Acordei, tinha dormido como uma pedra. Sentia uns sussurros no banheiro, lembrei da noite anterior, que tava num hotel e da trepada que tive com a Juli, o pau tava meio sensível e irritado. Cheguei perto do banheiro, e a porta tava meio aberta. A Juli tava sentada no vaso falando no telefone, tive que chegar bem perto porque ela falava bem baixinho.Juli:Sinceramente, amiga, tô começando a acreditar, fiquei muito surpresa, pensei que você tava exagerando, eu tenho mais experiência com homem do que você e ele me deixou de pernas bambas. — ela falava baixinho e ria. — Ainda não sei o que ele tem, porque é um homem comum, mas tem alguma coisa que chama a atenção. — ela ria e reclamava ao mesmo tempo. — Tô doendo toda, minha bunda e minha xereca vão doer por dias.
Ela tava conversando com a Vale, não quis ouvir mais porque começaram a falar de outros assuntos e do que tinham que fazer no dia. Peguei meu celular, olhava umas mensagens da minha família, tava pelado, queria que ela saísse pra poder tomar um banho, e foi nessa hora que ela saiu do banheiro. Passou um dedo no meu peito, como se quisesse que eu prestasse atenção nela.Juli:Oi, grandalhão, como você amanheceu.
Não sabia como cumprimentar uma mulher como ela. Não sei por que peguei com minha mão grande o queixo dela e dei um beijo, foi curto, mas ela ficou me olhando surpresa.Alberto:Bom dia Juli, tô bem, e você, como dormiu? - Ela ficou sem reação por um momento.Juli:Bom, parece que você acordou carente. — olhando pro meu pau que já tinha levantado.
Acho que ela entendeu errado o bom dia, porque subiu em cima de mim procurando minha boca, esfregando o corpo nu no meu. Acabei deitado na cama, com ela por cima me beijando, claro que não ia ficar parado, minhas mãos começaram a percorrer cada pedaço dela. Quando cansou dos beijos, foi descendo com a língua pelo meu peito, barriga, até chegar nas minhas partes. Ela virou o quadril e deixou a buceta na minha cara, fazendo um 69 perfeito.Juli:Agora, selvagem, vamos fazer as coisas mais suaves e calmas, que não estamos pra aquele vai-e-vem de ontem à noite.
Disse isso lambendo meu pau como se fosse um picolé. E foi assim que a gente fez, carícias, lambidas, eu via e notava que os lábios dela estavam vermelhos, e o clitóris bem inchado, então fizemos do jeito que ela pediu. Me dediquei com muita paciência a chupar a buceta dela, assim como ela fez comigo. Foi tudo muito prazeroso, dez minutos depois a gente gozava na boca um do outro.
Passei um tempão com a Julieta, almoçamos no hotel. Rimos e conversamos sobre tudo um pouco, compartilhando nossos gostos e hobbies. Adorei o senso de humor dela e a personalidade divertida, ela fazia piadas o tempo todo, mesmo a gente falando só de nós dois ou de coisas bestas. O tempo voou e, antes que a gente percebesse, já era tarde. Quando cheguei em casa, meus pais e meu irmão estavam me esperando com um sorriso malicioso, perguntando sobre a Julieta. Falei que era só uma amiga, mas não acreditaram e continuaram me enchendo o saco, rindo de mim. Depois do interrogatório em família, pude aproveitar o resto do fim de semana com meus queridos.
Viajei no domingo à noite e cheguei no meu apê já de noite. Depois de voltar, encontrei várias mensagens dos meus amigos da informática do suporte técnico, que me ajudaram com a investigação, o Kevin, com quem eu estava trabalhando num projeto pra criar uma empresa de TI. Eu tinha ajudado eles de graça a montar a administração e a parte contábil, além de legalizar a empresa. Eles estavam desenvolvendo vários softwares, mas um em especial, focado em logística, parecia bem promissor. Fiquei emocionado em saber que, graças ao capital que conseguiram com o bônus que a Susana deu pra eles, poderiam injetar na empresa pra desenvolver esse novo software.
Fiquei felizão em saber que com um pouco mais de capital, meus amigos, vocês poderiam lançar o próprio produto e realizar o sonho de viver da empresa de vocês. Perguntei quanto precisavam e eles disseram que era uma quantia significativa. Mas aí lembrei que tinha os 200 mil dólares que ganhei como bônus e ofereci pra entrar com esse capital. A reação dos meus amigos foi incrível, eles ficaram super felizes e disseram que isso seria o empurrão que precisavam pra relançar a empresa.
Na segunda de manhã, antes de entrar no trabalho, a gente se encontrou numa cafeteria pra fazer as contas e planejar o futuro da empresa. Depois de discutir os detalhes, eles me disseram que, graças ao meu aporte de capital, iam me tornar sócio da empresa. Era um passo importante e empolgante, porque eu não só estaria ajudando meus amigos, mas também teria uma participação direta no sucesso do negócio. A verdade é que depois de ver o Programa em que eles estavam trabalhando, fiquei muito surpreso, eles tinham feito várias modificações na versão que eu tinha visto meses atrás, aliás, até pedi uma versão de teste pra mostrar pro Hernán.
Com isso na cabeça, entrei no trabalho. Quando cheguei na minha mesa, tinha pilhas de papéis pra arquivar, e lembrei de tudo: os diretores deviam estar putos comigo por causa do desafio que a chefe deu pra eles, e iam descontar em mim. Tinha arquivo pra caralho, e como um novato, eu tinha que guardar ou descartar. Era um trabalho que não era pra mim, mas não falei nada e engoli seco. Um colega chegou perto e me disse pra tomar cuidado, porque vários diretores tinham pedido meu prontuário pro RH e deram ordem pra não me passar nada relevante. Agradeci o toque e comecei meu trampo.
No meio-dia, fui pro refeitório almoçar. Tava esperando meus amigos, Kevin e Lautaro, mas parece que estavam atrasados. Geralmente os gerentes não iam no refeitório, a única era a Valentina, de vez em quando, como hoje. Tava sentado e, de repente, a Vale apareceu. E a Juli, essa última aí foi estranha mesmo, porque ela nem trabalhava na empresa. Como eu disse, ela era dona, mas cuidava dos investimentos do grupo.
E pouca gente na empresa sabia quem ela era. Alguns olhavam meio surpresos por eu estar almoçando com duas gostosas. Eu levei na boa, como se fosse normal. Depois que as duas me deram os cumprimentos de praxe, me perguntaram como eu tava e como ia o dia. Mas a Vale me olhava com um sorrisinho safado.Vale:Sim, amor, como foi seu fim de semana? Descansou? — me encarando enquanto ria.Alberto:Não, teve uma pessoa que não me deixou dormir. E me botou pra trabalhar.Juli:Ah, coitadinho, já vimos sua cara de abatido." — disse com deboche. — "Deve ser a idade e que você tá um pouco gordo." — também falou rindo.
Ficamos um tempão trocando piadas e brigando de forma amigável. Até que Julieta revelou o verdadeiro motivo da visita dela.Juli:— Vim com uma fofoca — disse ela, baixando ainda mais a voz. — Os diretores envolvidos na investigação ligaram pro papai. Tão com medo que o conselho de acionistas mova o ex da Valentina, claro que perderiam um pilar importante da organização deles, por isso encheram meu pai de mentiras. Lembra que todos esses diretores foram nomeados quando meu pai e o Miguel Ángel estavam no comando, então ele conhece cada um deles.
Por sorte, a Susana tinha comentado algo, e meu pai agiu de acordo pra não levantar suspeitas. Disse que já sabia de tudo e que a punição seria leve dessa vez, mas que se alguém ousasse fazer uma merda dessas de novo contra um dos donos, ele voltaria da aposentadoria e enfiaria a bengala no cu do filho da puta responsável, e mandaria embora quem não fez nada pra evitar aquela sacanagem com os donos.
Juan Carlos era um homem bem tradicional, do tipo patriarcal. Era um fervoroso crente de que a família tinha que ser fechada pra quem é de fora. Já tava com vários problemas de saúde e a morte do Miguel Ángel pegou mal. Por isso, com setenta anos, comprou uma casa num lago e se aposentou, deixou o cargo na empresa pra sobrinha Valentina, e transferiu todas as ações pra filha dele, a Julieta.Vale:A ligação teve suas consequências. Susana me contou que o chefe de segurança passou um relatório pra ela, dizendo que na mesma sexta, depois da conversa com o tio Juan Carlos, eles tiveram uma briga feia com o Martín no estacionamento. Quase chegaram às vias de fato. Então, as coisas entre eles estão mais que tensas. Já não vejo a hora de fechar esse negócio e mandar essas pragas embora.
Nisso, passaram umas minas do Marketing e cumprimentaram a Valentina. Depois começamos a falar do acordo, que parecia ter complicado um pouco, e a Susana também teve que viajar. Enquanto isso, a Vale e a Clara voltaram porque o trabalho delas já tava pronto, e tudo dependia de resolver o resto.
Falando em Clara, ela mandou uma mensagem convidando as meninas pra fazer compras à tarde. E depois ir pro spa, pra relaxar, segundo ela.
Terminamos de comer. Pra ser sincero, eu me sentia cada vez mais integrado com as gurias, pelo menos com essas duas. Com a Clara, um pouco menos. E a Susana, acho que se achava minha dona. Até agora me ignorava, mas pelo que entendi, era porque tava com toda a energia focada nesse novo negócio. Ia ter que ver quando fechasse pra ter a atenção dela. Um arrepio percorreu minha espinha. Nisso, chegou um áudio da Vale pra mim.Vale:Uma pena que a gente não teve um momento só nosso. É, eu nem tinha percebido isso. De novo, os conselhos da Juli ecoaram na minha cabeça: eu tinha que ser mais proativo com a Vale.Alberto:Oi, gostosa, que pena, tava com vontade de ficar com você.Vale:Sim, e se hoje à noite não der, as meninas se convidaram pra jantar aqui em casa, segundo elas a gente precisa falar de coisas de mulher.AlbertoEntão vão me esfolar vivo, quando falarem mal de mim, você me defende.Vale:Sempre, querido. — respondeu rindo.Alberto:Olha, eu também tenho um projeto pra fazer com meus amigos, mas amanhã sei que você vai correr cedo, que tal a gente fazer junto? - ela tinha me contado que corria no parque perto da casa dela.Vale:Parece ótimo, traz roupa e toma banho aqui em casa, e de quebra me conta o que vocês estão fazendo com seus amigos. — na voz dela deu pra perceber que ela gostou da ideia.
Daí em diante o dia foi devagar, fazendo todo o trampo que me mandavam. Saí e fui pro meu apê me trocar, e direto pra academia treinar. Depois, corri pra tomar banho e me arrumar pra ir na casa do Kevin, que eles queriam me mostrar mais coisas da empresa. Pedimos hambúrguer e comemos vendo todas as mudanças que tinham feito.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E aí, mano, qual é a dos chefes? – fiz um gesto como se não entendesse.
Tomas: É sim, e não se faz de besta, Alberto. Você almoça com uma gerente, viaja com duas delas, a CEO outro dia te trouxe no carro dela, e você foi embora com ela, e agora quer mostrar nosso projeto pro Gerente de Operações.Alberto:Ah, é isso. Desde que descobri o roubo, me juntei várias vezes pra comer com eles, e desde então me tratam bem.
- Não queria mentir pra eles, mas também não queria contar a verdade.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.E aí, sua mudança, você parece outra pessoa, ou agora que anda com eles mudou radicalmente.
Continuamos a reunião e de vez em quando soltavam uma teoria ridícula, que os chefes tinham sido substituídos por clones, que eu talvez soubesse um segredo deles e tava chantageando eles, ou era o amante da dona Susana. Terminamos a noite entre piadas e fui dormir cedo.
No dia seguinte, tava cedo na casa da Valentina, o dia tava amanhecendo. Ela saiu em poucos minutos, a gente se cumprimentou com um beijinho e atravessamos pro parque que ficava na frente da casa dela, num dos bairros mais caros e novos da cidade. Foi foda acompanhar o ritmo dela, ela tava acostumada a correr contra o tempo, enquanto eu corria num ritmo suave. Depois de uma hora, voltamos e eu tava acabado de tanto esforço, mas não desisti. Ela ria de mim, fazendo piadinhas sobre minha idade ou meu preparo físico.
Depois disso, fomos direto pro chuveiro. Assim que a gente tirou a roupa, ela começou a ficar carinhosa, e no chuveiro pegou uma esponja e começou a me lavar. Eu já tava com o pau duro na cara, mas fiz a mesma coisa com outra esponja, passando por todo o corpo dela. Encostei ela na parede pra ela ficar quieta, me ajoelhei e coloquei uma perna dela no meu ombro.Alberto:Essa parte precisa de mais atenção e capricho.
Virei meu rosto pra buceta dela e comecei com lambidas suaves por toda ela, ela segurou minha cabeça. Sabia que não tinha muito tempo, não podia chegar atrasado no trabalho, senão esses canalhas teriam uma desculpa pra me foder. Minha língua abria os lábios dela, já estava molhada, enfiei dois dedos nela enquanto lambia e chupava, quando percebi que ela tava perto, chupei o clitóris dela, ela gozou quase na hora na minha boca, mas não parei de imediato, continuei estimulando pra prolongar o orgasmo dela.
Assim que ela se recuperou, foi ela quem me encostou na parede, se ajoelhou e meteu meu pau na boca dela, enquanto a mão dela brincava com minhas bolas. Desde que enfiou, teve um único objetivo: me fazer gozar o mais rápido possível. O vai e vem era rápido, ela até virou um pouco de lado dentro da boca, pra minha glande roçar a parte interna da bochecha dela, era muito sexy ver ela e o meu pau marcando dentro da boca dela, e eu gozei, e foi rápido.
Nos trocamos rápido, e ela disse que a gente terminava tudo essa noite, pra eu ir jantar. Claro que cheguei quinze minutos atrasado no trabalho, e como era de esperar, levei a merecida bronca. E logo depois segui com minha tarefa chata e rotineira.
Ao meio-dia, Valentina se juntou a mim pra comer e bater um papo. Ela perguntou como eu tava depois da nossa corrida matinal e, mesmo não tendo conseguido acompanhar o ritmo dela, eu me sentia bem. Conversamos e falamos de tudo um pouco, ainda tinha gente que olhava pra gente surpreso. Ela me lembrou que eu tinha que ir jantar com ela essa noite. No entanto, lembrei que tinha planos de ir pra academia treinar kickboxing e levar meu carro ao mecânico antes disso. Valentina se ofereceu pra me buscar na academia e me levar na casa dela, o que achei muito gentil da parte dela.
Depois de sair do trabalho, levei meu carro ao mecânico e me deram a notícia de que tinha um defeito grave que exigiria um reparo caro, equivalente a uns três Meus salários. Doeu pra caramba no bolso, porque não tava preparado pra gastar essa grana toda. Minha fiel VW Golf de vinte anos tinha sido minha companheira de viagem por muito tempo, e embora eu soubesse que uma hora ia precisar trocar, não tava afim de fazer isso só por capricho. Gosto de ser prático e não vejo necessidade de trocar de carro se não for preciso.
A academia ficava no mesmo bairro que o mecânico, então fui andando. Depois de um treino distraído, onde levei vários golpes por causa disso. Na academia, eu tinha conhecidos ou gente com quem me dava bem, mas não eram meus amigos. Na saída, encontrei a Valentina me esperando lá fora, arrasando com seu terno preto e encostada no Audi A7 Sportback dela. Os caras da academia não conseguiram evitar de olhar pra ela com admiração e babando, mas eu simplesmente me aproximei, dei um beijo na boca dela e entrei no carro com ela.
Era um contraste total: ela, elegante e gostosa, com uma maquiagem impecável e um cabelo perfeito, e eu, suado e de roupa de academia. Éramos tipo dia e noite, rimos quando comentei isso. Fomos pra casa dela, onde me esperava um banho quente e um tempo juntos.
No carro, ela perguntou sobre minha cara e eu contei do carro. Ela, como se fosse a coisa mais natural do mundo, disse pra eu pegar um dos carros dela, só não ia me emprestar o que o pai deu de presente de aniversário de dezoito anos. Quando entrei na garagem dela, vi um Mercedes Benz AMG GT C Roadster conversível cinza escuro, que era o que ela não ia me emprestar, e do lado uma Porsche Cayenne branca, ou seja, tava entre a Audi e a Porsche. Falei que ia pegar a Porsche por uns dias, até dar um jeito no meu carro.
Aí entrei no banho e, quando tava me trocando, ouvi vozes e risadas. Achei estranho, mas já nada deveria parecer estranho. Quando cheguei na cozinha, a Vale e a Juli estavam arrumando a mesa, as duas se divertindo pra caramba. coisas.Vale:Olha, querido, quem vai passar a noite com a gente. – ela falou como se fosse nada.
Sentamos e comemos na mesma cozinha, porque segundo as minas era mais íntimo assim, e dava um ar caseiro. Batemos um papo sobre a empresa, os negócios, a porra do acordo que tava prestes a fechar, supostamente naquela semana. Depois meteram o bedelho no meu carro de novo, a Juli falou que eu tinha que escolher um na mansão da Susana, tinha mais de trinta sem nunca ter sido usado. Também me contou que o gerente do Banco de San Nicolás, o marido da minha ex. Tinha tentado descobrir na sede central se a gente era casal, as minas se acabaram de rir dando versões diferentes sobre o que passava na cabeça dele.
Fomos direto pro quarto, e as minas não queriam perder tempo, se pelaram entre elas e começaram a se comer de boca, dava pra ver que estavam muito sincronizadas e se conheciam bem. As mãos delas percorriam os corpos, enquanto eu era só um espectador, elas não paravam de se beijar, se tocar e se acariciar por todas as curvas. Eu num canto comecei a tirar a roupa.Vale:Vem aqui, gostoso. — disse ela me chamando com a mão, batendo na cama.
Fui até a cama e, enquanto andava, admirava a beleza delas. Eram diferentes: Juli baixinha, com uma bunda enorme, cintura fina e peitos médios. Já a Vale, mais alta, magrinha, com uma bundinha pequena, mas bem empinada e redonda, peitos pequenos. Totalmente o oposto da amiga, era mais tímida e meiga.
Sentei na cama e elas se jogaram em cima de mim como se fossem leoas e eu a presa delas. Bom, a Juli agiu assim; a Vale foi um pouco mais devagar. Vale começou a me beijar e chupar minha boca, enquanto Juli chupava meu pau. Ela tentava enfiar tudo na boca, depois de algumas tentativas conseguiu, enquanto eu apertava com uma mão os peitos da Vale e com a outra a bunda dela.
Vale se afastou de mim e desceu para ajudar a amiga. E as duas atacaram meu pau juntas — é um prazer um boquete de duas bocas. De repente, Juli desceu e enfiou a língua no meu cu, e a Vale cuidou do meu pau, subindo e descendo, enfiando ele na boca, enquanto eu via que as mãos das garotas estavam na buceta uma da outra, se acariciando mutuamente.Juli:Vale, hoje de manhã comeram o seu, então agora é a minha vez de você chupar o meu.Vale:Sim, mas no fim de semana enfiaram em você, então agora é a minha vez de deixar meu namorado me comer.
Como se fosse coreografado, Vale se deitou na cama de barriga pra cima, Juli sentou na cara dela de costas pra mim, e eu conseguia ver perfeitamente o cu dela. Coloquei as pernas da minha namorada nos meus ombros e meti nela na hora, um gemido longo escapou. Comecei a meter com força, enquanto ela, no mesmo ritmo, lambia a buceta da amiga. Uns segundos depois, percebi que tava quase gozando, desci a mão e com o polegar comecei a massagear o clitóris dela. Elas gozaram juntas, tendo um orgasmo forte. Eu ainda tava duro. Elas se recuperaram e ficaram me olhando.Vale:Querida, você ainda não gozou, agora a gente vai resolver isso.
Juli se deitou na cama e levantou as pernas, levou os joelhos até o peito, e a Valentina sentou praticamente em cima das coxas dela, ficando buceta com buceta.Vale:Coloca aqui, amor." — disse ela, apontando pra buceta delas.
Fiz um sanduíche, com meu pau no meio. Comecei a me esfregar entre as bucetas delas, a lubrificação era muita, e meu pau tava duríssimo, elas gemiam pra caralho, enquanto se tocavam. Era a glória, a novidade de fazer algo que nunca tinha feito antes.Juli:Olha que gostosa." – disse ele abrindo as nádegas de Vale. – "Olha essa bunda virgem, não é uma delícia?Vale:mmm isso é pra noite de núpcias, meu marido vai estrear.
A verdade é que o cu dela tava bem fechado, e eu tava muito tesudo e elas também, cada vez mais umidade eu sentia no meu pau. Num dado momento as bucetas delas começaram a tremer, e eu não aguentei mais e descarreguei com muita força a porra das minhas bolas, foi realmente muito prazeroso.
Vale: que gostoso que foi tudo, amor, esqueci de te falar, prometi pra Clara que você dormiria na casa dela na quinta.
Ela tava conversando com a Vale, não quis ouvir mais porque começaram a falar de outros assuntos e do que tinham que fazer no dia. Peguei meu celular, olhava umas mensagens da minha família, tava pelado, queria que ela saísse pra poder tomar um banho, e foi nessa hora que ela saiu do banheiro. Passou um dedo no meu peito, como se quisesse que eu prestasse atenção nela.Juli:Oi, grandalhão, como você amanheceu.
Não sabia como cumprimentar uma mulher como ela. Não sei por que peguei com minha mão grande o queixo dela e dei um beijo, foi curto, mas ela ficou me olhando surpresa.Alberto:Bom dia Juli, tô bem, e você, como dormiu? - Ela ficou sem reação por um momento.Juli:Bom, parece que você acordou carente. — olhando pro meu pau que já tinha levantado.
Acho que ela entendeu errado o bom dia, porque subiu em cima de mim procurando minha boca, esfregando o corpo nu no meu. Acabei deitado na cama, com ela por cima me beijando, claro que não ia ficar parado, minhas mãos começaram a percorrer cada pedaço dela. Quando cansou dos beijos, foi descendo com a língua pelo meu peito, barriga, até chegar nas minhas partes. Ela virou o quadril e deixou a buceta na minha cara, fazendo um 69 perfeito.Juli:Agora, selvagem, vamos fazer as coisas mais suaves e calmas, que não estamos pra aquele vai-e-vem de ontem à noite.
Disse isso lambendo meu pau como se fosse um picolé. E foi assim que a gente fez, carícias, lambidas, eu via e notava que os lábios dela estavam vermelhos, e o clitóris bem inchado, então fizemos do jeito que ela pediu. Me dediquei com muita paciência a chupar a buceta dela, assim como ela fez comigo. Foi tudo muito prazeroso, dez minutos depois a gente gozava na boca um do outro.
Passei um tempão com a Julieta, almoçamos no hotel. Rimos e conversamos sobre tudo um pouco, compartilhando nossos gostos e hobbies. Adorei o senso de humor dela e a personalidade divertida, ela fazia piadas o tempo todo, mesmo a gente falando só de nós dois ou de coisas bestas. O tempo voou e, antes que a gente percebesse, já era tarde. Quando cheguei em casa, meus pais e meu irmão estavam me esperando com um sorriso malicioso, perguntando sobre a Julieta. Falei que era só uma amiga, mas não acreditaram e continuaram me enchendo o saco, rindo de mim. Depois do interrogatório em família, pude aproveitar o resto do fim de semana com meus queridos.
Viajei no domingo à noite e cheguei no meu apê já de noite. Depois de voltar, encontrei várias mensagens dos meus amigos da informática do suporte técnico, que me ajudaram com a investigação, o Kevin, com quem eu estava trabalhando num projeto pra criar uma empresa de TI. Eu tinha ajudado eles de graça a montar a administração e a parte contábil, além de legalizar a empresa. Eles estavam desenvolvendo vários softwares, mas um em especial, focado em logística, parecia bem promissor. Fiquei emocionado em saber que, graças ao capital que conseguiram com o bônus que a Susana deu pra eles, poderiam injetar na empresa pra desenvolver esse novo software.
Fiquei felizão em saber que com um pouco mais de capital, meus amigos, vocês poderiam lançar o próprio produto e realizar o sonho de viver da empresa de vocês. Perguntei quanto precisavam e eles disseram que era uma quantia significativa. Mas aí lembrei que tinha os 200 mil dólares que ganhei como bônus e ofereci pra entrar com esse capital. A reação dos meus amigos foi incrível, eles ficaram super felizes e disseram que isso seria o empurrão que precisavam pra relançar a empresa.
Na segunda de manhã, antes de entrar no trabalho, a gente se encontrou numa cafeteria pra fazer as contas e planejar o futuro da empresa. Depois de discutir os detalhes, eles me disseram que, graças ao meu aporte de capital, iam me tornar sócio da empresa. Era um passo importante e empolgante, porque eu não só estaria ajudando meus amigos, mas também teria uma participação direta no sucesso do negócio. A verdade é que depois de ver o Programa em que eles estavam trabalhando, fiquei muito surpreso, eles tinham feito várias modificações na versão que eu tinha visto meses atrás, aliás, até pedi uma versão de teste pra mostrar pro Hernán.
Com isso na cabeça, entrei no trabalho. Quando cheguei na minha mesa, tinha pilhas de papéis pra arquivar, e lembrei de tudo: os diretores deviam estar putos comigo por causa do desafio que a chefe deu pra eles, e iam descontar em mim. Tinha arquivo pra caralho, e como um novato, eu tinha que guardar ou descartar. Era um trabalho que não era pra mim, mas não falei nada e engoli seco. Um colega chegou perto e me disse pra tomar cuidado, porque vários diretores tinham pedido meu prontuário pro RH e deram ordem pra não me passar nada relevante. Agradeci o toque e comecei meu trampo.
No meio-dia, fui pro refeitório almoçar. Tava esperando meus amigos, Kevin e Lautaro, mas parece que estavam atrasados. Geralmente os gerentes não iam no refeitório, a única era a Valentina, de vez em quando, como hoje. Tava sentado e, de repente, a Vale apareceu. E a Juli, essa última aí foi estranha mesmo, porque ela nem trabalhava na empresa. Como eu disse, ela era dona, mas cuidava dos investimentos do grupo.
E pouca gente na empresa sabia quem ela era. Alguns olhavam meio surpresos por eu estar almoçando com duas gostosas. Eu levei na boa, como se fosse normal. Depois que as duas me deram os cumprimentos de praxe, me perguntaram como eu tava e como ia o dia. Mas a Vale me olhava com um sorrisinho safado.Vale:Sim, amor, como foi seu fim de semana? Descansou? — me encarando enquanto ria.Alberto:Não, teve uma pessoa que não me deixou dormir. E me botou pra trabalhar.Juli:Ah, coitadinho, já vimos sua cara de abatido." — disse com deboche. — "Deve ser a idade e que você tá um pouco gordo." — também falou rindo.
Ficamos um tempão trocando piadas e brigando de forma amigável. Até que Julieta revelou o verdadeiro motivo da visita dela.Juli:— Vim com uma fofoca — disse ela, baixando ainda mais a voz. — Os diretores envolvidos na investigação ligaram pro papai. Tão com medo que o conselho de acionistas mova o ex da Valentina, claro que perderiam um pilar importante da organização deles, por isso encheram meu pai de mentiras. Lembra que todos esses diretores foram nomeados quando meu pai e o Miguel Ángel estavam no comando, então ele conhece cada um deles.
Por sorte, a Susana tinha comentado algo, e meu pai agiu de acordo pra não levantar suspeitas. Disse que já sabia de tudo e que a punição seria leve dessa vez, mas que se alguém ousasse fazer uma merda dessas de novo contra um dos donos, ele voltaria da aposentadoria e enfiaria a bengala no cu do filho da puta responsável, e mandaria embora quem não fez nada pra evitar aquela sacanagem com os donos.
Juan Carlos era um homem bem tradicional, do tipo patriarcal. Era um fervoroso crente de que a família tinha que ser fechada pra quem é de fora. Já tava com vários problemas de saúde e a morte do Miguel Ángel pegou mal. Por isso, com setenta anos, comprou uma casa num lago e se aposentou, deixou o cargo na empresa pra sobrinha Valentina, e transferiu todas as ações pra filha dele, a Julieta.Vale:A ligação teve suas consequências. Susana me contou que o chefe de segurança passou um relatório pra ela, dizendo que na mesma sexta, depois da conversa com o tio Juan Carlos, eles tiveram uma briga feia com o Martín no estacionamento. Quase chegaram às vias de fato. Então, as coisas entre eles estão mais que tensas. Já não vejo a hora de fechar esse negócio e mandar essas pragas embora.
Nisso, passaram umas minas do Marketing e cumprimentaram a Valentina. Depois começamos a falar do acordo, que parecia ter complicado um pouco, e a Susana também teve que viajar. Enquanto isso, a Vale e a Clara voltaram porque o trabalho delas já tava pronto, e tudo dependia de resolver o resto.
Falando em Clara, ela mandou uma mensagem convidando as meninas pra fazer compras à tarde. E depois ir pro spa, pra relaxar, segundo ela.
Terminamos de comer. Pra ser sincero, eu me sentia cada vez mais integrado com as gurias, pelo menos com essas duas. Com a Clara, um pouco menos. E a Susana, acho que se achava minha dona. Até agora me ignorava, mas pelo que entendi, era porque tava com toda a energia focada nesse novo negócio. Ia ter que ver quando fechasse pra ter a atenção dela. Um arrepio percorreu minha espinha. Nisso, chegou um áudio da Vale pra mim.Vale:Uma pena que a gente não teve um momento só nosso. É, eu nem tinha percebido isso. De novo, os conselhos da Juli ecoaram na minha cabeça: eu tinha que ser mais proativo com a Vale.Alberto:Oi, gostosa, que pena, tava com vontade de ficar com você.Vale:Sim, e se hoje à noite não der, as meninas se convidaram pra jantar aqui em casa, segundo elas a gente precisa falar de coisas de mulher.AlbertoEntão vão me esfolar vivo, quando falarem mal de mim, você me defende.Vale:Sempre, querido. — respondeu rindo.Alberto:Olha, eu também tenho um projeto pra fazer com meus amigos, mas amanhã sei que você vai correr cedo, que tal a gente fazer junto? - ela tinha me contado que corria no parque perto da casa dela.Vale:Parece ótimo, traz roupa e toma banho aqui em casa, e de quebra me conta o que vocês estão fazendo com seus amigos. — na voz dela deu pra perceber que ela gostou da ideia.
Daí em diante o dia foi devagar, fazendo todo o trampo que me mandavam. Saí e fui pro meu apê me trocar, e direto pra academia treinar. Depois, corri pra tomar banho e me arrumar pra ir na casa do Kevin, que eles queriam me mostrar mais coisas da empresa. Pedimos hambúrguer e comemos vendo todas as mudanças que tinham feito.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E aí, mano, qual é a dos chefes? – fiz um gesto como se não entendesse.
Tomas: É sim, e não se faz de besta, Alberto. Você almoça com uma gerente, viaja com duas delas, a CEO outro dia te trouxe no carro dela, e você foi embora com ela, e agora quer mostrar nosso projeto pro Gerente de Operações.Alberto:Ah, é isso. Desde que descobri o roubo, me juntei várias vezes pra comer com eles, e desde então me tratam bem.
- Não queria mentir pra eles, mas também não queria contar a verdade.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.E aí, sua mudança, você parece outra pessoa, ou agora que anda com eles mudou radicalmente.
Continuamos a reunião e de vez em quando soltavam uma teoria ridícula, que os chefes tinham sido substituídos por clones, que eu talvez soubesse um segredo deles e tava chantageando eles, ou era o amante da dona Susana. Terminamos a noite entre piadas e fui dormir cedo.
No dia seguinte, tava cedo na casa da Valentina, o dia tava amanhecendo. Ela saiu em poucos minutos, a gente se cumprimentou com um beijinho e atravessamos pro parque que ficava na frente da casa dela, num dos bairros mais caros e novos da cidade. Foi foda acompanhar o ritmo dela, ela tava acostumada a correr contra o tempo, enquanto eu corria num ritmo suave. Depois de uma hora, voltamos e eu tava acabado de tanto esforço, mas não desisti. Ela ria de mim, fazendo piadinhas sobre minha idade ou meu preparo físico.
Depois disso, fomos direto pro chuveiro. Assim que a gente tirou a roupa, ela começou a ficar carinhosa, e no chuveiro pegou uma esponja e começou a me lavar. Eu já tava com o pau duro na cara, mas fiz a mesma coisa com outra esponja, passando por todo o corpo dela. Encostei ela na parede pra ela ficar quieta, me ajoelhei e coloquei uma perna dela no meu ombro.Alberto:Essa parte precisa de mais atenção e capricho.
Virei meu rosto pra buceta dela e comecei com lambidas suaves por toda ela, ela segurou minha cabeça. Sabia que não tinha muito tempo, não podia chegar atrasado no trabalho, senão esses canalhas teriam uma desculpa pra me foder. Minha língua abria os lábios dela, já estava molhada, enfiei dois dedos nela enquanto lambia e chupava, quando percebi que ela tava perto, chupei o clitóris dela, ela gozou quase na hora na minha boca, mas não parei de imediato, continuei estimulando pra prolongar o orgasmo dela.
Assim que ela se recuperou, foi ela quem me encostou na parede, se ajoelhou e meteu meu pau na boca dela, enquanto a mão dela brincava com minhas bolas. Desde que enfiou, teve um único objetivo: me fazer gozar o mais rápido possível. O vai e vem era rápido, ela até virou um pouco de lado dentro da boca, pra minha glande roçar a parte interna da bochecha dela, era muito sexy ver ela e o meu pau marcando dentro da boca dela, e eu gozei, e foi rápido.
Nos trocamos rápido, e ela disse que a gente terminava tudo essa noite, pra eu ir jantar. Claro que cheguei quinze minutos atrasado no trabalho, e como era de esperar, levei a merecida bronca. E logo depois segui com minha tarefa chata e rotineira.
Ao meio-dia, Valentina se juntou a mim pra comer e bater um papo. Ela perguntou como eu tava depois da nossa corrida matinal e, mesmo não tendo conseguido acompanhar o ritmo dela, eu me sentia bem. Conversamos e falamos de tudo um pouco, ainda tinha gente que olhava pra gente surpreso. Ela me lembrou que eu tinha que ir jantar com ela essa noite. No entanto, lembrei que tinha planos de ir pra academia treinar kickboxing e levar meu carro ao mecânico antes disso. Valentina se ofereceu pra me buscar na academia e me levar na casa dela, o que achei muito gentil da parte dela.
Depois de sair do trabalho, levei meu carro ao mecânico e me deram a notícia de que tinha um defeito grave que exigiria um reparo caro, equivalente a uns três Meus salários. Doeu pra caramba no bolso, porque não tava preparado pra gastar essa grana toda. Minha fiel VW Golf de vinte anos tinha sido minha companheira de viagem por muito tempo, e embora eu soubesse que uma hora ia precisar trocar, não tava afim de fazer isso só por capricho. Gosto de ser prático e não vejo necessidade de trocar de carro se não for preciso.
A academia ficava no mesmo bairro que o mecânico, então fui andando. Depois de um treino distraído, onde levei vários golpes por causa disso. Na academia, eu tinha conhecidos ou gente com quem me dava bem, mas não eram meus amigos. Na saída, encontrei a Valentina me esperando lá fora, arrasando com seu terno preto e encostada no Audi A7 Sportback dela. Os caras da academia não conseguiram evitar de olhar pra ela com admiração e babando, mas eu simplesmente me aproximei, dei um beijo na boca dela e entrei no carro com ela.
Era um contraste total: ela, elegante e gostosa, com uma maquiagem impecável e um cabelo perfeito, e eu, suado e de roupa de academia. Éramos tipo dia e noite, rimos quando comentei isso. Fomos pra casa dela, onde me esperava um banho quente e um tempo juntos.
No carro, ela perguntou sobre minha cara e eu contei do carro. Ela, como se fosse a coisa mais natural do mundo, disse pra eu pegar um dos carros dela, só não ia me emprestar o que o pai deu de presente de aniversário de dezoito anos. Quando entrei na garagem dela, vi um Mercedes Benz AMG GT C Roadster conversível cinza escuro, que era o que ela não ia me emprestar, e do lado uma Porsche Cayenne branca, ou seja, tava entre a Audi e a Porsche. Falei que ia pegar a Porsche por uns dias, até dar um jeito no meu carro.
Aí entrei no banho e, quando tava me trocando, ouvi vozes e risadas. Achei estranho, mas já nada deveria parecer estranho. Quando cheguei na cozinha, a Vale e a Juli estavam arrumando a mesa, as duas se divertindo pra caramba. coisas.Vale:Olha, querido, quem vai passar a noite com a gente. – ela falou como se fosse nada.
Sentamos e comemos na mesma cozinha, porque segundo as minas era mais íntimo assim, e dava um ar caseiro. Batemos um papo sobre a empresa, os negócios, a porra do acordo que tava prestes a fechar, supostamente naquela semana. Depois meteram o bedelho no meu carro de novo, a Juli falou que eu tinha que escolher um na mansão da Susana, tinha mais de trinta sem nunca ter sido usado. Também me contou que o gerente do Banco de San Nicolás, o marido da minha ex. Tinha tentado descobrir na sede central se a gente era casal, as minas se acabaram de rir dando versões diferentes sobre o que passava na cabeça dele.
Fomos direto pro quarto, e as minas não queriam perder tempo, se pelaram entre elas e começaram a se comer de boca, dava pra ver que estavam muito sincronizadas e se conheciam bem. As mãos delas percorriam os corpos, enquanto eu era só um espectador, elas não paravam de se beijar, se tocar e se acariciar por todas as curvas. Eu num canto comecei a tirar a roupa.Vale:Vem aqui, gostoso. — disse ela me chamando com a mão, batendo na cama.
Fui até a cama e, enquanto andava, admirava a beleza delas. Eram diferentes: Juli baixinha, com uma bunda enorme, cintura fina e peitos médios. Já a Vale, mais alta, magrinha, com uma bundinha pequena, mas bem empinada e redonda, peitos pequenos. Totalmente o oposto da amiga, era mais tímida e meiga.
Sentei na cama e elas se jogaram em cima de mim como se fossem leoas e eu a presa delas. Bom, a Juli agiu assim; a Vale foi um pouco mais devagar. Vale começou a me beijar e chupar minha boca, enquanto Juli chupava meu pau. Ela tentava enfiar tudo na boca, depois de algumas tentativas conseguiu, enquanto eu apertava com uma mão os peitos da Vale e com a outra a bunda dela.
Vale se afastou de mim e desceu para ajudar a amiga. E as duas atacaram meu pau juntas — é um prazer um boquete de duas bocas. De repente, Juli desceu e enfiou a língua no meu cu, e a Vale cuidou do meu pau, subindo e descendo, enfiando ele na boca, enquanto eu via que as mãos das garotas estavam na buceta uma da outra, se acariciando mutuamente.Juli:Vale, hoje de manhã comeram o seu, então agora é a minha vez de você chupar o meu.Vale:Sim, mas no fim de semana enfiaram em você, então agora é a minha vez de deixar meu namorado me comer.
Como se fosse coreografado, Vale se deitou na cama de barriga pra cima, Juli sentou na cara dela de costas pra mim, e eu conseguia ver perfeitamente o cu dela. Coloquei as pernas da minha namorada nos meus ombros e meti nela na hora, um gemido longo escapou. Comecei a meter com força, enquanto ela, no mesmo ritmo, lambia a buceta da amiga. Uns segundos depois, percebi que tava quase gozando, desci a mão e com o polegar comecei a massagear o clitóris dela. Elas gozaram juntas, tendo um orgasmo forte. Eu ainda tava duro. Elas se recuperaram e ficaram me olhando.Vale:Querida, você ainda não gozou, agora a gente vai resolver isso.
Juli se deitou na cama e levantou as pernas, levou os joelhos até o peito, e a Valentina sentou praticamente em cima das coxas dela, ficando buceta com buceta.Vale:Coloca aqui, amor." — disse ela, apontando pra buceta delas.
Fiz um sanduíche, com meu pau no meio. Comecei a me esfregar entre as bucetas delas, a lubrificação era muita, e meu pau tava duríssimo, elas gemiam pra caralho, enquanto se tocavam. Era a glória, a novidade de fazer algo que nunca tinha feito antes.Juli:Olha que gostosa." – disse ele abrindo as nádegas de Vale. – "Olha essa bunda virgem, não é uma delícia?Vale:mmm isso é pra noite de núpcias, meu marido vai estrear.
A verdade é que o cu dela tava bem fechado, e eu tava muito tesudo e elas também, cada vez mais umidade eu sentia no meu pau. Num dado momento as bucetas delas começaram a tremer, e eu não aguentei mais e descarreguei com muita força a porra das minhas bolas, foi realmente muito prazeroso.
Vale: que gostoso que foi tudo, amor, esqueci de te falar, prometi pra Clara que você dormiria na casa dela na quinta.
3 comentários - Terminei como criado da minha patroa, O Garanhão 5