na minha bucetinha, sem camisinha, massageava meu clitóris com a glande. Era uma delícia, e eu comecei a soltar uns gemidos leves. Aaah, aaah... De repente, sinto ele meter de uma vez e soltei um gemido mais forte. Ele manteve o ritmo por um bom tempo, metendo forte, e eu só gemia. Enquanto isso, outro falava: "Vai, puta, sorri pra câmera, esse vídeo vai ser uma lembrança gostosa." De repente, senti eles falando: "Para de se fazer de santinha, puta, chupa nossas rolas ou prefere que a gente chupe a sua? Vou arrebentar essa bunda gostosa que ela tem." Ele tomou o lugar do outro e me colocou de quatro, cuspiu no meu cu e de repente senti o pau dele entrando à força. Eu só reclamava de dor, mas ele não tava nem aí, falava: "Porra, puta, reclama agora, mas quando tiver lá dentro vai gostar, hahaha." E foi isso, ele meteu até o fundo, e eu senti uma delícia tão grande que gozei. Eles perceberam e falaram: "Não, porra, puta, já gozou, igual a puta que você é. Vamos foder ela duplo." Eu levantei, um foi pra baixo de mim e o outro por cima, e começaram a meter os paus ao mesmo tempo, e outro na boca, mandando até o talo. O que não tava participando gravava tudo em detalhe. o que faziam comigo. Eu gemia de prazer. Me comeram por um bom tempo e gozaram dentro de mim, na boca, no rosto, nos peitos. Eu estava exausta. Nisso eu escuto: "E esses caras, não vão chegar? Já vai amanhecer." Resposta: "Que importa a que horas eles cheguem? A mina me disse que ia ficar sozinha por duas semanas, então ninguém mais vai vir vê-la, só a gente, cada vez que sairmos do trabalho." Meia hora depois, escuto um celular tocar e dizem: "Ok, já vou abrir." Entram na minha casa mais três caras da mesma idade. "Tão vendo, galera? Falei que não tava mentindo. Agora paguem seus 500, ela é toda de vocês." "Nossa, que carinha de puta que ela tem e uns peitinhos gostosos. Puta merda, aquele anúncio que você postou falando que sua amiga oferecia serviços sexuais ilimitados fica pequeno perto dela pessoalmente, ela é mais gostosa ainda. Vamos foder ela. Já sabem, amigos: quem pagar tem direito ao vídeo sexual com ela." E foi assim que mais três caras me comeram, deixando minha bucetinha cheia de porra grossa. Umas horas depois, um cara fala: "Mano, dá mais pra ela, senão o efeito dessa merda vai passar." Me deram mais uns comprimidos, mas agora em maior quantidade, o que me deixou ainda mais tesuda, com os mamilos duríssimos. "Mano, quantos marcaram pra comer ela?" "Hoje à noite, esses três caras." Eu só escutava, enquanto o sêmen escorria da minha buceta...

2 comentários - Comendo um amigo que acabei de conhecer

Riquismooooooo, así como se debe tratar un juguete