127đź“‘Praia Nudista

127📑Praia NudistaNunca tinha ficado pelada na frente de estranhos. E, mesmo assim, lá estava Valentina, vinte anos, corpo natural, pele dourada, mamilos sensíveis por causa do vento salgado, parada na beira de uma praia de nudismo na costa da Andaluzia. A amiga dela tinha dito que era libertador. Que todo mundo estava em paz com o próprio corpo. Que não era algo sexual. Mas quando ela tirou o biquíni… o corpo inteiro dela tremeu. — Bem-vinda — disse uma voz masculina atrás dela.vadiaEle se virou. Era um homem de uns quarenta, bronzeado, alto, com o torso firme, o pau solto e comprido balançando entre as pernas. Olhava pra ela sem vergonha. Sem maldade… mas com desejo latente.
—Sou o Elias, venho todo fim de semana —disse com um sorriso calmo—. Primeira vez sua, né?
Valentina assentiu.
O olhar dela desviou inevitavelmente pra aquela pica pendurada entre as pernas dele.
Grande. Meio dura. Pulsando.
—Fica tranquila —ele disse—. Você não é obrigada a nada.
Mas o corpo dela falava diferente. Os mamilos endureceram. Entre as coxas, uma umidade gostosa começava a despertar.
Caminharam juntos pela areia.
Deitaram numa área isolada entre as dunas.
Ninguém perto. Só o som do mar e o vento brincando com os corpos nus deles.
—Tá confortável? —perguntou Elias, aproximando a mão do joelho dela.
—Tô… demais —ela respondeu, com a voz trêmula.
Ele acariciou a coxa dela. Devagar. Subindo, sem invadir.
Valentina abriu um pouco mais as pernas, sem pensar.
—Se não quiser alguma coisa… é só falar —ele sussurrou.
—E se eu quiser… também falo? —ela respondeu, olhando direto nos olhos dele.
Ele se inclinou, beijou o pescoço dela.
Os dedos dele já estavam entre os lábios da buceta dela, separados pela brisa e pelo desejo.
Tocou ela, suave, sentindo como a umidade crescia rápido.
—Você tá molhada desde que tirou o biquíni —sussurrou no ouvido dela—. Te excita ser vista?
—Me excita você me olhar assim —ela gemeu.
Elias se ajoelhou entre as pernas dela.
Abriu a buceta dela com dois dedos e meteu a língua até o fundo, com fome, com precisão. Valentina arqueou as costas, com as mãos na cabeça dele, gemendo sem vergonha.
—Isso… continua… aí…! —ela ofegava—. Eu gozo se você não parar…
E gozou. Com um gemido forte, molhando a cara dele, tremendo entre as pernas.
Mas nĂŁo acabou ali.
Ele subiu em cima dela. O pau dele já tava duro, grosso, quente.
Encostou na entrada e olhou pra ela:
—Posso?
—Entra… agora.
A penetração foi lenta, profunda. Ela sentiu tudo. A grossura, o calor, o prazer que se espalhava do ventre dela. Ela se agarrou nele, mexendo os quadris, pedindo mais. —Me fode com força! —implorou no ouvido dele—. Quero sentir até a garganta! Elias pegou as pernas dela, colocou nos ombros e começou a meter sem pena na buceta dela. A areia grudava nas costas dela. Os gemidos eram música na brisa. Ele entrava e saía com ritmo, com precisão, fazendo ela gritar, rir, implorar. —Vou gozar de novo…! —gritou ela—. Me dá seu leite, me dá dentro! Elias grunhiu, enterrou até o fundo, e gozou. Tudo. Enchendo ela. Deixando o esperma quente dentro dela, que ainda tremia debaixo do corpo dele. Ficaram abraçados, ofegantes. —Você achava que praia de nudismo não era sexual? —sussurrou ele. —Agora não penso mais nada. Só que quero voltar amanhã.gostosaO sol caía como mel sobre a pele nua dela. Valentina caminava pela areia como se nunca tivesse usado roupa na vida. Livre. Ardente. Ensopada de sal e desejo. Depois do primeiro encontro com Elías, algo tinha mudado nela. Não só se sentia viva… se sentia poderosa.

E ele esperava por ela.

Tava deitado numa esteira entre as dunas, completamente pelado, o pau meio duro mal coberto pela mĂŁo. Sorriu quando viu ela se aproximar.

— Achei que não ia voltar — ele disse.

— Passei a noite inteira sonhando com sua língua — ela respondeu, sentando na cintura dele.

Se beijaram com fome. As línguas brincando. Os corpos se encaixando. Ela já tava molhada. A buceta dela deslizava contra o pau dele sem penetrar ainda, só roçando com movimentos circulares.

— Hoje quero brincar — ela sussurrou —. E não tô nem aí pra quem olhar.

ElĂ­as segurou ela pela cintura e, sem esperar mais, meteu. Valentina gemeu de boca aberta, descendo devagar, sentindo tudo de novo.

— Ahhh… isso… assim! — ela gemeu —. Quero montar em você na frente do mar.

E montou.

Apoiou no peito dele e começou a se mexer, pra cima e pra baixo, fazendo ele entrar e sair com força. Os peitos dela balançavam no ritmo do quadril. O olhar fixo nele, dominando.

— Sabe o quanto eu tava molhada desde que acordei? — ela sussurrou no ouvido dele —. Me toquei no chuveiro pensando em como você me encheu ontem.

Elías empurrou ela pra trás, deixando ela sentada, e agarrou as coxas dela pra abrir mais as pernas.

— Quer que te olhem? — ele perguntou.

— Sim — ela disse, ofegante —. Que vejam como você me come. Como me faz sua.

EntĂŁo, sem aviso, ele saiu dela, pegou ela pelo pulso e fez ela se levantar.

— Vem. Vou te comer de pé, contra aquela pedra.

Levou ela a uns metros, onde uma pedra grande e arredondada se erguia perto da água. Colocou ela de frente, com as mãos apoiadas, a bunda pro alto. Valentina tava tão molhada que escorria.

Ele se ajoelhou e lambeu ela por trás, com luxúria, separando as nádegas dela com as duas mãos. metendo a língua, cuspindo nela, chupando aquela buceta como se fosse a única fonte d'água no deserto. —Ahhh, Elias... sim... sim! —ela gritava. Quando não aguentou mais, ele enfiou de novo, de uma vez. Meteu com força, com ritmo de animal, enquanto o mar batia perto, enquanto o vento acariciava a pele ardente dela. As mãos dele seguravam a cintura dela, e os gemidos se misturavam com o som das ondas. —Me dá seu gozo de novo...! —ela implorou—. Goza dentro! Elias grunhiu, penetrou até o fundo e gozou com um gemido grave, mordendo o pescoço dela enquanto o esperma quente enchia ela outra vez. Valentina se deixou cair sobre a pedra, ofegante, ainda tremendo. —E agora? —ele perguntou. Ela olhou pra ele com malícia, os lábios inchados, o corpo coberto de suor e sal. —Agora quero conhecer o lado particular dessa praia...vadia— Confia em mim? — perguntou Elias, segurando a mão de Valentina.
— Depois de me fazer gozar duas vezes na areia? Claro que sim.

Caminharam descalços por uma trilha entre as rochas, se afastando da praia principal. O sol começava a se pôr, e o ar tinha aquele perfume salgado e doce do entardecer. Valentina estava completamente nua, a pele bronzeada, o cabelo molhado colado nas costas, os bicos dos peitos duros por causa da brisa.

Viraram atrás de umas formações rochosas… e lá estava:

Uma poça de lama quente, escura, borbulhante, cercada de vegetação. Vapor subia como suspiros do chão. Um cantinho escondido, proibido. Perfeito.

— Dizem que é vulcânica… — sussurrou ele —. Ótimo esfoliante. Mas melhor se você aplicar com as mãos.

Valentina sorriu.

Entrou primeiro, a lama cobrindo os tornozelos, depois as panturrilhas, as coxas…

— Tá quente! — gemeu —. Gostosa pra caralho!

Quando estava submersa até a cintura, Elias entrou atrás, e os dois ficaram de pé, frente a frente, cobertos de barro quente, a pele escorregadia, os corpos brilhando, primitivos.

Valentina enfiou as mĂŁos na lama e passou pelo peito, massageando as tetas devagar, os dedos apertando os bicos.

— Assim? — perguntou com voz provocante.

— Mais pra baixo — ele disse, ofegante.

Ela se lambuzou a barriga, desceu até a buceta e se acariciou sem vergonha.

Elias a pegou pela nuca e beijou com força. As línguas se procuravam com ansiedade. Com as mãos cobertas de lama, agarrou-a pelas nádegas e a levantou. Valentina envolveu a cintura dele com as pernas, e ele a penetrou de uma só estocada, dentro do barro quente.

— Ahhh, isso! — gemeu ela, jogando a cabeça pra trás —. Que delícia de sensação!

A lama fazia cada metida ser mais suave e profunda. O corpo de Valentina quicava nos braços dele, coberta de barro, os gemidos escapando ao vento.

— Mais forte, mais! — gritava —. Me suja toda!

Elias a baixou de repente, encostou-a numa pedra lisa e se ajoelhou atrás. Ele afastou as pernas dela e lambeu a virilha enlameada, chupando, mordendo, sem se importar com a lama. Valentina gritava, se agarrava na pedra, o barro escorrendo pelas coxas dela. Depois, ele se colocou atrás e puxou ela pelo cabelo. — Quer sentir por trás, assim, escorregadia? — sussurrou. — Sim… me dá tudo! Ele penetrou ela devagar pelo cu, com a lama servindo de lubrificante natural, enquanto ela gemia desesperada, se abrindo mais, rebolando. — Adoro esse lugar! — gritou. — Tô tão tesuda que arde até a alma! Ele se movia com força, escorregadio, animal. Os corpos se chocavam enlameados, ofegando, grunhindo, até que Elías gozou dentro dela, segurando ela com força pela cintura. Os dois caíram exaustos na lama, rindo, encharcados, cheios de prazer e terra. — Você disse que isso era um esfoliante? — ofegou ela. — Sim — respondeu ele, beijando o pescoço dela —. E também… um portal pro inferno. — Então quero ficar morando nele.praia de nudismoO sol descia devagar sobre a costa. Valentina e Elías caminhavam de mãos dadas, cobertos de lama seca e prazer recente. Não precisavam falar. Seus corpos ainda vibravam. Mas agora, algo mais pulsava entre eles. Conexão. Obsessão. Fogo compartilhado.

Atravessaram a trilha até a área comum, onde um grupo de nudistas conversava relaxado sob os chuveiros abertos pendurados em uma pérgola de madeira. A água caía fresca, constante, entre corpos nus, risadas suaves e olhares curiosos.

Valentina entrou sem hesitar. ElĂ­as a seguiu.

O jato de água caiu sobre seus corpos, arrastando a lama, o sal e os restos do pecado. Ela jogou a cabeça para trás, fechando os olhos, deixando a água escorrer pelos peitos, pela barriga, entre as coxas ainda trêmulas.

Ele a observava. E nĂŁo conseguiu resistir.

— Me dá a última, Valen — sussurrou —. Na frente de todo mundo. Pra eles verem que você é minha.

Ela abriu os olhos. Sorriu.

— Então me come com força. Que eles vejam.

Beijou ele com raiva. Elías a empurrou contra a parede de pedra, debaixo do chuveiro. Levantou ela no colo e enfiou na buceta dela de uma vez, molhada, escorregadia, com força e desejo brutal.

Valentina soltou um gemido que fez todos os nudistas virarem para olhar.

Mas ninguém se chocou. Pelo contrário. Olhavam com sorrisos. Com desejo. Com respeito.

Ela cavalgava no ar, segura pelos braços dele, a água caindo constante sobre seus corpos ardentes. Seus gemidos eram música sobre o som da água.

— Me come mais forte! Me faz tua na frente do mundo!

— Já é — ele ofegou —. Eu juro, Valentina… amor e luxúria eternos. Não quero outra pele. Só a sua. Só esse fogo.

Ela o abraçou, gemendo, enquanto ele gozava dentro dela mais uma vez, tremendo, rugindo como um deus primitivo debaixo da chuva.

E então…

Os aplausos chegaram. Lentos, calorosos, de todos os nudistas ao redor. Celebrando o ato. A entrega. A liberdade sem vergonha.

Valentina sorria. Nua. Cheia. Amada. Suja de desejo e limpa de todo pudor. E ela soube que aquele não era só o fim de uma aventura… Mas o começo de uma vida inteira de prazer sem amarras.Relatos eroticos


gogida

0 comentários - 127📑Praia Nudista