Recomeçando com meu filho

Os nervios me consumiam, eu tremia, me arrepiava sem saber como seria essa aventura. Não tinha outra coisa na cabeça, era um turbilhão de dúvidas, tipo: o que vestir, como estar bonita. Os dados já estavam lançados, nós dois sabíamos o que ia rolar, porque os beijos já não eram mais de mãe pra filho ou de filho pra mãe, mas de homem pra mulher, de male pra women. Tive o conselho e o incentivo do meu amigo, um italiano lindo que soube me conter e me guiar. Era um novo começo. Um reinício, ou como meu pai dizia, embaralhar e dar de novo. Cheguei como de costume, às 18h30. Ele não estava. Arrumei a casa, tomei banho e, pelada, revirei o guarda-roupa atrás do que vestir. Já tinha a premissa: ele é meu filho e tinha que me ver como sempre, arrumada, gostosa, uma MILF. Roupa simples que marcasse meu corpo. Insinuar. Vestida, esperei ele chegar. Ele demorou, eu tinha que preparar o jantar. Já eram quase 20h, ainda dentro do horário. Será que ele desistiu? Tirei os bifes à milanesa do freezer e coloquei na bandeja. Cerveja ou vinho? Tinha de tudo. Meu relógio marcava 20h25. Eu resistia a olhar pela janela. Fui no banheiro fazer xixi. E ele, justo nessa hora, resolveu entrar. Enxuguei as gotinhas enquanto dizia: "Tô aqui!!!" Subi minha calcinha fio-dental preta, enchi os pulmões de ar, soltei e saí do banheiro. Luzes apagadas, a silhueta dele na cozinha. Perguntei o óbvio: "Apagou as luzes?" Sem resposta, ele se aproximou, me abraçou e eu senti o homem que tenho como filho. Me pendurei no pescoço dele, larguei o corpo, me entregando. Ele me abraçou, acariciou minhas costas, com as mãos na minha bunda, apertou meu corpo contra o dele. Senti o pau dele já duro. Aquele pau que eu tinha estreado há 5 anos. E que eu ia ter de novo. Ele foi me levando pra cama, me fez ver como se despia, como a ereção dele marcava na cueca azul-marinho. Ele tirou a cueca e o pau dele saltou feito mola. Minha boca comeu ele com uma fome que só tive quando era adolescente. Ele foi me despindo: uma camisola e a calcinha fio-dental, não usei sutiã. Eu continuava chupando, e ele, devagar, começou a me comer a buceta. boca. O gel tu guarda onde sempre? Ele me perguntou. Sim, foi minha resposta (terceira gaveta do criado-mudo). Tá preparada? Eu assenti e fiquei de quatro, enquanto ele mexia no gel, lambuzando meu cu com dois dedos e depois com três. Até sentir o prêmio maior. O pau dele vencendo meus esfíncteres e me comendo à vontade!!!

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