Olá, pessoal! Muito obrigada pelo apoio nos contos anteriores. Bem, quero contar o que aconteceu depois do último que postei, então puxa a rola e aproveita. No dia seguinte, o Luís veio me ver, como tinha dito. Chegou bem cedo e eu tinha acabado de tomar banho, estava de toalha quando ouvi ele chegar. Bateu na porta e eu gritei pra ele entrar. Quando entrou, me viu sentada no sofá secando o cabelo, com a toalha mal cobrindo meus peitos e pernas. Ao me ver, o Luís me devorou com o olhar e foi sentar do meu lado, me cumprimentando com um beijo na boca. A gente conversou um pouco sobre como seria nosso lance e chegamos à conclusão de que íamos nos ver todo dia, menos sábado e domingo, e que quando quiséssemos transar, ele me levaria pra um hotel por segurança e privacidade. Depois de encerrar esse assunto, tirei a toalha pra me vestir e, claro, não faltou a mão boba do Luís. Ele me pegou pela cintura e me sentou no colo dele. Com uma mão, apertava meus peitos e com a outra enfiava os dedos na minha buceta, enquanto beijava meu pescoço. A verdade é que tava tão gostoso que, sem querer, comecei a gemer meio alto. Nem eu nem o Luís ligamos pra isso, então continuei gemendo até soltar um grito de prazer. Foi aí que a gente se preocupou com o barulho. Pra evitar problemas, paramos com a mão boba na sala e fomos pro meu quarto, onde o Luís começou a chupar meus peitos e, depois de um tempo, desceu pra minha buceta e meu cu. Ele me colocou de quatro e começou a beijar e lamber tudo. Chupava meu cu e depois enfiava a língua, enquanto na minha buceta ele metia a língua e depois os dedos. Eu tava besta, gemendo e gritando baixinho de prazer. Achava que não dava pra ouvir lá fora, mas na verdade dava sim. Bom, resumindo, depois que o Luís comeu toda minha buceta e meu cu, ele disse que ia embora pra ver outros apartamentos e outras coisas. Acompanhei ele até a porta e me despedi esfregando os peitos na cara dele. Quando ele foi embora, fiz tudo como de costume. Até a noite, quando minha mãe chegou com minhas irmãs. Durante a noite, comecei a conversar com Carlos, porque ele me mandou mensagem de surpresa.

Bom, a verdade é que a gente teve essa conversa meio rápida, eu não sabia se aceitava até a gente fazer uma ligação curta. Esqueci de comentar que minha mãe naquele dia tinha me dado um celular temporário enquanto eu comprava um melhor, e bom, o Carlos já tinha meu número de antes, porque é o mesmo. No fim, na ligação a gente combinou de se ver e conversar direito sobre o assunto. O encontro seria no dia seguinte, então eu não veria o Luis, mas a verdade é que valia a pena com o Carlos, então fui vê-lo. Saí naquela manhã por volta das 9 horas pra um parque que era meio escondido.
Bom, saí pra ver o Carlos e quando cheguei no parque ele já tava lá me esperando. Quando vi ele, fiquei felizona, a gente se cumprimentou numa boa e começamos a conversar sobre o relacionamento que a gente queria ter. Depois de discutir um pouco, decidimos que teríamos um relacionamento normal: ele seria meu namorado e eu a namorada dele. Os outros não iam saber, mas também não íamos esconder. Terminando de falar, sentei no colo dele pra gente se beijar e senti de novo aquela pica enorme dele que eu tanto gostava. A verdade é que me fez ficar meio molhadinha, mas não falei nada. E então, Carlos me enchia de beijos e me apalpava um pouco. Depois daquele momento, ele me convidou pro apartamento dele, mas não aceitei porque tinha coisas pra fazer. De qualquer forma, era certo que a gente ia se ver sábado e domingo. Então Carlos me acompanhou até meu apê, a gente se despediu com um beijo e ele foi embora. Quando eu ia entrar no prédio, um cara me parou. Era o Eduardo, um senhor de 36 anos que mora com o filho no apartamento de cima. Quando ele me parou, perguntou se podia falar um minuto comigo. Eu disse que sim, e o que ele falou me deixou de boca aberta: ele disse que tinha ouvido meus gemidos e gritos no dia anterior, além de ter visto o senhor Luis saindo dois dias seguidos do meu apê, então sabia o que tava rolando. Pensei que ele fosse me dedurar pra minha mãe, mas não. Na real, ele disse que tava há muito tempo sem ficar com uma mina e perguntou se eu podia ir no apê dele mais tarde. A verdade é que ele não era feio, então eu disse que tudo bem, que depois eu iria vê-lo.
Meus amores, eu sei que não postei nada de sexo e tal ainda, mas acreditem, já já vem a parte mais gostosa. Então tenham paciência e deem like nesse post se quiserem ver o resto. Tô deixando umas fotos pra vocês tirarem o leite.



Bom, a verdade é que a gente teve essa conversa meio rápida, eu não sabia se aceitava até a gente fazer uma ligação curta. Esqueci de comentar que minha mãe naquele dia tinha me dado um celular temporário enquanto eu comprava um melhor, e bom, o Carlos já tinha meu número de antes, porque é o mesmo. No fim, na ligação a gente combinou de se ver e conversar direito sobre o assunto. O encontro seria no dia seguinte, então eu não veria o Luis, mas a verdade é que valia a pena com o Carlos, então fui vê-lo. Saí naquela manhã por volta das 9 horas pra um parque que era meio escondido.
Bom, saí pra ver o Carlos e quando cheguei no parque ele já tava lá me esperando. Quando vi ele, fiquei felizona, a gente se cumprimentou numa boa e começamos a conversar sobre o relacionamento que a gente queria ter. Depois de discutir um pouco, decidimos que teríamos um relacionamento normal: ele seria meu namorado e eu a namorada dele. Os outros não iam saber, mas também não íamos esconder. Terminando de falar, sentei no colo dele pra gente se beijar e senti de novo aquela pica enorme dele que eu tanto gostava. A verdade é que me fez ficar meio molhadinha, mas não falei nada. E então, Carlos me enchia de beijos e me apalpava um pouco. Depois daquele momento, ele me convidou pro apartamento dele, mas não aceitei porque tinha coisas pra fazer. De qualquer forma, era certo que a gente ia se ver sábado e domingo. Então Carlos me acompanhou até meu apê, a gente se despediu com um beijo e ele foi embora. Quando eu ia entrar no prédio, um cara me parou. Era o Eduardo, um senhor de 36 anos que mora com o filho no apartamento de cima. Quando ele me parou, perguntou se podia falar um minuto comigo. Eu disse que sim, e o que ele falou me deixou de boca aberta: ele disse que tinha ouvido meus gemidos e gritos no dia anterior, além de ter visto o senhor Luis saindo dois dias seguidos do meu apê, então sabia o que tava rolando. Pensei que ele fosse me dedurar pra minha mãe, mas não. Na real, ele disse que tava há muito tempo sem ficar com uma mina e perguntou se eu podia ir no apê dele mais tarde. A verdade é que ele não era feio, então eu disse que tudo bem, que depois eu iria vê-lo.Meus amores, eu sei que não postei nada de sexo e tal ainda, mas acreditem, já já vem a parte mais gostosa. Então tenham paciência e deem like nesse post se quiserem ver o resto. Tô deixando umas fotos pra vocês tirarem o leite.


7 comentários - Meu ex-vizinho é muito gente boa