O problema dos seis corpos (13)

Capítulo 1Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 7Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Daniela, Valentina e eu caímos no sono depois do quarto orgasmo. Foi uma noite intensa. Minhas amigas… embora ainda fosse estranho me referir a elas assim. Nosso sexo nos unia mais a cada dia. Talvez fosse hora de dar o próximo passo.

Mas ainda estávamos na fase da relação de excitação imediata. Só isso explicava por que Daniela tinha decidido me acordar chupando meus peitos.

“Oi, minha princesa”, brinquei enquanto ela continuava dedicada aos meus seios.

“Oi, gostosa. Te acordei?”

“Um pouco. Você gosta dos meus peitos, hein? Mmmm… cuidado com o mamilo…”

“Eles me enlouquecem… Queria ter os meus assim grandes… chup, chup…”, continuou Dani. “Você gosta, JP? Gosta de como eu chupo eles?”

“Eu preferiria… aah… que você chupasse minha buceta…” Soltei sem pensar, mas Dani se preparou para me satisfazer, enfiando a cabeça entre minhas pernas. Tive que pará-la. “Espera. Por que eu vou gozar sozinha se podemos aproveitar as duas?”

Os olhos dela brilharam. Ela se colocou por cima de mim, com as pernas abertas sobre minha cabeça, e colocou a boca entre as minhas. Começamos um 69, aproveitando uma da outra nossas bucetas. Senti Dani brincando com minhas pernas enquanto me chupava, e tentei fazer o mesmo com ela enquanto minha língua percorria sua rachinha. Nossos sons misturados de chupadas, ofegos e gemidos acordaram a pobre Valentina, que se posicionou na frente da minha cabeça.

“Bom dia. Olha só vocês, hein”, brincou.

“Desculpa”, ofegou Dani entre minhas pernas. “É que a Julia é irresistível…”

“Eu sei. Queria me juntar a vocês, se não atrapalhar”

“Você é sempre bem-vinda”, disse Dani. “Mas a buceta da Julia é minha agora”, ela ofegou e voltou a me chupar.

Com cuidado, nos viramos de lado e liberei a rachinha da Valentina. Ela se enfiou entre nós duas, com a bucetinha molhada pra minha boca, enquanto eu começava a dar prazer pra Dani. Assim, as três tivemos um delicioso orgasmo de café da manhã, com nossas bocas manchadas dos nossos sucos femininos, presas às nossas pernas, chupando nossas bucetas. com vontade de se divertir.

"Obrigada por aparecer na minha vida", a Daniela me disse enquanto a gente tomava café de verdade. "E por me apresentar pra Valentina. Sem vocês... não sei o que teria acontecido comigo com essas mudanças no meu corpo"

"Você ainda acha que é uma maldição?"

"É uma bênção com vocês", ela disse. "Aliás... hoje eu queria umas coisas"

"Fala aí"

"Primeiro, tem um desejo que... eu preciso ser menino pra realizar. E depois... quero passar o dia como a Daniela... e você como o Valentim", ela disse. "E você, Júlia... que fique assim. Se você topar"

"Vamos ver... a verdade é que hoje eu tava pensando em voltar ao normal", eu falei.

"Tenho uma ideia", a Valentina interveio. "A gente realiza a fantasia da Dani primeiro... e de tarde a gente realiza as suas", ela propôs.

"E as suas?"

"Tô de olho nelas", respondeu com um sorriso.

Eu aceitei a ideia. A Dani foi correndo pro banheiro e voltou com o corpo original dela, balançando o pau pra gente. Ela parou na minha frente.

"Um boquete? Que sem criatividade", comentei. Confesso que esperava outra coisa.

"Na verdade eu queria provar seus peitos", ela pediu. Ficou vermelha. "Porque ontem fiquei com vontade..."

"Ah. Então você quer provar minhas perinhas?", brinquei. E senti uma pontada de prazer ao falar.

"Sim, por favor"

"Nossa, que educado. Acho que ela mereceu, né?", perguntei pra Val, que se aproximou de mim.

"Claro, gata. Mostra o bom uso que dá pra esses peitos", respondeu enquanto se posicionava atrás de mim.E enquanto isso, eu cuido de você…— sussurrou no meu ouvido.

Sentei na beira da cama, deixando o Dani enfiar a pica dele entre meus peitões generosos, enquanto a Valentina me beijava o pescoço e abria minhas pernas. Ela começou a estimular minha bucetinha enquanto eu massageava a rola do Dani com meus peitos. Tava dura e quente.para mimSorri feito uma idiota enquanto olhava pra ele, meu amigo parecia bem satisfeito com a minha punheta de peitos.

“Você gosta, Dani? Tô fazendo direitinho com meus peitos?”, perguntei no meu tom mais doce.

“Muito… você é sensacional…”

“E se eu fizer isso?”, perguntei, coloquei a língua pra fora e comecei a lamber a ponta dele. Ouvi ele gemer. Chupei um pouco, sem parar de pressionar o pau dele com meus peitos. Era estranhamente gostoso. E ainda por cima, o prazer que o Val tava me dando na minha bucetinha, me masturbando suavemente, e passando a língua nas minhas costas.

“Valeu… Júlia…”, suspirou o Dani. Senti o gozo pré dele na minha boca, e voltei pra punheta de peitos, com vontade, sentindo ele me sujar toda. Peguei o pau dele e esfreguei contra meus peitos. Com meus mamilos, o que me excitou ainda mais, antes de enrolar aquela rola de novo com meus seios e retomar a punheta. “Júlia, espera… vou gozar…”

“E você quer gozar nos meus peitos, né?”, perguntei. Ele concordou. “Vai… fica tranquilo… quero sentir”, pedi. Além disso, eu mesma tava quase gozando também com os dedos do Val.

Senti um calor gostoso e viscoso caindo em cima de mim. Dani não só gozou nos meus peitos, como parte da porra dele caiu na minha cara. Passei a língua nos lábios por instinto, provando o gosto do néctar dele, enquanto começava a jorrar no colchão por causa da Valentina. Dani me olhou com um sorriso, e se abaixou pra me beijar, antes de começar a limpar minha carinha com a língua dele.

“Que gostoso que foi. Val, cê vem comigo no banheiro? Tá na hora de trocar”

“Tem certeza? Eu me divirto pra caralho com sexo lésbico”, respondeu a Val.

“Sim… tenho que aceitar minha posição”

“Posição?”, estranhei.

“É, tipo, cê me entende”

“Não, não entendo”

“Nem eu”, completou a Val. Ficamos olhando pro Dani, bem sérias. Ele percebeu que tinha falado demais, e agora tinha que se explicar.

“Olha… é óbvio que das três, eu sou a que menos… bom, cês sabem…”

“A gente não sabe porra nenhuma, sua buceta mole. O que é que…” — O que foi? — perguntei, meio irritada.

— Vocês vão me obrigar a falar? — disse com a voz trêmula. — Porra, eu… sou o que tem o pior físico, tá? Tanto como homem quanto como mulher…

— Que besteira é essa? — completou Valentina.

— Como assim besteira? Porra, eu… Olha, JP… quer dizer, Júlia… por mais que você insista em dizer… eu tenho o pau menor, tá? Sim, por pouco — ele me impediu de interromper. — Mas o seu é maior. E o da Valentina quando vira homem já me supera de longe. E de mulher, bom, a que tem os peitos menores sou eu de novo, e…

Consegui calá-lo com um abraço. Senti que ele tremia. Soluçou um pouco. Valentina se aproximou também e nos envolveu com os braços.

— Dani… entendo que você se sinta mal. Mas te lembro que fui eu que cheguei em você na balada na primeira noite, porque você me atraía. E ainda me atrai. E não saí correndo quando te vi pelado.

— É, mas…

— E eu fiquei encantada com você desde o começo — lembrou Val. — Adorei nosso primeiro ménage. E quando a gente transou no esquema lésbico foi incrível.

— Sério, Dani. Você é muito gostoso. E a gente adora transar com você. Você é nosso amigo. Nosso amante. Não é um…Pegote”, eu disse. Sem mentir. “Eu já… não me imagino com mais ninguém além de vocês agora.”

“Você é um amor, Julia”, disse Dani. “Tudo bem se… a gente seguir com o plano?”, perguntou. “Tô com muita vontade de… fazer de garota com você”, confessou.

“Combinado. Vamos deixar o Valentín ser nosso homem hoje”, aceitei.

“Só até depois do almoço”, ela me lembrou.

Então meus amigos foram se lavar. Daniela e Valentín voltaram de lá, sorrindo pra mim. Me vi cercado pelos dois, e recebi dois beijos bem submissos na boca. Senti as mãos firmes do Valentín e as delicadas da Daniela apalpando todo o meu corpo de menina. Eu comecei a bater uma punheta pro Val e a meter os dedos na Dani.

“A Dani me disse que gostaria que você mandasse”, disse Val. “Então você tem um menino e uma menina prontos pra fazer o que você quiser.”

“Ideia interessante…”, reconheci. “Bom, o Val nos interrompeu essa manhã, então…”

Dani e eu nos deitamos de novo na cama. Fiquei por cima dela, e começamos a chupar as bucetas uma da outra de novo. Dessa vez eu não ia abrir mão de comer aquela boceta deliciosa que ela tinha. Mas não íamos nos limitar ao 69 e deixar o Val de fora. Separei suavemente as nádegas da Dani, enquanto o Val lubrificava o pau, e então começou a enfiar no cu dela.

Assim pudemos curtir um sexo oral mútuo enquanto minha amiga gozava ao mesmo tempo com a rola enorme do Val no cu dela. A língua dela se movia firme na minha rachinha, me dando um puta prazer. O prazer que era ter uma buceta. Que privilégio eu sentia agora. O Val se empolgou enquanto comia o cu da Dani, e acabou tirando o pau sem querer.

Nessa hora eu peguei ele com a boca. Aproveitei o sabor e a grossura, antes de guiar ele de novo… dessa vez pra buceta da Dani, que começou a sentir ao mesmo tempo um pau e uma língua na boceta dela. Deve ter sido demais pra ela, porque de repente ela começou a gozar. Espirrou um pouco no meu rosto, enquanto eu continuava devorando a xereca dela, e de repente senti um segundo sabor. Val tava gozando dentro dela. Meu Deus, o sêmen dele. Por que eu gostava? Foda-se, já não importava, eu precisava do Dani e do Val na minha vida todo santo dia. Eu mesma comecei a gozar na carinha da minha amiga. Sorrindo, rolei pra cair do lado dela.

"Sabe o quanto eu te amo?", riu Valentim, com o pau meio duro.

"Imagino", brinquei. "Dani, cê tá em condições?", perguntei.

"Preciso... de um minuto...", suspirou. "É que eu tomei no cu..."

"Então quando quiser, tô aqui te esperando", falei, e me ajoelhei pra começar a chupar o Val, dessa vez com dedicação total. Acompanhei minha boca com a mão, fazendo uma punheta pra ele, lubrificando o pau todo com minha saliva antes de chupar só com os lábios. Tentei acariciar um peito enquanto enfiava os dedos na minha bucetinha. Aquilo multiplicou pra caralho o prazer que eu sentia.

"Com licença", disse Dani, se aproximando de quatro. Ela ficou na minha frente, e começamos a chupar o pau do Val de vez em quando, claro, nos dedicando ao corpo uma da outra. Nos acariciamos mutuamente enquanto nossas bocas se perdiam em volta da pica do nosso amigo. Senti as mãos da Daniela nos meus peitos e explorando minha buceta enquanto nossas línguas se encontravam na cabeça do Val.

Senti que ele colocou as mãos nas nossas cabeças, e começou a foder nossos lábios, que estavam juntos num beijo, e o pau dele passava pelos dois ao mesmo tempo. Daniela e eu demos as mãos enquanto curtíamos ser um par de putinhas. Era gostoso, muito gostoso. Mas a Dani tinha um pouquinho mais de puta que eu e tomou conta do pau do Val, então eu me dediquei aos peitinhos dela, que tavam duríssimos naquele momento.

Depois voltei pro boquete conjunto. Senti o pau do Val pulsar, prestes a gozar. Dani e eu começamos a estimular a cabeça dele com nossas línguas, cada vez mais rápido, e nosso amigo começou a derramar o leite dele nas nossas boquinhas. Deixamos escorrer pelo canto das nossas bocas, e senti que começava a cair também. Sobre as tetas.
“Porra, como me excita ver vocês assim”, admitiu Valentín.
“Assim, tipo putinhas?”, brincou Dani.
“Duas vadias”, respondeu Val, e a gente riu. “Julia, vou encher o saco com isso, mas… você tá bem?”
“Tô ótima”, falei. “Não sou uma criancinha frágil, ok? Sou uma mulher”, lembrei ele.
“Claro”
“Então me fode e me faz sentir mulher”, desafiei.
“Tem certeza? Quer que eu te empurre?”
“Se acha capaz?”, desafiei de novo.
“Fica de quatro, foxy”, ele disse. Na hora pareceu se horrorizar com as próprias palavras, mas eu sorri. Queria me entregar. Queria a experiência completa. Olhei pra Dani, que já tinha se acomodado na cama pra nos ver, toda excitada.

Eu fiquei de quatro pro Val, com minhas tetas lindas balançando enquanto mexia a bunda pra provocar ele. Talvez eu tivesse exagerando. Mas Valentín foi suave na primeira investida. Senti minha buceta se abrir quando ele me penetrou de uma vez, devagar, mas firme. Tava completamente dentro de mim. Ele afastou um fio de cabelo da minha orelha e falou:
“Vou te foder. Se doer…”
“Confio em você, bebê… vai. Faz eu gozar…”, implorei com a voz mais submunda.

Ele colocou as mãos na minha cintura, e tirou o pau devagar. E então,paf, notei a primeira estocada.PafAcabava de me acostumar e senti a próxima. E mais uma. E outra, e outra… sem parar. Tentei aguentar a intensidade. Suspirei. Era porra de intenso. Ele devia estar metendo umas duas vezes por segundo. Dava pra ver a Daniela enfiando os dedos no mesmo ritmo que o Val tava me comendo.

“Ah! Ah! Ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah!”, eu gemia. O Val aumentava o ritmo. Três metidas por segundo. Tive que esticar as mãos pra não cair com a força das estocadas do meu amigo. Deus, eu tava com a buceta molhadíssima, completamente excitada com o jeito que ele tava me fodendo. A Dani chegou perto de mim, e a gente começou a se beijar. Senti as mãos dela nas minhas bochechas enquanto eu me entregava pro Val, que acelerou ainda mais.

Gemi contra a boca da Dani enquanto o Val metia quatro vezes por segundo. Dava pra ouvir ele ofegando atrás de mim. Não tava acostumada com aquele ritmo. Ele tava dando tudo pra mim. Pra minha bucetinha molhada. Comecei a sentir meu corpo respondendo com o orgasmo. Minhas pernas tremeram. Gozei, deixando os lençóis molhados enquanto o Val continuava me empurrando até sentir aquela sensação quente e viscosa enchendo minha xota. Ele gozou dentro de mim. Começou a diminuir o ritmo, devagar, garantindo que eu ficasse bem cheia.

“Ufa… e aí, gostosa?”, perguntou, tentando bancar o fodão, mas tava exausto. “Gostou?”

“Muito… deixou minha bucetinha bem molinha”, falei enquanto me acariciava pra ele, mostrando como eu tava cheia. A Dani se adiantou, se meteu entre minhas pernas e começou a me chupar, garantindo que ia pegar todo o néctar que pudesse da pica do Val.

“Me deixou louca ver vocês assim”, admitiu a Dani. “Mas talvez o Val precise de um tempo pra se recuperar.”

“Sou de vocês em cinco minutos”, ofegou o Val.

“Então, Júlia… com sua permissão.”

Ela subiu em cima de mim e a gente começou a se beijar. Aproveitei aquele ritmo mais lento, mais calmo. Os lábios doces da Daniela (que ainda tinham resto de porra do Val) devoravam minha boca enquanto a gente voltava a se apalpar. Era agradável. Tão doce. Parecia ter obsessão pelos meus peitos.

Val na verdade levou dez minutos pra se juntar a nós. Senti o peso se movendo no colchão, e de repente, Daniela suspirou. Val tinha enfiado, devagar. Deixamos a gente ser fodida pelo nosso amigo, que começou a se revezar pra usar nossas bucetas. Muito mais devagar do que ele tinha me fodido há pouco, o que agradeci, porque ainda tava sensível. Valentim se deitou sobre nós e começou a me beijar enquanto metia em Daniela, depois me fodia e se beijava com ela. As mãos viris dele procuravam nossos peitos, que ele acariciava e apertava sem parar.

"Vamos, Daniela, que te devo uma gozada na sua bucetinha", disse Val, e se deitou na cama. Dani subiu nele de pernas abertas e começou a cavalgar o pau dele, e eu aproveitei pra encostar minha xereca na boca de Valentim, que me comeu divinamente enquanto continuava me beijando e apalpando os peitos com Daniela. Derramei meus jatos na carinha do Val enquanto ele enchia de porra a boceta da Dani, que escorria ao mesmo tempo que ele. Caímos na cama, satisfeitas.

"Dani... Val... acho que vocês já pensaram nisso alguma vez, mas... isso que eu gosto tá certo, né?", perguntei pra eles.

"Claro que sim, bobinha. A gente tem muita sorte", disse Daniela, beijando meu pescoço. "Nós três temos muita sorte. A gente se diverte brincando em todas as posições. Que a gente fica um pouco putinha? Bom, e daí? Não fazemos mal a ninguém."

"Isso aí. E olha, eu agora tô sentindo falta da minha feminilidade", interveio Val. "Então... você vem comigo pro chuveiro e a gente troca?", ele me ofereceu.

"Tem certeza?"

"Claro, bebê. Você também queria voltar a ser menino, né? E Dani..."

"Eu tou ótima assim agora", respondeu Daniela.

Então fui pro chuveiro com Valentim e entramos debaixo da água quente. Começamos a nos beijar enquanto meus peitos diminuíam e meu pau nascia de novo, e ela recuperava o corpo feminino dela.

Ela subiu sobre mim, fazendo o koala, com minha pica pressionando a bucetinha dela, e comecei a andar até a cama. Ainda tínhamos um tempinho antes do almoço, e o fim de semana ia ser tão longo e cheio de tesão como sempre.

CONTINUA

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