Comi a namorada, a mãe e a tia dele

Assim continua essa história.


Espero que não entedie vocês, já que essa história é meio longa.


também espero que vocês curtam muito




Se for assim, COMENTEM e deem pontos




MUITO OBRIGADO POR ME LER
















Pensei que a Ana não voltaria. Tudo tinha sido muito quente e safado. Tinha certeza de que ela não traía o marido, ou pelo menos não com frequência, já que tanto a buceta quanto o cu dela não estavam muito usados, e o tesão dela na frente do meu pau me garantia que o corno era um pinto pequeno — e não descartava que também fosse um viadinho. Em algum lugar o filho dela tinha que puxar, um perdedor completo. Mas eu me enganei. Na quinta-feira, ela apareceu na minha porta e não teve mais nenhum preâmbulo. A desculpa já não era mais proteger o filho. A Ana vinha pra trepar comigo e, claro, eu não desperdicei. Assim que entrou, ela me disse:


Ana, o que aconteceu na terça não pode se repetir. Para de encher o saco do meu filho, isso não se negocia mais.


Então por que você tá aqui se não é pra dar de novo? Tá vestida que nem uma putinha caçando pica, olha, olha esse vestidinho que você tá usando, tá de fio dental?


Ana, ah não, me deixa, não, não, ahhhh, ahhh, você quer me fazer sua putinha e tá conseguindo, mas não seja tão filho da puta.


vamos pro quarto que eu sei que você gosta e veio pra isso


Entramos no quarto, a Ana tava de fio dental, mas com os peitos de fora. Foi um prazer chupar eles e depois descer pra chupar a pussy dela, coisa que deixou ela louca, e nem se fala quando chupei a bunda dela, foi um show de gemidos. Ana segurava minha cabeça enquanto eu, com minhas mãos, brincava com os peitos dela, o que a deixava ainda mais doida, inundando ela de prazer, que era exatamente o que ela tinha vindo buscar. Foi aí que ela me pediu pra meter o cock, porque não aguentava mais, e assim consegui que ela tivesse um orgasmo. Foi meu triunfo, sabia que ela já era minha, não tinha volta pra Ana, que só queria sentir meu cock rasgando ela e enchendo ela de cum. Ela tirou ele de entre as pernas dela e se jogou em cima de mim.


Ana, agora me fode, me fode do jeito que quiser, me dá essa pica, seu idiota, sou sua puta, gaúcho filho da puta.


queres pau? tomaaaa


ana ahhhh ahhh ahhhh


meu pau, mesmo sem ela estar, use a palavra: buceta empapada, entrou fácil, inundando ela por completo, e na hora ela começou a cavalgar em mim buscando outro orgasmo — e olha se conseguiu, claro que depois foi minha vez. Ana aceitou tudo, não fez questão de me dar um boobs fuck, de me entregar a buceta do jeito que eu queria e me presentear de novo com aquele rabão dela. Depois disso, ficamos exaustos.


Ana, não sei como vou fazer pra voltar pra casa. Me deixa tomar um banho?


Não, vadia, quero que o corno sinta o cheiro de macho que você tem.


Ana, vê que mal você é comigo. Coitado do meu marido, ele não tem culpa de eu ser uma puta.


pois é, ela tem mesmo, você bem que poderia ser a putinha dele, mas é óbvio que ele não sabe te foder, além disso, não te dá tesão que todo mundo veja o quão piranha você é?
 
A Ana foi embora do mesmo jeito que chegou, mas sem a calcinha fio dental — eu tinha ficado com ela. No sábado, eu devia tratar o Cristian melhor, e foi o que fiz, mesmo não conseguindo evitar zuar ele um pouco e pegar a namorada dele enquanto ele foi comprar o que eu tinha pedido. Era pra isso que eles tinham vindo: o corno manso me trazia a namorada dele pra eu comer. O Cristian não podia não saber, isso era impossível pra qualquer um, porque assim que a Sofi me via, não conseguia me largar e ignorava ele completamente. Num momento, eu falei pra ele.


Você morre de medo do seu namorado nos ver transando, não é verdade?


Sofi, não, nem fodendo, ele é muito legal e eu gosto dele de verdade, mas você é o melhor transando, tem que me contar o que rolou com a Ana. Te falo uma coisa, se não parar de zoar o Cristian com você, não vou te dar mais.


Bom, foi isso que a Ana falou e já comi ela duas vezes, mas cê vê que não fico xingando ela tanto assim.


Sofi, a putinha da mãe. Pobre Cristian, você não só come a namorada dele, mas também a mãe.


pobre, por quê? Ele não é o único corno manso que eu conheço.


Sofí: Beleza, Oscar. Daqui a pouco a gente vai pra casa dele e de lá a gente vai pra balada.


deixa eu te dar uma despedida rápida


Sofí tá de boa, mas que o Cristian não fique sabendo.


Depois de comer, mandei o Cristian lavar tudo e arrumar a casa, e aproveitei pra ir no banheiro com a Sofí, onde meti uma rapidinha nela. O tesão era imenso: ele arrumando e lavando os pratos enquanto eu comia a namorada dele no banheiro. Quando saímos, ele ainda tava lavando a louça. A Sofí aproveitou pra se arrumar e, quando terminou, foram embora. Eu sabia que a Sofí ia interrogar a Ana. Fiquei pensando nisso a noite toda, assim como em como a Sofí ia trair o namorado dela no baile. No domingo, não tive vontade de ver ninguém, queria descansar — não me faria mal. Na segunda, a Laura apareceu e a gente começou a conversar.


Laura, você sumiu, Oscar. Já não sei mais o que fazer com o Pablo.


Me imagino, tu não tem um puto, não é verdade?


Laura, e se ele não trabalha?


E aí, e o Pedro?


Laura, melhor nem me fala dele, ele tem trabalho mas é um filho da puta.


Sabe o que rola, ele tá doido pra te pegar. Que tal dar pra ele?


Laura, que nojo que eu tenho dela, nem a pau.


Não se faz de besta, você comeu cada otário. Faz o seguinte: fala pro Pablo convidar ele pra comer umas pizzas no sábado. Eu vou e a gente resolve tudo.


Laura, já vou te avisando que eu não vou te comer.




Não seja assim, pensa no bem que pode dar pra você.


Dei uma grana pra ela, verdade, não tava afim de comer ela, mas sim de uma festa com aquele cunhado que ela odeia no sábado. À tarde a Sofí veio, o Cristian não quis vir com ela.


O que aconteceu com o corno do teu namorado?


Sofí, era disso que eu vinha falar.


Você já falou com a Ana?


Sofí sim, tá doida por você, ela disse que foder com você não adiantou nada, mas eu sei que curtiu muito mais do que me falou.


Então não pretende voltar? Sabe de uma coisa, eu esperava por ela.


Sofí, ela não vai voltar até que você trate mal o Cristian. E se continuar assim, eu também não vou vir mais.


Sério mesmo que você tá me falando isso? O cara é um otário, que culpa eu tenho?


Sofí, vai lááá, me promete que você vai mudar.


Isso a gente conversa na cama.


Sofí não hesitou e entrou no meu quarto, enquanto chupava minha pica, ela me dizia


Sofí, vai lá, sê bonitinha com meu namorado, não te custa nada. Eu quero continuar vindo, mas não quero perdê-lo. Que melhor do que tê-lo como amigo? Faz o mesmo que faz com meu velho, o que te custa?


Subi ela na cama e comecei a foder ela do meu jeito, a mina se contorcia com cada sentada que eu dava, e mais ainda quando eu torcia os peitos dela. Depois de um tempo, ela gozou, tinha conseguido o que veio buscar. Na hora pensei como seria gostoso dar uma festinha na frente do namorado dela, pra esse corno aprender a comer ela direito. A verdade é que valia a pena tentar, e o melhor ficou pro final: enfiar no cu dela era uma delícia, e me deixava louco ser o dono daquele rabo que eu mesmo tinha desvirginado.


Sofí, não, a fio dental não fica contigo, são caras.


Foda-se você, a grana.


Sofí, agora vou ver o Cristian e não posso ir sem fio dental, ele vai perceber.


Com certeza ele não fala nada.


Sofí fica puta com você por ser tão perverso, já te falei, muda esse jeito ou a gente não se vê mais.


Percebi que a Sofia foi embora meio bolada, mas não tava nem aí, sabia bem que ela ia voltar pra eu comer ela. Chegou quarta-feira e, pra minha surpresa, já que não esperava que a Ana viesse, bateram na minha porta.


Oi, sou a Mabel, tia do Cristian. Podemos conversar?


Sim, sim, como se não fosse nada.


Na minha frente estava uma mulher que, mesmo não tendo peitões, tinha uma bunda perfeita que dava pra ver através do vestido justo dela.


Senta aqui, quer alguma coisa pra beber?


Mabel, não, obrigada. Olha, vim falar com você por causa do meu sobrinho. Sei que minha cunhada já tentou, mas não deu certo.


Com você pode ser melhor.


Mabel, é isso que eu espero.


Vamos parar de conversa e partir pros finalmentes.


Mabel, nós dois sabemos por que estou aqui, aí, mas o que é isso?


É isso que você veio procurar, não é mesmo, puta?


Eu tava mostrando minha pica pra ela, enfiando na cara dela.


Mabel, essa coisa é muito grande, ah não, tira, tira, vamos falar do Cristian.


Do Christian a gente fala depois, agora você já sabe o que tem que fazer, vai, abre essa boca que não morde.


Mabel, vou te deixar seco.


Ela abriu a boca e me deu o melhor boquete que eu já tinha recebido, enfiou tudo goela abaixo fazendo passar pela garganta e depois puxava de volta, lambia como se fosse um sorvete e engolia de novo, era uma verdadeira profissional chupando pau, não parou até ter meu gozo dentro da boca dela. Mabel fez algo que eu não esperava, ela abriu a boca e me olhou, mostrando como brincava com meu leite dentro dela, depois fechou e abriu de novo, me mostrando que tinha engolido tudo.


Mabel, é assim que você gosta, mas isso não acaba aqui, eu te falei que ia te secar.


Mabel engoliu minha pica de novo e não parou de chupar até ver que tava dura que nem um tronco, aí eu tirei ela e ela pediu pra ir pra cama, o vestido dela sumiu e Mabel me jogou na cama, sentou em cima de mim e foi enfiando minha pica na buceta dela até onde cabia, quando ela teve ela toda dentro começou a cavalgar em mim me olhando nos olhos


Mabel, que buceta gostosa você tem, agora vejo porque a Ana tá desesperada, como é bom, filho da puta, ahhh ahhh ahhhh


Ela me dizia isso enquanto eu torcia os peitinhos dela, a verdade é que era a Mabel que estava me comendo como nenhuma mulher tinha feito antes, foi assim que ela gozou, a cara dela entregou tudo, igual ao gemido intenso, mas depois disso ela continuou me comendo.


Mabel, vai deixar meu sobrinho em paz, filho da puta. Eu sei que você comeu a mãe dele e a namorada dele. Agora para de palhaçada e não enche mais o saco dele.


Mabel, vou te dar do mesmo jeito, mas quero saber se você vai deixar em paz.


Te juro.


Mabel parou de me cavalgar e se deitou de bruços na cama, abrindo bem a bunda, coisa que aproveitei ao máximo. Enfiei meu pau até o fundo e comecei a foder ela.


Mabel assim, assim, asssiiim, você gostaaa, você gosta da minha bunda, viado, siiiim asssiiim asssiiim me dá mais forteeee, me faz gozar filho da puuutaaa aiii aiii aiii


Era a melhor arrombada de cu que eu tava fazendo, a real é que a Mabel era a puta ideal pra qualquer macho.


Mabel, acaba comigo, vaiii, quero seu gozo inundando meu cuuuu, vaiii, o que foi, não consegue? Também é viado? Ahhhhh ahhhh siiiim siiiim dentroooo, que delícia, filha da putaaaa ahhhh ahhh ahhh


Fiquei exausto em cima dela, ela se virou e eu saí de cima, ficando ao lado dela.


Mabel, a verdade é que você é muito bom transando. Agora, pode ser que eu transe com você de novo, mas pra isso preciso que você deixe meu sobrinho em paz. A decisão é sua, pensa nisso.


A partir de agora, o Cristian é meu melhor amigo. Vou deixar ele tão tarado que ele vai arrebentar sua buceta.


Mabel, se for assim, a gente vai se ver direto.


Entramos no banheiro, a verdade é que ela tava melhor do que eu, tomamos um banho juntos, ela se vestiu e foi embora de casa, me deixando me sentindo muito estranho, acho que eu tava me apaixonando por aquela gostosa do caralho.



2 comentários - Comi a namorada, a mãe e a tia dele

un poco confuso el relato pero una vez que le agarras ka mano te pone muy caliente 🔥🔥🔥🔥🔥
para entenderlo deberias seguir la historia
me alegro que te haya gustado y mas que hayas comentado
MUCHAS GRACIAS