Fala, pessoal! Desculpa a demora pra postar, tô meio ocupada. Mais ou menos em julho, uma prima minha adoeceu e internaram ela numa clínica perto da casa dela. Aí, como é normal, fui visitar pra ajudar ela a tomar banho, se vestir e fazer companhia. Visitei ela vários dias e ia embora umas 4 da tarde, nessa hora a luz do dia tava muito boa. Então nem me preocupava em acontecer algo ruim. Nos dias que eu visitava, os caras da equipe médica e os enfermeiros não tiravam os olhos de mim. Nesse dia em especial, eu vesti um vestido amarelo bonito, bem primaveril e bem curtinho, porque tava um calorão e ainda tava voltando de um café da manhã que tinha tomado com meu marido de manhã.
Todo mundo no hospital se oferecia pra me ajudar, até o médico da minha prima foi super cavalheiro. Quando entrou no quarto, ele me olhou e disse pra ela: "Você deve ser uma pessoa muito boa". Minha prima perguntou: "Por que, doutor?" E ele respondeu: "Porque um anjo veio te visitar". Fiquei morrendo de vergonha. Depois, já mais à vontade, ele me perguntou se eu já tinha feito um check-up geral. Falei que não, e ele ofereceu os serviços particulares dele, mas eu disse que não tinha dinheiro pra pagar. "Nada disso, moça, dinheiro é o de menos, o mais importante é sua saúde." Nada na atitude dele indicava nada além de interesse profissional, mas alguma coisa me fez ficar sem graça e, meio corada, falei que ia pensar. Quando o médico foi embora, minha prima disse: "Nossa, ele com certeza quer te dar um check-up geral, hahaha! Devia aproveitar, ele é bonitão", e caiu na risada. Eu ri junto, mas falei: "Você é maluca", e a gente se acabou de rir (Mas o doutor ia conseguir o que queria e realmente me faria aquele "check-up" geral no consultório dele, mas isso é outra história). Dessa vez, o tempo passou tão gostoso que nem vi as horas. Quando me toquei, já passava das 7:40 da noite e o sol tava se pondo. Me despedi, e minha prima me enrolou mais, pedindo pra eu buscar ela quando tivesse alta. Assim que saí do quarto dela, encontrei o médico, que me acompanhou até o elevador. Antes de eu entrar, ele disse: "Linda, te espero amanhã no meu consultório particular" e me deu o cartão dele. Era alto, olhos verdes de olhar penetrante, cabelo preto com um topete branco, mãos grandes. Mas dessa vez, o olhar dele me percorreu de cima a baixo. Falei: "Acho que não, doutor, não preciso de check-up por enquanto". Mas ele disse: "No dia que quiser, tô disponível pra te dar esse check-up". Chegou perto de mim e se despediu com um beijo no rosto. Sinceramente, isso me fez tremer toda e minha bucetinha começou a esquentar, hahaha. Meu marido não podia me buscar porque ele só sai do trabalho umas 9 horas e a gente só tem um carro, então fui saindo do hospital... Clínica na parada do ônibus. Tinha que atravessar uma faixa de pedestres pra chegar na parada, quando cheguei percebi que a iluminação era fraca, tinha pouca gente e por ser domingo tinha pouco trânsito e poucos caminhões. Percebi que os homens não tiravam os olhos de mim, especialmente das minhas pernas, porque o vestidinho era bem curto mesmo kkkk. Enquanto esperava o ônibus, olhei meu relógio e eram 8:45 da noite. Depois de esperar mais de 30 minutos pelo transporte, um homem se aproximou e me perguntou se passava por ali tal rota, e eu disse que não sabia porque não era daqui. Ele me perguntou de novo se eu estava há muito tempo esperando o ônibus, e eu disse que não. Então notei que ele era jovem, alto, de corpo forte, braços grossos, mas com uma barriguinha, barba de cavanhaque e boné de beisebol. Ele estava de camiseta azul manga curta e calça jeans. Desde que chegou, percebi que ele estava usando um perfume, um perfume que me lembrou muito uma pessoa: Meu primeiro namorado, o primeiro homem que me levou pra cama e tirou minha virgindade. Esse cheiro me marcou tanto que depois eu dei esse perfume pro meu marido, e assim, toda vez que ele me fazia amor, quando eu fechava os olhos, era meu ex, e não meu marido, quem me possuía. Talvez eu tenha me apaixonado por ele, e agora, muito tempo depois, ele ainda era meu dono. Tantas coisas vieram à minha mente, e naquele momento percebi que aquele homem tinha uma certa semelhança com meu ex, embora fisicamente não — meu ex tinha um corpaço e esse homem não, mas o cheiro dele! Me subjugou tanto que, sem perceber, enquanto conversávamos, ele estava me seduzindo, e isso seria prejudicial pra mim. Porque desde que senti aquele perfume, ele me fez dele. Então ele me disse, tirando dos meus pensamentos: "Me chamo Luis", e estendeu a mão. Eu o cumprimentei, e ele perguntou: "E você, como se chama?" "Regina", "Ah, que nome lindo, igual a você", e ficou me perguntando onde eu morava, onde trabalhava, etc. Toda vez que me perguntava algo, ele me elogiava, e a insistência dele arrancava de mim um sorriso de vez em quando. Ele me pareceu simpático, e não vi nada de Perigo em deixar ele puxar papo enquanto esperava meu transporte. Já tinha passado por isso antes, mas com um moleque de 17 anos. Como dizem que pareço ter 17, ele se animou a puxar conversa, mas quando descobriu que eu tinha 26, desanimou. Por isso não vi perigo em deixar ele puxar papo. Como eu estava enganada! Porque a proximidade dele e o perfume começaram a me atrair demais, e não sei se ele percebeu pelo jeito que eu olhava, porque aí ele tentou passar o braço pelo meu ombro pra me abraçar. Eu me desviei e afastei a mão dele: "Ei! Qual é o seu problema?" falei, e ele continuou com os elogios como se nada tivesse acontecido. "É que você é muito gostosa, não aguentei a tentação de te abraçar kkkkkkkkkk" e me perguntou se eu tinha namorado. "Sou casada", falei, esperando que essa resposta desanimasse ele, mas pelo contrário, ele disse: "Hummmmm, que bom! Já é uma garota com experiência nas delícias do amor. Que inveja do seu marido, que é o dono de um corpo desses!" Ele disse, me olhando de cima a baixo, e conseguiu me deixar mais nervosa do que eu já estava, me fazendo corar. Ele tentou me abraçar de novo, ou melhor, passar o braço por cima do meu ombro, e a insistência dele me pegou de surpresa, deixando ele fazer. Os elogios dele me faziam sentir lisonjeada, e ele era simpático, sei lá, talvez fosse o perfume dele, que me fez querer deixar ele fazer aquilo, imaginando que era meu ex. Afinal, não deixaria ir além. De repente, sem dizer nada, ele pegou minha mão com a mão esquerda e eu falei "Ei!" e ele passou por trás dele, segurando com a outra mão, de um jeito que parecia que eu estava abraçando ele, e então me segurou pela cintura com a outra mão pra me abraçar, colando meu corpo no dele. Quando ele fez isso, me apertou contra ele, e um arrepio percorreu meu corpo da cabeça aos pés. Ele pareceu notar, porque me apertou com força contra ele, e os braços fortes dele me imobilizaram, o que ele aproveitou pra me levar devagar pra debaixo de um telhado onde a pouca luz do poste nos deixava quase no escuro. Quando meu corpo ficou colado no dele... Consegui notar um volume que deixava evidente a ereção enorme dele, que começou a roçar na minha bucetinha por cima da saia, e meu sangue ferveu na hora. A boca dele ficou perto da minha, e o hálito quente junto com o perfume me embriagava. Por um momento, senti uma vontade incontrolável de beijá-lo, mas, como pude, desviei minha boca da dele enquanto soltava minha mão esquerda e dava um tapa leve nele, sem convicção, que mais parecia um carinho. A situação tava me excitando, e o tapa foi mais um reflexo do que um ato de resistência. Então ele tentou me beijar, mas consegui desviar, e ele só acertou minha bochecha. Ao sentir os lábios dele, meu corpo tremeu. Eu forcejava de leve, implorando pra ele me soltar, enquanto ele tentava pegar minha boca. De repente, ele me soltou, o que me surpreendeu, porque inconscientemente eu queria que ele continuasse tentando me beijar. A situação tava me agradando, e dessa vez meu corpo não reagiu pra se afastar dele. Enquanto ele ainda segurava minha mão, a proximidade dele me excitava cada vez mais, e meu corpo não tentou se distanciar. As outras pessoas que nos viam (e eram poucas) com certeza achavam que éramos namorados discutindo. Ele continuou falando coisas bonitas enquanto segurava minha mão, dizia que tinha inveja do homem que me despia pra me levar pra cama e curtia meu corpo, que ele queria ser esse homem, que ele me faria sentir mulher como ninguém nunca fez, que faria amor comigo como nunca, que se ele me fizesse sua, eu nunca o deixaria, e por aí vai. Eu ria de nervoso e falava: "Hahahahaha, nem se você tivesse tanta sorte assim!" E nisso, aproveitei um descuido leve dele pra me soltar e me afastar. Tava começando a gostar da situação, e isso era perigoso. Então, animado pela minha pouca resistência, ele me seguiu e se atreveu a me abraçar de novo pela cintura com uma mão. Isso me desconcertou, e eu não soube o que fazer enquanto ele continuava falando como se nada tivesse acontecido. O perfume dele continuava agindo nos meus sentidos sem que eu percebesse, e de repente ele se aproximou de mim. O ouvido pra me falar algo engraçado e me fazia rir sentir o hálito dele no meu ouvido me dando arrepios, tava conseguindo fazer com que o cheiro, o calor e a proximidade dele me agradassem, a ponto de, sem perceber, meu corpo grudar no dele instintivamente. Ele chegou perto do meu ouvido de novo e eu achei que ia falar mais alguma coisa, mas sem aviso nenhum a língua dele lambeu meu ouvido me fazendo tremer. Me soltei de novo, tomada por uma excitação intensa, tentava fugir, sabia que tava em perigo, mas meu corpo não conseguia se afastar muito dele e ele não desistia, sabia que tava ganhando terreno e não ia me deixar escapar. Ele me seguiu e agora me abraçou por trás, prendendo meus braços entre os dele, tentei afastar minha bunda do volume da ereção dele mas foi inútil porque ficou no meio das minhas nádegas, me senti totalmente indefesa a ponto de meus braços caírem inertes ao lado enquanto eu fechava os olhos tomada por uma excitação indescritível e ele aproveitou pra beijar e morder de leve meu pescoço, provocando uma série de arrepios no meu corpo que me fizeram, sem querer, empinar a bunda pra trás, parando pra sentir melhor aquele pau potente enquanto eu fechava os olhos... "Pois parece que vou ter a sorte de te levar pra cama, gostosa, e vou te meter todinho..." ele falou no meu ouvido, fazendo imagens eróticas de nós dois pelados e transando virem à minha mente, me enlouquecendo enquanto a língua dele entrava no meu ouvido de novo me arrepiando toda "Cê me agrada" ele disse enquanto minha respiração ficava cada vez mais ofegante "Não, não, me solta..." eu falei ofegante sem conseguir resistir "Que corpo lindo, cê é uma delícia, que pernas, que boca, que rabo tão gostoso e essa pinta..." sem saber, ele tocou no meu ponto fraco, meu corpo tremeu como nunca e ao ver ele percebeu que tinha acertado em cheio e continuou "Deve ser uma delícia chupar essa pinta, lamber, morder, enquanto eu tô por cima de você na cama e meto tudo até fazer você gritar..." era demais, Suas palavras me faziam imaginá-lo nu e sobre mim, a tal ponto que minha buceta escorria desejando aquela penetração, meu corpo cada vez mais reagia às suas carícias e palavras, eu estava perdendo a vontade, minhas mãos instintivamente se moveram para trás procurando a barriga dele para acariciar, estava me rendendo lentamente... Como pude, num último esforço de sanidade, me soltei e avancei daquela esquina para a outra, chegando a uma rua semi-escura tentando escapar, mas ele não estava disposto a me deixar ir, me seguiu como um predador atrás da presa, sabendo pelas minhas reações que eu estava me entregando, me alcançou e, puxando meu braço, me levou para aquela rua onde ficamos longe das pessoas na escuridão e me fez virar e me abraçou de frente, envolvendo meus braços com os dele, me deixando à total disposição dele, e nossas bocas ficaram perto de novo, quase roçando nossos lábios, e aquele desejo incontrolável de beijá-lo voltou mais forte do que nunca "Me solta, por favor" eu disse suplicante, cheia de medo diante do que se desencadeava dentro de mim "Me solta, eu te imploro!" eu disse entre gemidos, enquanto meus lábios instintivamente se aproximavam dos dele, entreabertos, saboreando o hálito dele, enquanto meus gemidos denunciavam a crescente excitação que já me dominava, então ele me olhou e disse "Mmmmmm, você gosta do que eu te faço sentir, com certeza quer que eu te beije, gostosa" ele disse olhando nos meus olhos e eu disse "Quem você pensa que é? É melhor me soltar..." eu disse tentando parecer desafiadora sem desviar o olhar, mas estava com medo do que ele me fazia sentir e ele disse "Sim, você tá se fazendo porque quer que eu te beije" "Faz isso e eu grito" eu disse, e em resposta ele deu uma gargalhada "¡¡¡Jajajajajajaja!!! Se quisesse ir embora já teria gritado, mas você gosta do que sente, putinha" ele disse enquanto me afastava mais das pessoas naquela rua, para uma calçada escura, para que as sombras nos cobrissem. Tirando uma mão, dei outro tapa nele, mas foi igual ao anterior, mais uma carícia para aquele Homem bruto. "Não me chama assim de novo, seu desgraçado", falei olhando nos olhos dele enquanto a boca dele se aproximava cada vez mais da minha, quase conseguia me beijar e o hálito dele queimava meus lábios. A boca dele estava quase na minha… A gente se olhou fixamente, o olhar dele tava cheio de desejo, de luxúria. Ele disse de novo: "Slut! Não adianta negar! Você tem um olhar de cachorra! Desde que cheguei perto de você, dá pra ver que você gosta de pau! Com certeza você tá molhada!" Ele falava me fazendo tremer, e aí aproveitou pra buscar minha boca e quase conseguiu, os lábios dele roçaram os meus, fazendo meu coelhinho molhar ainda mais a calcinha fio dental e pulsar igual louca. Consegui desviar, mas ele beijou o canto dos meus lábios. Aquele roçado me sacudiu de novo porque na minha mente voltaram as imagens de quando meu ex me comeu, se misturando com as que esse homem me fez imaginar, e sem saber, graças ao perfume dele, eu já tava perdida, mas ainda não tinha percebido. Eu tremia nos braços dele toda vez que a boca dele buscava a minha, e ele, percebendo isso, buscava mais e mais meus lábios enquanto eu tentava evitar o inevitável. Ele me tinha dominada, e era questão de tempo até conseguir tomar minha boca. Naquele lugar escuro, longe dos olhares, ele continuava tentando me beijar, cada vez mais perto da minha boca. Quando me apoiei na parede, não dava pra jogar a cabeça pra trás, só virar de lado, e a cada virada os lábios dele quase tomavam minha boca, além de esfregar o volume dele no meu coelhinho encharcado, me levando à loucura. Como dava, ainda com um pouco de sanidade, eu evitava a boca dele, só conseguia virar a cabeça, e toda vez que virava, ele roçava meus lábios, beijava os cantos, conseguia roçar cada vez mais meus lábios. Quando eu virava o rosto pra evitar os beijos dele, ele ofegava desesperado pra tomar meus lábios, e minha respiração era quase gemidos. "SE DEIXA BEIJAR, SLUT, SE DEIXA! DE QUALQUER JEITO VOU TE COMER! DE QUALQUER JEITO VOCÊ VAI SER MINHA, ENTÃO SE DEIXA BEIJAR, SLUT!" Ele falava desesperado pra dominar o pouco que me restava. vontade —Não, me deixa, por favor! — implorei de novo, sentindo meu sangue ferver. —HEHEHEHEHE, SUA BOCA DIZ QUE NÃO, VADIA, MAS SEU CORPO DIZ QUE SIM, QUE VOCÊ GOSTA! — e ele tinha razão, minha boca implorava, mas meu corpo não reagia pra se defender, pelo contrário, percebi que quanto mais eu pedia, mais minha excitação aumentava ao me sentir submissa, violada, me sentia indefesa nas mãos de um animal e isso me esquentava mais e mais cada vez que eu implorava e não tinha resposta, sentia a pele dele queimando no contato com a minha, ele tentava me beijar sabendo que se conseguisse me teria à mercê dele, até na ansiedade dele ele esticou a língua tentando alcançar meus lábios e conseguiu em parte quando virei a cabeça tentando evitar aquele contato, a língua dele lambeu meus lábios que involuntariamente se entreabriram ao sentir aquele roçar ardente, as mãos dele no escuro seguravam minha cintura, as minhas tentavam se soltar, mas pareciam mais acariciar a barriga dele e ao perceber isso e não conseguir beijar minha boca, ele beijava e lambia meu pescoço desesperado, mordeu meu pescoço e um arrepio me percorreu de cima a baixo e um gemido escapou dos meus lábios sem que eu pudesse evitar —AAAAHHHH, NÃOOO, AAAAAHHHHHHHH!!!! — Então, animado pelos meus suspiros e gemidos, ele abriu minha jaqueta que eu usava por cima do vestido um pouco e lambia meu peito até onde o vestido deixava, enquanto, animado pela escuridão, se atreveu a enfiar os dedos no meio da minha bunda por cima da saia —AAAAHHHH, NÃOOOO, NÃO, AAAAHHHH!!!! — gemi e naquele momento me senti perdida, submissa, dominada totalmente, minha respiração estava desesperada, meu coração batia descontrolado diante do ataque dele que me havia subjugado e minha resistência estava se dissipando totalmente... Então, ao ver que meu corpo não forcejava mais, ele afrouxou o abraço e meus braços o envolveram sem que eu pudesse evitar, ele tinha vencido, meu corpo e minha vontade eram dele e eu desejava ser possuída. Nisso, meu transporte chegou, daquela rua escura eu vi, mas não reagi pra Me soltar, vi ele, mas já não me importava com nada, tava com tesão, louca por mais putaria daquele macho bestial e, em vez de me afastar, mordi e beijei o pescoço dele, ofegando perdidamente de tesão. Aí a mão dele agarrou minha bunda inteira enquanto ele disse: "Já chegou seu transporte. Quer ir embora, mamacita? Ou quer que eu continue te enchendo de tesão?" Não respondi, só abaixei a cabeça, enfiando no peito dele, enquanto continuava ofegando, toda excitada e tremendo da cabeça aos pés de tanto tesão que esse animal me deu. Aí o pessoal subiu e o ônibus foi embora, deixando a gente sozinho, me deixando à mercê dele, já eram 9:20 da noite. Ele tinha me provocado até quebrar minha resistência. Então segurou meu queixo, levantou meu rosto e me encarou bem nos olhos, onde pôde ler meu tesão. Quando vi, percebi que era totalmente dele. O olhar dele, de um garanhão prestes a copular, me fez perceber que, a partir daquele momento, eu era escrava dele. E foi aí que ele finalmente realizou o desejo dele: me beijou… e eu correspondi com paixão desenfreada. Então o homem, sem me soltar, me levou pra debaixo da ponte, onde tava mais escuro, me encostou na coluna e, enquanto os braços dele me seguravam firme pela cintura, agora sim, a boca dele continuou tomando conta da minha, enfiando a língua num beijo longo e quente, onde nossas línguas se entrelaçaram. Um beijo que me mostrou, se ainda restava alguma dúvida, que eu já era dele e tava completamente à disposição dele.
Enquanto me beijava, levantou meu vestido deixando minha bunda e minha calcinha fio dental no ar, sentindo aquele frio nas minhas nádegas quentes e na minha buceta que estava fervendo, enquanto ele, com as mãos, apertava minha bunda e a amassava. Continua...
Todo mundo no hospital se oferecia pra me ajudar, até o médico da minha prima foi super cavalheiro. Quando entrou no quarto, ele me olhou e disse pra ela: "Você deve ser uma pessoa muito boa". Minha prima perguntou: "Por que, doutor?" E ele respondeu: "Porque um anjo veio te visitar". Fiquei morrendo de vergonha. Depois, já mais à vontade, ele me perguntou se eu já tinha feito um check-up geral. Falei que não, e ele ofereceu os serviços particulares dele, mas eu disse que não tinha dinheiro pra pagar. "Nada disso, moça, dinheiro é o de menos, o mais importante é sua saúde." Nada na atitude dele indicava nada além de interesse profissional, mas alguma coisa me fez ficar sem graça e, meio corada, falei que ia pensar. Quando o médico foi embora, minha prima disse: "Nossa, ele com certeza quer te dar um check-up geral, hahaha! Devia aproveitar, ele é bonitão", e caiu na risada. Eu ri junto, mas falei: "Você é maluca", e a gente se acabou de rir (Mas o doutor ia conseguir o que queria e realmente me faria aquele "check-up" geral no consultório dele, mas isso é outra história). Dessa vez, o tempo passou tão gostoso que nem vi as horas. Quando me toquei, já passava das 7:40 da noite e o sol tava se pondo. Me despedi, e minha prima me enrolou mais, pedindo pra eu buscar ela quando tivesse alta. Assim que saí do quarto dela, encontrei o médico, que me acompanhou até o elevador. Antes de eu entrar, ele disse: "Linda, te espero amanhã no meu consultório particular" e me deu o cartão dele. Era alto, olhos verdes de olhar penetrante, cabelo preto com um topete branco, mãos grandes. Mas dessa vez, o olhar dele me percorreu de cima a baixo. Falei: "Acho que não, doutor, não preciso de check-up por enquanto". Mas ele disse: "No dia que quiser, tô disponível pra te dar esse check-up". Chegou perto de mim e se despediu com um beijo no rosto. Sinceramente, isso me fez tremer toda e minha bucetinha começou a esquentar, hahaha. Meu marido não podia me buscar porque ele só sai do trabalho umas 9 horas e a gente só tem um carro, então fui saindo do hospital... Clínica na parada do ônibus. Tinha que atravessar uma faixa de pedestres pra chegar na parada, quando cheguei percebi que a iluminação era fraca, tinha pouca gente e por ser domingo tinha pouco trânsito e poucos caminhões. Percebi que os homens não tiravam os olhos de mim, especialmente das minhas pernas, porque o vestidinho era bem curto mesmo kkkk. Enquanto esperava o ônibus, olhei meu relógio e eram 8:45 da noite. Depois de esperar mais de 30 minutos pelo transporte, um homem se aproximou e me perguntou se passava por ali tal rota, e eu disse que não sabia porque não era daqui. Ele me perguntou de novo se eu estava há muito tempo esperando o ônibus, e eu disse que não. Então notei que ele era jovem, alto, de corpo forte, braços grossos, mas com uma barriguinha, barba de cavanhaque e boné de beisebol. Ele estava de camiseta azul manga curta e calça jeans. Desde que chegou, percebi que ele estava usando um perfume, um perfume que me lembrou muito uma pessoa: Meu primeiro namorado, o primeiro homem que me levou pra cama e tirou minha virgindade. Esse cheiro me marcou tanto que depois eu dei esse perfume pro meu marido, e assim, toda vez que ele me fazia amor, quando eu fechava os olhos, era meu ex, e não meu marido, quem me possuía. Talvez eu tenha me apaixonado por ele, e agora, muito tempo depois, ele ainda era meu dono. Tantas coisas vieram à minha mente, e naquele momento percebi que aquele homem tinha uma certa semelhança com meu ex, embora fisicamente não — meu ex tinha um corpaço e esse homem não, mas o cheiro dele! Me subjugou tanto que, sem perceber, enquanto conversávamos, ele estava me seduzindo, e isso seria prejudicial pra mim. Porque desde que senti aquele perfume, ele me fez dele. Então ele me disse, tirando dos meus pensamentos: "Me chamo Luis", e estendeu a mão. Eu o cumprimentei, e ele perguntou: "E você, como se chama?" "Regina", "Ah, que nome lindo, igual a você", e ficou me perguntando onde eu morava, onde trabalhava, etc. Toda vez que me perguntava algo, ele me elogiava, e a insistência dele arrancava de mim um sorriso de vez em quando. Ele me pareceu simpático, e não vi nada de Perigo em deixar ele puxar papo enquanto esperava meu transporte. Já tinha passado por isso antes, mas com um moleque de 17 anos. Como dizem que pareço ter 17, ele se animou a puxar conversa, mas quando descobriu que eu tinha 26, desanimou. Por isso não vi perigo em deixar ele puxar papo. Como eu estava enganada! Porque a proximidade dele e o perfume começaram a me atrair demais, e não sei se ele percebeu pelo jeito que eu olhava, porque aí ele tentou passar o braço pelo meu ombro pra me abraçar. Eu me desviei e afastei a mão dele: "Ei! Qual é o seu problema?" falei, e ele continuou com os elogios como se nada tivesse acontecido. "É que você é muito gostosa, não aguentei a tentação de te abraçar kkkkkkkkkk" e me perguntou se eu tinha namorado. "Sou casada", falei, esperando que essa resposta desanimasse ele, mas pelo contrário, ele disse: "Hummmmm, que bom! Já é uma garota com experiência nas delícias do amor. Que inveja do seu marido, que é o dono de um corpo desses!" Ele disse, me olhando de cima a baixo, e conseguiu me deixar mais nervosa do que eu já estava, me fazendo corar. Ele tentou me abraçar de novo, ou melhor, passar o braço por cima do meu ombro, e a insistência dele me pegou de surpresa, deixando ele fazer. Os elogios dele me faziam sentir lisonjeada, e ele era simpático, sei lá, talvez fosse o perfume dele, que me fez querer deixar ele fazer aquilo, imaginando que era meu ex. Afinal, não deixaria ir além. De repente, sem dizer nada, ele pegou minha mão com a mão esquerda e eu falei "Ei!" e ele passou por trás dele, segurando com a outra mão, de um jeito que parecia que eu estava abraçando ele, e então me segurou pela cintura com a outra mão pra me abraçar, colando meu corpo no dele. Quando ele fez isso, me apertou contra ele, e um arrepio percorreu meu corpo da cabeça aos pés. Ele pareceu notar, porque me apertou com força contra ele, e os braços fortes dele me imobilizaram, o que ele aproveitou pra me levar devagar pra debaixo de um telhado onde a pouca luz do poste nos deixava quase no escuro. Quando meu corpo ficou colado no dele... Consegui notar um volume que deixava evidente a ereção enorme dele, que começou a roçar na minha bucetinha por cima da saia, e meu sangue ferveu na hora. A boca dele ficou perto da minha, e o hálito quente junto com o perfume me embriagava. Por um momento, senti uma vontade incontrolável de beijá-lo, mas, como pude, desviei minha boca da dele enquanto soltava minha mão esquerda e dava um tapa leve nele, sem convicção, que mais parecia um carinho. A situação tava me excitando, e o tapa foi mais um reflexo do que um ato de resistência. Então ele tentou me beijar, mas consegui desviar, e ele só acertou minha bochecha. Ao sentir os lábios dele, meu corpo tremeu. Eu forcejava de leve, implorando pra ele me soltar, enquanto ele tentava pegar minha boca. De repente, ele me soltou, o que me surpreendeu, porque inconscientemente eu queria que ele continuasse tentando me beijar. A situação tava me agradando, e dessa vez meu corpo não reagiu pra se afastar dele. Enquanto ele ainda segurava minha mão, a proximidade dele me excitava cada vez mais, e meu corpo não tentou se distanciar. As outras pessoas que nos viam (e eram poucas) com certeza achavam que éramos namorados discutindo. Ele continuou falando coisas bonitas enquanto segurava minha mão, dizia que tinha inveja do homem que me despia pra me levar pra cama e curtia meu corpo, que ele queria ser esse homem, que ele me faria sentir mulher como ninguém nunca fez, que faria amor comigo como nunca, que se ele me fizesse sua, eu nunca o deixaria, e por aí vai. Eu ria de nervoso e falava: "Hahahahaha, nem se você tivesse tanta sorte assim!" E nisso, aproveitei um descuido leve dele pra me soltar e me afastar. Tava começando a gostar da situação, e isso era perigoso. Então, animado pela minha pouca resistência, ele me seguiu e se atreveu a me abraçar de novo pela cintura com uma mão. Isso me desconcertou, e eu não soube o que fazer enquanto ele continuava falando como se nada tivesse acontecido. O perfume dele continuava agindo nos meus sentidos sem que eu percebesse, e de repente ele se aproximou de mim. O ouvido pra me falar algo engraçado e me fazia rir sentir o hálito dele no meu ouvido me dando arrepios, tava conseguindo fazer com que o cheiro, o calor e a proximidade dele me agradassem, a ponto de, sem perceber, meu corpo grudar no dele instintivamente. Ele chegou perto do meu ouvido de novo e eu achei que ia falar mais alguma coisa, mas sem aviso nenhum a língua dele lambeu meu ouvido me fazendo tremer. Me soltei de novo, tomada por uma excitação intensa, tentava fugir, sabia que tava em perigo, mas meu corpo não conseguia se afastar muito dele e ele não desistia, sabia que tava ganhando terreno e não ia me deixar escapar. Ele me seguiu e agora me abraçou por trás, prendendo meus braços entre os dele, tentei afastar minha bunda do volume da ereção dele mas foi inútil porque ficou no meio das minhas nádegas, me senti totalmente indefesa a ponto de meus braços caírem inertes ao lado enquanto eu fechava os olhos tomada por uma excitação indescritível e ele aproveitou pra beijar e morder de leve meu pescoço, provocando uma série de arrepios no meu corpo que me fizeram, sem querer, empinar a bunda pra trás, parando pra sentir melhor aquele pau potente enquanto eu fechava os olhos... "Pois parece que vou ter a sorte de te levar pra cama, gostosa, e vou te meter todinho..." ele falou no meu ouvido, fazendo imagens eróticas de nós dois pelados e transando virem à minha mente, me enlouquecendo enquanto a língua dele entrava no meu ouvido de novo me arrepiando toda "Cê me agrada" ele disse enquanto minha respiração ficava cada vez mais ofegante "Não, não, me solta..." eu falei ofegante sem conseguir resistir "Que corpo lindo, cê é uma delícia, que pernas, que boca, que rabo tão gostoso e essa pinta..." sem saber, ele tocou no meu ponto fraco, meu corpo tremeu como nunca e ao ver ele percebeu que tinha acertado em cheio e continuou "Deve ser uma delícia chupar essa pinta, lamber, morder, enquanto eu tô por cima de você na cama e meto tudo até fazer você gritar..." era demais, Suas palavras me faziam imaginá-lo nu e sobre mim, a tal ponto que minha buceta escorria desejando aquela penetração, meu corpo cada vez mais reagia às suas carícias e palavras, eu estava perdendo a vontade, minhas mãos instintivamente se moveram para trás procurando a barriga dele para acariciar, estava me rendendo lentamente... Como pude, num último esforço de sanidade, me soltei e avancei daquela esquina para a outra, chegando a uma rua semi-escura tentando escapar, mas ele não estava disposto a me deixar ir, me seguiu como um predador atrás da presa, sabendo pelas minhas reações que eu estava me entregando, me alcançou e, puxando meu braço, me levou para aquela rua onde ficamos longe das pessoas na escuridão e me fez virar e me abraçou de frente, envolvendo meus braços com os dele, me deixando à total disposição dele, e nossas bocas ficaram perto de novo, quase roçando nossos lábios, e aquele desejo incontrolável de beijá-lo voltou mais forte do que nunca "Me solta, por favor" eu disse suplicante, cheia de medo diante do que se desencadeava dentro de mim "Me solta, eu te imploro!" eu disse entre gemidos, enquanto meus lábios instintivamente se aproximavam dos dele, entreabertos, saboreando o hálito dele, enquanto meus gemidos denunciavam a crescente excitação que já me dominava, então ele me olhou e disse "Mmmmmm, você gosta do que eu te faço sentir, com certeza quer que eu te beije, gostosa" ele disse olhando nos meus olhos e eu disse "Quem você pensa que é? É melhor me soltar..." eu disse tentando parecer desafiadora sem desviar o olhar, mas estava com medo do que ele me fazia sentir e ele disse "Sim, você tá se fazendo porque quer que eu te beije" "Faz isso e eu grito" eu disse, e em resposta ele deu uma gargalhada "¡¡¡Jajajajajajaja!!! Se quisesse ir embora já teria gritado, mas você gosta do que sente, putinha" ele disse enquanto me afastava mais das pessoas naquela rua, para uma calçada escura, para que as sombras nos cobrissem. Tirando uma mão, dei outro tapa nele, mas foi igual ao anterior, mais uma carícia para aquele Homem bruto. "Não me chama assim de novo, seu desgraçado", falei olhando nos olhos dele enquanto a boca dele se aproximava cada vez mais da minha, quase conseguia me beijar e o hálito dele queimava meus lábios. A boca dele estava quase na minha… A gente se olhou fixamente, o olhar dele tava cheio de desejo, de luxúria. Ele disse de novo: "Slut! Não adianta negar! Você tem um olhar de cachorra! Desde que cheguei perto de você, dá pra ver que você gosta de pau! Com certeza você tá molhada!" Ele falava me fazendo tremer, e aí aproveitou pra buscar minha boca e quase conseguiu, os lábios dele roçaram os meus, fazendo meu coelhinho molhar ainda mais a calcinha fio dental e pulsar igual louca. Consegui desviar, mas ele beijou o canto dos meus lábios. Aquele roçado me sacudiu de novo porque na minha mente voltaram as imagens de quando meu ex me comeu, se misturando com as que esse homem me fez imaginar, e sem saber, graças ao perfume dele, eu já tava perdida, mas ainda não tinha percebido. Eu tremia nos braços dele toda vez que a boca dele buscava a minha, e ele, percebendo isso, buscava mais e mais meus lábios enquanto eu tentava evitar o inevitável. Ele me tinha dominada, e era questão de tempo até conseguir tomar minha boca. Naquele lugar escuro, longe dos olhares, ele continuava tentando me beijar, cada vez mais perto da minha boca. Quando me apoiei na parede, não dava pra jogar a cabeça pra trás, só virar de lado, e a cada virada os lábios dele quase tomavam minha boca, além de esfregar o volume dele no meu coelhinho encharcado, me levando à loucura. Como dava, ainda com um pouco de sanidade, eu evitava a boca dele, só conseguia virar a cabeça, e toda vez que virava, ele roçava meus lábios, beijava os cantos, conseguia roçar cada vez mais meus lábios. Quando eu virava o rosto pra evitar os beijos dele, ele ofegava desesperado pra tomar meus lábios, e minha respiração era quase gemidos. "SE DEIXA BEIJAR, SLUT, SE DEIXA! DE QUALQUER JEITO VOU TE COMER! DE QUALQUER JEITO VOCÊ VAI SER MINHA, ENTÃO SE DEIXA BEIJAR, SLUT!" Ele falava desesperado pra dominar o pouco que me restava. vontade —Não, me deixa, por favor! — implorei de novo, sentindo meu sangue ferver. —HEHEHEHEHE, SUA BOCA DIZ QUE NÃO, VADIA, MAS SEU CORPO DIZ QUE SIM, QUE VOCÊ GOSTA! — e ele tinha razão, minha boca implorava, mas meu corpo não reagia pra se defender, pelo contrário, percebi que quanto mais eu pedia, mais minha excitação aumentava ao me sentir submissa, violada, me sentia indefesa nas mãos de um animal e isso me esquentava mais e mais cada vez que eu implorava e não tinha resposta, sentia a pele dele queimando no contato com a minha, ele tentava me beijar sabendo que se conseguisse me teria à mercê dele, até na ansiedade dele ele esticou a língua tentando alcançar meus lábios e conseguiu em parte quando virei a cabeça tentando evitar aquele contato, a língua dele lambeu meus lábios que involuntariamente se entreabriram ao sentir aquele roçar ardente, as mãos dele no escuro seguravam minha cintura, as minhas tentavam se soltar, mas pareciam mais acariciar a barriga dele e ao perceber isso e não conseguir beijar minha boca, ele beijava e lambia meu pescoço desesperado, mordeu meu pescoço e um arrepio me percorreu de cima a baixo e um gemido escapou dos meus lábios sem que eu pudesse evitar —AAAAHHHH, NÃOOO, AAAAAHHHHHHHH!!!! — Então, animado pelos meus suspiros e gemidos, ele abriu minha jaqueta que eu usava por cima do vestido um pouco e lambia meu peito até onde o vestido deixava, enquanto, animado pela escuridão, se atreveu a enfiar os dedos no meio da minha bunda por cima da saia —AAAAHHHH, NÃOOOO, NÃO, AAAAHHHH!!!! — gemi e naquele momento me senti perdida, submissa, dominada totalmente, minha respiração estava desesperada, meu coração batia descontrolado diante do ataque dele que me havia subjugado e minha resistência estava se dissipando totalmente... Então, ao ver que meu corpo não forcejava mais, ele afrouxou o abraço e meus braços o envolveram sem que eu pudesse evitar, ele tinha vencido, meu corpo e minha vontade eram dele e eu desejava ser possuída. Nisso, meu transporte chegou, daquela rua escura eu vi, mas não reagi pra Me soltar, vi ele, mas já não me importava com nada, tava com tesão, louca por mais putaria daquele macho bestial e, em vez de me afastar, mordi e beijei o pescoço dele, ofegando perdidamente de tesão. Aí a mão dele agarrou minha bunda inteira enquanto ele disse: "Já chegou seu transporte. Quer ir embora, mamacita? Ou quer que eu continue te enchendo de tesão?" Não respondi, só abaixei a cabeça, enfiando no peito dele, enquanto continuava ofegando, toda excitada e tremendo da cabeça aos pés de tanto tesão que esse animal me deu. Aí o pessoal subiu e o ônibus foi embora, deixando a gente sozinho, me deixando à mercê dele, já eram 9:20 da noite. Ele tinha me provocado até quebrar minha resistência. Então segurou meu queixo, levantou meu rosto e me encarou bem nos olhos, onde pôde ler meu tesão. Quando vi, percebi que era totalmente dele. O olhar dele, de um garanhão prestes a copular, me fez perceber que, a partir daquele momento, eu era escrava dele. E foi aí que ele finalmente realizou o desejo dele: me beijou… e eu correspondi com paixão desenfreada. Então o homem, sem me soltar, me levou pra debaixo da ponte, onde tava mais escuro, me encostou na coluna e, enquanto os braços dele me seguravam firme pela cintura, agora sim, a boca dele continuou tomando conta da minha, enfiando a língua num beijo longo e quente, onde nossas línguas se entrelaçaram. Um beijo que me mostrou, se ainda restava alguma dúvida, que eu já era dele e tava completamente à disposição dele.
Enquanto me beijava, levantou meu vestido deixando minha bunda e minha calcinha fio dental no ar, sentindo aquele frio nas minhas nádegas quentes e na minha buceta que estava fervendo, enquanto ele, com as mãos, apertava minha bunda e a amassava. Continua...
1 comentários - Um macho me seduz e me faz sua