Sou mãe, mas também sou mulher FINAL

Olá, meus amigos, como vocês estão? Peço desculpas pela ausência por causa da correria, não consegui postar de novo, mas trago esse último conto dessa saga com muito carinho pra vocês, pra vocês se tocarem bem porcos. Espero muito apoio, porque tenho uma série de contos bem diferente do que vocês estão acostumados, vai ser cheia de muitos capítulos e desenvolvimento de personagens. Além disso, tô perto de conseguir um conto REAL onde dá pra ver que algumas perversidades do pornô podem se refletir na vida real, mas vai levar um tempinho, já tô fazendo uns adiantamentos. E obrigado pela espera e pelo apelido. Abraços❤️‍🔥

Um pequeno espasmo me acordou, já com o sono bem longe, o corpo dolorido e a mente nublada. A luz do amanhecer passava pelas cortinas, iluminando o quarto com um brilho suave. Me espreguicei devagar, sentindo cada músculo e cada articulação reclamarem da intensidade do dia anterior. A lembrança do que aconteceu me bateu como uma onda; fechei os olhos com força, tentando afastar as imagens que ameaçavam invadir minha mente. Por mais que quisesse aceitar, moralmente não era o que eu queria.

Eu tinha cruzado uma linha, uma fronteira que nunca imaginei ultrapassar. O pau magnífico do meu filho, aquela carne proibida, tinha saciado um desejo que meu marido já não conseguia mais realizar. A insatisfação sexual tinha sido uma ferida aberta, um anseio insaciável que me levou a cometer um ato impensável.

Karen: — Não acredito no que fiz. Alejandro... meu próprio filho. Como pude deixar a insatisfação com o Óscar me levar a isso? Fecho os olhos, vejo o rosto dele, sinto as mãos dele em mim. É um tormento do qual não consigo escapar. Mas, sinceramente, também não queria; só queria ajudar ele.Sou mãe, mas também sou mulher FINAL
vadiaLevanto da cama, meu rosto reflete culpa e arrependimento. Vou pro banheiro, me olho no espelho e suspiro fundo. As olheiras e a palidez da minha pele denunciam o cansaço do sexo fenomenal. O espelho refletiu minha imagem, uma mulher de meia-idade. Mas por baixo dessa culpa que sinto, tinha algo mais, uma faísca de satisfação, um segredo que ninguém mais conhecia. E não vão saber.

Karen - Preciso compensar o Oscar. Preciso sentir alguma coisa, qualquer coisa, pra esquecer esse erro. Mas como é que eu esqueço algo que meu corpo deseja tanto? Eu sei que tem um jeito de remediar isso, que preciso encontrar uma maneira de salvar meu casamento. A ideia de perder meu marido, de ver minha família desmoronar, me aterrorizava. Mas também sabia que não podia negar a realidade do que senti, do que vivi com meu filho. Entro no chuveiro pra ver se a água fria traz uma promessa de clareza. Enquanto a água caía no meu corpo, o ambiente solitário e a situação pediam um momento de reflexão. Será que eu conseguia parar com isso? Será que dava pra satisfazer meus desejos sem destruir minha família? Sabia que precisava falar com meu marido, ser honesta, mesmo que só de pensar já me enchesse de terror. Mas também sabia que não dava pra continuar vivendo nessa mentira. Com uma determinação talvez meio renovada, o frio que tocava suavemente meu corpo depois de fechar o chuveiro me deu um choque entre a culpa e a tranquilidade, mas sem perder tempo, saio do banho. Me visto devagar, cada movimento uma afirmação da minha decisão. Ia salvar meu casamento, encontrar um jeito de reconciliar meu desejo com minha responsabilidade. Mas no fundo da minha mente, uma voz sussurrou:

Karen - Eu repetiria.

E com essa verdade, falei pra mim mesma: vamos lá, você consegue enfrentar tudo. E saí do meu quarto, pronta pra encarar o dia e as consequências das minhas ações. Fui pra cozinha, meus pensamentos num turbilhão. de emoções. Precisava encontrar um jeito de salvar meu casamento, de me reconectar com meu marido de uma forma que os dois pudessem aproveitar. Mas, ao pensar em transar com meu marido, só conseguia lembrar o quão submissa e puta eu fui implorando pela pica do meu filho. E então, como um relâmpago de inspiração, tive uma ideia. Karen – Submissão, pensei, a palavra ecoando na minha mente. Karen – Talvez seja isso, se eu der o controle a ele, se deixar ele explorar os desejos dele, a gente consiga encontrar algo que nos una de novo. Lembrei das noites em que meu marido mostrou interesse em explorar esse lado da intimidade, mas infelizmente o pau dele não dava conta, eu sempre tinha sido a que travava essas ideias ao ver que não era igual ao que ele imaginava. Karen – Talvez seja hora de deixar ele explorar, falei pra mim mesma. Com uma determinação renovada, fui pro meu quarto. Abri a gaveta do criado-mudo, onde guardava algumas das minhas lingeries mais ousadas. Karen – Preciso de algo que excite ele, algo que faça ele querer mais, pensei, passando os dedos pelos tecidos macios. Karen – Era disso que eu tava falando. Escolhi um conjunto de renda preta que sabia que meu marido ia amar. O tecido suave e delicado era como um sussurro de promessa contra minha pele. Karen – É, isso é perfeito, falei, sorrindo sozinha. Karen – Falta o essencial. Depois, fui pro meu armário, onde guardava uma venda velha que usei numa ocasião especial. O tecido de seda preta prometia mistério e antecipação. Karen – Com isso, vou dar o controle total pra ele, pensei, sentindo uma mistura de nervosismo e tesão. De volta à cozinha, Karen pegou meu celular. Karen – Preciso escrever algo que intrigue ele, algo que faça ele voltar pra casa mais cedo, falei, mordendo o lábio com pequenos flashbacks do dia anterior com Alejandro enquanto pensava.Incesto FamiliarFinalmente, escrevi: Karen — Tô te esperando com uma surpresa. Vem pra casa mais cedo. Espero que dessa vez você não me dê o bolo que nem da última vez. Karen — Agora, vou me preparar, pensei, sentindo uma onda de nervoso no estômago. O tempo passou muito rápido, fiz todas as tarefas de casa e esqueci completamente do encontro. Rapidão me mandei pro banheiro, onde me preparei às pressas pra recebê-lo. Visto a lingerie.cuckSentindo como o tecido abraçava meu corpo, realçando minhas curvas. Me olhei no espelho, vendo uma mulher que estava pronta para apagar o desejo que a atormenta. Karen — Espero que isso funcione, preciso tirar esse pênis magnífico da minha cabeça. Com a venda na mão, me sentei na cama, esperando. Meu coração batia com uma mistura de nervosismo e antecipação. Karen — Escuto ele, me tensionando quando a porta da frente se abriu. Karen — Ele está em casa. Os passos do meu marido se aproximaram, e eu me preparei para o que viria a seguir. Quando ele entrou no quarto, fiquei observando ele com um olhar de desejo e excitação, obviamente não era por ele, mas tinha que tentar. Estendi a venda para ele, um convite silencioso para expulsar as impurezas que sobraram da gozada do meu filho. Karen — Pega. Karen — Quero que você me guie. Me usa. Meu marido me olhou, uma mistura de surpresa e desejo nos olhos dele. Pegou a venda, as mãos tremendo levemente. E me vendeu, estava completamente à mercê dele, não sabia se funcionaria, mas teria que tentar, não aguentava mais. Talvez no calor do momento eu me deixe levar, imaginando que é o Alejandro. Cada carícia, cada beijo, está cheio da fantasia proibida. De repente, o telefone do Oscar toca, quebrando o momento. Oscar — Desculpa, amor. Preciso atender isso. Karen — Droga, espero que não seja nada importante. Oscar se levanta e sai do quarto. Eu fico sozinha, com a venda posta, confusa e excitada, minha mente vagando entre a realidade. Os minutos passaram como uma eternidade, e finalmente escutei os passos do Oscar voltando. Karen — Já tá pronto, amor? Falei baixinho, mas ele não respondeu, só esperou, meu corpo tenso de expectativa. Oscar se aproximou, e pude sentir as mãos dele no meu corpo, descendo devagar a roupa íntima dele.mae e filhoKaren- Ah, Deus! As mãos do Oscar eram macias mas firmes, explorando cada curva, cada dobra do meu corpo.
Karen- Por favor, não me faz esperar mais. Mas o Oscar não disse nada, só continuou a exploração dele, os dedos e lábios trabalhando juntos, me levando ao limite da sanidade. Eu me contorcia, meu corpo pedindo mais, muito mais.
Karen- Porra, Oscar, faz tempo que não me tocava assim, meu céu, ohhh!! Ele não respondeu, só continuou o ataque sensual dele. Dava pra sentir o cheiro da pica dele, sabia que tava a centímetros da minha boca, eu pressentia.relatos de incestoMaior e mais duro do que eu lembrava, pressionando contra a minha... Karen- Sim, é disso que eu tava falando, amor, ahhhh! Oscar me pega com uma ferocidade que me deixou sem fôlego, as estocadas dele profundas e ritmadas. Cada grito meu era de alívio, meus orgasmos vindo em ondas, um atrás do outro. Karen- Deus, sim, porraaaaa!!! A gente se move em uníssono, uma dança silenciosa de desejos e necessidades. Os lábios dele roçam meu pescoço, deixando um rastro de beijos que me fazem tremer. O mundo lá fora desaparece, deixando só essa bolha de intimidade e paixão, e sem pensar, tinham se passado só 10 minutos.Sou mãe, mas também sou mulher FINAL
vadiaCada movimento é uma exploração, uma busca por prazer mútuo. As mãos de Óscar se entrelaçam com as minhas, me guiando, mostrando o que ele deseja. A tensão no meu corpo aumenta, cada carícia, cada roçada, me levando mais perto do limite. O tempo para, suspenso nesse momento de pura conexão. O mundo exterior desaparece, deixando só essa bolha de intimidade e paixão. Cada movimento, cada suspiro, é uma promessa, um juramento de amor e desejo. Oscar continuou, seu controle absoluto, até que finalmente, com um grunhido gutural, ele gozou, seu esperma quente e pegajoso no meu rosto. Ele ofegou, o corpo exausto, mas satisfeito. Finalmente, nos deixamos levar, caindo juntos num abismo de prazer. A liberação é intensa, quase dolorosa de tão forte. Ficamos assim, entrelaçados, sentindo os ecos do êxtase vibrarem pelos nossos corpos. Com cuidado, ele tirou a venda, meus olhos se ajustando à luz. Mas algo estava errado. Karen — Oscar? Chamei, mas não houve resposta. Olhei em volta, confusa, e percebi que estava sozinha no quarto, jogada no chão, encharcada de suor e fluidos. Karen — Que porra é essa? Levantando devagar. E então, a porta se abriu, e Oscar entrou, com o telefone no ouvido. Óscar — Desculpa, amor, tive que atender aquela ligação. Eu estava muito confusa, não sabia o que dizer, só concordei com a cabeça, tentando disfarçar minha confusão. Karen — Vou ao banheiro — falei, escapando pra segurança do banheiro. Me olhei no espelho, vendo uma mulher saciada, mas perplexa. Karen — Que merda?... Será? Não, não acho, teria sido arriscado demais, mas parecia tão familiar... Quando saí, vi Alejandro, meu filho, na sala, sem camisa e suado, com uma expressão de êxtase no rosto. E então, eu vi. Alejandro piscou um olho pra mim, um gesto que dizia mais que mil palavras.Incesto FamiliarFiquei ali, paralisada, a realidade do que tinha acontecido finalmente caindo sobre mim. A sala de estar da minha casa. Só me aproximo dele, com uma expressão de preocupação no meu rosto. Não acredito que isso aconteceu. Como pude deixar o Alejandro me levar pra cama e fazer coisas que o pai dele nunca fez? Eu sabia que não era certo, mas meu corpo me traiu. Agora, como explico pro meu corpo que isso não é mais um desejo, e sim um sintoma de necessidade? Preciso quebrar o gelo. Alejandro, preciso que você me explique o que aconteceu. Não entendo como chegamos a... a isso. Além disso, você não pensou no risco que foi? Seu pai estava muito perto.

Alejandro - Mãe, eu... eu só queria ficar perto de você. Sabia que o papai não estava e... e me deixei levar. Queria te agradecer pelo que você fez ontem.

Karen - Alejandro, não posso negar que gostei. Mas também sinto que traí seu pai. Era ele quem deveria estar ali, não você.

Alejandro - Mãe, não quero que você se sinta culpada. Foi minha culpa. Eu devia ter me controlado. Mas te vi ali, tão gostosa que seria um pecado te deixar sem explorar cada pedaço do seu interior.

Karen - Mas, Carlos, por que você fez isso? Sabia que eu estava esperando seu pai.

Carlos - Não sei, mãe. Só queria me sentir perto de você. Estar dentro de você.

Eu faço uma pausa, sabendo que eu também precisava daquilo, mas algo mais.

Alejandro - Mãe, não quero que você se sinta mal. Vou fazer o que for preciso pra você se sentir melhor. Se quiser, eu meto de novo. Você não sabe o quanto eu tô lutando comigo mesma pra não puxar essa sua cueca pra baixo e enfiar tudo na boca.

Karen - Eu sei, Alejandro. Mas isso é algo que nós dois temos que enfrentar. Preciso que você entenda que, mesmo tendo gostado, também me sinto mal por trair seu pai.

Alejandro sai um pouco irritado, mas eu precisava resolver tudo, não dava mais pra continuar mentindo pra mim mesma. Então deixei um bilhetinho pro Alejandro com uma localização: precisava dele.

Um hotel luxuoso, bem longe de gente conhecida. A O quarto tá decorado com tons suaves e uma cama king size no centro. Eu tô sentada na beira da cama, vestindo a mesma lingerie de umas horas atrás, bem justinha, realçando minhas curvas. Minha maquiagem tá impecável, e meu cabelo cai em ondas sobre meus ombros. Tô nervosa, mas também animada. Não acredito que cheguei tão longe. Mas eu preciso disso. Preciso me sentir desejada de novo. Alejandro sempre foi minha fraqueza, e agora mais do que nunca. Alejandro entra no quarto, surpreso com a aparência da mãe. Ele tá vestido casual, de jeans e camiseta, com uma cara de confusão. Alejandro — Mãe, o que cê tá fazendo? Cê tá... tão gostosa. Por que me chamou aqui? Minha cabeça já tem uma ideia e sua roupa só confirma, mas quero ouvir de você. Karen — Alejandro, obrigada por ter vindo. Sei que é inesperado, mas precisava te ver. Vou ser direta. Não tem tempo pra rodeios. Carlos, desde aquela tarde, não sou mais a mesma. Seu pai me ignora, e eu... eu preciso me sentir viva de novo. A tarde em que... a gente ficou junto. Desde então, fico pensando em você. Preciso do seu toque, Alejandro. Preciso sentir você de novo. Nem que seja como da outra vez, mas agora vendo tudo. Alejandro — Mãe, cê tá me pedindo pra...? Não acredito. Mas eu te desejo, sempre desejei. Alejandro — Mãe, cê tem certeza disso? Podemos complicar as coisas. Karen — Sim, tenho certeza. Preciso disso mais do que consigo explicar. Tô segura, Carlos. Por favor, não me faz implorar. Só me toca, por favor. Alejandro — Não vou te dar moleza assim. Vamos brincar um pouco. Quero ver até onde cê tá disposta a ir. Mãe, se é isso que cê quer, primeiro quero que me diga o quanto me deseja. Me conta como cê se sente quando pensa em mim. Karen — Alejandro, sempre tão direto. Mas isso faz parte do seu charme. Quando penso em você, me sinto viva. Imagino suas mãos no meu corpo, seus lábios nos meus. pele. Eu te desejo mais do que já desejei qualquer pessoa. Alejandro – Mãe, quero que você se despe para mim. Quero te ver, te tocar, te saborear. Mas primeiro, quero que você me diga exatamente quais partes do seu corpo anseiam pelo meu toque. Karen – Alejandro, sempre tão dominante. Adoro isso. Quero que você me toque inteira. Meus peitos, minha cintura, minhas coxas. Quero sentir sua língua no meu clitóris, seus dedos dentro de mim.cuckAlejandro—Então, tá gostando? Muito bem, mamãe. Agora vou te dar o que você quer, mas vou te dar o que deseja. Mas primeiro, quero que você se ajoelhe e me implore. Quero ouvir essas palavras saindo da sua boca.

Karen—Faço qualquer coisa por ele. Amo ele demais. Amo seu pau, Alejandro, por favor, me toca. Preciso sentir você dentro de mim. Te imploro.

Alejandro—Mamãe, vou te dar o que você quer. Mas primeiro, quero que você me dê sua boca. Quero sentir seus lábios em volta do meu pau.

Karen—Sim, Carlos. Faço o que você pedir.

Alejandro—Então, vem aqui, mamãe. Deixa eu te mostrar o quanto te desejo.

Alejandro me guia até a cama, onde me deita devagar. Ele se posiciona entre minhas pernas, o pau dele duro e pronto. Meu corpo treme quando ele entra em mim, nossos corpos se movendo em sintonia perfeita.mae e filhoKaren — Ah, Carlos... isso, assim. Alejandro começa a se mover mais rápido, as cadeiras dele batendo nas minhas. Eu grito de prazer, minhas unhas cravando nas costas dele. Karen — Mais, Carlos, mais forte. Alejandro obedece, os movimentos cada vez mais intensos, levando nós dois à beira do êxtase. De repente, o telefone toca. É meu marido. Karen — Não, agora não. Por favor, não. Alejandro — Ignora isso, mãe. Só foca em mim. Eu atendo o telefone, enquanto o ploc ploc e as vozes tremem.relatos de incestoKaren- Oi, gatinho. Qual é?
Óscar- Karen, cadê você? Tô preocupado. Você não respondeu minhas mensagens. Você tava aqui há pouco e do nada sumiu.
Merda, o que eu falo?
Karen- Tô... tô com uma amiga. Não se preocupa, tá tudo bem.
Óscar- Tem certeza? Sua voz tá estranha.
Karen- Sim, sim. Tá tudo bem. Te ligo mais tarde, tá?
Desligo o telefone sem deixar ele falar, meu coração batendo forte.
Alejandro, sem parar, me beija fundo, igual na primeira vez que a gente trepou, nossas línguas se enrolando.
Alejandro- Gostosa, tô com tanto tesão em você. Não consigo parar.
Alejandro muda de posição, me colocando por cima dele.
Monto no pau dele, me mexendo pra cima e pra baixo, meus gemidos enchendo o quarto.Sou mãe, mas também sou mulher FINALKaren— Ah, Alejandro, isso... assim. Alejandro segura meus quadris, guiando os movimentos, me levando cada vez mais alto. De repente, ele me levanta e me coloca de joelhos, me penetrando por trás. Eu grito de prazer, meu corpo tremendo a cada estocada.

Alejandro— Gostosa, te tenho bem onde queria. Agora, vamos brincar.

Karen— Carlos, por favor, não para. Estou tão perto...

Alejandro— Gostosa, você está prestes a ter o orgasmo mais intenso da sua vida, não está?

Karen— Sim, Carlos. Por favor, não para. Preciso me soltar.

Alejandro— Shh, gostosa. Primeiro, quero que você me implore. Quero ouvir como você me deseja.

Karen— Carlos, por favor, te desejo tanto. Preciso sentir você dentro de mim. Te imploro.

Alejandro— Muito bem, gostosa. Agora, vou te fazer implorar um pouco mais.

Alejandro se afasta devagar, me deixando à beira do abismo. Eu gemo de frustração, meu corpo tremendo de necessidade.

Karen— Carlos, por favor, não me deixe assim. Preciso de mais.

Alejandro— Me diga, gostosa, o quanto você me deseja? O quanto você precisa do meu pau dentro de você?

Karen— Te desejo mais que tudo, Carlos. Preciso do seu pau dentro de mim. Por favor, me dá.

Alejandro se posiciona de novo entre minhas pernas, mas desta vez, ele se move devagar, me torturando com seu ritmo propositalmente lento.

Karen— Alejandro, mais rápido, por favor. Preciso de mais.

Alejandro— Shh, gostosa. Aproveite o momento. Quero que você sinta cada centímetro de mim.

Karen— Sim, Alejandro. Sim, assim.

Alejandro continua se movendo devagar, me levando cada vez mais perto do limite, mas sem me deixar cair. Já estou desesperada, meu corpo implorando pela liberação.

Karen— Carlos, por favor, mais rápido. Preciso gozar.

Alejandro— Não, gostosa. Ainda não. Primeiro, quero que você me diga o quanto me ama. Quero ouvir essas palavras da sua boca.

Karen— Te amo, Carlos. Te amo mais que tudo. Por favor, me deixa gozar.

Carlos aumenta o ritmo, seus movimentos cada vez mais intensos, me levando ao êxtase. Eu grito tão alto que acho que o prédio inteiro ouve, meu corpo se contorcendo. com a intensidade do meu orgasmo. Karen- Ah, Carlos... sim... sim... sim... Alejandro continua se movendo, o próprio orgasmo se aproximando. Com um grito, ele atinge o ápice, sua liberação me preenchendo por completo. 4 horas depois Alejandro, levado pelo que é nosso, seus movimentos cada vez mais intensos, levando os dois à beira do êxtase. Finalmente, com um grito, eu alcanço o último clímax, meu corpo convulsionando ao redor dele. Alejandro vem logo depois, sua liberação me preenchendo por completo. Nós nos deixamos cair na cama, nossos corpos entrelaçados, nossas respirações lentamente voltando ao normal. Já faz meses desde que Alejandro e eu cruzamos essa linha, e agora, nossa relação se tornou uma dança de desejo e paixão que consome cada momento das nossas vidas. Ele decidiu largar o futebol para me atender como se deve, desde que aconteceu que ele se aposentou do futebol, Carlos tem dedicado todo o seu tempo e energia a explorar cada cantinho do meu corpo, e eu, ansiosa pelo toque dele, me entreguei completamente a ele. Nossa rotina diária é um ritual de prazer. De manhã, quando o sol mal aparece no horizonte, Alejandro desliza para dentro do meu quarto, o corpo dele quente e firme contra o meu. As mãos dele percorrem minha pele com uma familiaridade que me faz tremer, e os lábios dele, sempre famintos, encontram os meus num beijo profundo e apaixonado. A gente se move em sincronia, nossos corpos falando uma linguagem antiga e primal, cheia de necessidade e desejo. As tardes são para a exploração. Às vezes, na cama de casal do meu maridovadiaonde o aroma do nosso desejo se mistura com o cheiro dos lençóis frescos. Outras vezes, no carroIncesto Familiarestacionados num canto escuro da garagem, onde os vidros embaçados são testemunhas da nossa luxúria. No banheiro,cuckdebaixo do jato quente do chuveiro, onde a água leva nossos gemidos e sussurros. Na cozinha,mae e filhosobre a bancada, onde os pratos sujos e as migalhas de pão são esquecidos em favor da carne e do desejo. As noites são para a rendição total. Na cama do Alejandro, onde passamos horas perdidos num abraço de corpos entrelaçados, explorando cada centímetro de pele, cada cantinho de prazer. No chão da sala, sob a luz fraca de um abajur, onde a gente se move como animais, selvagens e livres. Em cada lugar, em cada canto, nosso amor se manifesta num ato de paixão e entrega. Mas, como em toda história de desejo, chega um momento em que a realidade invade nosso paraíso. Um dia, enquanto eu e Alejandro nos perdíamos numa dança de corpos e gemidos na sala, a porta da frente se abriu de repente.relatos de incestoMeu marido, inesperadamente cedo, nos pegou no meio do ato, os olhos dele cheios de choque e traição. Alejandro, com uma mistura de surpresa e desafio, não parou, mas continuou se movendo dentro de mim, as estocadas cada vez mais intensas, como se quisesse marcar território, me reivindicar como dele. Meu marido, paralisado pela cena, não conseguiu fazer nada além de observar, o rosto dele uma máscara de dor e confusão. Naquele momento, senti uma mistura de culpa e tesão, uma sensação de transgressão que só aumentou meu prazer. Alejandro, com um grunhido final, gozou, a porra dele me enchendo por completo. Me deixei levar, meu corpo convulsionando no orgasmo, enquanto meu marido observava, testemunha silenciosa da nossa paixão proibida.Sou mãe, mas também sou mulher FINALNaquele instante, eu soube que nada mais seria igual. Nosso segredo tinha sido descoberto, e com ele, a promessa de uma vida de desejo e paixão, sem restrições nem limites. Agora, só nos restava encarar as consequências, mas, por enquanto, a gente se tinha um ao outro, e isso já bastava. Oscar - MAS QUE PORRA... FIM Espero que tenham curtido, deixem seus pontos e comentem pra eu ficar por dentro do que vocês gostam e do que pensam. Abraços ❤️‍🔥

3 comentários - Sou mãe, mas também sou mulher FINAL

Que tremendo relato, pero no puede terminar así, ojalá y siga esta saga, sería realmente magnífico.
Por favor, continua um trio com teu filho e o amigo dele com o time de futebol.