Os tarados do meu marido não têm limites

Pra ir no restaurante, vesti um vestido vermelho intenso com decote generoso, sem sutiã e uns 15 centímetros acima do joelho. Coloquei no pé a pulseira com o pingente de coração preto que comprei no dia em que cometi minha primeira traição e usava quando me sentia muito puta.
–Não sei se você se vestiu deTradução: "esposa gostosa— a vadia, que no caso é a mesma coisa – disse ele ao me abraçar por trás, apertando um peito em cada mão e beijando meu pescoço.
— Espera, agora é sua vez de mexer o mingau, a roupa é pra poder escolher quem vou ordenhar… – falei, me afastando do Miguel.
— Beleza, vamos sair – ordenou ele, colocando o casaco sobre meus ombros.

Ao chegar no restaurante, fomos recebidos e Miguel perguntou onde queríamos sentar. Escolhi uma mesa perto de um grupo grande, com mais de uma dúzia de homens comemorando alguma coisa. Sentei de frente pro grupo e meu marido ao lado. Ao me sentar, inclinei o corpo o suficiente pra destacar a queda dos meus peitos e o decote provocante. A manobra foi um sucesso, porque de repente diminuiu a fofoca do grupo: quem me via calava na hora, e quem estava de costas percebia os outros quietos me admirando. “Vadia…”, sussurrou Miguel, percebendo meu truque. Uma parte dos que estavam de costas virou pra ver o que chamava a atenção dos outros clientes. Um deles até fez um sinal com as duas mãos, com as palmas meio encolhidas pra dentro, pra avisar quem não tinha visto minha manobra sobre o tamanho dos meus peitos.

Pedimos uns martinis pra começar e um prato “especialidade da casa”. Como se nada tivesse acontecido, um homem, uns cinco anos mais novo que eu, me chamou a atenção.Os tarados do meu marido não têm limites— Acho que já escolhi quem vai escorregar em mim, porque tô me molhando toda. Não olha agora – avisei meu marido sem desviar o olhar do candidato.
— Como você pretende abordar ele? – perguntou Miguel.
— Eu?! – exclamei colocando a mão no peito – Não sou uma puta. É ele quem tem que vir, pede mais bebidas. Mas fala pro garçom pra ser só “dosezinha” pra parecer que você tá ficando bêbado.
— Puta… – meu marido repetiu.

Os convidados foram indo embora aos poucos, assim que o aniversariante saiu, até sobrarem quatro. Miguel fez a maior palhaçada fingindo que tava bebendo demais. O jovem e eu ficávamos nos olhando sem parar e trocando sorrisos. Miguel levantou pra ir ao banheiro, obviamente a bexiga tava cheia. Aproveitei pra retribuir o gesto do escolhido quando ele ergueu o copo como se estivesse fazendo um brinde pra mim. Mas ele não aproveitou a chance pra vir me abordar.

Meu marido voltou quando os três caras que restavam estavam se despedindo. “Você vai ter que me ajudar com o pacote”, falei pro meu esposo, que fez cara de estranho, e pedi a conta, mostrando meu cartão pro garçom. “Você vai escorregar em cima da mesa.” Eu não parava de olhar pra minha presa e sorrir, e fiz um gesto de desaprovação inclinando a cabeça pro lado do meu marido, mas olhando pro jovem, que entendeu que era a vez dele intervir quando meu marido “escorregou” ao se levantar pra pegar a carteira.
— Cuidado! – gritei, e o jovem se aproximou pra ajudar o garçom a sentar meu marido.

Assim que a calma voltou, os dois amigos dele chegaram perguntando se ele não queria uma carona. Eu olhei pra ele franzindo a testa e balancei a cabeça negativamente, e ele entendeu na hora. “Não, valeu, vou sozinho” – falou pra eles, que entenderam, deram um sorriso cúmplice e se despediram.
— Pelo visto você não tá de carro, não te atrapalha ficar? – perguntei com sarcasmo, olhando na cara dele.
— Óbvio que não – respondeu, de pé na minha frente enquanto eu tava sentada, passando descaradamente o olho no meu peito.
—Já que fecharam a conta, quer tomar algo? —convido.
—Não, obrigado, prefiro ficar sóbrio —disse, olhando pro meu marido.
—Quem dera meu marido entendesse isso, vou ficar toda excitada de novo —falei no ouvido dele.
—Vamos embora —disse meu marido, fingindo a voz pastosa, me entregando o comprovante do carro ao se levantar e cambaleando.
Nós dois ajudamos meu marido a subir no carro.
—Você me caiu bem, como se chama? —perguntou Miguel.
—José Carlos Narváez, senhor —respondeu solícito.
—Nada de "senhor", vamos nos tratar por tu, Pepe! —exigiu meu marido—. Tudo bem se eu te chamar de Pepe?
—Claro, é assim que meus amigos me chamam —concordou antes de fazer o movimento pra fechar a porta.
—Ainda não terminei! —gritou meu marido, segurando a porta—. Eu sou Miguel, e essa gostosa é minha esposa Glória.
—Muito prazer —disse, estendendo a mão, que meu marido segurou e só soltou quando decidiram continuar em casa.
—Vai com a gente pra continuar em casa? —perguntou Miguel, e eu fiz um sinal afirmativo pra ele quando virou pra me olhar antes de responder.
—Se sua esposa não se incomodar, vou com vocês com prazer —respondeu José, animado.
—Não te incomoda, né, meu amor? —perguntou, virando pra mim e piscando um olho.
—Não, como você quiser, parece ser muito boa pessoa —respondi, sorrindo.
Pepe entrou atrás depois de fechar a porta pro meu marido. Chegamos rápido em casa. Miguel entrou ajudado por nós dois e sentou no sofá. Fui pra cozinha fazer café. Apontei o banheiro pro José lavar as mãos, e eu lavei as minhas na pia da cozinha. Quando José saiu, levei duas xícaras de café.
—Café? Convidei o Pepe pra continuar, serve conhaque pra gente, nos trata bem —disse Miguel.
Servi duas doses de conhaque e entreguei pra eles, pegando uma das xícaras de café e falei "Saúde pelas novas amizades". Eles brindaram com o conhaque. Coloquei uma música suave e convidei meu marido pra dançar. Miguel tentou se levantar, mas "não conseguiu". –Melhor dançar com o Pepe pra você não ficar aí vestida e alvoroçada –exigiu, e eu tirei o José pra dançar.
–Verdade, tô alvoroçada sim, mas preferia estar despida –falei no ouvido do José, abraçando ele enquanto dançávamos.
A gente dançou de “rostinho colado”, sentindo nas minhas pernas a dureza do macho ansioso cada vez que ele se encostava em mim. O Miguel fingia que tava bêbado toda vez que o José virava pra olhar ele, e pra mim ele sorria levantando o polegar quando o amigo não tava vendo. Na música seguinte, meu marido ficou com o olhar perdido e balançava a cabeça fechando os olhos, e o moleque aproveitava pra passar a mão escondido na minha bunda e no meu peito.
–Não deixa ele te ver, também não precisa ser tão óbvio –falei pro José apertando a vara enorme dele que não baixava.
–Acho que ele já dormiu. Vamos levar ele pra cama dele? –me perguntou o bonitão quando viu que o Miguel tinha se deitado no sofá.
–Sim, mas só quando você for embora. Enquanto isso, vamos aproveitar a cama. Deixa eu ver se ele já tá bem dormido –falei antes de me aproximar do meu marido.
Eu mexi no Miguel chamando ele pelo nome, e ele só respondeu com um grunhido. Me afastei devagar levando o José pela mão até o quarto e deixei a porta aberta. Lá dentro, o José me beijou e me despiu com maior habilidade. Quando tirou meu vestido, ficou besta olhando pro meu peito e começou a mamar que nem bezerrinho faminto. Aproveitei pra baixar a calça dele e tirar a camisa. Tira a roupa, pedi, fazendo o mesmo. “Que beleza!”, exclamei quando ele ficou pelado na minha frente e me ajoelhei pra mamar também, era minha vez. Ele acariciou meu cabelo. O Miguel via do lugar dele, afastado uns dez metros, apertando os olhos enquanto o José me comia pela boca. “Agora você”, falei me levantando e abrindo as pernas. O José entendeu na hora e se ajoelhou de costas pro meu marido, que nos olhava com uma cara de tesão e, mesmo que não desse pra ver direito, ele se apertava a rola.
Quando achei que já era suficiente, levantei ele e, pegando o pau dele pela base, passei a cabeça na minha Lábios internos e clitóris antes de enfiar a cabeça na buceta. Abracei ele pelo pescoço e me pendurei pra ele enfiar o pau inteiro. Ele me segurou pelas nádegas, eu enrolei as pernas nele e começamos a nos mexer.
—Mete mais rápido na minha pepita, Pepito! —gritei e José atendeu.
—Você é muito gostosa, Gloria! —respondeu gritando enquanto gozava dentro de mim, sem lembrar ou sem se importar que meu marido estava na sala.

Me deixei cair na cama dizendo “Não tira!” e ele caiu em cima de mim. Nossas pernas estavam pra fora da cama, mas Miguel tinha vista da minha buceta, com o pau de José ainda enfiado na minha anatomia. Nos beijamos e acariciamos, nos ajeitando na cama. Rolei ele pra baixo de mim e sentei pra cavalgar. Aos poucos, o pau dele foi crescendo dentro de mim, me fazendo gozar várias vezes.
—Agora é minha vez! —disse sem tirar o pau duro e me fez ficar por baixo.

Com uma mão na minha bunda e a outra no meu peito, ele se moveu freneticamente enquanto chupava meus bicos. Mais uma leva de orgasmos meus e outra gozada bem grossa da parte dele! Ficamos ofegantes e suados. Meu marido já tinha gozado bastante sem tirar o pinto, só com os apertões que ele dava. Nós três dormimos um pouco. Acordei e chupei um por um os ovos, depois enfiei o pau mole na boca e José acordou, mas o cock dele continuou flácido.
—Acho que já é hora de trazer o Miguel pra cama —falei pro José, mas pensando que precisava do meu marido porque eu ainda tava com tesão.

Vesti um roupão e José se vestiu completamente. Fomos pra sala e levamos meu marido pra cama, quase arrastando ele. Eu sentia que, com o balanço, o caldo escorria entre minhas pernas.
—Vou indo, valeu por essa tarde-noite —disse José me dando um beijo.

A situação era muito safada pra todos. José me beijando ao pé da cama onde agora Miguel estava de bruços no colchão e nos lençóis que ainda estavam úmidos de suor e pelos arrancados pela fricção dos pubis. apaixonados se esfregaram; no abraço, os braços de José por baixo do meu roupão acariciando todo o meu corpo enquanto eu chupava a língua dele; Miguel aspirando o cheiro de sexo que deixamos os trepadores.
– Graças a você, que me deu esses momentos de felicidade que eu precisava para completar o dia – respondi antes de acompanhá-lo até a porta para ele ir embora.
Quando voltei, Miguel já estava pelado e com o pau bem duro. Praticamente arrancou meu roupão e me jogou na cama, abrindo minhas pernas para limpar as escorridas antes de chupar minha buceta e meter a língua até onde alcançava.
– Te amo, sua puta minha; a puta das tetas conquistadoras. Te amo! – gritou meu marido.
Eu puxei o membro dele e escorreu pré-gozo misturado com porra que saboreei antes de subir nele para ele curtir o balanço dos meus peitos ao cavalgá-lo. Mal gozamos, caímos no sono, ainda enfiados.
No domingo, recebemos um arranjo floral com rosas cor-de-rosa e crisântemos e um cartão com os dados profissionais de José que o acompanhava, o qual, no verso, dizia “Obrigado pela hospitalidade tão agradável” Assinado com “José”.
– Já tem os dados dele, caso queira repetir... – disse meu marido me dando um tapa na bunda.

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