Meu irmão compra minhas calcinhas parte 2

Vou contar agora o que aconteceu depois que eu e meu irmão saímos do mercado, no dia em que ele me comprou várias calcinhas fio dental. Contei isso no meu relato anterior.

A gente foi pra parada de ônibus; tava um calor danado, então pegamos o primeiro que chegou. Quando subimos, percebemos que vinha muita gente, quase lotado. Quem mora no México deve saber que o transporte público é assim aqui; os motoristas vão subindo e subindo passageiros até não caber mais ninguém. Todos os bancos ficam ocupados e o resto viaja em pé.Meu irmão compra minhas calcinhas parte 2Pois então a gente ia assim, viajando em pé no trajeto. David (meu irmão) ficou atrás de mim e se segurava com uma das mãos no tubo que corre lá em cima, que serve justamente pra isso, pra gente se segurar. Eu, como sou baixinha, tenho dificuldade pra me segurar nesse tubo; ele é alto demais. Eu esticava os pés quase ficando na pontinha pra alcançar o tubo.

Como eu contei, antes de sair do mercado por pirraça, tinha ido no banheiro e tirado minha calcinha e colocado uma das tangas que tinha comprado (tangas que meu irmão David tinha pago por elas.)

Eu esticava minha mão pra tentar alcançar o tubo, e com a outra mão segurava minha bolsa. Meu irmão fazia a mesma coisa, com uma mão no tubo e na outra a sacola com as coisas que tinha comprado. A cada freada ou arrancada do ônibus, eu quase caía. Além disso, por estar em pé quase na pontinha dos pés, minha minissaia levantava e com certeza todo mundo que vinha sentado ao meu redor podia ver minha bunda.Grande IrmaoToda vez que o caminhão freava de repente ou acelerava, eu me esforçava pra me segurar e não cair, e umas duas vezes vi o homem sentado bem atrás de mim olhando minha bunda sem perder um detalhe. O mais certo é que ele tinha uma visão completa da minha rabeta. Me arrependi de ter feito minha molecagem de vestir a tanga.rabaoSegura as sacolas com as mãos, que eu te seguro", David me disse, e passou o braço na minha cintura.

Peguei minha bolsa e a sacola plástica onde estavam os bonecos e DVDs dele, e ele, com uma das mãos, se segurou no tubo, enquanto com o outro braço me apertava firme pela cintura, me puxando com força contra ele.

Seguimos o trajeto e parei de correr risco de cair, e estava tudo bem. Mas surgiu outro problema. Ou não sei se posso chamar de problema.

Nessa posição, minha bunda ficou colada no corpo do meu irmão, ou melhor, bem onde ficava o pau dele. Não demorou muito pra eu sentir ele endurecendo.

A cada freada ou arrancada do ônibus (quem é do México sabe como é, como os motoristas de transporte público dirigem horrivelmente e não ligam pros passageiros), nossos corpos batiam um no outro.vadiaSomos irmãos, sim. Mas corpo é corpo e, assim como o pau do David começou a endurecer, eu sentia minha buceta começando a ficar molhada. Tentava pensar em outras coisas e bloquear o que estava sentindo, mas era impossível. A cada solavanco do ônibus, sentia como se meu irmão estivesse me esfregando. Sentia claramente o pau duro dele se espremendo contra minhas nádegas. E pior ainda, como eu estava de fio dental, a única coisa que nos separava era o tecido fino da minha saia.

Comecei a respirar pesado e até soltei um gemido leve quando o David se grudou tanto em mim de uma vez que pensei que fosse me penetrar! Podia jurar que tanto o David quanto a pessoa mais próxima de mim me ouviram.

Eu estava tão molhada que senti uma gotinha de líquido escorrendo pela minha perna. Fiquei nervosa que alguém dos passageiros sentados pudesse ver ou até sentir o cheiro. Sei lá, meus nervos me traíam e me faziam pensar besteiras, mas ao mesmo tempo eu estava ficando com muito tesão.

E não é certo! É meu irmão que estava atrás de mim. Mas era impossível não sentir o que eu sentia. Em cada freada ou arrancada do ônibus, meu irmão empurrava o pau duro dele com tanta força que eu sentia claramente no meio das minhas nádegas. Naquela altura, já não sabia se meu irmão fazia isso por causa do movimento do ônibus ou se já era de propósito. E, sinceramente, já não me importava mais. Tudo isso me deixava super com tesão.

A mão dele me segurava pela cintura, mas como minha blusa era curta, eu sentia o contato com minha pele. A mão dele na minha barriga, o pau dele cutucando o meio das minhas nádegas, meu melzinho vaginal escorrendo pelas minhas pernas... não, não, era demais. Precisava chegar logo em casa e me masturbar, ou ia acabar gozando ali na frente de todos os passageiros.

Virei para olhar meu irmão e não sei qual era a expressão no meu rosto, porque o David só sorriu ao me ver e me deu um beijinho na bochecha. Nós, como irmãos, somos muito carinhosos, e nos beijar é algo normal entre nós. Mas aquele beijo, ali na frente de todo mundo, com tudo que passava pelo meu corpo e pela minha mente, foi demais.

"Só me leva pra casa", foi tudo que consegui falar.

Não consegui falar mais nada. Tenho pouca experiência sexual, mas esse foi o orgasmo mais silencioso que já tive na vida. Apertei minhas pernas uma contra a outra como se tentasse evitar o orgasmo. Senti que dessa vez um pequeno jato de líquido escorria pela minha perna. Não era mais uma gota, era um jatinho descendo por mim. Os dedos dos pés se enroscaram dentro dos meus sapatos e tive que morder forte os lábios para não gemer. Talvez para mulheres com muita experiência sexual isso não seja nada, mas para mim era tudo.

Entre névoas, lembro de ouvir David dizer que já tínhamos chegado. Disso já lembro pouco, só que descemos do transporte e ele me levou abraçada pela cintura até chegarmos em casa.segunda parte

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