Fala, galera! Depois de um tempão, tô postando um relato novo... Isso aconteceu comigo há mais ou menos 1 ano. Eu e minha mina nos preparamos pra ir no casamento da prima dela, que era mais gostosa que comer frango com a mão. Muito parecida com a minha namorada. Minha linda enteada também ia com a gente, vestindo um vestidinho mega curtinho, branco com brilhos, que mostrava a beleza das pernas dela. Era tão curto que só cobria a bunda dela por uns momentos; quando ela se abaixava um pouco, dava pra ver o começo das nádegas. Minha enteada é uma morena linda, branquinha, olhos cor de mel, cabelo com franja, peito 130. E uma bunda linda, bem redondinha. Com 1,60m de altura, fica muito fácil de dar uma olhada nos peitos dela. Nesse dia, fomos de Uber, viajamos nós três de boa.
A festa de casamento foi um sucesso pra mim; pude me deliciar olhando várias bundas, aproveitei várias vezes pra ver como dançavam algumas que eram gostosas. Minha mina não percebeu, por sorte. Minha enteada dançou só com as primas dela. Eu tava morrendo de vontade de dançar com ela, encostar ela toda, sentir a bunda dela no meu pau, mas não consegui. Já eram quase 6 da manhã, minha mina tava bem de copo, ou como se diz na quebrada, bem bêbada. Ela andava se segurando em mim, tinha tomado champanhe demais. Minha enteada tava um pouco alterada, não bêbada, mas dava pra ver que tava rindo à toa. Pedimos um Uber.
De repente, chegou um casal da festa que era parente da minha mina, pedindo por favor se podiam subir no carro também, porque precisavam ir na casa de um amigo que morava perto da nossa casa e não tinham grana pra pedir um carro. Minha cara de raiva não disfarçava, porque a gente ia viajar todo apertado e ainda tinha que ver se o motorista aceitava a viagem. Já que o cara, que era o par da mina, era bem grandão e ia ocupar muito espaço. Quando o carro chegou, o motorista do Uber não aceitou a viagem, mas minha enteada, que tava meio alterada, pediu por favor pra ele... Ela ficou fazendo biquinho como se fosse uma criança. Finalmente aceitou nos levar. Ao embarcar, pedi pro grandão viajar na frente pra quem fosse atrás não ficar tão apertado. Quando minha mulher subiu primeiro, ela se deitou, se sentindo muito mal. Depois subo eu... minha enteada subiu, e faltava a namorada do grandão subir. Aí pedi pra minha namorada sentar em cima de mim pra abrir espaço pra moça entrar. Mas minha namorada, de surpresa, falou: — Tô me sentindo muito mal, não quero viajar em cima de você, melhor minha filha subir em cima de mim. Senão vou vomitar.
Meu coração começou a bater a mil por hora, não acreditava no tesão que tinha surgido em segundos. Minha enteada, já meio alta, sorriu com cara de safada e sentou no meu colo. Eu tinha o privilégio de ver aquele rabo adolescente enorme se apoiando na minha coxa, sentia a bunda dela bem firme. Minhas mãos começaram a ganhar vida própria e eu queria começar a tocar ela, mas me segurei pra não fazer merda.
O carro arrancou. Minha namorada viajava de olhos fechados, se sentindo muito mal e relaxando pra não vomitar. A moça que subiu do meu lado só tava no celular falando no WhatsApp, sem reparar no que rolava. O namorado dela também. Era uma situação onde tudo se encaixava pra eu aproveitar, pelo menos roçar minha mão nas pernas dela. Mas, ao mesmo tempo, se eu fizesse algo que chateasse minha enteada, ela contaria pra mãe e eu teria problemas sérios.
A viagem continuou, e eu me deliciava sentado com uma gostosa em cima da minha perna, vendo de perto aqueles peitos pulando com o movimento do carro e aquela bunda linda e durinha à minha disposição. Minha tentação aumentava cada vez mais, e tive uma ideia brilhante. Fingi que tava dormindo e, conforme o balanço do carro, ia levantando minha perna aos poucos pra bunda dela se acomodar em cima do meu pau, que já tava duro que nem uma pedra. tronco. Comecei meu plano, de repente minha enteada me cutuca com a mão como se quisesse me acordar e sussurra no meu ouvido.
— Tô pesada, né? Kkkkkk
Eu — Não, nada disso, não tá pesada, só me ajeitei pra você viajar melhor.
Enteada — Bom, eu por você não me incomoda, tô super de boa, super confortável.
Essa frase da minha enteada me deu abertura pra perceber que a situação não tava incomodando ela e que dava pra ir um pouco mais longe.
A viagem continuava, eu aproveitava as lombadas pra ir tirando minha perna e arrastar a bunda dela no meu pau. De repente, minha enteada me chama de novo me acordando e sussurra no meu ouvido:
Enteada — Cê tá confortável mesmo?
Eu — Sim, claro, se eu dormir, viaja do teu jeito.
Enteada — Ainda bem que tô em cima de você e não daquele grandão.
Eu — Kkkk e por que cê diz isso?
Enteada — Ué, por que seria! Ia ficar passando a mão na minha bunda toda.
Eu — Acho que mais de um na festa ficou com vontade de passar a mão em você.
Enteada — Kkkkkk que idiota! Eu tenho uma bunda gostosa?
A conversa com minha enteada no ouvido tinha ido longe demais, e naquele momento minha enteada adolescente queria saber se eu gostava da bunda dela. Eu tava excitado e nervoso ao mesmo tempo, sem saber o que responder.
Eu — Não vou responder isso. Só te digo que com certeza devem ficar de pau duro por você.
Enteada — Kkkkk que ousado. Vou me ajeitar melhor, sabe, pra viajar mais confortável.
De repente, minha enteada levantou a bunda do meu colo sozinha e sentou bem em cima do meu pau. Não podia acreditar, tava no paraíso, tinha a bunda da minha enteada em cima da minha ereção. Dava pra sentir no meu pau o calor da rachinha da bunda dela. Meu coração tava explodindo.
A garota, filha de uma puta, ao sentar no meu pau, sorriu na hora e tapou a boca como se segurando pra não rir alto.
Os movimentos do carro faziam a bunda dela deslizar no meu pau, que tava duro igual um ferro e vazando líquido pré-seminal.
Eu não sabia o que fazer, a situação tinha saído do controle, minha namorada tava do lado dormindo, se acordasse ia ver tudo. passava, ia dar um escândalo. Do lado, a garota nem percebeu o que tava rolando. De repente, me toquei que a puta da minha enteada tava fazendo uns movimentos leves com a bunda dela, queria sentir bem no rabo dela. Minha tesão era extrema, não dava pra acreditar, tava pegando fogo. Queria parar o tempo, descer do carro com a mina, levantar o vestidinho dela, baixar a tanga e dar a foda da vida dela. Ela já não tava mais sorrindo, percebi que tava séria, mas não porque tava passando mal, era uma seriedade de luxúria, de que tinha ficado com tesão sentindo meu pau duro. Não aguentei mais a situação, comecei a levar minha mão pra perna dela, apoiando na coxa. Comecei a acariciar a perna macia de puta dela. Ela apoiou a mão dela em cima da minha, tipo uma aprovação de que queria que eu acariciasse. Justo o carro tava passando por uma estrada bem escura, então dava pra levar nosso jogo adiante sem ninguém ver. Minha outra mão foi direto pra entreperna dela, quando cheguei a sentir a ponta dos meus dedos na tanga dela, ela tirou minha mão cravando as unhas, como se recusasse totalmente minha intenção. Insisti uma segunda vez, mas ela de novo cravou as unhas, tirando minha mão dali. Minha mão mudou de rota e foi pros peitos dela, ela sem hesitar abriu o vestido dela, já que não tava de sutiã, e a glória se tornou realidade. Tava na palma da minha mão um dos peitos dela, sentia o mamilo na minha palma, a pele macia, o peito bem firme e durinho. Comecei a acariciar ela, totalmente alucinado, comecei a chupar as costas dela, que ficavam descobertas pelo vestido decotado. Sentia a maciez dela na minha língua. Não dava pra fazer mais que aquilo, senão o motorista e o acompanhante iam perceber. Queria beijar a boca dela, mas não dava. Enquanto fazia isso, eu falava no ouvido dela:
Eu - Sabe quanto tempo sonhei com esse momento?
Enteada - (não respondia)
Eu - Que malvada você é, tá me deixando louco, quero te foder agora mesmo.
De repente, ao ouvir isso, a garota enfiou a mão debaixo da bunda dela e apertou a minha. O cock sentia a mãozinha dela por cima da calça apertando por uns 10 segundos. Ela falou no meu ouvido "Enteada" - e eu de chupar teu cock (e passou a língua no meu ouvido). Tava completamente descontrolado, queria descer com ela e levar pra algum motel. Não podia terminar aquela noite sem comer ela. De repente, ela soltou meu cock e abaixou meu zíper, puxando meu cock pra fora da calça. Senti a mão dela na pele do meu cock. Era um sonho realizado. De repente, ela passou o dedo na ponta do meu cock e tirou uma gota de cum, levando direto pra boca dela. Ao fazer isso, passou a língua no dedo com a melhor carinha de puta, fechando os olhinhos e provando meu cum quentinho. Apertei o cabelo dela bruscamente, puxando ela pra perto, e falei no ouvido: - Cê gosta do meu cum, sua putinha? Enteada - muito pouco isso, queria tomar tudo. Eu - chegando em casa, cê toma no banheiro? Enteada - huuuy, não dá, daqui vou pra casa de um amigo. Outro dia. Mas se quiser, faço algo melhor. De repente, minha enteada pegou meu cock e começou a procurar o buraquinho dela, tinha puxado a calcinha fio dental pro lado. Quase morri, sentia a pussy dela na cabeça do meu cock, imaginava como devia estar depiladinha, macia, gostosa. De repente, meu cock começou a entrar na pussy dela até enfiar por completo. Tava toda molhada, sentia um calor indescritível na pussy. Era o sonho de qualquer homem. Pensei: finalmente meu sonho se realizou. Mas de repente, minha namorada acorda, ela saiu rapidinho, tirou a pussy dela do meu cock e sentou de novo na minha perna. O carro tava quase chegando em casa. Minha namorada - já tamo chegando, por que não me acordava? Eu - é que ia te acordar agora. Enteada - mãe, por que não continuou dormindo!! Minha namorada - que?? Por que cê tá falando isso?? Enteada - hahaha, tô te zoando, mãe. Senti uma mistura de frustração mas prazer único. Meu cock tinha entrado na pussy da minha enteada, mas foi só uns 5 segundos e teve que sair porque minha namorada Eu tinha acordado. Descemos do carro. Percebi como o grandão tava escondendo a entreperna com a jaqueta, nervoso, cumprimentou a gente. Suspeitei que ele tava nos olhando e ficou de pau duro. Quando cheguei em casa, ia continuar o que a gente tinha feito no carro, era só esperar minha namorada dormir pra dar uma boa fodida na putinha e fazer ela engolir toda minha porra, igual ela tinha me falado no carro. De repente, buzina de um carro toca, minha enteada vai embora. Eu: "Espera, aonde cê vai?" Enteada: "Vou na casa de um amigo, te falei no carro." Eu: "Mas espera, termina o que a gente começou no carro, não me deixa assim." Enteada: "Haha, desculpa, pai, te deixar na mão assim, mas sua enteada tem que ir. Já tinha combinado com meu amigo, além disso..." Eu: "Vem, vamos cinco minutos no banheiro." Enteada: "Outro dia será... Tão me esperando lá fora. Tchau, sonha comigo, pai lindo." Ela me deu um beijo na boca, tinha uns lábios lindos, deliciosos. Minha enteada foi embora, me deixando de pau duro pra caralho. Com certeza esse tal amigo que veio buscá-la ia fazer de tudo com ela em algum hotel. Com certeza ia fazê-la gemer. Ia dar porra na boca dela. Eu fiquei parado no meio da sala pensando nisso tudo. Tive que ir no banheiro me aliviar. Peguei uma calcinha fio dental dela do cesto de roupa, que ela tinha tirado quando tomou banho pra ir no casamento. Apertei ela no meu nariz e comecei a fazer a melhor punheta da minha vida. Não aguentava mais e finalmente gozei, jorrando litros e litros de porra. Espirrou pra todo lado. Imaginando minha enteada ajoelhada no banheiro com a boca aberta, língua pra fora, engolindo minha porra.
Continua...
A festa de casamento foi um sucesso pra mim; pude me deliciar olhando várias bundas, aproveitei várias vezes pra ver como dançavam algumas que eram gostosas. Minha mina não percebeu, por sorte. Minha enteada dançou só com as primas dela. Eu tava morrendo de vontade de dançar com ela, encostar ela toda, sentir a bunda dela no meu pau, mas não consegui. Já eram quase 6 da manhã, minha mina tava bem de copo, ou como se diz na quebrada, bem bêbada. Ela andava se segurando em mim, tinha tomado champanhe demais. Minha enteada tava um pouco alterada, não bêbada, mas dava pra ver que tava rindo à toa. Pedimos um Uber.
De repente, chegou um casal da festa que era parente da minha mina, pedindo por favor se podiam subir no carro também, porque precisavam ir na casa de um amigo que morava perto da nossa casa e não tinham grana pra pedir um carro. Minha cara de raiva não disfarçava, porque a gente ia viajar todo apertado e ainda tinha que ver se o motorista aceitava a viagem. Já que o cara, que era o par da mina, era bem grandão e ia ocupar muito espaço. Quando o carro chegou, o motorista do Uber não aceitou a viagem, mas minha enteada, que tava meio alterada, pediu por favor pra ele... Ela ficou fazendo biquinho como se fosse uma criança. Finalmente aceitou nos levar. Ao embarcar, pedi pro grandão viajar na frente pra quem fosse atrás não ficar tão apertado. Quando minha mulher subiu primeiro, ela se deitou, se sentindo muito mal. Depois subo eu... minha enteada subiu, e faltava a namorada do grandão subir. Aí pedi pra minha namorada sentar em cima de mim pra abrir espaço pra moça entrar. Mas minha namorada, de surpresa, falou: — Tô me sentindo muito mal, não quero viajar em cima de você, melhor minha filha subir em cima de mim. Senão vou vomitar.
Meu coração começou a bater a mil por hora, não acreditava no tesão que tinha surgido em segundos. Minha enteada, já meio alta, sorriu com cara de safada e sentou no meu colo. Eu tinha o privilégio de ver aquele rabo adolescente enorme se apoiando na minha coxa, sentia a bunda dela bem firme. Minhas mãos começaram a ganhar vida própria e eu queria começar a tocar ela, mas me segurei pra não fazer merda.
O carro arrancou. Minha namorada viajava de olhos fechados, se sentindo muito mal e relaxando pra não vomitar. A moça que subiu do meu lado só tava no celular falando no WhatsApp, sem reparar no que rolava. O namorado dela também. Era uma situação onde tudo se encaixava pra eu aproveitar, pelo menos roçar minha mão nas pernas dela. Mas, ao mesmo tempo, se eu fizesse algo que chateasse minha enteada, ela contaria pra mãe e eu teria problemas sérios.
A viagem continuou, e eu me deliciava sentado com uma gostosa em cima da minha perna, vendo de perto aqueles peitos pulando com o movimento do carro e aquela bunda linda e durinha à minha disposição. Minha tentação aumentava cada vez mais, e tive uma ideia brilhante. Fingi que tava dormindo e, conforme o balanço do carro, ia levantando minha perna aos poucos pra bunda dela se acomodar em cima do meu pau, que já tava duro que nem uma pedra. tronco. Comecei meu plano, de repente minha enteada me cutuca com a mão como se quisesse me acordar e sussurra no meu ouvido.
— Tô pesada, né? Kkkkkk
Eu — Não, nada disso, não tá pesada, só me ajeitei pra você viajar melhor.
Enteada — Bom, eu por você não me incomoda, tô super de boa, super confortável.
Essa frase da minha enteada me deu abertura pra perceber que a situação não tava incomodando ela e que dava pra ir um pouco mais longe.
A viagem continuava, eu aproveitava as lombadas pra ir tirando minha perna e arrastar a bunda dela no meu pau. De repente, minha enteada me chama de novo me acordando e sussurra no meu ouvido:
Enteada — Cê tá confortável mesmo?
Eu — Sim, claro, se eu dormir, viaja do teu jeito.
Enteada — Ainda bem que tô em cima de você e não daquele grandão.
Eu — Kkkk e por que cê diz isso?
Enteada — Ué, por que seria! Ia ficar passando a mão na minha bunda toda.
Eu — Acho que mais de um na festa ficou com vontade de passar a mão em você.
Enteada — Kkkkkk que idiota! Eu tenho uma bunda gostosa?
A conversa com minha enteada no ouvido tinha ido longe demais, e naquele momento minha enteada adolescente queria saber se eu gostava da bunda dela. Eu tava excitado e nervoso ao mesmo tempo, sem saber o que responder.
Eu — Não vou responder isso. Só te digo que com certeza devem ficar de pau duro por você.
Enteada — Kkkkk que ousado. Vou me ajeitar melhor, sabe, pra viajar mais confortável.
De repente, minha enteada levantou a bunda do meu colo sozinha e sentou bem em cima do meu pau. Não podia acreditar, tava no paraíso, tinha a bunda da minha enteada em cima da minha ereção. Dava pra sentir no meu pau o calor da rachinha da bunda dela. Meu coração tava explodindo.
A garota, filha de uma puta, ao sentar no meu pau, sorriu na hora e tapou a boca como se segurando pra não rir alto.
Os movimentos do carro faziam a bunda dela deslizar no meu pau, que tava duro igual um ferro e vazando líquido pré-seminal.
Eu não sabia o que fazer, a situação tinha saído do controle, minha namorada tava do lado dormindo, se acordasse ia ver tudo. passava, ia dar um escândalo. Do lado, a garota nem percebeu o que tava rolando. De repente, me toquei que a puta da minha enteada tava fazendo uns movimentos leves com a bunda dela, queria sentir bem no rabo dela. Minha tesão era extrema, não dava pra acreditar, tava pegando fogo. Queria parar o tempo, descer do carro com a mina, levantar o vestidinho dela, baixar a tanga e dar a foda da vida dela. Ela já não tava mais sorrindo, percebi que tava séria, mas não porque tava passando mal, era uma seriedade de luxúria, de que tinha ficado com tesão sentindo meu pau duro. Não aguentei mais a situação, comecei a levar minha mão pra perna dela, apoiando na coxa. Comecei a acariciar a perna macia de puta dela. Ela apoiou a mão dela em cima da minha, tipo uma aprovação de que queria que eu acariciasse. Justo o carro tava passando por uma estrada bem escura, então dava pra levar nosso jogo adiante sem ninguém ver. Minha outra mão foi direto pra entreperna dela, quando cheguei a sentir a ponta dos meus dedos na tanga dela, ela tirou minha mão cravando as unhas, como se recusasse totalmente minha intenção. Insisti uma segunda vez, mas ela de novo cravou as unhas, tirando minha mão dali. Minha mão mudou de rota e foi pros peitos dela, ela sem hesitar abriu o vestido dela, já que não tava de sutiã, e a glória se tornou realidade. Tava na palma da minha mão um dos peitos dela, sentia o mamilo na minha palma, a pele macia, o peito bem firme e durinho. Comecei a acariciar ela, totalmente alucinado, comecei a chupar as costas dela, que ficavam descobertas pelo vestido decotado. Sentia a maciez dela na minha língua. Não dava pra fazer mais que aquilo, senão o motorista e o acompanhante iam perceber. Queria beijar a boca dela, mas não dava. Enquanto fazia isso, eu falava no ouvido dela:
Eu - Sabe quanto tempo sonhei com esse momento?
Enteada - (não respondia)
Eu - Que malvada você é, tá me deixando louco, quero te foder agora mesmo.
De repente, ao ouvir isso, a garota enfiou a mão debaixo da bunda dela e apertou a minha. O cock sentia a mãozinha dela por cima da calça apertando por uns 10 segundos. Ela falou no meu ouvido "Enteada" - e eu de chupar teu cock (e passou a língua no meu ouvido). Tava completamente descontrolado, queria descer com ela e levar pra algum motel. Não podia terminar aquela noite sem comer ela. De repente, ela soltou meu cock e abaixou meu zíper, puxando meu cock pra fora da calça. Senti a mão dela na pele do meu cock. Era um sonho realizado. De repente, ela passou o dedo na ponta do meu cock e tirou uma gota de cum, levando direto pra boca dela. Ao fazer isso, passou a língua no dedo com a melhor carinha de puta, fechando os olhinhos e provando meu cum quentinho. Apertei o cabelo dela bruscamente, puxando ela pra perto, e falei no ouvido: - Cê gosta do meu cum, sua putinha? Enteada - muito pouco isso, queria tomar tudo. Eu - chegando em casa, cê toma no banheiro? Enteada - huuuy, não dá, daqui vou pra casa de um amigo. Outro dia. Mas se quiser, faço algo melhor. De repente, minha enteada pegou meu cock e começou a procurar o buraquinho dela, tinha puxado a calcinha fio dental pro lado. Quase morri, sentia a pussy dela na cabeça do meu cock, imaginava como devia estar depiladinha, macia, gostosa. De repente, meu cock começou a entrar na pussy dela até enfiar por completo. Tava toda molhada, sentia um calor indescritível na pussy. Era o sonho de qualquer homem. Pensei: finalmente meu sonho se realizou. Mas de repente, minha namorada acorda, ela saiu rapidinho, tirou a pussy dela do meu cock e sentou de novo na minha perna. O carro tava quase chegando em casa. Minha namorada - já tamo chegando, por que não me acordava? Eu - é que ia te acordar agora. Enteada - mãe, por que não continuou dormindo!! Minha namorada - que?? Por que cê tá falando isso?? Enteada - hahaha, tô te zoando, mãe. Senti uma mistura de frustração mas prazer único. Meu cock tinha entrado na pussy da minha enteada, mas foi só uns 5 segundos e teve que sair porque minha namorada Eu tinha acordado. Descemos do carro. Percebi como o grandão tava escondendo a entreperna com a jaqueta, nervoso, cumprimentou a gente. Suspeitei que ele tava nos olhando e ficou de pau duro. Quando cheguei em casa, ia continuar o que a gente tinha feito no carro, era só esperar minha namorada dormir pra dar uma boa fodida na putinha e fazer ela engolir toda minha porra, igual ela tinha me falado no carro. De repente, buzina de um carro toca, minha enteada vai embora. Eu: "Espera, aonde cê vai?" Enteada: "Vou na casa de um amigo, te falei no carro." Eu: "Mas espera, termina o que a gente começou no carro, não me deixa assim." Enteada: "Haha, desculpa, pai, te deixar na mão assim, mas sua enteada tem que ir. Já tinha combinado com meu amigo, além disso..." Eu: "Vem, vamos cinco minutos no banheiro." Enteada: "Outro dia será... Tão me esperando lá fora. Tchau, sonha comigo, pai lindo." Ela me deu um beijo na boca, tinha uns lábios lindos, deliciosos. Minha enteada foi embora, me deixando de pau duro pra caralho. Com certeza esse tal amigo que veio buscá-la ia fazer de tudo com ela em algum hotel. Com certeza ia fazê-la gemer. Ia dar porra na boca dela. Eu fiquei parado no meio da sala pensando nisso tudo. Tive que ir no banheiro me aliviar. Peguei uma calcinha fio dental dela do cesto de roupa, que ela tinha tirado quando tomou banho pra ir no casamento. Apertei ela no meu nariz e comecei a fazer a melhor punheta da minha vida. Não aguentava mais e finalmente gozei, jorrando litros e litros de porra. Espirrou pra todo lado. Imaginando minha enteada ajoelhada no banheiro com a boca aberta, língua pra fora, engolindo minha porra.
Continua...
1 comentários - Enteada peituda me fez gozar litros