Beleza, poringa boys, hoje vou contar uma experiência dessa semana que, mesmo não sendo grande coisa, ganha peso pelo contexto. Como sempre, tava numa viagem a trabalho, mas dessa vez era um evento acadêmico e eu não tava sozinho como de costume — o que já te limita na hora de querer fazer alguma coisa, porque você tá sempre acompanhado. Além disso, a gente não parava em lugar nenhum, diferente de quando vou sozinho, e também não tínhamos carro, já que estávamos hospedados a poucas quadras do evento. Pra mim, quando não tô dirigindo, perco a noção das distâncias, então parecia que o cinema tava no cu do mundo. Procurei em sites algo perto de onde a gente tava, mas sem sucesso. Já tava meio resignado, bati uma punheta da boa e desisti de tudo, falei "próxima vez".
No último dia do evento, fiquei livre umas 17h e, enquanto pensava no quarto do hotel, resolvi dar uma olhada no Maps pra ver a que distância o cinema tava... E pra minha surpresa, era só umas 10 quadras. Foda-se, me troquei e fui, caminhando de boa. O tempo tava meio feio, fresquinho, ideal pra entrar num cinema, dar uma morbidade e buscar aquela chupada de pica tão desejada. Entro, o lugar é a mesma merda de sempre: o velho cobrando a entrada (7 conto), os cachorros, o aquecedor Bonner e um maluco sentado na escada. Entro na sala e acho que é a mais escura de todos os cinemas que conheço. A imagem da tela é tão bosta que quase não ilumina nada (e, como sempre, os filmes galegos do ano da porra) e demora pra vista se acostumar. Dessa vez tive que ligar a lanterna do celular porque tava esbarrando em tudo. Não tinha ninguém, só um cara sentado no meio da sala. Sentei pra vista se adaptar e comecei a enxergar melhor. Tinha um mano mais na frente. Comecei a me tocar e a pica ficou dura na hora, tava no fogo. Se eu fosse só na mão... Masturbação lá dentro, tava de boa. Fui pra sala de cima e também não tinha ninguém, fiquei um tempo, puxei a pica e comecei a bater uma. Entrou um cara só, que foi lá pro fundo e acendeu um cigarro. Voltei pra sala de baixo, fui lá na frente e tinha um cara sentado enquanto outro, peladão, de joelhos chupando a pica dele. Sentei a uns lugares de distância na mesma fileira e puxei a pica de novo pra bater uma. Já tava puta que tava quente e tinha porra na ponta. Pensei: vou dar mais uma volta lá em cima pra ver qual é. Quando virei pra sair da sala e ir pra outra, no meio do caminho, tinha um cara sentado de boné que, quando passei do lado, pegou na minha pica. Pode esquecer, puxei a pica em menos de um segundo e enfiei na boca dele, do jeito que veio. Eu, de pé no corredor, segurei a cabeça dele e comecei a comer a boca dele, quase sem deixar ele respirar. Minha bacia e minhas bolas batiam com força na cara dele, e ele engasgava. Fiquei uns 5 minutos assim até explodir a boca dele de porra. Ele engoliu tudo, lindo. Agradeci, me limpei de qualquer jeito e fui embora. Tava extasiado, foi uma gozada de um tesão do caralho, daquelas com muitos jatos e grossos, minhas pernas tremiam de vontade. Caminhei até o hotel como se tivesse andando numa nuvem, uma loucura. Bom, foi isso, valeu por ler e, como sempre, viva o sexo, as picas e as bucetas.
No último dia do evento, fiquei livre umas 17h e, enquanto pensava no quarto do hotel, resolvi dar uma olhada no Maps pra ver a que distância o cinema tava... E pra minha surpresa, era só umas 10 quadras. Foda-se, me troquei e fui, caminhando de boa. O tempo tava meio feio, fresquinho, ideal pra entrar num cinema, dar uma morbidade e buscar aquela chupada de pica tão desejada. Entro, o lugar é a mesma merda de sempre: o velho cobrando a entrada (7 conto), os cachorros, o aquecedor Bonner e um maluco sentado na escada. Entro na sala e acho que é a mais escura de todos os cinemas que conheço. A imagem da tela é tão bosta que quase não ilumina nada (e, como sempre, os filmes galegos do ano da porra) e demora pra vista se acostumar. Dessa vez tive que ligar a lanterna do celular porque tava esbarrando em tudo. Não tinha ninguém, só um cara sentado no meio da sala. Sentei pra vista se adaptar e comecei a enxergar melhor. Tinha um mano mais na frente. Comecei a me tocar e a pica ficou dura na hora, tava no fogo. Se eu fosse só na mão... Masturbação lá dentro, tava de boa. Fui pra sala de cima e também não tinha ninguém, fiquei um tempo, puxei a pica e comecei a bater uma. Entrou um cara só, que foi lá pro fundo e acendeu um cigarro. Voltei pra sala de baixo, fui lá na frente e tinha um cara sentado enquanto outro, peladão, de joelhos chupando a pica dele. Sentei a uns lugares de distância na mesma fileira e puxei a pica de novo pra bater uma. Já tava puta que tava quente e tinha porra na ponta. Pensei: vou dar mais uma volta lá em cima pra ver qual é. Quando virei pra sair da sala e ir pra outra, no meio do caminho, tinha um cara sentado de boné que, quando passei do lado, pegou na minha pica. Pode esquecer, puxei a pica em menos de um segundo e enfiei na boca dele, do jeito que veio. Eu, de pé no corredor, segurei a cabeça dele e comecei a comer a boca dele, quase sem deixar ele respirar. Minha bacia e minhas bolas batiam com força na cara dele, e ele engasgava. Fiquei uns 5 minutos assim até explodir a boca dele de porra. Ele engoliu tudo, lindo. Agradeci, me limpei de qualquer jeito e fui embora. Tava extasiado, foi uma gozada de um tesão do caralho, daquelas com muitos jatos e grossos, minhas pernas tremiam de vontade. Caminhei até o hotel como se tivesse andando numa nuvem, uma loucura. Bom, foi isso, valeu por ler e, como sempre, viva o sexo, as picas e as bucetas.
3 comentários - Gostosa no cinema norpo de Salta