Minha sobrinha, parte II

Minha sobrinha, parte IICarolina e eu continuamos transando todas as noites naquela primeira semana. Ela nem se deu ao trabalho de dormir no quarto de hóspedes, me disse que ia se deitar comigo enquanto estivesse aqui.
— Tá bom, gata. Adorei a ideia — falei.
— Sim, tio Mau. Vamos ser tipo namorados. É tão gostoso transar com você — ela disse.
— Tô curioso sobre uma coisa.
Perguntei o que era, imaginando onde a mente dela estava.
— Tio Mau, você e a mamãe...bem, Já sabe.Sim, tipo, tipo assim, você sempre esteve lá pra ela desde que eu nasci, e a gente passava quase todo fim de semana com você quando eu era pequena. Alguma vez, hmm, bem, vocês já gostaram de “fazer coisas”?»
Essa foi uma pergunta explosiva, totalmente do nada. Me pegou de surpresa e tive que organizar meus pensamentos antes de responder.
Carolina continuou: “Desde pequena, e ainda mais quando era adolescente, você sempre me falava como eu era gostosa e que era a cara da mamãe. Sempre achei foda que vocês dois fossem tão unidos. Nunca achei estranho que se beijassem na boca o tempo todo. Só pensava que era porque eram irmãos e se amavam pra caralho”.
Ela seguiu: “E aí vocês só tinham um apartamento de dois quartos, igual agora. Mamãe sempre me dizia que tinha o quarto de hóspedes só pra mim, porque—Você é uma gostosa, sabia?Você é a princesinha do tio Mau, então tem o quarto inteiro só pra você, meu bem.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
Ouvia barulhos toda sexta e sábado à noite vindo do teu quarto, mas achava que vocês só estavam de bobeira. Mas quando entrei no colégio, comecei a suspeitar que tinha algo a mais, mas pra ser sincera, não dei muita bola.

Só que depois da nossa primeira vez juntos, e de como você tava super afim de transar comigo, e de ultimamente você viver falando que eu sou gostosa, igualzinha à minha mãe, resolvi te perguntar.

Respirei fundo, peguei na mão dela e segurei na frente dela. Pensei que era hora de contar umas paradas.

«Princesa, sua mãe e eu somos muito próximos desde criança. Conforme fomos crescendo, nossa ligação ficou inquebrável. Quando ela engravidou de você, prometi pros nossos pais que sempre cuidaria da Silvi e de você, acontecesse o que acontecesse. Quando nossos pais morreram num acidente de carro quando você tinha uns cinco ou seis anos, ficamos ainda mais unidos», falei.

Numa sexta à noite, quando vieram pra casa, depois de se deitarem, a Silvi eyO dec.decidimos ir para o meu quarto dormir um pouco.esta eEntão, a gente nunca tinha feito nada sexual juntos. Mas naquela noite, a gente tinha tomado uns copos de vinho e tava se sentindo meio solto. Já tava uma hora na cama, quando senti ela virar e passar o braço por cima de mim. Ela disse: "Quero te abraçar, Mau. Você me faz sentir segura. E faz a Carolina se sentir segura também."
Eu continuei: "Claro que pode me abraçar, Silvi. É gostoso. Vou estar sempre aqui pra vocês duas e amo muito vocês."
"Aí eu virei, olhei nos olhos da sua mãe e falei: 'Você é absolutamente gostosa! Sempre achei você linda. Vários dos meus amigos sempre falavam que eu tinha a irmã mais gata do mundo.' Sua mãe sorriu e disse: 'Que doce, Mau. Acho que você é o melhor irmão que uma irmã poderia ter.' Ela se inclinou e me beijou na boca. Foi um beijo rápido, mas foi meio excitante", falei pra Carolina.
Carolina tava ouvindo super atenta e com um sorriso no rosto. "E aí o que aconteceu, tio Mau?"
Eu disse: "A gente continuou se olhando nos olhos e eu acariciei a bochecha dela. Ela sorriu e falou: 'Ninguém nunca me fez sentir tão especial.' E pegou a mão dela, se abaixou e agarrou meu pau. Eu já tava com uma ereção violenta só de abraçar ela."
"Sua mãe então disse: 'Alguém tá com o pau duro de olhar pra irmã! Acho que você realmente me acha gostosa.'"
Eu falei: "Silvi, isso é tão bom, mas a gente é irmão, então isso não pode rolar."
"Shhh. Não tenho um pau dentro de mim desde que engravidei da Carolina. Já faz mais de cinco anos. Gastei vários vibradores e um monte de dinheiro em pilha, mas preciso de um pau, querido, e quero que meu irmão me coma", falou sua mãe.
"Eu disse pra sua mãe que isso não era uma boa ideia, mas ela me olhou e falou: 'Acho que seu pau duro não concorda. Me diz, com que frequência você bate uma?'    Nesse ponto, a Carolina tava realmente interessada em como as coisas rolaram. Ela me perguntou: «Meu Deus! Você já bateu uma pensando na mamãe?»
«Sinceramente, Princesa, sua mãe foi minha imagem de punheta em quase toda vez que eu me tocava desde o dia que ela fez 18 anos em diante. Falei pra sua mãe: ‘Mais vezes do que você imagina, e você foi o motivo de quase todas as sessões de bronha desde que fez 18 anos’.»
«Sua mãe começou a me acariciar bem forte e disse, ‘Uau! Isso é tão sexy pra caralho! Que coincidência, Mau. Você foi o protagonista das minhas sessões de vibrador desde que comprei o primeiro, logo depois que fiz 18 anos. Eu esfregava ele pra cima e pra baixo nos lábios da minha buceta, colocava no meu clitóris e falava seu nome baixinho enquanto massageava meu botãozinho do prazer. Depois enfiava na minha buceta, aumentava um pouco a velocidade e começava a bombar minha ppk, tudo enquanto gritava ‘Oh! Mau! Oh, Mau! me fode, me arrebenta toda! Me dá esse pau, por favor!’ Até gozar e dormir com um orgasmo.’»
Carolina disse, «Então você e a mamãe estavam se excitando mutuamente por um tempão sem saber que a outra pessoa tava fazendo o mesmo! Porra! Isso é tão sexy pra caralho!»
«Quando sua mãe me contou o que tava fazendo, eu falei, calma, gata. Não me faz gozar enquanto você me masturba. Acho que é hora de a gente cometer um incesto fraternal sério! Quero comer a garota gostosa com quem tenho batido punheta por tanto tempo.»
«Vai fundo, amor! Transforma a ppk da sua irmã no seu brinquedo sexual! Preciso do seu pau! Me fode com toda força que puder e não pega leve. Quero que você bata na minha xereca com força e jogue seu leite o mais fundo que conseguir», sua mãe me disse.
«Montei na sua mãe, exatamente do mesmo jeito que montei em você, e enfiei meu pau fundo naquela buceta ardida, molhada e aberta. Aliás, princesa, sua ppk é igualzinha à da sua mãe.» Tão rosa e macia. Te comer aquela primeira vez me lembrou a primeira vez que sua mãe e eu fodemos.noite. SeguiHere is the translation of "ta" into Brazilian Portuguese, keeping in mind the adult content context and your instructions:

Ela estava gemendo alto, usando a buceta com força, e ela me envolveu.emMeus braços e sussurrou no meu ouvido: "Goza bem dentro de mim, me enche de porra! Me dá cada gota!". Com isso, explodi no buraco do sexo da sua mãe, jogando uma carga quente de esperma bem no fundo dela".
"Sua mãe gritou: 'Porra! Deus, que delícia! Ai, meu Deus, eu precisava dessa pica. Finalmente!
— perguntou Carolina —. Então vocês tão transando desde então?
Eu disse: 'Quase sempre a gente trepa enquanto você tá no treino de futebol ou quando passa o fim de semana na casa da Lisa'.
'Tio Mau, vocês já conversaram, tipo, sobre o que a gente tá fazendo agora? Quer dizer, alguém mencionou alguma coisa?', ela perguntou.
'A única coisa que sua mãe me disse é pra garantir que eu sempre te trate como uma princesa. Enquanto eu fizer isso, ela vai ficar feliz', eu falei.
'Então, agora que a gente tá transando, o que vamos falar pra minha mãe?', ela perguntou. 'Tipo, agora que eu sei que vocês tão trepando, e agora que você e eu estamos fazendo o mesmo, como vamos resolver isso?', ela perguntou.
Eu disse: 'O que você acha que a gente devia fazer, amor? Quer contar pra ela você ou eu conto? Não dá pra esconder quando você voltar a morar com ela depois da formatura'.
Carolina disse: 'Deixa que eu resolvo, amor. Enquanto isso, a gente tem dois meses só pra gente, e eu quero que você me arrebente toda noite, que me coma como uma puta desesperada, e quero sua pica toda noite até lá. E ainda preciso perder a virgindade do cu. Que tal sábado à noite? Tenho treino de futebol amanhã depois da escola, e a gente tem um jogo-treino sábado de manhã, então o que você acha?'
Eu me inclinei, beijei ela fundo e falei: 'Tô louco pra comer esse seu cuzinho apertado, Princesa! E isso vai dar uma descansada na sua buceta linda', falei com um sorriso.    Meu Deus! Você não fez isso! Nem pensar! Não fez mesmo! Sério que você não é mais? É mesmo?" exclamou Lisa.
Elas e Carolina estavam se trocando depois do treino de futebol e Carolina tinha confessado pra Lisa que já não era mais virgem.
"Lisa, adivinha? Finalmente perdi a virgindade na outra noite! Minha nossa! Me senti tão bem sendo comida pela primeira vez! E agora a gente tá trepando que nem uns loucos toda noite!" Carolina exclamou animada.
"Carolina, isso é demais! Eu te falei que ia ser uma parada incrível e que você não ia conseguir parar de dar a buceta depois que a pica de um macho te preenchesse", disse Lisa. "Então, quem é o sortudo? E como você consegue dar pra ele toda noite enquanto tá na casa do seu tio?"
Carolina olhou em volta no vestiário pra garantir que nenhuma das outras garotas estava por perto. "Você sabe guardar segredo?", perguntou.
Lisa assentiu. Então Carolina disse: "Deixei meu tio me comer. Ele tirou minha virgindade. E ele chupa buceta tão bem! Eu gozo toda vez que ele enfia a língua na minha buceta. E ele tem um pau tão grande! Deus do céu, Lisa. Ele me fode tão gostoso!"
Depois que Lisa se recuperou do susto inicial, ela disse: "Nossa! Isso é bem sexy, garota. E olha, quando meu namorado me fode, às vezes eu falo: 'come a tua filha, papai! Quero o pau do papai dentro de mim!' E ele adora! Ele responde: 'Ah, querida! Você é a princesinha do papai. Papai te ama tanto. Papai ama a buceta linda e apertada da sua menina!'"
Ela continuou: "Mas você! Na real, seu tio tá te comendo toda noite. Isso é tão sexy!"
Carolina então disse: "E amanhã à noite, quando eu voltar do treino, ele vai me comer no cu! Não vejo a hora de ele arrombar meu cu e me encher de porra!"
"Porra, Carolina! Meu namorado não enfia o pau no meu cu. Eu já falei pra ele quequebra eleDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.vaRisos.Às vezes. Mas quando me fode de quatro, me dáDesculpe, não consegui entender "olpea". Pode verificar se a palavra está correta?usa a palavra: buceta forte. Não tenho certeza por que não arrebenta meu cu, mas adoro como desgasta minha buceta. Na maioria das segundas, quando venho pra escola, minha buceta tá tão dolorida de tanto transar o fim de semana inteiro que mal consigo andar”, disse a Lisa.
Carolina sorriu e falou: “É, você se mexe bem devagar nos treinos de segunda. Espero que meu tio me deixe assim dolorida na buceta logo.” As duas riram e terminaram de se vestir.

Naquela noite, Carolina e eu fomos jantar num hamburguer local. Ela tava com uma saia bem curta, uma blusa super apertada que mostrava todo o decantado dela. Usava um par de saltos abertos e tinha os dedos dos pés polidos num branco ártico brilhante. Eram absolutamente lindos.

Sentamos um do lado do outro numa mesa afastada e, enquanto esperávamos o pedido, ela sussurrou pra mim: “Tio Mau. Não tô de calcinha. Quer brincar com a buceta da sua sobrinha durante o jantar? E, te vi admirando meus dedos dos pés quando saí do quarto e entrei no carro. Quero que você chupe eles hoje à noite.”

Me inclinei e sussurrei de volta: “Sim, vou brincar com a buceta da minha linda sobrinha durante o jantar. E seus dedos dos pés são absolutamente preciosos! Tô morrendo de vontade de chupar eles. Como você descobriu?”

“Depois que a gente conversou ontem à noite sobre você e a mamãe, comecei a lembrar de algumas coisas. E realmente começou a fazer sentido. Toda quinta à tarde, a mamãe ia fazer a pedicure. Quando entrei no ensino médio, ela começou a deixar eu fazer também. Sempre dizia que uma garota tem que cuidar dos pés e dedos. Lembro quando você e a mamãe sentavam no sofá, ela colocava os pés no seu colo e você massageava eles. E beijava os dedos dos pés dela. Eu só achava que era algo que irmãos faziam pelas irmãs pra deixar elas bem; só uma diversão inofensiva.”

Ela continuou: “Mas nos últimos dois anos, percebi que Quando a mamãe te ligava pra confirmar que a gente ia passar o fim de semana contigo, ela sempre perguntava: 'De que cor você quer que eu pinte os dedos dos pés?pés?'» Sim, querido, sua mãe tem pés e dedos lindos. E sim, isso fazia parte das nossas brincadeiras prévias toda sexta e sábado à noite. Sua mãe me disse que o fato de eu adorar massagear os pés dela, beijar os dedos e chupá-los fazia ela se sentir tão especial e privilegiada. E era bem sexy! Ainda é", pra ser sincero, falei pra ela.

"Ótimo! Porque fui fazer uma pedicure nova hoje à tarde! Espero que você goste do branco brilhante. Não tava certa de que cor de esmalte usar", ela disse.

Eu falei: "Adoro branco brilhante, princesa! Semana que vem te levo pra trocar o esmalte. Na verdade, vou te levar toda semana pra fazer uma pedicure nova."

"Hummm! E adivinha o que isso significa? Significa que você vai chupar meus dedos dos pés com frequência. E quem sabe, provavelmente vou bater uma punheta pra você com eles também. Quero ver como ficam com uma cobertura de porra."

Durante o jantar, eu enfiava a mão entre as pernas dela e brincava com a buceta dela de vez em quando. Ela abria as pernas só o suficiente pra eu enfiar um dedo, e eu mexia pra dentro e pra fora, dando uma bela dedada. Quando o garçom chegou e perguntou se queríamos sobremesa, Carolina sorriu pra ele e disse: "Não, obrigada. Hoje à noite vamos comer sobremesa em casa." O garçom só sorriu e, vendo que era bem mais velho que Carolina, assentiu com a cabeça.

Voltamos pro meu apartamento e Carolina disse: "Mãos à obra, tio Mau. Tenho que estar no campo amanhã cedo e você precisa lamber um pouco da minha buceta e chupar os dedos dos meus pés."

Nós nos despimos e ela se deitou na cama, abrindo as pernas. "Primeiro me come com a língua! Lambe minha buceta e me faz gozar como uma puta. Depois deixo você chupar e foder meus dedos dos pés."

Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a lamber a buceta de 18 anos dela, enfiando a língua bem fundo, lambendo suavemente os lábios inchados e molhados. Deus, eram tão macios e delicados, pensei. Carolina começou areDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.cê ficar durãoEla gemeu e disse: «Ah, sim. Assim mesmo, tio Mau! Me come com a língua do jeito que você lambe a mamãe!»
«Ummm, Princesa! Sua buceta é tão gostosa», eu falei, olhando pra ela por um instante. Mergulhei de novo e comecei a chupar o clitóris dela. Carolina começou a se mexer, buscando mais da minha língua penetrando, e então jorrou um esguicho de suco de buceta, a maior parte entrando na minha boca. Tinha um gosto divino, igual ao da Silvi. Quando Carolina terminou e desceu do êxtase do orgasmo, sorriu pra mim.
«Agora, eu sei que você quer os dedos dos pés da sua sobrinha, né, tio Mau? São todos seus. Chupa eles com toda a força que quiser», ela disse.
Comecei com o dedão do pé direito. Eram tão lindos, o esmalte brilhava na luz do quarto, tão vivos e perfeitos. Coloquei o dedo dela na minha boca e comecei a chupar como se fosse um pirulito, passando a língua na superfície lisa. Era tão macio e escorregadio.
«Ummm, tio Mau! Que puta gostosa! Continua chupando um por um», ela falou.
Passei pra cada dedo lindo, dando a mesma chupada amorosa e acariciando com a língua a unha feita, até que os dez se deliciaram com beijos e carinho. Carolina então disse: «Ah, isso foi uma loucura! Não é à toa que mamãe mandava você fazer isso toda vez que a gente dormia! Deita de costas, tio. Quero que você se masturbe com meus pés!»
Deitei e ela colocou os dedos no meu pau duro como pedra e começou a esfregar os pés lindos pra cima e pra baixo no meu pau, colocando de vez em quando os dedos do pé esquerdo na cabeça do meu pau e esfregando, e depois os dedos do pé direito na cabeça.
«Consegue ver meus dedos brilhando, tio Mau? Quero ter certeza de que você tá vendo bem», ela perguntou.
Eu disse: «Ah, sim, princesa. Consigo ver todos perfeitamente. São tão lindos! Adoro foder seus pés!»
Depois de vários minutos esfregando meu pau e a cabeça, Carolinadiz, com umavOs dedos brilham, né, sua gostosa... e com um tom bem de putinha: «Faz os dedos brilharem»s da sua sobrinha com seu sêmen, tio Mau. Cobre cada dedo com seu sêmen! Sua sobrinha pequena quer dedos pegajosos.
Eu perdi a cabeça naquele momento. Meu sêmen jorrou do meu pau com uma intensidade que eu não sentia desde a primeira noite que comi minha sobrinha. Ela fez questão de cobrir o buraco da urina do meu pau com os dedos dos pés para garantir que cada gota cobrisse cada um. Ela espalhava a porra entre os dedos e alternava os pés, colocando o outro no meu pau, permitindo que esses dedos também recebessem uma boa carga.
Porra, tio Mau! Isso foi incrível. Agora entendo por que mamãe e você também fazem isso. É de puta mãe! E sim, mamãe estava certa. Você amar meus dedos dos pés e adorá-los assim me faz sentir especial. Ainda mais especial do que sei que sou. Adoro ser sua princesinha!, ela disse.
Eu me aproximei dela e a segurei nos meus braços. Demos um beijo de língua por vários minutos, e eu olhei para ela e disse: «Querida, você sempre será minha princesinha. Mesmo que arrume um namorado no futuro, case e tenha uma família. Continuará sendo minha princesa».
«Podemos continuar trepando mesmo que eu arrume um namorado ou case, tio Mau? Quero que a gente se coma daqui para frente. Não quero namorado nem casar, mas por via das dúvidas, quero que você me coma sempre», ela disse.
“Princesa, você e eu vamos continuar trepando, chupando um ao outro, e eu vou continuar chupando seus dedos e batendo punheta com seus pés o máximo que pudermos. Você sempre será minha princesa e minha sobrinha preciosa! Te amo, querida!”, eu disse.
Ela sorriu, me beijou e disse: “Bom. Porque quero que você continue fazendo todas essas coisas comigo, aconteça o que acontecer. Eu também te amo muito, tio!”.
Eu me virei para dormir, e Carolina disse: “Não esquece de trazer um tubo de vaselina amanhã, tio Mau. Vamos precisar”.virgem

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