Terminei de mamar na minha chefe, O Garanhão 6

A gente dormiu demais, nem fomos correr no parque. Acordamos os três e olhamos o relógio, eu mal tinha tempo de chegar, e me disseram que descontariam do meu salário se eu me atrasasse de novo. As garotas riram disso e me disseram pra me acalmar, eu tava com um cheiro de sexo que dava pra trás, e toda minha parte genital e abdômen estavam com fluidos e porra seca, foi uma noite completa de sexo, acho que dormi umas três horas e meia. Quando fui pro chuveiro, notei que meu pau estava ardendo. As garotas entraram comigo no chuveiro e começaram a me ensaboar, segundo elas pra eu conseguir sair mais rápido, mas a Vale começou a lavar meu pau como se estivesse me masturbando e a Juli se agachou atrás de mim pra beijar meu cu.

Alberto: Juli, já te falei que ali não. – Tivemos uma briga de noite porque ela tinha tentado enfiar um dedo, ela disse que tava acostumada porque sempre fazia isso no Hernán.

Juli: Relaxa, machão, ninguém vai te desvirginar o toba.

Vale: Amor, você não quer ficar mais um pouquinho? Não tem problema, você fala pro RH que tava atendendo as donas.

Alberto: Não posso, além do mais a Susana ainda não autorizou a revelar o nosso caso. – falei saindo do chuveiro.

As garotas ficaram se beijando, que safadas. Bom, mesmo sendo tentador, não sei se eu conseguiria, porque embora eu tivesse uma ereção, ela doía pra caralho. Acho que também ia ter que começar a tomar vitaminas, se esses encontros fossem ser tão seguidos, iam me deixar arrasado. Ainda bem que as garotas também se pegaram enquanto eu me recuperava. Saíram do banheiro rindo, eu já tinha terminado de me trocar. A Juli me deu um pote de creme pro meu pau, enquanto a Vale foi pra cozinha. Quando cheguei lá, ela tinha preparado uma caneca térmica com café e pegou as chaves do Porsche Cayenne dela – devia ter uns cinco anos, mas parecia novo, até o cheiro de novo tinha. As duas me despediram com um beijo na boca, ainda estávamos na garagem e elas peladas ao lado do SUV. Vale: Tchau, querido, se cuida, nos vemos na empresa. Juli: Tchau, grandalhão, tenha um bom dia. Aquele cumprimento, mais o carinho com que me deram, me deram um frio na barriga que percorreu todo o meu corpo, e eu saí com aquele SUV que era demais pra mim, tanto o Porsche quanto as duas garotas, mas era o que eu tinha naquele momento e acho que posso dizer que senti felicidade. Cheguei no limite na empresa, pra falar a verdade o bicho corria bem, e como eu disse estava quase novo, tinha 7.000 quilômetros. Eu tava tão concentrado em chegar no horário que nem lembrei de estacionar fora da empresa, cheguei e parei no estacionamento reservado pros administrativos, nem reparei se alguém me viu, acho que esqueci tudo sobre ser cauteloso, entrei e bati meu ponto, me sobraram 3 segundos. O chefe do pessoal estava um pouco mais adiante vendo tudo, com certeza esperando que eu me atrasasse, estavam de olho em mim. Cheguei e me cruzei com o ex da Vale que me deu um daqueles olhares que matam. Simplesmente passei sorrindo, acho que isso deu mais raiva ainda nele, ter que ficar calado e me ver sorrindo. Ele me seguiu com os olhos até que eu entrei na área da administração, que prazer, já tinha várias coisas me dando alegria nesse dia. Segui no meu trabalho com minha atividade habitual e pouco produtiva de classificar arquivos em papel pra destruir ou guardar. Se esses caras continuassem no poder, eu ia morrer no arquivo sem me destacar em nada, ou iam arrumar uma desculpa pra me mandar embora. No meio da manhã aproveitei os vinte minutos de descanso pra ir pegar um café, ia comer uma tortinha como todas as manhãs, mas lembrei das piadas das garotas que eu precisava emagrecer, comi uma torrada e uma geleia sem açúcar, ia ter que mudar ou elas iam me matar. No refeitório também estavam Hernán e Clara, o que me pareceu estranho porque sempre levavam as coisas pro escritório. Me aproximei pra cumprimentá-los, me fizeram sentar com eles, comentaram que tinham acabado de... chegaram na empresa, onde Hernán havia deixado Susana com os últimos detalhes da negociação; se tudo desse certo, até sexta-feira estaria tudo resolvido. Havia pouca gente no refeitório, mas até os funcionários de lá ficaram surpresos de ver os dois ali, e mais ainda que eu estivesse com eles. Conversamos sobre um pouco de tudo, acabando falando sobre os ladrões que tínhamos na empresa, e Hernán me respondeu que a esses faltava pouco, o que seria ótimo pra mim, senão eu morreria de tédio. Antes de irem, fiz um comentário.
Alberto: Hernán, quando tiver tempo tem uma coisa que quero te mostrar e talvez te interesse.
Hernán: Por que não vem jantar em casa hoje à noite? — lembrei que ele era gay e eu não. — As garotas também vão vir. — disse ele com um sorriso.
Clara: Calma, galã, tem que guardar energia pra amanhã à noite, porque eu te espremo até a última gota. — falou lambendo os lábios, e eu que pensava que ela era séria e antiquada.
Os dois foram embora rindo, e Hernán a repreendendo de brincadeira pelo jeito dela. Continuei meu trabalho por mais três horas sem nada pra destacar, só o tédio mesmo. Na hora do almoço achei estranho que a Vale não apareceu, embora ela tenha me mandado uma mensagem bem carinhosa dizendo que estava ocupada com algo e tinha pedido pra levarem uma salada pra ela, que nos víamos à noite. Meus amigos apareceram e sentaram comigo.
Alberto: Já falei com o Hernán sobre o programa, hoje à noite mostro pra ele.
Lautaro: Sabia! Você é a putinha do Hernán, agora várias coisas fazem sentido. — eu balançava a cabeça, lá vêm esses dois.
Kevin: Faz muito sentido, agora as peças se encaixam.
Alberto: Querem parar de ser idiotas? Alguém vai ouvir vocês? Ele é casado, o parceiro dele é o advogado que nos atendeu na reunião.
Kevin: Ah, e isso te deixa com ciúmes? — não sabia se ria ou batia neles, sabia que era brincadeira, mas não era o lugar.
Em outra mesa estava a Maria, a moça do RH que tinha nos ajudado na investigação. Desde que nos encontramos no escritório do advogado, não a vi mais, e achei estranho. Ela era uma garota de rosto bonito, tímida, magra, muito inteligente. Passou do nosso lado e cumprimentou, mas não parou, comigo sempre foi muito simpática. Kevin: Calma, amigo, muitos desde que você está na lista negra dos diretores não se animam a chegar perto de você. Lautaro: Mas nós somos seus irmãos, te queremos com suas preferências sexuais e tudo. Não aguentava eles, então me juntei às risadas, a verdade é que eles eram amigos de ferro. Me despedi e fui para o meu posto. No corredor, esperando o consultor, Maria me chamou de um escritório vizinho. Maria: Alberto, vem aqui, que ninguém nos vê. - entrei mais por compromisso. Alberto: O que foi? Maria: Olha, esses caras, não sei se algum dia vão sair da empresa, ou talvez a senhora Susana não aguente eles. Eu me mantive afastada por isso. Esta manhã ouvi o Martin, o Diretor de Compras, falando com meu chefe, ele contratou homens, disse que te devolveria o golpe com juros. Esse homem está como louco, cada vez que falava de você, cuspia ódio. Alberto: Obrigado, Maria, eu cuido disso. Maria: Eu te ajudo nas sombras, não posso me dar ao luxo de perder este trabalho, mas também não vou deixar que te machuquem. Nos despedimos, agradeci de novo e fui para o meu posto de trabalho. Comecei a olhar em volta e vi os cúmplices dos diretores, não perdiam detalhe do que eu fazia. A hora não passava, então foi uma eternidade até a saída. Quando fui sair, lembrei em que veículo tinha vindo, esperei um pouco mais para que todos fossem embora, não queria que me vissem no Porsche da Valentina. Quando vi que sobravam poucos carros, decidi sair. Saí e fui rápido até a SUV, mas ao chegar vi que o Martin vinha. Martin: Seu morto de fome, o que você está fazendo com o Porsche da Valentina. Vale: E a você o que importa, eunuco? - disse aparecendo por trás. Ele ficou vermelho, entramos e vazamos de lá, me... ele disse para levá-la até a casa dela para ela se arrumar e depois iríamos para o jantar. Ao chegar, vi que atrás de nós estacionou um Renault Clío branco, que nos seguia desde a empresa. Desci da caminhonete, a Vale não tinha percebido nada, fingi dar as costas enquanto olhava o reflexo no retrovisor, o motorista desceu com uma barra de ferro na mão e veio direto para mim, o outro ficou atrás da SUV. Alberto: Vale, fica aí dentro. Pude ver como ele levantou a barra de ferro e ela vinha em direção à minha cabeça, logo antes do impacto me mexi e deixei ela passar com meio giro, com a inércia ao girar bati com meu cotovelo no queixo do agressor, que bateu na lateral do Porsche, em seguida dei um chute no peito dele jogando-o no chão, o segundo sujeito apareceu na hora soltando uma série de golpes. Eles não eram uns caras qualquer, sabiam brigar, esse segundo me lançou uma combinação de golpes muito boa, até dois me acertaram, eu também me defendi e dei dois bons socos e um chute, mas eles eram durões, o que estava no chão já tinha se levantado, qualquer pessoa que não esteja acostumada aquele cotovelada te manda dormir. Não tinha percebido, mas a Vale enquanto isso estava gritando que queriam nos roubar, e vários vizinhos e transeuntes se aproximaram, junto com dois policiais que estavam no parque vieram correndo. Eles entraram correndo no Clio e saíram em alta velocidade. Acho que eles tinham cometido um erro, o Martin tinha me marcado no estacionamento para que eles me vissem, pensaram que eu iria para meu apartamento, numa área de classe média baixa, não para um bairro com tanto luxo, câmeras e segurança. A polícia notificou o fato e me instou a ir à delegacia, eu disse que iria primeiro ao hospital porque tinham me batido com o ferro, uma mentira, anotaram todos os meus dados. Entramos na casa da Valentina. Alberto: Sabe onde o Martin está agora, ou o endereço dele. Vale: Por que, acha que foi ele. Eu estava furioso, quando você tem autismo, minha atenção estava totalmente focada, e naquele momento eu queria machucar aquele babaca. Vale me viu e tentou me acalmar. Então ela disse:

Vale: Nesse exato momento ele está no Clube Hípico. Ele não perde uma chance de se misturar com gente rica. Acho que era por isso que ele me queria — para pertencer, não só para parecer.

Eu, enquanto isso, troquei de roupa — na verdade, já tinha trocado antes. Pedimos um Uber e partimos para a região. Eu levava minha bolsinha de ginástica com a roupa do trabalho. Vale não parava de digitar no celular, enquanto eu tinha um objetivo em mente: sair impune.

Chegamos e paramos em frente ao estacionamento. Era do tamanho de um quarteirão inteiro, sem cercas nem nada, só uma pequena grade de uns 90 cm. Havia um guarda na entrada. Vale apontou o carro do Martín — estava lá no fundo, num canto. Ela disse que quanto mais perto do prédio principal do clube, mais status você tinha lá. Ele era claramente um dos últimos.

Identifiquei o máximo de câmeras possível, escolhi o lado por onde pular a grade. A questão não era não ser visto, mas não ser reconhecido. De onde estávamos, não nos viam, mas assim que eu atravessasse a rua, teria uns 20 segundos só com ele… e depois escapar.

Alberto: Você fica aqui.

Onde estávamos era um terreno mais alto; o estacionamento e o clube ficavam mais baixos. O Audi A4 estava a uns 50 metros, mais ou menos. Vale o indicou quando ele saiu do clube. Ele se despediu de dois homens que saíam com ele e foi sozinho até o carro, mexendo no celular.

Eu coloquei o boné e um lenço que peguei na casa da Vale, atravessei a rua com passos firmes e rápidos, pulei a grade e fui atrás dele. Ele estava ao telefone.

Martín: Como assim não conseguiram dar uma surra nele? São uns inúteis.

Ele me viu quando se virou de lado. A expressão dele foi de susto.

O primeiro golpe na cabeça o derrubou. Subi em cima dele e comecei a bater. No terceiro golpe, dois dentes voaram. No quarto golpe… ele estava inconsciente, dei mais uns dois por segurança, e quando me levantei pisei nos ovos dele, ele se contorceu por reflexo. Como estava entre dois carros, ninguém viu muita coisa, voltei pra Vale e saímos de lá, acho que cheguei a ver o guarda indo pra área, talvez me viram nas câmeras. Tinha pegado o celular do Martín do chão, e peguei a carteira dele. A uma quadra tirei a jaquetinha que tava usando e guardei na bolsa junto com o boné e o lenço, andamos mais uma quadra e pegamos um táxi até a delegacia que me tinham indicado de tarde. Antes de entrar no táxi, tirei o dinheiro da carteira e joguei ela num lixo. Sabia que o celular podia ser rastreado, mas no táxi mandei mensagem pro Kevin pedindo um favor. Vale não parava de digitar no celular, eu já tinha me acalmado, a fera tinha voltado pro seu lugar de descanso. Chegando na delegacia, Kevin já estava nos esperando, tinha ido na moto dele. Não disse nada, olhou estranho pra Vale, cumprimentou ela e foi embora com o celular. Lá dentro nos fizeram esperar, tínhamos que ter paciência porque ia ser longo. Isso mudou dez minutos depois quando apareceu Javier, o marido do Hernán, se apresentando como nosso advogado, e por ser um advogado tão respeitado e famoso o delegado veio nos receber, e tomou nosso depoimento na hora. O caso foi registrado como Tentativa de roubo, e Lesões leves. Delegado: Você se defendeu como um leão, amigo, disse rindo e mostrando o vídeo pro advogado. Chegamos na casa do Hernán, o Javier nos levou, estavam todos nos esperando, só faltava a Susana. Vale tava acelerada e atropelava tudo pra contar o que aconteceu, até me filmou quando dei a surra no Martín, porra mas ela queria juntar provas contra mim. Javier ficou conversando com a gente e me disse o que eu tinha que falar e o que não. O jantar foi um momento relaxante depois da tensão do dia. Conversamos sobre a empresa, o acordo que a Susana estava fechando e outros assuntos. As meninas mencionaram nosso possível casamento, o que fez Valentina e eu corarmos. Decidimos deixar esse assunto para outra hora. Depois do jantar, mostrei ao Hernán o projeto dos meus amigos e o programa no qual estavam trabalhando. Ele adorou e pediu que eu organizasse uma reunião para quinta-feira à tarde no escritório dele, para que pudessem explicar melhor todos os detalhes do programa. Depois do jantar, Juli se ofereceu para nos levar à casa da Valentina. Embora tivéssemos planejado não trabalhar no dia seguinte, eu insisti em ir à empresa. Juli nos levou e nos deixou na casa da Valentina, onde tomamos banho e caímos na cama exaustos. A verdade é que não estávamos com muita energia, mas quando você vive um momento de muita adrenalina, ela fica no seu corpo e precisa ser liberada de alguma forma. Valentina se aconchegou no meu peito, me acariciando, e subiu completamente por cima de mim. Ela, ao sair do carro, tinha dito a Juli que só íamos dormir, mas algo entre nós estava crescendo, e era de carne e duro. A garota tinha deitado com um pijama quase inexistente, uma calcinha curtinha e um top, tinha colocado o rosto no meu pescoço e respirava soltando todo o ar nele, e se mexia devagarzinho, já que a cueca estava estrangulando meu pau. Ela começou a me dar beijinhos suaves no pescoço, enquanto sua mão brincava no meu peito nu. Ela me disse baixinho no ouvido. Vale: Prometemos à Clara deixar você descansar, para que amanhã você dê tudo a ela, mas acho que não vou conseguir cumprir essa promessa. — ela falava comigo como uma bebê. — sou uma amiga ruim se pegar só um pouquinho do meu namorado. Ela esfregava diretamente a sua buceta no meu pau duro, era muito gostoso, mas era como se a roupa estivesse atrapalhando, e minha namorada percebeu, se afastou um pouco e levou a mão com saliva até meu pau, esfregando, puxou um pouco a cueca e tirou a calcinha do pijama. Vale: hoje você fez um grande esforço, deixa sua namorada te dar um pouco de carinho. — a verdade é que eu amava essa mulher, ninguém nunca me tratou assim. Ela subiu em cima de mim e ela começou a se esfregar, nossos órgãos estavam em contato direto, agora sem a roupa incômoda, o fluxo da minha namorada era uma lubrificação perfeita, somada ao meu líquido pré-seminal, eu acariciava todo o corpo dela o máximo possível, em um certo momento o top dela também me incomodava, eu queria tocar os peitos dela e ela o tirou. Alberto: Querida, quero enfiar. Vale: Calma, querido, que eu vou fazer todo o trabalho para você não se cansar. Dito isso, ela se deixou cair e começou a me beijar, uma de suas mãozinhas foi até meu pau e o guiou até a entrada de sua buceta, começou a brincar na entrada, esfregando e fazendo a pontinha entrar e sair, ela bufava e estava muito excitada, tanto quanto eu. Ela se cansou de brincar e enfiou o pau em sua vagina, que estava quentinha e úmida, que prazer que me deu. Ela começou a mover os quadris sem soltar o beijo, exceto para pegar ar e continuar me beijando, minhas mãos foram até suas nádegas, agarrei forte e separei, em um certo momento ela se afastou de mim para respirar e eu enfiei um dedo em sua boca, ela chupou muito, tirei e voltei a beijá-la, eu o guiei até seu ânus, sem penetrar, sabia que ela não gostaria da ideia de fazer isso antes do casamento. Vale: Ai, querido, não aguento mais, te amo, seu pau me mata. Ela começou a ter um orgasmo forte com contrações, eu deixei ela gozar, quando ela se recuperou meu pau ainda estava duro dentro dela. Ela desmontou, pegou meu pau e me fez um carinhoso oral, com muita língua, muito mimo, me dando muitos beijinhos em toda a região, e sempre lubrificando a cabeça e me masturbando, em alguns segundos meu pau acabou como uma fonte expulsando sêmen para todos os lados. Ela o colocou na boca, deixou bem limpinho, subiu em mim, me deu um beijinho de selinho e se aconchegou no meu peito, e assim adormecemos. Na manhã seguinte amanhecemos todos grudados, eu um pouco cãibrado, minha namorada não tinha descido de mim. Assim que me viu com minha ereção matinal, ela disse. Vale: Não, não, meu grandalhão, não podemos brincar mais, você tem que guardar forças. Fomos para o chuveiro, demos uns beijinhos e carícias, mas nada além disso. A Vale saiu antes e, quando eu estava me trocando, ouvi a campainha. Olhei pela janela e eram a Clara e a Juli com sacolas de uma padaria e quatro cafés. Fiquei à escuta quando a Vale abriu a porta.
Clara: Fizeram, né? Essa cara de safada te entrega.
A Vale deu uma risada.
Clara: Eu te disse, Juli, pra levar cada um pra sua casa. Esses dois estão apaixonados e, depois de tudo o que viveram ontem, ia acabar numa trepada.
Vale: Shh, Clara, por favor. Foi bem tranquilo, não exigi nada.
Começaram a falar baixo, então eu saí.
Clara: Oi, como vai, Sr. Selvagem? Espero que esta noite possa me atender. — Deu um beijo na minha bochecha. — Vamos tomar café da manhã que está esfriando.
A Juli, de passagem, me cumprimentou com um beijinho.
Fizeram uma videchamada para a Susana. Ela cumprimentou uma por uma, perguntando algo pessoal. Quando chegou em mim:
Susana: Bom dia, Sr. Rodríguez. Vejo que já mora praticamente com a Valentina. — Ajeitou os óculos. — E pela cara de felicidade da minha enteada, vejo que cumpre bem como namorado.
Um meio sorriso naquela mensagem de duplo sentido — acho que foi o mais perto de uma piada que ela já fez.
Alberto: Bom dia, Sra. Susana. — Protocolo acima de tudo. — Estamos bem juntos. — Disse, pegando a mão da Vale.
Ela mudou de assunto na hora, perguntou sobre minha luta — coisa que ouvi atentamente sem dizer nada — e depois conversou um pouco com cada uma. Para finalizar, contou que hoje à tarde fechava o negócio e voltaria amanhã de manhã de avião. E sugeriu que eu deveria buscá-la. Ninguém falou nada, então aceitei depois de um beliscão da Vale para que eu respondesse.
Terminado o café da manhã, fui mais cedo para o escritório.
O clima na empresa estava tenso. Os diretores me olhavam com desconfiança, e o Martín não tinha aparecido — aliás, acho que a volta dele vai demorar. Dediquei-me às minhas tarefas e, depois, durante o almoço, os caras me mandaram mensagem para a gente se encontrar. Tinham conseguido desbloquear o celular do Martín e tinham encontrado informação importante. Nos reunimos no refeitório e a Maria nos cumprimentou antes de sair com suas colegas do RH, ela me deu um sorriso quando ia embora, talvez estivesse feliz porque estava bem. Kevin e Lautaro estavam ansiosos, esperando que eu explicasse o que tinha acontecido e o que significava tudo aquilo.
Kevin: Ontem você estava com... — cortei na hora.
Alberto: Com minha namorada, não importa quem seja, não vamos dizer nomes aqui, é segredo.
Acho que os dois estavam morrendo de vontade de perguntar. Terminamos de almoçar e pedi que trouxessem seus notebooks pessoais onde estava o programa. Subimos para o 10º andar, sede da Gerência de Operações, eles me olhavam estranhados, mas eu tinha dito para não falarem. Assim que nos apresentamos, a secretária nos fez passar, o Hernán nos recebeu muito afetuosamente.
O primeiro assunto que tratamos com o Hernán foi o do celular do Martin, era uma belezinha de ouro, em todos os sentidos, provas contra os roubos, provas das infidelidades com a Vale, provas de que mandou os homens contra mim, até de crimes que não sabíamos. Hernán passaria tudo para o marido dele.
O segundo assunto foi a apresentação do programa, o Hernán adorou, até chamou seus diretores, todos viram como o programa era promissor, e ele nos incentivou a conseguir a patente o quanto antes e já tínhamos nosso primeiro cliente. Saímos de lá triunfantes. Cada um seguiu para suas respectivas áreas para completar o expediente.

4 comentários - Terminei de mamar na minha chefe, O Garanhão 6

Vamos cuando masss...aun gslta que atidnda como perra a susana...y esa noche de bodas ufff
Gracias por pasar, un abrazo
Hasta que le pegaron su chinga al ex y lo que le a de faltar ? Jajaja
Saludos
Jaja gracias por pasar amigo
Avisa porfa cuando subas nuevo post que a mi me aparece asi rus post

Terminei de mamar na minha chefe, O Garanhão 6
Siii a mi también, el viernes y el sábado subo los nuevos