Na quarta, acordei com beijos e carícias, graças à consideração das garotas que me deixaram dormir até tarde, porque segundo elas eu parecia cansado e estava bonito dormindo tão profundamente. Fui para a empresa para colocar o trabalho atrasado em dia. Como sou meu próprio chefe, levei as coisas com calma, mas o dia acabou sendo longo e cansativo.
Ao sair do trabalho, fui conversar com meu amigo Raúl, tomando um café. A armadilha do dia anterior tinha dado resultados: meu amigo tinha aberto um inquérito por investigação de possível plantio ilegal de maconha, numa delegacia amiga.
O caso era simples e em fase inicial de investigação, era uma isca para ver quem mordia, sem revelar a investigação principal. E a isca funcionou: o comissário departamental, uma figura importante na região, ligou para se interessar pelo caso, enquanto o prefeito da área ligou para o Ministro da Segurança da província para tentar descobrir tudo sobre o inquérito. Além disso, o comissário pediu ao colega que arquivasse o caso, alegando que interferia numa investigação conduzida pela sua equipe. Basicamente, estava pedindo para não investigarem.
Esses dois indivíduos eram importantíssimos na região, mas eram figuras locais, que tinham muito peso na cidade e na província. Porém, a investigação sobre o gordo Tony e Juan Carlos estava sendo conduzida pela Justiça Federal, ou seja, sob a alçada do governo federal, com muito mais poder que qualquer órgão regional.
Meu querido amigo me deu outra notícia: segundo o que ouviu, o gordo Tony tinha dito a Juan Carlos para ficar longe da Ana por um tempo, já que a polícia tinha dado com ela e talvez a estivesse vigiando. O melhor seria se ela ficasse longe deles, por enquanto. Ele me sugeriu que negociasse com Juan Carlos um tempo a mais, e ele estaria mais que receptivo. Isso daria tempo para investigarem e conseguirem provas contra esses dois novos sujeitos. Ele também fez referência à Maite... que tivesse cuidado ou acabaria com um Harém. Não dei muita importância ao meu amigo que continuava rindo de mim. Liguei para Juan Carlos, não queria me entregar, já que se ele me visse desesperado poderia suspeitar ou aumentar o preço de Ana.Esteban:Oi Juan Carlos, tudo bem? Tô ligando pra saber como tá a parada do meu dinheiro.Juan Carlos:Oi Esteban, tudo bem, mano. Tô juntando ainda. Você sabe como tá difícil tudo nesse momento.Esteban:Olha só, eu confio em você, e preciso do dinheiro, não quero que por causa de uma grana a gente brigue, amigo. – Enquanto o xingava na minha mente, mas falar em brigar era sobre a execução dos títulos na justiça, que eu já tinha mencionado pra ele, coisa que ele não queria e menos ainda nesse momento.Juan Carlos:Tranquilo, amigo, tô juntando a grana. Mas já que você curte tanto a Ana, por que não fica com ela mais uns dez dias? Eu trouxe outra putinha e não quero que elas se esbarrem, pelo menos por enquanto. Te deixo ela por 25 mil dólares. Se descontar isso também, já fico mais perto de conseguir o que falta.Esteban:25.000 dólares por quinze dias.Juan Carlos:Tá certo, amigo. Por quinze dias, você é impiedoso nos negócios.
Eu já sabia que nunca veria um centavo dele. Na verdade, se eu confiasse no Juan Carlos, acabaria seis palmos debaixo da terra. Continuei conversando mais um pouco com o Raúl e fiquei sabendo que a investigação ia se estender um pouco mais. Era inevitável. O juiz queria usar esse caso como trampolim para um cargo mais alto, e agora, com duas figuras tão relevantes envolvidas, ele poderia torná-lo ainda mais midiático.
Quando cheguei em casa, já era hora do jantar. Estava exausto, então jantei e fui direto para a cama, me sentindo completamente acabado. As garotas viram minha cara e entenderam tudo, me tratando de acordo. Eu estava me acostumando a ser tratado como um rei. Eu tinha trazido umas caixas de bombom para elas, o que deixou a Maite super emocionada. Ela não estava acostumada a receber nenhum gesto de carinho.
A Ana veio conversar comigo na cama. Ela me trouxe um chá para relaxar. Eu contei tudo o que tinha conversado com o Raúl e o Juan Carlos, e também minhas conclusões. Foi aí que ela trouxe à tona um assunto no qual tinha pensado: a dívida que o Juan Carlos tinha comigo. A oferta dele de pagar parte da dívida com os apartamentos que estavam no nome dele foi inesperada e generosa. Eu descobri que o Juan Carlos tinha perdido alguns apartamentos por causa de dívidas de jogo e tinha colocado outros no nome da Ana para protegê-los dos bancos e dos credores.
A conversa com a Ana tomou um rumo emocionante quando eu disse que os apartamentos deveriam ficar com ela, como compensação pelo golpe que o Juan Carlos aplicou nela e nos pais dela. A reação dela foi surpreendente. Ela me abraçou e disse que o que era dela também era meu, mostrando uma generosidade e uma confiança enormes na nossa relação. Eu fiquei emocionado com o gesto dela e com a oferta de me ajudar com a dívida. Acho que foi a primeira vez na vida que não me senti como um caixa eletrônico para as mulheres.
A A conversa com a Ana ficou mais relaxada e agradável quando ela começou a falar sobre o dia dela com a prima Maite. Enquanto conversávamos, senti o sono me vencendo aos poucos, e Ana percebeu meu estado. Em vez de me acordar, ela acariciou meu cabelo e me puxou para perto, permitindo que eu dormisse em seus braços. Foi um gesto muito terno e reconfortante. Dormi profundamente, como há muito tempo não fazia, e acordei no dia seguinte me sentindo revigorado e com as energias renovadas.
A manhã começou bem, eu estava me sentindo brincalhão, com uma ereção bem visível. Ana, ao ver, sorriu, mas eu não podia fazer muita coisa, tinha uma reunião importante cedo. Então tomei um café da manhã bem reforçado, graças à Maite, que ficou surpresa de novo quando, ao sair, dei um beijo na boca dela junto com uma palmada na bunda. Enquanto isso, Ana cuidou da minha roupa e maletinha, também recebeu um beijo e sua palmada, e como já está acostumada, levantou a bunda para recebê-la melhor. Com tudo pronto, parti para a empresa e a reunião com o fornecedor foi um sucesso, tudo saiu como planejado e fiquei satisfeito com os resultados.
Ana me mandou uma mensagem por volta das nove, perguntando como tinha ido. Contei e ela ficou feliz por mim. O pedido de permissão dela para ir comprar roupas me pareceu um pouco estranho, especialmente porque ela especificou o horário e as lojas que visitaria. O que realmente me chamou a atenção foi o comentário dela sobre eu olhar as câmeras de segurança da casa. Achei curioso que ela mencionasse especificamente as câmeras internas – havia três dentro, no escritório, na sala e na cozinha; as outras estavam do lado de fora. Isso me levou a checar o aplicativo no meu computador para ver o que as garotas estavam fazendo.
Parece que as garotas estavam com vontade de brincar e que queriam que eu participasse. As duas estavam na sala de casa, peladas. Ana estava sentada no sofá principal, com as pernas bem abertas, enquanto Maite, de joelhos, chupava toda a sua buceta. Dava para ver perfeitamente o culo e a buceta da Maite. Ana pegou o celular dela e uma mensagem chegou pra mim.Ana:Querido, como você não estava, decidi usar a nossa putinha, você se importa? Pena que você não está aqui, fiquei com vontade de chupar você esta manhã. – filha da puta, pensei enquanto tocava minha ereção.Esteban:Você vai me pagar por isso.
Ela fez uma carinha de choro olhando para a câmera. Logo em seguida, puxou a cabeça da prima de entre suas pernas pelos cabelos e a beijou. Elas se levantaram e Ana levou a prima até a poltrona individual mais próxima da câmera, sentou-a e colocou suas pernas no apoio de braço, deixando-a bem aberta. Ana sentou-se diretamente na buceta da prima, formando um X ou uma tesoura. Começou a esfregar-se contra ela enquanto as duas olhavam para a câmera e sussurravam algo uma na orelha da outra. Puta que pariu, da próxima vez coloco câmeras com microfone. As garotas estavam se entregando completamente, e Ana levou a cabeça da prima até seu peito, que não demorou a chupá-lo. As duas quase gozaram ao mesmo tempo. Ana passou o telefone para Maite, e ela me mandou um áudio.Maite:Amo, espero que tenha gostado. Temos que ir tomar banho pra depois sair pra fazer compras.
Eu tinha ficado durão, era surpreendente a atitude das garotas, Ana me impressionava cada vez mais, adorava o jeito novo dela, mesmo me obedecendo ela já não era uma escrava, e agia com decisões próprias, acho que cada dia eu estava mais apaixonado por ela. E a Maite, constantemente tentava me agradar ou dar uma de gatinha comigo, ou seja, tentava me seduzir.
Fiz uma ronda pela empresa e me tranquilizei, tudo estava funcionando direitinho e o clima era descontraído. As meninas da administração perguntaram pela Ana e confirmei que ela voltaria a trabalhar na semana que vem. Percebi o quanto a Ana tinha conquistado o carinho e a admiração de todos em tão pouco tempo, e eu não era exceção. A presença dela tinha causado um impacto positivo em todos nós.
O Raúl me mandou uma mensagem dizendo que o Juan Carlos me deixaria em paz por algumas semanas, que tinham conversado com o gordo Tony e deveriam ser mais cuidadosos por enquanto, o bom é que contra esses dois já tinham provas suficientes, agora a investigação deles estava focada na proteção e nos sócios na sombra deles. Ele disse que temporariamente retirariam os agentes que nos protegiam, mas continuariam vigiando de perto o Juan Carlos e o Miguel. Também conversamos sobre tudo um pouco, sobre minha segurança, sobre o que fazer quando o Juan Carlos cair ou as possíveis opções que tínhamos, e até sobre minha vida privada.Raúl.Ei, você também fica com a prima, eu percebo essas coisas. Não sei onde você arruma essas gostosas, mas lembra do seu amigo, hein.EstebanEu não procurei por nada, as coisas simplesmente aconteceram. Além do mais, você é casado.
Raúl:Por isso te digo, acho que a última vez que transei foi há umas três semanas, haha. Fico feliz por você, tá te fazendo bem, se não fosse por alguém querer te matar e roubar suas coisas, até te invejaria.
Eu sabia que o Raúl era totalmente fiel, e era impossível ele trair a mulher, e tudo era uma piada. Mas ele não foi o único a me dizer que tinha visto uma mudança tão grande em mim, e eu sabia que tudo era graças à Ana.
Percebi que a Ana tinha mudado muito em mim, de ser alguém desleixado, depressivo e desanimado pra alguém que se importa com a aparência e o bem-estar. Eu devia muito à Ana, ela silenciosamente e com muito tato escolhia minhas roupas, me barbeava, até passava os cremes dela, dos poucos que tinha, e eu estava agradecido por tudo que ela tinha feito por mim, então decidi dar um presente especial. Marquei um dia no spa pras duas garotas, no mesmo shopping que elas iam, assim poderiam curtir um tratamento capilar, depilação, cabelo e manicure. Queria recompensá-las por tudo que faziam por mim e aproveitar meu bom humor pra dar uma surpresa legal.
Peguei meu celular pra avisar sobre meu presente e justo recebi uma mensagem da Ana.Ana:Olha, querida, você gosta. Você me diz qual você gosta mais, são para você aproveitar.
Em seguida, ela me mandou dez fotos, cinco de cada uma. Em todas elas, elas estavam experimentando lingerie. Fazia pouco mais de uma hora que elas tinham me deixado excitado com as câmeras de segurança, e agora isso. Eu ainda estava no modo ciúmes, e isso não estava ajudando muito. Escrevi para ela que queria uma surpresa, enquanto em uma placa ao fundo pude ver qual era a loja. Eu sabia qual era, já que tinha comprado roupas com a Ana lá. Não aguentei mais, peguei minhas coisas e disse à minha secretária que não voltaria o dia todo, se não fosse importante, que não me ligasse. E saí rumo ao shopping, que não estava longe.
Entrei no shopping e fui até a loja que conhecia. Havia pouca gente lá por causa do horário, e mandei uma mensagem perguntando onde ela estava, já que não as encontrei ali. Ela respondeu com uma mensagem e fotos delas experimentando um vestido. A loja estava a poucos metros de onde eu estava. Entrei e fiquei olhando os vestidos que estavam expostos. Fui sorrateiramente e a abracei por trás. Ela deu um pequeno grito com um pulo, o que chamou a atenção da atendente da loja. Ao me ver, ela me abraçou e me deu um beijinho nos lábios. Ela estava muito feliz, ia chamar a Maite, e eu a detive.Esteban:Shhh, cadê a Maite? - ela fez um sinal com a cabeça na direção dos provadores. - Você distrai a atendente a qualquer custo. - ele concordou com a cabeça e um sorriso de orelha a orelha.
Bem devagar, me aproximei do provador. Éramos os únicos em toda a loja. Maite estava experimentando um vestido e se admirando no espelho. Entrei e a abracei por trás. Ela me viu pelo espelho.Esteban:puta da Mía, não quero que você faça barulho, senão vou te castigar. - ela afirmou com a cabeça.
Comecei a beijar seu pescoço e a amassar aquelas tetas grandes que ela tinha, via como ela olhava nerviosa e toda corada, não sabia se alguém podia nos descobrir. Eu sabia que devia ser rápido e não demorar tanto. Apertei ela contra o espelho e fiz ela empinar a bunda, me agachei, adorava que minhas mulheres usassem vestido, tudo era muito mais fácil, puxei sua calcinha e meti minha cabeça entre suas nádegas, comecei com minha língua a percorrer desde sua vulva até seu cu, ida e volta, em poucos segundos ela estava encharcada e fazendo um grande esforço para não gemer.
Seus sucos estavam deliciosos, e a Maite parecia estar gostando de tudo isso. Não aguentei mais, me levantei, tirei meu pau e de uma estocada a penetrei, as penetrações eram fortes e rápidas, queria que a gente acabasse e não levantar suspeitas, mas ela estava muito quente e sua buceta começou a se contrair, para não gritar ela mordeu meu antebraço enquanto tinha um orgasmo. Subi sua calcinha enquanto ela se recuperava.Esteban:Manda a Ana pra cá. - falei no ouvido dela. - Você distrai a atendente agora, pede pra ela te mostrar tudo que você gosta.
Ela balançou a cabeça, as pernas tremeram quando tentou andar, mas ela se recompôs. Em poucos minutos, Ana entrou. Ao abrir a cortina, ela viu direto meu pau apontando pro teto, brilhando dos fluidos da prima dela. Imediatamente, ela se ajoelhou e enfiou tudo na boca. Ela entendia o que tinha que ser feito e que precisava ser rápido. Ela apunhalava a garganta dela uma e outra vez com meu membro, enquanto as mãos acariciavam minhas bolas, e ela me encarava diretamente nos olhos. A cada momento, eu gostava mais dessa mulher.
Agarrei ela pelo pescoço e levantei, beijando-a e esmagando-a contra a única parede de concreto do provador - não podíamos derrubar tudo. Segurei ela pelas nádegas enquanto a beijava, ela estava no ar com as pernas entrelaçadas em mim, na altura do meu quadril.Ana:Me dá, meu bem. - ela disse, com a visão turva pela luxúria.
Afastei a calcinha dela e a penetrei, assim como fiz com a prima, fui brutal e selvagem. Ela me beijava e chupava meu pescoço, estávamos pegando fogo os dois. Levei meus dedos e juntei o líquido que escorria de sua buceta a cada penetração, coloquei na entrada de seu ânus e comecei a massagear até que dois dedos entraram sozinhos, foi como um interruptor de luz, imediatamente ela começou a gozar, me levando ao orgasmo também. Descarreguei sêmen abundante dentro dela, e também no chão, ela tirou a calcinha e se limpou o melhor que pôde, e limpou o chão também.
Eu, enquanto isso, saí do provador. Maite havia feito a atendente separar um monte de roupas. Ela nos disse que se chamava Rosa e nos ajudaria em tudo, e reforçou novamente: em tudo. Ela me olhava e ria de modo safado, era uma garota cheinha, com uns peitos grandes e rosto bonito, de uns trinta e cinco anos. Fui pagar por todas as roupas que as garotas haviam escolhido, que eram muitas. Enquanto elas olhavam outras coisas.Rosa:Que bom, suas amigas estão muito satisfeitas. — disse sorrindo e me olhando nos olhos. — Você as deixou muito felizes.
Tenho certeza de que ela não estava falando das roupas. Olhei para o monitor que estava ao lado, e lá estavam as câmeras de segurança. Nos provadores havia uma, que focava por cima — não dava para ver nada, só o corredor e as cabeças das pessoas que estavam lá dentro. Portanto, ela sabia o que havíamos feito.Esteban:Não são minhas amigas, são minhas minas.- ela ficou um pouco surpresa, mas se recompôs.Rosa:Pelas sorrisos delas, vejo que essas duas novinhas estão satisfeitas com você.
- Não disse mais nada.
- Pelo que comprou, minha chefe vai ficar contente com tudo isso. Aqui deixo meu telefone, caso precise de mais alguma coisa.
- E anotou na nota fiscal.
Saímos e fomos almoçar. Comemos entre risadas, elas não paravam de falar e rir. Terminamos de comer e ficamos olhando vitrines enquanto esperávamos o horário na estética. Eu carregava todas as sacolas, não sabia mais quem era o Amo e quem eram as escravas. As garotas estavam felizes, principalmente a Maite, para quem tudo era novidade. Pareciam duas crianças. Até reparei a Maite me olhando várias vezes enquanto eu fazia carinho na Ana. Era um olhar doce, parecia um filhotinho precisando de afeto, e de vez em quando ela fazia isso e ficava toda sem graça.
Acompanhei elas até a estética e disse para deixarem elas ainda mais gostosas do que já eram, porque hoje à noite eu tinha um encontro com as duas. As duas riram, e a moça que nos atendeu também. Se ela soubesse...
Eu fui até a barbearia que tinha perto dali. Quando saímos, elas voltaram para casa na Audi e eu fui no meu Toyota. Ao chegar, as duas me abraçaram — a Maite quase empurrada pela prima — e agradeceram por tudo que eu tinha feito por elas hoje.Ana:Vamos ficar mais gostosas pro nosso dono.
Eu peguei meu traje e levei pro quarto de hóspedes, aquele que a Maite tava usando, e deixei o quarto principal pra elas se arrumarem, fui e tomei banho. Quando saí, as duas estavam lá, com a nota fiscal na mão. Ao ver aquilo, expliquei o que tinha acontecido com a garota que atendia a loja, a Maite ficou toda vermelha de vergonha, a Ana ficou pensativa.Ana:Adoro se você quiser outra escrava ou uma amante, nós vamos te ajudar - disse em um tom mais solene e sério - mas se o problema é que nós te decepcionamos e não te damos o suficiente, por favor, nos castigue.Esteban:Mais sexo não, mas não me tente com a ideia de puni-las porque me ocorrem vários métodos haha. - disse dando uma pequena palmada na bunda dela. - Vai, coração, terminar de se trocar, quero vocês radiantes para poder exibi-las. E que todos babem com as mulheres que eu tenho.
Uma hora depois, as garotas saíram deslumbrantes, com dois vestidos longos de festa que tiravam o fôlego de qualquer um. O vestido de Ana era preto, com as costas descobertas e uma grande abertura nas pernas, amarrado no pescoço, com o cabelo preso. Enquanto Maite tinha um vestido vermelho, com um grande decote que levantava e destacava seus peitos, era até os joelhos e a abertura era menor que o da prima, ela estava com o cabelo solto. As duas estavam maquiadas perfeitamente e estavam simplesmente parando o trânsito na rua.
Saímos da cidade, dirigi quase uma hora e meia e fomos a uma cidade próxima, a um restaurante que tinha um hotel boutique, muito romântico. O fato de sair da cidade era para não encontrarmos conhecidos e não estragar o plano que tínhamos com Juan Carlos. O restaurante era famoso pela comida e por oferecer show ao vivo, justamente havia uma banda tocando músicas românticas conhecidas. A comida foi fantástica, mas o show foi melhor ainda, as garotas não paravam de cantar músicas do Luis Miguel, David Bisbal ou Enrique Iglesias, eu ria mesmo não gostando desse tipo de música, mas vê-las felizes me fazia bem. Pegamos um quarto no hotel para não voltar dirigindo à noite.
Não sei se elas tinham combinado entre si, ou se estavam alegres pelo álcool e pela música, mas mal fechamos a porta do quarto e elas pularam em mim como panteras atacando uma capivara indefesa. Acho que levaram a sério mesmo a ideia de que eu estava precisando de sexo, acho que iam me ordenhar até a última gota.
Ao sair do trabalho, fui conversar com meu amigo Raúl, tomando um café. A armadilha do dia anterior tinha dado resultados: meu amigo tinha aberto um inquérito por investigação de possível plantio ilegal de maconha, numa delegacia amiga.
O caso era simples e em fase inicial de investigação, era uma isca para ver quem mordia, sem revelar a investigação principal. E a isca funcionou: o comissário departamental, uma figura importante na região, ligou para se interessar pelo caso, enquanto o prefeito da área ligou para o Ministro da Segurança da província para tentar descobrir tudo sobre o inquérito. Além disso, o comissário pediu ao colega que arquivasse o caso, alegando que interferia numa investigação conduzida pela sua equipe. Basicamente, estava pedindo para não investigarem.
Esses dois indivíduos eram importantíssimos na região, mas eram figuras locais, que tinham muito peso na cidade e na província. Porém, a investigação sobre o gordo Tony e Juan Carlos estava sendo conduzida pela Justiça Federal, ou seja, sob a alçada do governo federal, com muito mais poder que qualquer órgão regional.
Meu querido amigo me deu outra notícia: segundo o que ouviu, o gordo Tony tinha dito a Juan Carlos para ficar longe da Ana por um tempo, já que a polícia tinha dado com ela e talvez a estivesse vigiando. O melhor seria se ela ficasse longe deles, por enquanto. Ele me sugeriu que negociasse com Juan Carlos um tempo a mais, e ele estaria mais que receptivo. Isso daria tempo para investigarem e conseguirem provas contra esses dois novos sujeitos. Ele também fez referência à Maite... que tivesse cuidado ou acabaria com um Harém. Não dei muita importância ao meu amigo que continuava rindo de mim. Liguei para Juan Carlos, não queria me entregar, já que se ele me visse desesperado poderia suspeitar ou aumentar o preço de Ana.Esteban:Oi Juan Carlos, tudo bem? Tô ligando pra saber como tá a parada do meu dinheiro.Juan Carlos:Oi Esteban, tudo bem, mano. Tô juntando ainda. Você sabe como tá difícil tudo nesse momento.Esteban:Olha só, eu confio em você, e preciso do dinheiro, não quero que por causa de uma grana a gente brigue, amigo. – Enquanto o xingava na minha mente, mas falar em brigar era sobre a execução dos títulos na justiça, que eu já tinha mencionado pra ele, coisa que ele não queria e menos ainda nesse momento.Juan Carlos:Tranquilo, amigo, tô juntando a grana. Mas já que você curte tanto a Ana, por que não fica com ela mais uns dez dias? Eu trouxe outra putinha e não quero que elas se esbarrem, pelo menos por enquanto. Te deixo ela por 25 mil dólares. Se descontar isso também, já fico mais perto de conseguir o que falta.Esteban:25.000 dólares por quinze dias.Juan Carlos:Tá certo, amigo. Por quinze dias, você é impiedoso nos negócios.
Eu já sabia que nunca veria um centavo dele. Na verdade, se eu confiasse no Juan Carlos, acabaria seis palmos debaixo da terra. Continuei conversando mais um pouco com o Raúl e fiquei sabendo que a investigação ia se estender um pouco mais. Era inevitável. O juiz queria usar esse caso como trampolim para um cargo mais alto, e agora, com duas figuras tão relevantes envolvidas, ele poderia torná-lo ainda mais midiático.
Quando cheguei em casa, já era hora do jantar. Estava exausto, então jantei e fui direto para a cama, me sentindo completamente acabado. As garotas viram minha cara e entenderam tudo, me tratando de acordo. Eu estava me acostumando a ser tratado como um rei. Eu tinha trazido umas caixas de bombom para elas, o que deixou a Maite super emocionada. Ela não estava acostumada a receber nenhum gesto de carinho.
A Ana veio conversar comigo na cama. Ela me trouxe um chá para relaxar. Eu contei tudo o que tinha conversado com o Raúl e o Juan Carlos, e também minhas conclusões. Foi aí que ela trouxe à tona um assunto no qual tinha pensado: a dívida que o Juan Carlos tinha comigo. A oferta dele de pagar parte da dívida com os apartamentos que estavam no nome dele foi inesperada e generosa. Eu descobri que o Juan Carlos tinha perdido alguns apartamentos por causa de dívidas de jogo e tinha colocado outros no nome da Ana para protegê-los dos bancos e dos credores.
A conversa com a Ana tomou um rumo emocionante quando eu disse que os apartamentos deveriam ficar com ela, como compensação pelo golpe que o Juan Carlos aplicou nela e nos pais dela. A reação dela foi surpreendente. Ela me abraçou e disse que o que era dela também era meu, mostrando uma generosidade e uma confiança enormes na nossa relação. Eu fiquei emocionado com o gesto dela e com a oferta de me ajudar com a dívida. Acho que foi a primeira vez na vida que não me senti como um caixa eletrônico para as mulheres.
A A conversa com a Ana ficou mais relaxada e agradável quando ela começou a falar sobre o dia dela com a prima Maite. Enquanto conversávamos, senti o sono me vencendo aos poucos, e Ana percebeu meu estado. Em vez de me acordar, ela acariciou meu cabelo e me puxou para perto, permitindo que eu dormisse em seus braços. Foi um gesto muito terno e reconfortante. Dormi profundamente, como há muito tempo não fazia, e acordei no dia seguinte me sentindo revigorado e com as energias renovadas.
A manhã começou bem, eu estava me sentindo brincalhão, com uma ereção bem visível. Ana, ao ver, sorriu, mas eu não podia fazer muita coisa, tinha uma reunião importante cedo. Então tomei um café da manhã bem reforçado, graças à Maite, que ficou surpresa de novo quando, ao sair, dei um beijo na boca dela junto com uma palmada na bunda. Enquanto isso, Ana cuidou da minha roupa e maletinha, também recebeu um beijo e sua palmada, e como já está acostumada, levantou a bunda para recebê-la melhor. Com tudo pronto, parti para a empresa e a reunião com o fornecedor foi um sucesso, tudo saiu como planejado e fiquei satisfeito com os resultados.
Ana me mandou uma mensagem por volta das nove, perguntando como tinha ido. Contei e ela ficou feliz por mim. O pedido de permissão dela para ir comprar roupas me pareceu um pouco estranho, especialmente porque ela especificou o horário e as lojas que visitaria. O que realmente me chamou a atenção foi o comentário dela sobre eu olhar as câmeras de segurança da casa. Achei curioso que ela mencionasse especificamente as câmeras internas – havia três dentro, no escritório, na sala e na cozinha; as outras estavam do lado de fora. Isso me levou a checar o aplicativo no meu computador para ver o que as garotas estavam fazendo.
Parece que as garotas estavam com vontade de brincar e que queriam que eu participasse. As duas estavam na sala de casa, peladas. Ana estava sentada no sofá principal, com as pernas bem abertas, enquanto Maite, de joelhos, chupava toda a sua buceta. Dava para ver perfeitamente o culo e a buceta da Maite. Ana pegou o celular dela e uma mensagem chegou pra mim.Ana:Querido, como você não estava, decidi usar a nossa putinha, você se importa? Pena que você não está aqui, fiquei com vontade de chupar você esta manhã. – filha da puta, pensei enquanto tocava minha ereção.Esteban:Você vai me pagar por isso.
Ela fez uma carinha de choro olhando para a câmera. Logo em seguida, puxou a cabeça da prima de entre suas pernas pelos cabelos e a beijou. Elas se levantaram e Ana levou a prima até a poltrona individual mais próxima da câmera, sentou-a e colocou suas pernas no apoio de braço, deixando-a bem aberta. Ana sentou-se diretamente na buceta da prima, formando um X ou uma tesoura. Começou a esfregar-se contra ela enquanto as duas olhavam para a câmera e sussurravam algo uma na orelha da outra. Puta que pariu, da próxima vez coloco câmeras com microfone. As garotas estavam se entregando completamente, e Ana levou a cabeça da prima até seu peito, que não demorou a chupá-lo. As duas quase gozaram ao mesmo tempo. Ana passou o telefone para Maite, e ela me mandou um áudio.Maite:Amo, espero que tenha gostado. Temos que ir tomar banho pra depois sair pra fazer compras.
Eu tinha ficado durão, era surpreendente a atitude das garotas, Ana me impressionava cada vez mais, adorava o jeito novo dela, mesmo me obedecendo ela já não era uma escrava, e agia com decisões próprias, acho que cada dia eu estava mais apaixonado por ela. E a Maite, constantemente tentava me agradar ou dar uma de gatinha comigo, ou seja, tentava me seduzir.
Fiz uma ronda pela empresa e me tranquilizei, tudo estava funcionando direitinho e o clima era descontraído. As meninas da administração perguntaram pela Ana e confirmei que ela voltaria a trabalhar na semana que vem. Percebi o quanto a Ana tinha conquistado o carinho e a admiração de todos em tão pouco tempo, e eu não era exceção. A presença dela tinha causado um impacto positivo em todos nós.
O Raúl me mandou uma mensagem dizendo que o Juan Carlos me deixaria em paz por algumas semanas, que tinham conversado com o gordo Tony e deveriam ser mais cuidadosos por enquanto, o bom é que contra esses dois já tinham provas suficientes, agora a investigação deles estava focada na proteção e nos sócios na sombra deles. Ele disse que temporariamente retirariam os agentes que nos protegiam, mas continuariam vigiando de perto o Juan Carlos e o Miguel. Também conversamos sobre tudo um pouco, sobre minha segurança, sobre o que fazer quando o Juan Carlos cair ou as possíveis opções que tínhamos, e até sobre minha vida privada.Raúl.Ei, você também fica com a prima, eu percebo essas coisas. Não sei onde você arruma essas gostosas, mas lembra do seu amigo, hein.EstebanEu não procurei por nada, as coisas simplesmente aconteceram. Além do mais, você é casado.
Raúl:Por isso te digo, acho que a última vez que transei foi há umas três semanas, haha. Fico feliz por você, tá te fazendo bem, se não fosse por alguém querer te matar e roubar suas coisas, até te invejaria.
Eu sabia que o Raúl era totalmente fiel, e era impossível ele trair a mulher, e tudo era uma piada. Mas ele não foi o único a me dizer que tinha visto uma mudança tão grande em mim, e eu sabia que tudo era graças à Ana.
Percebi que a Ana tinha mudado muito em mim, de ser alguém desleixado, depressivo e desanimado pra alguém que se importa com a aparência e o bem-estar. Eu devia muito à Ana, ela silenciosamente e com muito tato escolhia minhas roupas, me barbeava, até passava os cremes dela, dos poucos que tinha, e eu estava agradecido por tudo que ela tinha feito por mim, então decidi dar um presente especial. Marquei um dia no spa pras duas garotas, no mesmo shopping que elas iam, assim poderiam curtir um tratamento capilar, depilação, cabelo e manicure. Queria recompensá-las por tudo que faziam por mim e aproveitar meu bom humor pra dar uma surpresa legal.
Peguei meu celular pra avisar sobre meu presente e justo recebi uma mensagem da Ana.Ana:Olha, querida, você gosta. Você me diz qual você gosta mais, são para você aproveitar.
Em seguida, ela me mandou dez fotos, cinco de cada uma. Em todas elas, elas estavam experimentando lingerie. Fazia pouco mais de uma hora que elas tinham me deixado excitado com as câmeras de segurança, e agora isso. Eu ainda estava no modo ciúmes, e isso não estava ajudando muito. Escrevi para ela que queria uma surpresa, enquanto em uma placa ao fundo pude ver qual era a loja. Eu sabia qual era, já que tinha comprado roupas com a Ana lá. Não aguentei mais, peguei minhas coisas e disse à minha secretária que não voltaria o dia todo, se não fosse importante, que não me ligasse. E saí rumo ao shopping, que não estava longe.
Entrei no shopping e fui até a loja que conhecia. Havia pouca gente lá por causa do horário, e mandei uma mensagem perguntando onde ela estava, já que não as encontrei ali. Ela respondeu com uma mensagem e fotos delas experimentando um vestido. A loja estava a poucos metros de onde eu estava. Entrei e fiquei olhando os vestidos que estavam expostos. Fui sorrateiramente e a abracei por trás. Ela deu um pequeno grito com um pulo, o que chamou a atenção da atendente da loja. Ao me ver, ela me abraçou e me deu um beijinho nos lábios. Ela estava muito feliz, ia chamar a Maite, e eu a detive.Esteban:Shhh, cadê a Maite? - ela fez um sinal com a cabeça na direção dos provadores. - Você distrai a atendente a qualquer custo. - ele concordou com a cabeça e um sorriso de orelha a orelha.
Bem devagar, me aproximei do provador. Éramos os únicos em toda a loja. Maite estava experimentando um vestido e se admirando no espelho. Entrei e a abracei por trás. Ela me viu pelo espelho.Esteban:puta da Mía, não quero que você faça barulho, senão vou te castigar. - ela afirmou com a cabeça.
Comecei a beijar seu pescoço e a amassar aquelas tetas grandes que ela tinha, via como ela olhava nerviosa e toda corada, não sabia se alguém podia nos descobrir. Eu sabia que devia ser rápido e não demorar tanto. Apertei ela contra o espelho e fiz ela empinar a bunda, me agachei, adorava que minhas mulheres usassem vestido, tudo era muito mais fácil, puxei sua calcinha e meti minha cabeça entre suas nádegas, comecei com minha língua a percorrer desde sua vulva até seu cu, ida e volta, em poucos segundos ela estava encharcada e fazendo um grande esforço para não gemer.
Seus sucos estavam deliciosos, e a Maite parecia estar gostando de tudo isso. Não aguentei mais, me levantei, tirei meu pau e de uma estocada a penetrei, as penetrações eram fortes e rápidas, queria que a gente acabasse e não levantar suspeitas, mas ela estava muito quente e sua buceta começou a se contrair, para não gritar ela mordeu meu antebraço enquanto tinha um orgasmo. Subi sua calcinha enquanto ela se recuperava.Esteban:Manda a Ana pra cá. - falei no ouvido dela. - Você distrai a atendente agora, pede pra ela te mostrar tudo que você gosta.
Ela balançou a cabeça, as pernas tremeram quando tentou andar, mas ela se recompôs. Em poucos minutos, Ana entrou. Ao abrir a cortina, ela viu direto meu pau apontando pro teto, brilhando dos fluidos da prima dela. Imediatamente, ela se ajoelhou e enfiou tudo na boca. Ela entendia o que tinha que ser feito e que precisava ser rápido. Ela apunhalava a garganta dela uma e outra vez com meu membro, enquanto as mãos acariciavam minhas bolas, e ela me encarava diretamente nos olhos. A cada momento, eu gostava mais dessa mulher.
Agarrei ela pelo pescoço e levantei, beijando-a e esmagando-a contra a única parede de concreto do provador - não podíamos derrubar tudo. Segurei ela pelas nádegas enquanto a beijava, ela estava no ar com as pernas entrelaçadas em mim, na altura do meu quadril.Ana:Me dá, meu bem. - ela disse, com a visão turva pela luxúria.
Afastei a calcinha dela e a penetrei, assim como fiz com a prima, fui brutal e selvagem. Ela me beijava e chupava meu pescoço, estávamos pegando fogo os dois. Levei meus dedos e juntei o líquido que escorria de sua buceta a cada penetração, coloquei na entrada de seu ânus e comecei a massagear até que dois dedos entraram sozinhos, foi como um interruptor de luz, imediatamente ela começou a gozar, me levando ao orgasmo também. Descarreguei sêmen abundante dentro dela, e também no chão, ela tirou a calcinha e se limpou o melhor que pôde, e limpou o chão também.
Eu, enquanto isso, saí do provador. Maite havia feito a atendente separar um monte de roupas. Ela nos disse que se chamava Rosa e nos ajudaria em tudo, e reforçou novamente: em tudo. Ela me olhava e ria de modo safado, era uma garota cheinha, com uns peitos grandes e rosto bonito, de uns trinta e cinco anos. Fui pagar por todas as roupas que as garotas haviam escolhido, que eram muitas. Enquanto elas olhavam outras coisas.Rosa:Que bom, suas amigas estão muito satisfeitas. — disse sorrindo e me olhando nos olhos. — Você as deixou muito felizes.
Tenho certeza de que ela não estava falando das roupas. Olhei para o monitor que estava ao lado, e lá estavam as câmeras de segurança. Nos provadores havia uma, que focava por cima — não dava para ver nada, só o corredor e as cabeças das pessoas que estavam lá dentro. Portanto, ela sabia o que havíamos feito.Esteban:Não são minhas amigas, são minhas minas.- ela ficou um pouco surpresa, mas se recompôs.Rosa:Pelas sorrisos delas, vejo que essas duas novinhas estão satisfeitas com você.
- Não disse mais nada.
- Pelo que comprou, minha chefe vai ficar contente com tudo isso. Aqui deixo meu telefone, caso precise de mais alguma coisa.
- E anotou na nota fiscal.
Saímos e fomos almoçar. Comemos entre risadas, elas não paravam de falar e rir. Terminamos de comer e ficamos olhando vitrines enquanto esperávamos o horário na estética. Eu carregava todas as sacolas, não sabia mais quem era o Amo e quem eram as escravas. As garotas estavam felizes, principalmente a Maite, para quem tudo era novidade. Pareciam duas crianças. Até reparei a Maite me olhando várias vezes enquanto eu fazia carinho na Ana. Era um olhar doce, parecia um filhotinho precisando de afeto, e de vez em quando ela fazia isso e ficava toda sem graça.
Acompanhei elas até a estética e disse para deixarem elas ainda mais gostosas do que já eram, porque hoje à noite eu tinha um encontro com as duas. As duas riram, e a moça que nos atendeu também. Se ela soubesse...
Eu fui até a barbearia que tinha perto dali. Quando saímos, elas voltaram para casa na Audi e eu fui no meu Toyota. Ao chegar, as duas me abraçaram — a Maite quase empurrada pela prima — e agradeceram por tudo que eu tinha feito por elas hoje.Ana:Vamos ficar mais gostosas pro nosso dono.
Eu peguei meu traje e levei pro quarto de hóspedes, aquele que a Maite tava usando, e deixei o quarto principal pra elas se arrumarem, fui e tomei banho. Quando saí, as duas estavam lá, com a nota fiscal na mão. Ao ver aquilo, expliquei o que tinha acontecido com a garota que atendia a loja, a Maite ficou toda vermelha de vergonha, a Ana ficou pensativa.Ana:Adoro se você quiser outra escrava ou uma amante, nós vamos te ajudar - disse em um tom mais solene e sério - mas se o problema é que nós te decepcionamos e não te damos o suficiente, por favor, nos castigue.Esteban:Mais sexo não, mas não me tente com a ideia de puni-las porque me ocorrem vários métodos haha. - disse dando uma pequena palmada na bunda dela. - Vai, coração, terminar de se trocar, quero vocês radiantes para poder exibi-las. E que todos babem com as mulheres que eu tenho.
Uma hora depois, as garotas saíram deslumbrantes, com dois vestidos longos de festa que tiravam o fôlego de qualquer um. O vestido de Ana era preto, com as costas descobertas e uma grande abertura nas pernas, amarrado no pescoço, com o cabelo preso. Enquanto Maite tinha um vestido vermelho, com um grande decote que levantava e destacava seus peitos, era até os joelhos e a abertura era menor que o da prima, ela estava com o cabelo solto. As duas estavam maquiadas perfeitamente e estavam simplesmente parando o trânsito na rua.
Saímos da cidade, dirigi quase uma hora e meia e fomos a uma cidade próxima, a um restaurante que tinha um hotel boutique, muito romântico. O fato de sair da cidade era para não encontrarmos conhecidos e não estragar o plano que tínhamos com Juan Carlos. O restaurante era famoso pela comida e por oferecer show ao vivo, justamente havia uma banda tocando músicas românticas conhecidas. A comida foi fantástica, mas o show foi melhor ainda, as garotas não paravam de cantar músicas do Luis Miguel, David Bisbal ou Enrique Iglesias, eu ria mesmo não gostando desse tipo de música, mas vê-las felizes me fazia bem. Pegamos um quarto no hotel para não voltar dirigindo à noite.
Não sei se elas tinham combinado entre si, ou se estavam alegres pelo álcool e pela música, mas mal fechamos a porta do quarto e elas pularam em mim como panteras atacando uma capivara indefesa. Acho que levaram a sério mesmo a ideia de que eu estava precisando de sexo, acho que iam me ordenhar até a última gota.
2 comentários - Paguei uma dívida com uma mulher (8): nos vestiários