Las aventuras de Alana 3

Las aventuras de Alana 3ALANA *Jadeando levemente e jogada na sujeira do chão. Ficava imóvel e sem forças enquanto me tremia, ofegante, e mais porra escorria de dentro da minha buceta bem cheia dela. Olhava pro nada, nem parecia ouvir ele enquanto ele continuava falando e pegava uns quantos anéis da caixa do anão. Quando ele foi embora, uns minutos depois, o efeito da porra dentro de mim começou a me dar uma energia, me recuperando um pouco por causa disso, recuperava o fôlego e um pouco de força no corpo, embora não muita. Me mexi na lama e sentei no chão, abrindo minhas pernas, olhei minha buceta ainda expelindo porra, com um sorrisão levei minhas mãos até ela, começando a pegar e levar à boca, sujando mais minha cara e corpo com ela de tanta ansiedade que eu tinha pra pegar. Quando não parecia sair mais, suspirei mais que satisfeita, e olhando ao redor, me levantei toda suja e dolorida, usada e espancada, mas com capacidade de me mexer e pensar. Ao ver o Valdis no chão, me aproximei dele, fiquei do lado dele, comecei a dar uns tapinhas leves no rosto dele pra acordar, sujando a cara e a barba dele de baba, lama e porra que tinha nas minhas mãos, além de todo meu corpo sujo e pelado* — Ehh... Valdis, acorda… NARRAÇÃO. Uns minutos depois e graças à porra na sua buceta e no seu estômago depois de pegar e engolir, você sente a força voltando lentamente pro seu corpo. Depois de dar uns tapinhas leves no Valdis por uns momentos, você nota que ele abre os olhos devagar. Ainda meio confuso, com as calças arriadas e o pau gordo dele surpreendentemente ainda duro. VALDIS — Que... que... que foi que aconteceu? Pelos deuses! Você tá bem?! *Fala ao notar o estado de sujeira que você tá* ALANA *Olho pra ele confusa por uns segundos enquanto me levanto e dou uns passos pra trás* — Ahh? Ah! Sim, tô bem, não se preocupa, o bandido e eu... "Brigamos" por um bom tempo, ele te deixou inconsciente... Pegou uns quantos anéis. anéis da sua caixa, fiz o que pude, desculpa, mas pelo menos a gente continua viva... Leva na boa que a gente saiu ganhando... Pelo menos eu sim... *Dei umas risadinhas baixas depois de falar, enquanto procurava minhas roupas no chão com o olhar* VALDIS. -Ah, tá, tá. Tem certeza que cê tá bem? *Fala enquanto olha seu corpo, as marcas das mãos no seu pescoço e quadril, o vermelho das suas nádegas, o inchaço da sua buceta e os restos de porra escorrendo entre suas pernas* -Bom, fico feliz que cê esteja bem e que tenha conseguido... sair vitoriosa do encontro. É uma pena o lance dos anéis, mas por isso mesmo eu não costumo viajar com nada muito valioso. *Nesse momento ele percebe que ainda está com a calça arriada e o pau duro. Com um certo constrangimento, se levanta e começa a subir a calça.* ALANA -É, faz sentido... *Ri um pouco ao ouvi-lo. Ao ver que ele ainda tava com o pau duro, e como ele estava triste e envergonhado, suspirei meio comovida. Ainda precisava de umas forças, e um pouco de porra nunca faz mal, então me aproximei de novo, pegando nas mãos dele e tirando-as da calça* -Deixa pra lá, vamos terminar o que a gente começou, não posso deixar você ir assim... E sem os anéis na caixa, considera isso um pedido de desculpas por não proteger seus bens, e não precisa me pagar nada por isso, além de ficar com a joia preta e esse anelzinho de ouro... *Sorrindo, levantei a mão onde estava o anel, que não estava todo sujo de barro. Depois de falar, me ajoelhei de novo na frente dele e, segurando o pau grosso dele agora com as duas mãos, comecei a masturbá-lo com vontade e pressão, espremendo o pau dele apontando pro meu rosto enquanto mantinha meus olhos nos dele e continuava sorrindo* VALDIS -Não se preocupa, não precisa... uffff, mas que delícia! *Fala enquanto você começa a estimular o pau dele de novo. Ele se apoia numa árvore perto, curtindo o que você faz* -Sim, sim, sim, claro, a pedra e o anel são seus. E por nos proteger e finalizar nosso trato Vou fazer as joias mais lindas que puder pros seus mamilos!
- ALANA -
Assim que eu gosto! *Sorri pra ele, baixei a cabeça e me aproximei da rola dele de novo, afastei a mão e, abrindo bem a boca, me aproximei pra meter ela dentro de mim de novo, sem precisar me esforçar tanto quanto da primeira vez. Comecei a chupar com força igual antes, enquanto passava a língua nela e sujava tudo de saliva, estimulando a ponta também, enquanto com a outra mão batia uma punheta com gosto do jeito que dava, porque ela era grossa pra caralho. E com a mão que sobrou, desci até as bolas dele, agarrei e comecei a massagear devagar, estimulando ele o máximo que podia, deixando tudo mais gostoso e prazeroso*
-E-eu-ou-ouro! *Falei de boca cheia, lembrando ele que queria de ouro*

VALDIS. *Com todo esse estímulo, ele geme e joga a cabeça pra trás, suspirando e gemendo baixinho enquanto você usa a boca e as mãos*
-É claro, de ouro. O que você quiser, eu faço! *Fala quase gritando de prazer*

ALANA
-Ujumm... *Soltando a rola do Valdis e as bolas dele, voltei a levar as mãos pras pernas dele, comecei a sugar a rola dele, enfiando cada vez mais pra dentro até engolir ela inteira, enquanto apertava a ponta com a garganta, continuava chupando tudo, esperando tirar toda a porra dele*

VALDIS
-Já... já vai, já vai sair!!!! *Segura sua cabeça com força enquanto começa a disparar jatos e jatos de porra na sua garganta. O Valdis solta uma quantidade absurda de sêmen na sua garganta, mais do que aquele bandido deixou na sua buceta. Você faz o melhor que pode pra engolir toda aquela porra, mas é demais. Transborda da sua boca, e você até sente um pouco saindo pelo nariz. Sua carinha praticamente explode com a quantidade de porra, enquanto você engole o que consegue e o resto escorre pelo seu rosto e peitos*

ALANA
*Abri minha garganta o máximo que pude, excitada e precisando daquela porra, comecei a engolir tudo que conseguia, sem acreditar na quantidade que o anão tava despejando dentro de mim. Meus olhos se arregalaram, sentindo o gosto quente e grosso descendo, mas era tanto que não dava conta. A porra escorria pelos cantos da minha boca, pingava no meu queixo e molhava meus peitos. Mesmo assim, continuei chupando, sugando cada gota até ele terminar, lambendo a ponta da rola dele depois, limpinha, com um sorriso safado no rosto todo sujo* Ficaram vesgos de tanta pressão enquanto o sêmen escorria pelo meu nariz e entre meus lábios, soltei as pernas dele e levei as mãos ao queixo, pegando o sêmen que ia transbordando e espalhando pelos meus peitos sujos de lama, esfregando e lambuzando tudo pelo meu corpo.* *Eu podia sentir todo aquele líquido quente e pegajoso descendo pela minha garganta e indo pro meu estômago, que inchava mais e mais, parecendo que eu tava grávida, sendo tudo sêmen dentro do meu corpo* NARRAÇÃO Alana, você tá ajoelhada, com o corpo todo sujo e lambuzado da sua própria saliva, squirt, fluidos vaginais, lama e o sêmen do bandido e do Valdis. Sua barriga tá cheia de sêmen, inchada e pesada. Seu corpinho tá todo inflado enquanto com as mãos você espalha o sêmen que não conseguiu engolir pelos peitos e rosto. VALDIS. -Uau! Isso foi incrível! Com certeza você ganhou o anel, a pedra e os brincos pros seus mamilos. Prometo que assim que chegar na minha oficina, vou começar a trabalhar.- *Ele diz ofegante quando finalmente o pau dele cai da sua boca e começa a ficar mole.* -Você tá bem? ALANA *Assim que termina e cai da minha boca, me joguei no chão de uma vez, caindo de bunda e fazendo um barulho quando ela se espatifou na lama. Ofegando ainda meio engasgada com o sêmen, continuei espalhando o sêmen que tinha acabado de sair do pau dele pelo meu corpo, e do chão, sorrindo, balancei a cabeça* -Tô sim... Tô ótima! Melhor do que nunca... Hmmm muito obrigada pelos seus detalhes... *Pisquei um olho pra ele enquanto continuava sorrindo, esfregando e acariciando minha barriga inchada de sêmen dele, algo que eu adorava, ficar bem cheinha* VALDIS -Fico feliz em ouvir isso, e que bom que você curtiu. Pra falar a verdade, eu curti pra caralho. Devo seguir meu caminho, senão não vou conseguir chegar na cidade antes de anoitecer. Você mora por aqui perto? ALANA -Ehh... Mais ou menos.. sim *Sorri despreocupada pra ele enquanto me levantava com cuidado e dificuldade por causa da minha barriga inchada e grande. Me aproximei dele* Minhas roupas do chão, que eu peguei amassando tudo numa bola entre o top e a saia, depois voltei até ele, toda nua, suja e usada. — Bom, foi um prazer, Valdis! — Estendi minha mão primeiro dessa vez pra apertar a dele, ela toda suja de porra, lama e outros tipos de fluidos. VALDIS *Ele sorri pra você, olha como você tá suja, acabada e usada, e finalmente estende a mão.* — Com certeza foi um prazer. Espero te ver em breve no Silver Kiss, prometo que as joias vão valer a pena. — *Com isso, ele pega as coisas dele, vira as costas e segue seu caminho, te deixando completamente cheia de leite, saliva e porra, com sua barriga enorme e totalmente cheia de sêmen, e seu corpo todo moído, dolorido de ter sido usado tão violentamente, mas feliz.* ALANA *Depois de me despedir do Valdis e ele sumir entre os caminhos e as árvores daquele campo, estiquei meu corpo e soltei um gemido enquanto olhava ao redor, lembrando que não fazia ideia de onde estava e que tinha acordado da soneca já fazia um tempão aos pés de uma árvore ali perto.* — Hmmm... Vamos ver pra onde eu posso ir... NARRAÇÃO A lembrança daquele dia em que você conheceu o Valdis, e que um bandido estranho te comeu e te deixou suja e largada no mato, termina de passar. Você sabe que isso foi há mais ou menos um mês. Você estava pensando em algum motivo pra ir até a cidade além de pegar sua joalheria. ALANA *Acordo aos pés de uma árvore. Levanto do chão, sentindo uma umidade entre minhas pernas, dou uma risadinha excitada ao pensar na cena de sexo nos banheiros do Silver Kiss, além de lembrar do Valdis e daquele dia tão gostoso que a gente teve. Estiquei um pouco o corpo, e comecei a andar pelo caminho em direção à cidade de boa. Eu estava vestida com a mesma roupa de um mês atrás, a saia curta de pano que deixava ver boa parte das minhas bundonas, que levantava e mostrava também minha buceta quando eu me mexia, balançando no ritmo das minhas pernas ou com o vento, sem usar nenhum tipo de calcinha. Além disso, estava usando o top velho e pequeno feito de* restos de pano de roupa velha, usada ou rasgada, era pequeno e eu tinha dificuldade pra guardar meus peitos enormes, mas ainda assim era confortável. Por baixo das minhas roupas, eu usava os piercings de aço nos meus mamilos, que eu tava doida pra trocar pelas joias que o anão me prometeu, além de ainda usar o anel de ouro que ele me deu no dedo anelar da mão esquerda.

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