Confissão: o pauzão do meu avô

Olá Bandido, sou a Yanina, sou de La Plata e vou contar minha mini experiência com meu avô Bernardo. Ele já morreu, mas isso ficou como experiência em si, e bom, nós dois permitimos isso. Em 2012, eu tinha 20 anos, brigava muito com minha mãe e meu pai, já estava cansada de ficar naquela casa, até que um dia avisei minha avó, que morava a algumas quadras dali, perguntei se podia ir morar com ela e, sem hesitar, minha avó e meu avô aceitaram. Fazia tempo que não ia lá, foi pura emoção, chorei e agradeci porque me deixaram morar com eles por um tempo. Minha avó na época tinha 71 anos e meu avô, 76.

As coisas aconteceram rápido, Bandido. Vou ser sincera, já fazia uns 2 meses que estava na casa dos meus avós e não conseguia transar. Eu vivia levando problema pra casa da minha mãe, por isso a gente sempre discutia, e na casa dos meus avós era proibido levar, então eu enfiava os dedos na minha buceta e chupava eles porque precisava sentir alguma coisa, prazer, dor, qualquer coisa, e me masturbava no banheiro ou quando meus avós saíam. Depois de 5 meses morando lá, meu avô ficou de cama porque tinha caído da escada de casa, quebrou o joelho e ficou muito tempo de repouso. Minha avó trocava ele, dava banho, mas até que não aguentou mais. Ela, com a idade que tinha, costumava trabalhar limpando a casa de uma vizinha, então não dava conta de tudo, e eu fiquei responsável pelo meu avô Bernardo, de 76 anos.

Foi naquele primeiro dia que troquei ele, era a primeira vez que via ele nu, então me aproximei porque tinha que dar banho nele, e no momento em que abaixei a calça do meu avô, pude ver a porra da pica mais grossa, ainda mole, era comprida, juro, ainda tinha o prepúcio, muito cabeçuda. Não senti nojo, pelo contrário, sentia aquele cheiro de velho e ficava com água na boca. Fazia meses que não transava, mas me controlei e não aconteceu nada. Mas, no que eu ia dizer, nós dois fomos "culpados". Várias vezes, meu avô ficava com aquela morcilha enrugada totalmente dura, sem mentir, era tipo uma régua de 20cm. Muito cabeçuda, parecia um cogumelo o formato daquela cock, até que depois de 3 semanas dando banho e trocando ele, ele me diz: "neta linda, minha vida, bate uma pra mim um pouquinho porque não aguento mais". Não sabia o que dizer, fiquei em silêncio, mas queria sim. Ele insistiu de novo: "vai, coração, seu avô também precisa sentir na idade dele, sua avó não faz mais nada por mim". Peguei na cock dele, apertei e comecei a passar no meu rosto e chupar, mas feito uma slut no cio. Meu avô gemia, parecia que ia morrer, mas era de dor e prazer, porque sei lá o que deu em mim, até enfiei inteira, mesmo sendo grande, eu já tava acostumada a fazer garganta profunda. Foi tudo rápido, sem pensar, os dois partiram pro ato sem lembrar que éramos avô e neta. Chupei bem as bolas dele, lembro, e só, porque um detalhe que não falei é que ele gozava muito rápido, e todas as vezes que a gente transava ele gozava na hora, já tinha 76 anos e era normal. Na manhã seguinte, depois que minha avó foi embora, trouxe ele na cadeira de rodas, deitei ele e montei esfregando a glande dele na minha pussy, não enfiei, só me esfregava, era tão gostoso, porque a glande era a parte mais grossa daquela cock e ele já tinha 76 anos pra ter uma coisa tão grande. Ele me chupou a pussy como um expert, era profissional, já tinha muita experiência, as chupadas de pussy do meu avô foram as melhores, e depois que ele morreu não consegui achar ninguém que chupasse minha pussy igual ele. E foi assim todo dia, minha avó saía e eu já ia buscar meu avô, tirava a roupa dele e a gente começava a transar. Ele não conseguia se mexer muito por causa dos joelhos, então eu tinha que fazer todo o trabalho e montava devagar até ele gozar, repito, gozava rápido, então isso me irritava, mas daí a pouco a gente voltava, e assim iam, gozadas curtas, mas 4 ou 5 vezes por dia a gente transava. Acho que minha avó desconfiou de algo, porque às vezes a gente ficava 2 horas no banheiro, eu gritava pra ela que tava dando banho direito, mas na verdade tava batendo uma pra ele. Chuveiro do banho com as tetas, não posso reclamar do meu avô, um homem grande e mente aberta, ele deixava fazer de tudo, enfiar coisinhas pequenas no cu dele, ele adorava que eu mordesse as bolas dele e batesse uma punheta com as tetas. Ele tinha dinheiro guardado e colocou tudo no meu nome, até a casa, mas deixei pra minha avó, não ia tomar dela. Minha avó começou a ficar mais fria comigo e eu suspeitava que ela sabia de algo, mas nunca me disse. No fim, fiquei mais ou menos dois anos e meio. Meu avô morreu em 2015 e lembro desses momentos. Sei que ele se foi feliz, mas a vida é pra experimentar, bandido. Acho que foi algo que rolou entre eu e ele e pronto. Hoje moro sozinha graças ao dinheiro que meu avô me deixou. Minha avó continua morando sozinha na outra casa, e não falo com meus pais há um tempão. Agora tenho um parceiro e é algo que só eu e umas poucas pessoas que me entenderam e não me julgaram pelo que eu fazia com meu avô sabemos. Mas é isso, bandido, espero que você compartilhe. É algo pesado, mas contei com detalhes de luxo o quão puta eu era naquela época. Hoje sou outra pessoa, mas ainda tenho essa puta dentro de mim. Um abraço e boa noite! Se gostou da confissão da Yanina, dá 10 pontos!

5 comentários - Confissão: o pauzão do meu avô

aguante yanina que ganas de chuparle la concha y muchos besos negros
Toda nieta debería entregarle su cuerpo a sus abuelos para darle placer de esta forma.
Tengo 26 años y estoy teniendo experiencias con tipos grandes. Este post me encantó! Me voló de morbo! Van 10 puntos!!