Como evitar um divórcio

Esta é a primeira vez que escrevo e abro minha vida para estranhos, não sei escrever 100% certo, mas espero me virar com minha história.
Meu nome é Karen, atualmente tenho 61 anos, sou baixinha, bunduda, peituda por causa da idade, e meu marido já está perto dos 65.
Tudo começou há uns anos, quando eu tinha 57, mas vou dar um pouco de contexto. Meu marido e eu nos conhecemos quando eu era adolescente e ele já era policial auxiliar na Cidade do México. Naquela época, ele já tinha várias experiências vividas. Eu tinha 16 anos e engravidei dele. Na minha casa, deu uma puta confusão, mas nos casamos e fomos morar juntos. Anos depois, quando minha primeira filha, Marisol, tinha 4 anos, conseguimos nossa casa própria e paramos de alugar. Isso foi no município de Huehuetoca...
Já morando lá, engravidei de novo da minha segunda filha, Catia. Meu marido, na verdade, queria um homem, e depois da nossa segunda filha, as coisas esfriaram um pouco, porque ele se revelou um pinto louco e, pior de tudo, estava me botando chifre com toda mulher que aparecia. Fiquei sabendo de várias, mas não saberia dizer se ele teve outros filhos ou filhas fora do casamento.
Um dia, eu o confrontei e perguntei qual era a dele, o que ele pretendia e por que queria acabar com nosso casamento. Ele me respondeu: "Você nunca me dá um bum, e eu quero um ménage com você e com a amiga da Marisol, com a Karen..."
Vou explicar o contexto da Karen. Karen é 2 anos mais velha que minha filha. Karen tem a mesma altura que eu e quase o mesmo tamanho de peitos que eu, só que um pouco menores, mas ainda assim grandes, e a bunda dela é igual à minha. Ela, claro, ainda tinha cabelo comprido, enquanto eu já usava curto, como uma senhora madura. Karen era quem nos ajudava às vezes a cuidar da nossa filha mais nova quando precisávamos sair. Os pais dela, que ainda viviam na época, conhecíamos desde que chegamos ao bairro. Infelizmente, quando Karen tinha 17 anos, eles morreram e a casa ficou no nome dela, junto com o negócio dela de... Doces e o trabalho dela como babá, ela ia se virando como dava.
Bom, o caso é que depois do que meu marido falou sobre o ménage, fiquei puta, mas tive que ir conversar com uma amiga da rua onde a gente mora e ela acabou me convencendo de que um ménage não seria ruim pra reacender a paixão em casa, mas principalmente ela me disse que adorava dar o cu e que quando quer, dá pro marido ou pra outros caras, mas tudo na discrição.

Então, depois de quase uma semana e meia, falei pro meu marido Armando: vou te dar seu ménage com a Karen, mas você tem que fazer acontecer entre ela e eu... Sem perder tempo, meu marido deu um jeito de convidar ela pra jantar, conquistar ela e fazer dela a namorada dele. A Karen demorou quase 6 meses pra aceitar. Quando aceitou, me levou junto e a gente conversou com ela. Acontece que a garota estava apaixonada por mim e na verdade tava interessada em ter sexo lésbico comigo...

Meu esposo disse que sim, mas que ela teria que ser namorada dos dois. E foi assim que começamos a sair os três em encontros de namoro por quase 2 meses. No terceiro aniversário, decidimos que eu transaria com ela enquanto meu marido assistia... Foi uma experiência nova e mágica pra mim. A Karen e eu tínhamos a mesma bunda, nos parecíamos fisicamente, até sem maquiagem. A única diferença entre a gente era a idade. Enquanto meu marido não estava, a Karen vinha passar um tempo comigo enquanto minhas filhas estavam na escola, e a gente tinha intimidade. Era julho e decidimos, eu e meu marido, comemorar o aniversário dela e falar com nossas filhas que a Karen viria morar com a gente como nossa nova parceira, então seria como uma segunda mãe pra elas.

A gente se divertiu pra caralho comendo, contando várias histórias e bebendo vinho e champanhe pra caramba por causa do calor que tava fazendo naquela noite. Lá pelas 10 da noite, as meninas foram dormir e ficamos só eu, a Karen e meu marido Armando.

A Karen tinha insistido naquela noite pra dormir na nossa casa, afinal de contas, ela seria a namorada dos dois. e a gente teria que se acostumar a dormir nós três na mesma cama, então não tava com pressa nenhuma. Depois de tanta festa e calor, a Karen teve a ideia de a gente trocar de roupa e ficar mais confortável.

Fomos juntas pro quarto e a Karen confessou que tinha se divertido pra caralho e que foi uma puta ideia fazer o aniversário em casa e eu conversar com minhas filhas sobre ela ser a nova parceira da gente pra esquecer as mágoas. E completou: "Pena que não dá pra terminar numa noite de sexo selvagem nós três sem acordar suas filhas..." sem eu imaginar o que ia rolar...

A Karen vestiu uma camisola de seda bem transparente, sem sutiã por baixo, então dava pra ver as tetas espetaculares dela, além de uma calcinha fio dental de renda que caía uma maravilha no corpo dela. Sinceramente, achei que era demais pra aquela noite, ainda mais sabendo que meu marido tava ali, mas não falei nada e, pelo contrário, resolvi não ficar pra trás.

Pedi pra ela me passar uma camisola e me atrevi a vestir uma mais ousada que a dela, mostrando meus peitos e a calcinha de seda bem enfiada na minha bunda.

Com essa roupa, aparecemos na frente do meu marido, que tava sentado no sofá vendo um filme que tinha achado num canal, que tava começando agora.

Quando meu marido nos viu, falou: "Ah, beleza! Agora sim a festa começou!" e pediu pra gente desfilar igual duas top models na passarela. Primeiro desfilei eu, enquanto a Karen e meu marido me olhavam, depois a Karen desfilou.

Pra continuar a festa, a Karen resolveu abrir uma garrafa de champanhe. Abaixamos as luzes da sala, brindamos de novo e sentamos pra ver o filme nós três juntos no sofá.

O filme tinha umas cenas bem eróticas, que junto com os brindes e as bebidas que a gente já tinha tomado, fez todo mundo começar a fazer uns comentários. de tipo sexual elevado pra hora.

Meu marido, que tava sentado entre nós duas, começou a me acariciar pelas pernas, o que aceitei com muito prazer. As carícias me fizeram ficar excitada, então me recostei um pouco no sofá e abri as pernas até deixar espaço suficiente pro meu marido começar a me tocar por cima da minha calcinha fio dental, sentindo minha buceta já molhada.

Depois de um tempo, sem conseguir resistir mais às carícias, comecei a tocar meu marido entre as pernas e descobri que o pau dele tava duríssimo. O filme continuava, o champanhe tava acabando e as carícias já tavam nos deixando loucos. Meu marido já tinha as mãos dentro da minha calcinha fio dental e enfiava e tirava o dedo maior dentro da minha buceta, desejando possuí-lo.

Num determinado momento, percebi que a Karen já tava quase dormindo no sofá, então, sem me importar com mais nada, decidi tirar aquele pau lindo de dentro da calça e começar a chupar ele do jeito que eu adoro. Meu marido, entre surpreso e excitado, se acomodou no sofá e começou a aproveitar aquele prazer enorme. Com uma mão, ele acariciava minha cabeça, e com a outra, tirava minha calcinha fio dental pra conseguir chegar bem fundo na minha buceta, desesperada por sexo.

Depois de um tempo que já nem lembro, percebemos que a Karen não tava dormindo e, portanto, tinha presenciado a cena toda, que evidentemente a excitou demais, a ponto dela estar com as pernas abertas e o camisola pra baixo, mostrando as tetas lindas dela. Com uma mão, ela acariciava a própria buceta, e com a outra, se tocava e beliscava as tetas e os bicos.

De repente, nos olhamos como quem diz... Que noite boa começa...!!! E, em meio a tanta luxúria, sem perceber, comecei com uma das minhas mãos a acariciar a Karen entre as pernas até chegar na buceta dela, que fervia de prazer. Tudo continuava num clima de sexo e cumplicidade. Meu marido começou a beijar a Karen enquanto eu continuava chupando ele. chupando o pau dele, meus dedos se enterravam na buceta da Karen enquanto ela acariciava meus peitos. Já sem conseguir controlar a situação, nos levantamos e decidimos continuar com isso no quarto dela.

Meu marido foi pro banheiro enquanto Karen e eu fomos pro quarto, lá já não me importava mais nada e antes de dizer qualquer coisa começamos a nos beijar e a nos tocar, deitamos na cama e num momento decidimos começar com um 69 incrível. Karen esfregava com a mão meu clitóris e com a língua juntava todo o fluxo que saía da minha buceta, eu por outro lado chupava a buceta dela e engolia toda a sexualidade dela com um prazer sem igual, de repente apareceu meu marido e se juntou a essa brincadeira sexual, me agarrou pelas pernas e começou a me comer de um jeito que realmente me descontrolou.

Depois de perder a conta dos orgasmos que tive, meu marido continuava com o pau dele fervendo e ereto como nunca tinha visto, estava insaciável e descontrolado de prazer, me afastei para um lado da cama e vi como ele começava a fazer um 69 com Karen digno de filme pornô, ela metia e tirava o pau da boca com uma velocidade que fez gemer de prazer meu marido, já sem perder tempo agarrou Karen e colocando ela de quatro começou a comer a buceta dela com tanta força que dava pra ouvir o barulho do choque dos corpos deles.

No momento culminante meu marido tirou o pau e gozou nas nossas caras e bocas, com prazer e desejo chupamos junto com Karen todo o leite que saía enquanto nos beijávamos as duas mortas de prazer.

Karen decidiu que como ia morar com a gente venderia a casa dela, coisa que assim foi feito, quando Karen recebeu o dinheiro dela meu marido armado pediu a ela 1 coisa em especial: que ela tatuasse o nome dele na bunda esquerda e ela fez, não tive outra escolha a não ser fazer também, mais pra não deixar meu marido ter ela como favorita, então como as duas nos chamamos Karen, já éramos. O "gado" do meu marido, marcadas como vaquinhas kkkk e de quebra ela tatuou o meu no braço dela, que ela cortasse o cabelo e que nos levaria pra fazer compras, mas antes queria que toda a roupa das duas a gente desse ou jogasse no lixo, verdade, não entendia o porquê, mas meu marido tinha uma fantasia de ter duas mulheres que se parecessem fisicamente e, principalmente, se chamassem igual, era tipo o fetiche dele ter duas gostosas vestidas iguais, por isso quando nos levou pra comprar roupa, literalmente comprou duas de tudo: duas saias iguais, lingerie e corseteria iguais, tênis e calçados iguais...
Já tínhamos começado a viver os três juntos e dormíamos na mesma cama, meu marido já tinha nos tomado as duas como mulheres dele e com o pouco dinheiro que sobrou pra Karen, ela comprou uma caminhonete familiar e montamos juntas um negócio de produtos pra animais, desde ração, coleiras e tal.
A gente transava sempre que dava. Isso se repetiu quase todo dia até que meu marido pediu pra gente parar de se cuidar, e aí decidimos dar o gosto dele e, pra nossa sorte, engravidamos as duas e, mais sorte ainda, ambas teríamos meninos, aí meu marido decidiu que os dois moleques iam se chamar Armando, tipo Juan Armando e José Armando pra diferenciar. Quando meus filhos nasceram, eles aceitaram de boa, mas foi difícil pros meninos chamarem a outra de mãe kkkk... Vou parar esse relato aqui, depois escrevo a segunda parte que vem com surpresas e coisas inesperadas.
Me escreve no meu e-mail: srnorbertovelazquez@gmail.com

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