⚠️ Esta é uma cena que estamos desenvolvendo para uma futura entrega audiovisual e com uma atriz: pode ser a Gali Diva.
CENA – “A ESPOSA DO AMIGO”
INT. CASA DA KATI – NOITE
(Os meninos já tão dormindo. A mesa ainda tem resto de bolo, garrafas abertas e copos de sidra. Kati tá recolhendo os pratos. Eu, o mano de 22, me ofereço pra ajudar).
EU
Era estranho… todo mundo via ela como a mãe exemplar, a esposa perfeita. Mas eu já tinha visto como ela me olhava, com aqueles olhos que escondiam algo. E naquela noite eu não ia deixar a chance passar.
KATI me passa um prato, nossas mãos se roçam. Ela sorri nervosa.
KATI
—Valeu por ficar pra ajudar… cê é um garoto muito atencioso.
Eu chego por trás, o roçado é de propósito. Ela fica parada, respirando pesado.
EU
—Não me trata como garoto… cê sabe que não vim só pra lavar louça.
Pego ela pela cintura, minha boca gruda no pescoço dela. Ela geme baixinho, se vira e me beija com fome guardada. O beijo fica sujo, desesperado.
CORTA PARA:
INT. QUARTO DO CASAL – MINUTOS DEPOIS
A câmera acompanha enquanto eu fecho a porta. KATI me empurra contra a parede e arranca o vestido de uma vez, mostrando um conjunto de lingerie preta, cinta-liga e meias.
EU
A senhora certinha, a mãe de família… tinha tudo preparado. Não foi acidente, ela tava esperando.
Jogo ela na cama, abro as pernas dela e desço pra chupar a buceta com gosto. Ela agarra minha cabeça, me empurra contra a xota enquanto geme.
KATI (gemidos)
—Meu Deus… assim meu marido não me pega!
Mudo de ângulo, tiro a pica e coloco na boca dela. Ela me olha de baixo, com aquela cara de puta que ninguém conhece, e engole inteira.
EU (ofegante)
—Isso… chupa como se fosse minha…
CENA PRINCIPAL:
Coloco ela de quatro, a câmera foca quando eu desço a calcinha até a metade das meias. O contraste: a esposa impecável agora com a raba no ar, gemendo que nem uma puta. Meto forte, o som do tapa na pele enche o quarto.
KATI (gritando, quebrada)
—Me come! Me dá tudo! Não para, pelo amor!
Eu puxo o cabelo dela, faço ela olhar no espelho.
EU
—Se olha… a senhora… correta transformada na minha putinha. Ela derrete com essas palavras, geme mais alto. O ritmo acelera, a câmera alterna entre as tetas dela quicando e meu pau entrando sem piedade. CLÍMAX: Deito ela de barriga pra cima, abro bem as pernas dela e arrebento ela enquanto beijo com fúria. Ela goza gritando meu nome, e segundos depois eu me descarrego na barriga dela, respirando ofegante. PÓS-CLÍMAX: KATI, suada, com a maquiagem borrada, acaricia meu rosto. KATI (ofegante, sussurrando) —Me promete que isso fica entre a gente… ninguém mais pode saber o quão puta eu sou. EU Só sorri. Ninguém ia saber que a mãe exemplar, a esposa impecável… era meu segredo mais bem guardado.
CENA – “A ESPOSA DO AMIGO” INT. CASA DA KATI – NOITE
(Os meninos já tão dormindo. A mesa ainda tem resto de bolo, garrafas abertas e copos de sidra. Kati tá recolhendo os pratos. Eu, o mano de 22, me ofereço pra ajudar).
EU
Era estranho… todo mundo via ela como a mãe exemplar, a esposa perfeita. Mas eu já tinha visto como ela me olhava, com aqueles olhos que escondiam algo. E naquela noite eu não ia deixar a chance passar.
KATI me passa um prato, nossas mãos se roçam. Ela sorri nervosa.
KATI
—Valeu por ficar pra ajudar… cê é um garoto muito atencioso.
Eu chego por trás, o roçado é de propósito. Ela fica parada, respirando pesado.
EU
—Não me trata como garoto… cê sabe que não vim só pra lavar louça.
Pego ela pela cintura, minha boca gruda no pescoço dela. Ela geme baixinho, se vira e me beija com fome guardada. O beijo fica sujo, desesperado.
CORTA PARA:
INT. QUARTO DO CASAL – MINUTOS DEPOIS
A câmera acompanha enquanto eu fecho a porta. KATI me empurra contra a parede e arranca o vestido de uma vez, mostrando um conjunto de lingerie preta, cinta-liga e meias.
EU
A senhora certinha, a mãe de família… tinha tudo preparado. Não foi acidente, ela tava esperando.
Jogo ela na cama, abro as pernas dela e desço pra chupar a buceta com gosto. Ela agarra minha cabeça, me empurra contra a xota enquanto geme.
KATI (gemidos)
—Meu Deus… assim meu marido não me pega!
Mudo de ângulo, tiro a pica e coloco na boca dela. Ela me olha de baixo, com aquela cara de puta que ninguém conhece, e engole inteira.
EU (ofegante)
—Isso… chupa como se fosse minha…
CENA PRINCIPAL:
Coloco ela de quatro, a câmera foca quando eu desço a calcinha até a metade das meias. O contraste: a esposa impecável agora com a raba no ar, gemendo que nem uma puta. Meto forte, o som do tapa na pele enche o quarto.
KATI (gritando, quebrada)
—Me come! Me dá tudo! Não para, pelo amor!
Eu puxo o cabelo dela, faço ela olhar no espelho.
EU
—Se olha… a senhora… correta transformada na minha putinha. Ela derrete com essas palavras, geme mais alto. O ritmo acelera, a câmera alterna entre as tetas dela quicando e meu pau entrando sem piedade. CLÍMAX: Deito ela de barriga pra cima, abro bem as pernas dela e arrebento ela enquanto beijo com fúria. Ela goza gritando meu nome, e segundos depois eu me descarrego na barriga dela, respirando ofegante. PÓS-CLÍMAX: KATI, suada, com a maquiagem borrada, acaricia meu rosto. KATI (ofegante, sussurrando) —Me promete que isso fica entre a gente… ninguém mais pode saber o quão puta eu sou. EU Só sorri. Ninguém ia saber que a mãe exemplar, a esposa impecável… era meu segredo mais bem guardado.
0 comentários - A esposa gostosa do meu amigo