Cada indivíduo, na sua própria adolescência, já viveu as primeiras experiências sexuais compartilhando com amigos ou primos da mesma idade, não vejo nada de errado nisso.
Eu tive a sorte de ter uma tia que me educou. Me chamo Antonio e a irmã da minha mãe, chamada Bri, é a primeira protagonista deste conto que tem um primeiro capítulo atrás, que convido a ler.
Naquele dia, a tia se esforçou muito para me dar a primeira lição de anatomia feminina e devo admitir que foi bem meticulosa. Quatro horas para me explicar como são os peitos, com o resultado de que fiquei exausto e sem uma gota de porra nos colhões!
Os dias passaram e, como já estava programado pela minha família, chegou a sexta-feira em que papai, mamãe e meus dois irmãos tinham que ir visitar meus avós fora da cidade.
Mamãe encarregou minha tia de me assistir durante o dia todo, e ela aceitou de bom grado, é claro!
"Bom dia, Antonio, parece que vamos passar o dia juntos"
e, complacente, piscou um olho para mim. "Tem deveres da escola?"
"Sim, tenho que ler os capítulos de ciências."
"Ahhh, muito interessante, Antonio. E qual é o assunto?"
"Anatomia humana e..." não deu tempo de terminar a frase, a tia me interrompeu.
"Antonio, você tem sorte, nesse assunto sou muito preparada, fecha os livros e vamos começar já com um laboratório de ciências. Hoje vou te descrever o órgão reprodutivo feminino da mulher. 'Tá pronto?"
A tia se colocou na minha frente e estava usando seu avental de sempre.
"Finge que tem um manequim que fala na sua frente, que sou eu, claro! Agora você vai tirar a roupa e depois seguir todas as instruções que o manequim te der!"
Imediatamente cumpri a primeira instrução. Tirei as alças do avental e deixei ele cair no chão.
A tia agora estava na minha frente seminua e usava uma roupa íntima branca semitransparente. O sutiã mal cobria dois peitos esculturais que eu tive o prazer de conhecer na Semana passada! A calcinha semitransparente deixava ver uma mata de pelo preto!
"Na parte de cima você pode notar os peitos que contêm as glândulas mamárias, prontas pra produzir leite. Pode tirar o sutiã." Tirei e fiquei ali, em total admiração, como quem admira a Mona Lisa de Leonardo da Vinci! Mas aqui é diferente, porque minha Mona fala comigo... "Tenta chupar um dos dois mamilos e faz sair o leite."
"Mas tia, não sai nada!"
"Muito bem, Antônio, não sai nada porque a produção só acontece quando a mulher já pariu. Neste momento, esses dois peitos lindos só têm a função de dar e receber prazer. Espero que você curta chupar meus mamilos!"
Que pergunta retórica! Como se não desse pra perceber meu prazer, eu tava no meio de uma ereção!
"Agora, com muito cuidado, você vai ter que tirar minha calcinha!"
Não escondo minha alegria misturada com medo e vergonha. Quem estava na minha frente não era uma colega de escola, uma da minha idade. Bri é irmã da minha mãe e, por mais liberal, aberta e sem escrúpulos que seja, pra mim ela era e continua sendo uma adulta, digna de todo meu respeito. Essas sensações e emoções me seguravam um pouco, mas a tia, acho que sabia disso. Na verdade, ela me dava todo o tempo do mundo, nunca me forçou. Pelo contrário, sabia como me soltar e tava sempre pronta pra me guiar nos movimentos, nos gestos e nas escolhas. A voz dela e o jeito de falar me ajudavam. Mas minha excitação era tanta que mal conseguia me controlar. Ao mesmo tempo, não queria decepcionar a tia, então me esforcei pra me segurar.
Muitas vezes a tia tinha me sugerido pra ter calma, fazer os movimentos devagar... Certos momentos devem ser aproveitados lentamente, e eu, naquele momento mágico, tava tirando o último obstáculo entre a buceta da minha tia e eu. Pego com um dedo a alça direita e vou descendo devagar, vejo os primeiros pelos pretos aparecendo. Depois passo pra borda esquerda, vou descendo e vejo toda a virilha se revelando. como uma densa campina de pelo escuro, desço ainda mais e vejo uma fenda... desço de novo e da rachadura sobram dois retalhos de pele um pouco mais escura. Esse detalhe da buceta da tia tinha chamado minha atenção, observava essas duas asas com admiração, e vi algo brilhar e um perfume que encheu minhas narinas, como aquela fragrância que se sente ao entrar numa padaria. A mensagem chegou direto ao cérebro e me disse: come, esse é o teu sanduíche...
"Querido Antônio, você está observando, e digo com modéstia, um exemplar único de buceta indígena local. Os dois pedaços de carne onde a fenda se abre são chamados de grandes lábios, são lindos, né? Parecem lábios de verdade? Esses lábios têm a tarefa de proteger o que está dentro. Sabe o que se esconde no interior?"
"Faço ideia não, tia, mas tô morrendo de vontade de saber!"
"Bom, vamos prosseguir. Te convido a tocar com os dedos as partes que vou descrevendo aos poucos. Lá dentro tem outros dois lábios, mais finos, chamados de 'pequenos lábios', que no meu caso, como você já notou, são particularmente largos e se estendem para fora dos grandes lábios."
"Tão aqui, tia?" Eu estava tocando aquela pele gostosa de tons escuros que se destacavam brilhantes...
Exato, e esse brilho é um fluido que minha buceta produz e tem um propósito específico que vou te explicar mais tarde. Por enquanto, você precisa saber que o líquido que sai de mim é provocado por um estímulo externo. Nesse caso, você é o autor! E esse fluido é para você, como se minha buceta estivesse falando: 'Valeu! Valeu pelas atenções que você tá me dando.' E se você prestar atenção, quanto mais você roça nas minhas partes, maior a quantidade de fluido que sai!!"
E de fato, meus dedos, enquanto massageavam o interior da buceta da minha tia, ficavam cada vez mais molhados. Dessa fenda fantástica saía um líquido transparente e viscoso que, com meus movimentos, ficava ainda mais grosso e branco. De vez em quando, eu levava os dedos à boca e provava o suco da tia! Quanto mais eu provava, mais gostava, sentia que viciava. Viu só? A buceta da Bri produz droga, a melhor droga do mundo!
Animado pelo consentimento da tia, assumi o controle e resolvi tomar a iniciativa. Com meus dedos continuando o movimento frenético dentro dela, minha boca alcançou um dos mamilos. Meu objetivo era fazer a tia gozar, melhor, fazê-la atingir o máximo de prazer. Por isso, eu ouvia atentamente cada som que saía da boca dela: os gemidos, a respiração, o batimento do coração... até os gritos. Quanto mais ela gozava, mais a buceta bombeava, jorrando jatos grossos para todo lado. Minha mão estava encharcada, meu braço lambuzado, meu peito sujo, tinha respingos até na minha testa!
"Tia, você é incontrolável" — a essa frase, mergulhei de cabeça na buceta dela! Enfiei o rosto entre as coxas dela, decidido a limpar todo aquele fluido, pronto para masturbá-la com meus lábios nos lábios da buceta dela, com a língua dentro do útero, com os dentes perseguindo o clitóris enorme dela!
Depois de meia hora, eu parecia um marinheiro encharcado no meio de uma tempestade, jogado pra lá e pra cá pelo balanço violento. das coxas da Bri. Atordoado com tanta energia e violência da natureza, decidi assumir uma posição mais firme. Precisava de um apoio mais seguro, mas não sabia como proceder, estava tudo besuntado pelos fluidos vaginais da tia que vinham em ondas, até que tomei uma decisão e, decidido como o capitão de um navio, peguei meu pauzão e enfiei tudo na voragem da Bri! Entrou tudo, entraram até as bolas! Num mar tempestuoso, o Capitão precisa enfrentar a força do mar com o impulso dos motores... e assim assumi o comando, montando meu mar com toda a força da minha vara poderosa que girava com velocidade e muita energia! A cada volta do motor, sentia o pistão batendo na cabeça e depois recuando para trás, e assim sucessivamente...
meu pistão descia nas profundezas da buceta da tia, batia no colo do útero e depois se retirava para preparar o próximo golpe. Só assim tive a sorte de prosseguir sem cair vítima do mar tempestuoso! E depois de uma hora de mar agitado, chegou o momento de dar o golpe final e abrir todas as válvulas e comportas do meu pau, a fim de inundar a sala de máquinas da tia. Colheradas de esperma acompanharam o clímax da tia, e ela me presenteou com aquele sorriso cúmplice de uma tia apaixonada pelo sobrinho!
Eu tive a sorte de ter uma tia que me educou. Me chamo Antonio e a irmã da minha mãe, chamada Bri, é a primeira protagonista deste conto que tem um primeiro capítulo atrás, que convido a ler.
Naquele dia, a tia se esforçou muito para me dar a primeira lição de anatomia feminina e devo admitir que foi bem meticulosa. Quatro horas para me explicar como são os peitos, com o resultado de que fiquei exausto e sem uma gota de porra nos colhões!
Os dias passaram e, como já estava programado pela minha família, chegou a sexta-feira em que papai, mamãe e meus dois irmãos tinham que ir visitar meus avós fora da cidade.
Mamãe encarregou minha tia de me assistir durante o dia todo, e ela aceitou de bom grado, é claro!
"Bom dia, Antonio, parece que vamos passar o dia juntos"
e, complacente, piscou um olho para mim. "Tem deveres da escola?"
"Sim, tenho que ler os capítulos de ciências."
"Ahhh, muito interessante, Antonio. E qual é o assunto?"
"Anatomia humana e..." não deu tempo de terminar a frase, a tia me interrompeu.
"Antonio, você tem sorte, nesse assunto sou muito preparada, fecha os livros e vamos começar já com um laboratório de ciências. Hoje vou te descrever o órgão reprodutivo feminino da mulher. 'Tá pronto?"
A tia se colocou na minha frente e estava usando seu avental de sempre.
"Finge que tem um manequim que fala na sua frente, que sou eu, claro! Agora você vai tirar a roupa e depois seguir todas as instruções que o manequim te der!"
Imediatamente cumpri a primeira instrução. Tirei as alças do avental e deixei ele cair no chão.
A tia agora estava na minha frente seminua e usava uma roupa íntima branca semitransparente. O sutiã mal cobria dois peitos esculturais que eu tive o prazer de conhecer na Semana passada! A calcinha semitransparente deixava ver uma mata de pelo preto!
"Na parte de cima você pode notar os peitos que contêm as glândulas mamárias, prontas pra produzir leite. Pode tirar o sutiã." Tirei e fiquei ali, em total admiração, como quem admira a Mona Lisa de Leonardo da Vinci! Mas aqui é diferente, porque minha Mona fala comigo... "Tenta chupar um dos dois mamilos e faz sair o leite."
"Mas tia, não sai nada!"
"Muito bem, Antônio, não sai nada porque a produção só acontece quando a mulher já pariu. Neste momento, esses dois peitos lindos só têm a função de dar e receber prazer. Espero que você curta chupar meus mamilos!"
Que pergunta retórica! Como se não desse pra perceber meu prazer, eu tava no meio de uma ereção!
"Agora, com muito cuidado, você vai ter que tirar minha calcinha!"
Não escondo minha alegria misturada com medo e vergonha. Quem estava na minha frente não era uma colega de escola, uma da minha idade. Bri é irmã da minha mãe e, por mais liberal, aberta e sem escrúpulos que seja, pra mim ela era e continua sendo uma adulta, digna de todo meu respeito. Essas sensações e emoções me seguravam um pouco, mas a tia, acho que sabia disso. Na verdade, ela me dava todo o tempo do mundo, nunca me forçou. Pelo contrário, sabia como me soltar e tava sempre pronta pra me guiar nos movimentos, nos gestos e nas escolhas. A voz dela e o jeito de falar me ajudavam. Mas minha excitação era tanta que mal conseguia me controlar. Ao mesmo tempo, não queria decepcionar a tia, então me esforcei pra me segurar.
Muitas vezes a tia tinha me sugerido pra ter calma, fazer os movimentos devagar... Certos momentos devem ser aproveitados lentamente, e eu, naquele momento mágico, tava tirando o último obstáculo entre a buceta da minha tia e eu. Pego com um dedo a alça direita e vou descendo devagar, vejo os primeiros pelos pretos aparecendo. Depois passo pra borda esquerda, vou descendo e vejo toda a virilha se revelando. como uma densa campina de pelo escuro, desço ainda mais e vejo uma fenda... desço de novo e da rachadura sobram dois retalhos de pele um pouco mais escura. Esse detalhe da buceta da tia tinha chamado minha atenção, observava essas duas asas com admiração, e vi algo brilhar e um perfume que encheu minhas narinas, como aquela fragrância que se sente ao entrar numa padaria. A mensagem chegou direto ao cérebro e me disse: come, esse é o teu sanduíche...
"Querido Antônio, você está observando, e digo com modéstia, um exemplar único de buceta indígena local. Os dois pedaços de carne onde a fenda se abre são chamados de grandes lábios, são lindos, né? Parecem lábios de verdade? Esses lábios têm a tarefa de proteger o que está dentro. Sabe o que se esconde no interior?"
"Faço ideia não, tia, mas tô morrendo de vontade de saber!"
"Bom, vamos prosseguir. Te convido a tocar com os dedos as partes que vou descrevendo aos poucos. Lá dentro tem outros dois lábios, mais finos, chamados de 'pequenos lábios', que no meu caso, como você já notou, são particularmente largos e se estendem para fora dos grandes lábios."
"Tão aqui, tia?" Eu estava tocando aquela pele gostosa de tons escuros que se destacavam brilhantes...
Exato, e esse brilho é um fluido que minha buceta produz e tem um propósito específico que vou te explicar mais tarde. Por enquanto, você precisa saber que o líquido que sai de mim é provocado por um estímulo externo. Nesse caso, você é o autor! E esse fluido é para você, como se minha buceta estivesse falando: 'Valeu! Valeu pelas atenções que você tá me dando.' E se você prestar atenção, quanto mais você roça nas minhas partes, maior a quantidade de fluido que sai!!"E de fato, meus dedos, enquanto massageavam o interior da buceta da minha tia, ficavam cada vez mais molhados. Dessa fenda fantástica saía um líquido transparente e viscoso que, com meus movimentos, ficava ainda mais grosso e branco. De vez em quando, eu levava os dedos à boca e provava o suco da tia! Quanto mais eu provava, mais gostava, sentia que viciava. Viu só? A buceta da Bri produz droga, a melhor droga do mundo!
Animado pelo consentimento da tia, assumi o controle e resolvi tomar a iniciativa. Com meus dedos continuando o movimento frenético dentro dela, minha boca alcançou um dos mamilos. Meu objetivo era fazer a tia gozar, melhor, fazê-la atingir o máximo de prazer. Por isso, eu ouvia atentamente cada som que saía da boca dela: os gemidos, a respiração, o batimento do coração... até os gritos. Quanto mais ela gozava, mais a buceta bombeava, jorrando jatos grossos para todo lado. Minha mão estava encharcada, meu braço lambuzado, meu peito sujo, tinha respingos até na minha testa!
"Tia, você é incontrolável" — a essa frase, mergulhei de cabeça na buceta dela! Enfiei o rosto entre as coxas dela, decidido a limpar todo aquele fluido, pronto para masturbá-la com meus lábios nos lábios da buceta dela, com a língua dentro do útero, com os dentes perseguindo o clitóris enorme dela!
Depois de meia hora, eu parecia um marinheiro encharcado no meio de uma tempestade, jogado pra lá e pra cá pelo balanço violento. das coxas da Bri. Atordoado com tanta energia e violência da natureza, decidi assumir uma posição mais firme. Precisava de um apoio mais seguro, mas não sabia como proceder, estava tudo besuntado pelos fluidos vaginais da tia que vinham em ondas, até que tomei uma decisão e, decidido como o capitão de um navio, peguei meu pauzão e enfiei tudo na voragem da Bri! Entrou tudo, entraram até as bolas! Num mar tempestuoso, o Capitão precisa enfrentar a força do mar com o impulso dos motores... e assim assumi o comando, montando meu mar com toda a força da minha vara poderosa que girava com velocidade e muita energia! A cada volta do motor, sentia o pistão batendo na cabeça e depois recuando para trás, e assim sucessivamente...
meu pistão descia nas profundezas da buceta da tia, batia no colo do útero e depois se retirava para preparar o próximo golpe. Só assim tive a sorte de prosseguir sem cair vítima do mar tempestuoso! E depois de uma hora de mar agitado, chegou o momento de dar o golpe final e abrir todas as válvulas e comportas do meu pau, a fim de inundar a sala de máquinas da tia. Colheradas de esperma acompanharam o clímax da tia, e ela me presenteou com aquele sorriso cúmplice de uma tia apaixonada pelo sobrinho!
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