Penélope episodio 2

Fala, amigos do P! Bem-vindos a mais um capítulo proibido, daqueles que vocês sabem que vão deixar vocês molhadinhos até os ossos.Penélope episodio 2A tarde cai devagar, se infiltrando pela janela com um brilho alaranjado. Penélope está sozinha na sala, com aquela saia jeans curta que mal cobre alguma coisa, e uma blusa branca tão justa que marca os bicos dos peitos sem sutiã. Ela brinca com o celular, mas os olhos não desgrudam de mim. Cruza uma perna sobre a outra e solta com voz safada: — Tá olhando o quê? Gostou do que viu? Sorri maliciosa e se inclina, deixando a saia subir um pouco mais. Um fio preto brilha molhado por baixo do tecido. Eu engulo seco, mas ela não me dá tempo de pensar: levanta, vem na minha direção e me empurra contra o sofá. O perfume doce dela se mistura com o suor do meu dia, me deixando louco. Ela me pega pelo pescoço e me bebe com fome. A língua dela invade minha boca enquanto as unhas arranham meu peito por baixo da camisa. Ela se afasta só um pouco pra sussurrar: — Hoje você é meu… e vai fazer tudo que eu mandar. Ela desabotoa minha calça, puxa minha pica pulsante e envolve com a mão. O olhar dela não desgruda do meu quando ela se ajoelha na minha frente e engole tudo de uma vez. Os lábios quentes, molhados, me fazem gemer alto. Ela baba, cospe, enfia até o fundo enquanto a língua me tortura. — Tá gostando, hein? — murmura com voz rouca —. Não vou te soltar até você me implorar. O som obsceno da garganta dela me enlouquece. Eu pego no cabelo dela, guio, sinto ela chupar como se quisesse arrancar. Quando tô quase gozando, Penélope para e limpa a boca com as costas da mão. Me olha como uma puta orgulhosa. — Ainda não, papai. Quero sentir você dentro. Ela sobe em cima de mim, abre minhas pernas com as dela e se deixa cair devagar. O gemido dela ecoa na sala quando me engole até o fundo. Ela se agarra nos meus ombros, cavalga devagar no começo, depois mais forte, fazendo os peitos soltos quicarem na minha cara. Eu chupo, mordo, seguro ela pela cintura e obrigo a ir mais rápido. O sofá range, os gemidos enchem o ar, o ritmo fica brutal. Penélope se Arqueia, grita, se aperta contra mim com um orgasmo que sacode ela inteira. Eu viro ela, coloco de costas no sofá, e penetro com força de animal. A pele dela brilha de suor, as unhas me marcam, a buceta dela molha tudo. —Mais forte! —ela grita sem vergonha—. Me arrebenta toda! Não aguento mais, meto uma última vez, fundo, até explodir dentro dela. O calor me queima enquanto ela me aperta com as pernas, tremendo, ofegante, se deixando encher sem medo. Ficamos largados, suados, com o corpo grudento e o ar cheio de sexo. Penélope me olha com um sorriso torto e fala baixinho: —Isso tá só começando…Adolescente

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