Olá, Já faz alguns anos, naquela época de festa, onde parece que a gente se solta e perde aquela inibição que o álcool traz, aconteceu uma coisa inesperada, mas desejada, quase buscada ou só uma fantasia mesmo. Eu, recém-completando 19 anos, e meu pai, já com 50... a gente tinha passado o Natal em família e, como de costume, bebeu pra caralho. Na hora de ir dormir, enquanto minha mãe lavava os últimos pratos, acompanhei meu pai até o quarto. Ele tava bem cambaleando, então ajudei ele a tirar a roupa. Meu pai é bem grandalhão e mais alto que eu, na real eu sou bem magrinha e pequena. Quando abaixei a calça dele, ela prendeu no pau dele — não tava muito duro, mas inchado, dava pra ver as veias marcando na cueca justa. Quase sem perceber, eu rocei, meio por curiosidade e tesão, olhando sem parar pra aquele volume enquanto ele dormia... Naquele dia não tive coragem, mas a vontade foi comigo pro meu quarto, onde acho que passei horas tremendo e suando, molhando os lençóis mais de uma vez.
Os dias passaram, aquela ideia safada continuava na minha cabeça... Eu olhava, pensava e até queria entender se era certo ou não o que eu tinha feito. Entrando no dia 31 de dezembro, quase acordei encharcada, um sonho que era premonitório, como se a sequência se repetisse, mas aquele déjà vu não tinha o mesmo final do Natal. Quase com medo, e até com uma risadinha safada, eu envolvia meu rosto... Durante o café da manhã, ao cruzar com meu pai e cumprimentá-lo, um arrepio me percorreu, e rapidamente fui ao banheiro me masturbar feito uma pecadora.
E foi assim, festa e brinde e a história se repete, enquanto minha mãe acompanha minha irmã até em casa, a gente cumpre o ritual de levar meu pai pra cama, com aquela sensação estranha que me envolve... eu já pra essa hora, bem de madrugada do dia 1º de janeiro, acho que bem bebida por causa daqueles ratos na minha cabeça, consegui levar ele, se é que dá pra dizer assim já que meu pai triplica meu peso e é uns 30 cm mais alto, até a beira da cama, tentando tirar a camisa dele que eu não conseguia desabotoar, calando ele que cantava ou balbuciava, notei de novo aquele volume, como se quisesse romper o zíper da calça, e que eu já queria roçar... Ele, inquieto, muito bêbado e eu quase me deixando levar pra que meus reflexos fossem atrapalhados, desisti dos botões da camisa e sentei ele na cama, tirando os tênis e as meias dele, aproximei meu rosto e minha boca da braguilha dele, olhando bem de perto como aquilo marcava e, acho, aos poucos, dando sinal do que eu queria.
Aproximei minhas mãos no botão da calça e, abaixando o zíper, levantei o olhar como se fosse fazer sexo oral nele. Os olhos dele fechados e a boca aberta me permitiram tocar no pau dele, já bem mais duro e inchado. Abrindo a calça como se fosse puxar pra baixo, acariciei de novo, já com a cabeça da rola aparecendo por fora da cueca... E foi assim, não sei como nem por quê, mas com a mão direita toquei a glande e com a esquerda, minha calcinha molhada. Meu vestido solto deixava eu passar a mão rápido por cima da roupa íntima e sentir meus pezões bem durinhos, duríssimos, enquanto meu pai concordava com um gemido de desejo.

Puxei minha calcinha fio dental branca já bem molhada de fluido, tava encharcada e tentei parar meu pai, difícil por causa do peso dele, aí nenhum dos dois conseguia ficar de pé, mas assim que ele ficou ereto, a calça dele caiu e o pau dele apareceu por cima da cueca, mostrando ele todo veiudo, bem forte e vigoroso... um instante em que eu segurei e fiquei olhando, masturbando ele, e não minto em dizer que era bem grande, duro e grosso... um instante em que ele abriu os olhos cravando eles nos meus peitos, que ele tocou por cima do vestido e apertou meus mamilos eretos. Foram segundos, ele me pegou pelos braços, me virou e fez eu colocar as mãos na cama, levantou meu vestido e com o único comentário "tá depiladinha e bem molhada, vou te comer" enquanto abria meus lábios com dois dedos, aqueles dedos grossos que eu tanto observei no jantar, e que já tava me fazendo gozar naquele instante... eu falei pra ele "sim, enfia logo que não tem ninguém em casa", "pede que eu enfio" ele disse, "me come, papai"... e ele introduziu a rola, tudo pra dentro me levantando a raba e quase sem conseguir apoiar os pés no chão. Ele empurrou enfiando tudo lá dentro, batendo as bolas e soltava um som animal cada vez que enfiava, me segurando pelos braços e puxando pra trás, tirou qualquer apoio que eu tinha, só de pé, como se tivesse de quatro mas sem tocar em nada, sustentada só pela enfiada do pau dele, que eu sentia bem lá no fundo. Num instante eu abaixei a cabeça e observava os testículos dele balançando e batendo, igual meus peitos, que com o movimento roçavam mais meus mamilos e me excitavam mais.
E aí ele me perguntou de novo: "você gostou?" "Sim", respondi, "muito, muito, já gozei e quero sentir você gozar"... Nessa hora ele me empurrou na cama e, jogando todo o peso dele em cima de mim, começou a me comer mais forte, se ajeitou e resolveu tirar, virando de barriga pra cima. Subi em cima enquanto tirava o vestido e comecei a cavalgar ele, enquanto apertava meus peitos e via a vara dele entrando... "Vai que eu vou gozar", ele dizia enquanto eu gozava de novo e parava por causa da descarga. "Deita pra cá", falei, e comecei a fazer oral nele, saboreando a vara dele prestes a estourar... Ele gemia, eu olhava pra ele e ele no mundinho dele. Só quando me posicionei pra ele me chupar, ele começou a tocar minha buceta, já bem irritada, e enquanto eu masturbava e lambia o pauzão dele, ele enfiou, sei lá se um ou dois dedos, no meu cu virgem naquela época, enquanto eu abocanhava a maior parte da vara dele, gozando com força dentro da minha boca, saboreando aquela mistura dos meus líquidos com o esperma grosso dele. Ele parou de me tocar devagar e apagou...
Espero que vocês tenham gostado dessa história... beijinhos
5 comentários - Noite de incesto com parente próximo