06: Primeira Acusação




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Compêndio IIIA REUNIÃO 06: PRIMEIRA ACUSAÇÃO

Sendo sincero, fiquei muito surpreso que a Leticia atacasse a Madeleine durante a reunião do conselho administrativo na segunda-feira de manhã.

* Madeleine, você vai mesmo dar pro Marco autoridade pra decidir sobre contratações? - A voz da Leticia ecoou forte na sala de reuniões, um ataque tão certeiro quanto um tiro.
06: Primeira AcusaçãoAí me pegou num nervo. Começaram a rolar uns boatos depois do que aconteceu com a Ginny, que eu tinha participado da contratação dela e também da Isabella. Até que, de algum jeito, ganhei a fama de "Príncipe do conselho".

Mas eu sabia que tava agindo pelas costas da Maddie. Simplesmente, não consigo me segurar quando conheço gente que manda bem no trampo.

Sem querer, coloquei a Maddie numa saia justa, fazendo ela ficar toda vermelha e entrar em pânico. A sala pareceu encolher de repente, o ar ficando muito mais pesado. Respirei fundo, pronto pra assumir a bronca, olhando direto nos olhos da Leticia.
Loira peituda- A culpa não é da Maddie... - Ao dizer isso, me mordi mentalmente. Quantas vezes a Maddie já me falou pra não chamar as mulheres de apelidos? Mas não dava pra focar nesse detalhe. - Na verdade, foi uma "contratação por impulso".

Letícia semicerrar os olhos, se divertindo ao me ver enfiar a própria corda no pescoço com um sorriso.
sexo no escritorio- Conheci a Ginny uns anos atrás. — expliquei, suspirando. — Ela me impressionou. Não era só gostosa, mas também incrivelmente inteligente. E naquela época, ela se dedicava totalmente às finanças... então quando a Abby me avisou que tinha se candidatado a uma vaga aqui...

Lá vou eu de novo! É "Abigail"! Abigail! Porra!

Tomei um gole d'água, tentando manter o controle.

— Quando soube que ela tava interessada na área de finanças, soube que seria perfeita, então ofereci meu cartão, porque é pra isso que a gente tá aqui, né? — perguntei com um sorriso nervoso. — Como me nomearam membro do conselho, achei que entre minhas responsabilidades tava contratar pessoal... e foi o que fiz.

• Acho que é verdade que, às vezes, quando alguém realmente se destaca, é difícil resistir à tentação de trazer pra equipe. — comentou Maddie, tentando me dar apoio.
infidelidade consentida- Sim, mas a Letty tem razão... – admiti.
Porra! Fiz de novo!

- É seu apartamento e eu não deveria ter me metido. Por isso, peço desculpas. – implorei pra Maddie com muito pesar. – Mas, por outro lado, a Ginny foi útil, né, Horatio? Ela fez aquele orçamento esquisito que você tanto precisava.

O gordo babaca me olhou irritado, tentando me ignorar.

Mas a Letty só estava esquentando...

* E o que você me diz da Isabella? – perguntou Letícia com um tom mais frio que o inverno. – Ouvi dizer que ela nem precisou fazer as entrevistas de sempre.
colega de trabalhoEle colocou eu e a Maddy em xeque. Até a Edith, nossa CEO, parecia desconfortável. A Izzie até passou por entrevistas padrão na frente da Maddy e da Edith a meu pedido. Mas eu não podia deixar o resto do conselho saber dos detalhes enquanto os processos legais ainda estavam pendentes.

- Sim, eu também fui culpado disso! – Exclamei de má vontade, obrigado a assumir a culpa. – Mas você não pode negar que a Izzie é uma porta-voz de relações públicas de destaque. Ela tem a aparência, a atitude…

Minhas piadas não faziam graça, embora não me surpreendesse. Eles já não simpatizavam comigo antes mesmo de eu entrar no conselho…

* Mas não podemos permitir que os membros do conselho diretor escolham a dedo quem é contratado! – Leticia levantou a voz com frustração, atacando com toda a artilharia pesada.
06: Primeira Acusação- Bom, se é assim, pode me castigar. – Joguei minha última carta, resignado.

A reunião ficou num silêncio de sepultura.

Por um momento, só se ouvia o barulho distante de uma fotocopiadora no escritório ao lado.

Maddie me olhou preocupada, buscando uma resposta.
Loira peituda• Marco, o que você quer dizer? – perguntou com cautela, tentando entender o que ele queria fazer.

- É óbvio que querem me expulsar do conselho, não é? – perguntei desafiador.

Edith pigarreou, quebrando o silêncio.

❤️ Marco, essa é uma solução extrema. – exclamou naquele tom maternal, calmante mas firme. – Precisamos encontrar o protocolo adequado para resolver esse problema.

Percebi como o resto do conselho se abateu: eu tinha acabado de dar a eles o bilhete premiado e Edith o arrancou das mãos deles.

❤️ Entendo suas preocupações, Letícia. – comentou Edith em um tom conciliador. – Mas o Marco também tem razão: estamos aqui para garantir o sucesso da empresa e contar com o pessoal mais adequado. Nesse aspecto, a Ginny e a Isabella nos beneficiam.

- E também acho que não posso evitar. – insisti, fazendo até os olhos da minha amiga Sônia me olharem com preocupação. – Antes de fazer parte do conselho, eu sabia o que queria e precisava. Por isso, não pude aceitar anos atrás a Ingrid como minha assistente.

Ingrid, que atualmente é assistente da Cristina, me olhou surpresa. Talvez pensasse que eu não a tinha nomeado minha assistente pessoal anos atrás por capricho.
sexo no escritorio- Ingrid, você sabe que é gostosa. - falei, sem me importar que o resto da reunião estivesse me ouvindo. - Mas naquela época, eu não queria viajar para as obras. Precisava de uma assistente que pudesse se virar sozinha... e, pra ser sincero, você era um risco legal. Você parece a assistente que todo chefe sonha em ter... Mas eu já estive com os caras nas obras. Homens que trabalham em turnos de 14 dias... e sabia que você não duraria um único dia sem que algo de ruim te acontecesse.

As bochechas de Ingrid ficaram vermelhas como tomates. Ela desviou o olhar, mas sabia que eu estava falando a verdade.
infidelidade consentida- E por isso que aceitei a Glória. - Me virei pro resto da diretoria. - Ela é inteligente e tem um gênio forte. Não ia deixar nenhum mineiro passar dos limites com ela. Então foi lógico que eu a escolhesse.

Claro, a Glória parecia toda orgulhosa. Agora, graças à minha mentoria, ela cuida pessoalmente dos assuntos ambientais do escritório corporativo, economizando milhões pra gente.
colega de trabalhoDeixei o silêncio se prolongar por um instante e então completei:

— E não foi só a Gloria. Sonia, Nelson... Nenhum deles era uma escolha óbvia, mas confiei no meu instinto. Todos mostraram seu valor, mesmo quando duvidaram de mim no começo.

A sala se mexeu um pouco com isso. A Sonia sorriu de leve, a Gloria endireitou os ombros. O Nelson, do outro lado da mesa, parecia quase envergonhado de ser mencionado no mesmo nível.

E então, peguei um brilho na Cristina: ela ergueu as sobrancelhas de leve e parou de batucar com a caneta, antes de disfarçar com uma expressão peculiar.
06: Primeira AcusaçãoE a Inga, sentada dois assentos adiante, esboçou um sorrisinho. Pra minha surpresa, ela parecia quase se divertindo, como se estivesse vendo um amador se meter num jogo de alto risco.Loira peituda- Então é isso, eu contrato pessoas aleatórias. - Virei-me para Leticia, que me olhava com outros olhos. - Mas é porque eu pressinto o potencial delas. Sim, estou ultrapassando os limites do RH, mas acho que a aposta vale a pena.

A sala ficou em silêncio pelo que pareceu uma eternidade. O clima era tenso, como se alguém fosse cortá-lo com uma faca.

Então, pelo canto do olho, vi o sorriso debochado de Leticia se transformar lentamente numa careta de dor. Sabia que tinham sido superados. A diretoria estava esperando um escândalo que me afundasse, mas, em vez disso, eu tinha virado o jogo e me apresentado como uma rebelde com um dom para talento.
sexo no escritorioNo entanto, ao mesmo tempo, também percebi uma certa admiração por mim: ela não parecia corajosa o suficiente pra assumir a culpa de algo.

Depois de mais alguns momentos de silêncio constrangedor, Madeleine tomou a palavra.

• Marco, mesmo que suas intenções sejam boas, a gente precisa seguir o protocolo. Temos que trabalhar juntos pra garantir que todo mundo siga os canais certos. — A voz dela era firme, mas sem raiva.

Tava claro que ela não queria piorar a situação. Edith nos apoiou.

❤️ Concordo. Marco, pode ser que você seja novo no conselho, mas isso não te dá o direito de tomar decisões precipitadas agora. — Ela falou com aquele tom maternal e compreensivo.

— Mas... — eu comecei a dizer.

• Marco, já chega! — Os olhos de Madeleine imploravam pra eu parar de insistir, com a voz magoada.
infidelidade consentidaConcordei de má vontade.
— Tá bom. — Sabia quando era hora de ceder. — De agora em diante, vou seguir o protocolo.

Mas eu sentia que aquilo não tinha acabado. O olhar da Letícia continuava fixo em mim, uma promessa silenciosa de vingança.

A reunião se arrastou, com outros pontos da pauta discutidos em tom baixo. A energia da sala tinha mudado, a tensão persistia como uma ameaça velada. Dava pra sentir o peso dos olhares de todo mundo em cima de mim, os pensamentos deles a mil com especulações e julgamentos.

Quando a reunião terminou, a Madeleine ficou parada perto da porta, os olhos dela se encontraram com os meus enquanto os outros começavam a sair. Ela parecia dividida entre a raiva e a admiração, e eu sabia que ela seria a próxima a encarar o bicho.

— A gente pode... se ver no seu escritório? — ela perguntou de um jeito que me lembrou uma colegial encontrando o crush platônico.
colega de trabalho- Claro, Maddy! - respondi, tentando manter a voz firme.

Ambos sabíamos que não ia ser uma reunião típica pra revisar o que aconteceu. O jeito que ela disse "te vejo no seu escritório" tinha um peso que era ao mesmo tempo excitante e assustador.

Abri a porta do meu escritório e Maddie entrou com um sorriso.

• Você realmente sabe como agitar uma reunião do conselho. - exclamou com uma mistura de exasperação e algo mais sensual na voz.

Me recostei na cadeira e observei ela enquanto fechava a porta atrás de si. O clique da tranca soou como um tiro na sala silenciosa.
06: Primeira Acusação- Por que você diz isso? - perguntei, com o coração acelerado.

Madeleine respirou fundo e se aproximou da minha mesa, me encarando nos olhos.

- Marco, sua paixão é... contagiante. E a sua capacidade de detectar talentos me impressiona. - disse com voz baixa e sincera. - Mas você não pode passar por cima do RH desse jeito.

Assenti com a cabeça, entendendo o ponto dela.

- Te entendo, Maddie! Mas quando você conhece alguém especial... - admiti com um suspiro ansioso.

Madeleine se aproximou, com as mãos apoiadas na minha mesa.
Loira peituda• Entendo o que você tá dizendo, Marco! Mas você não tá ligando pras consequências das suas ações. Não é só sobre quem você contrata, mas como você tá fazendo isso. – protestou, se apoiando na minha mesa, fazendo o peito dela vibrar.

O decote enorme dela me deixou sem fôlego. Essas coisas são enormes...

Madeleine se inclinou sobre a minha mesa, me encarando com uma intensidade que era profissional e... algo mais.
sexo no escritorio• Marco, preciso saber que você vai mudar. — ela sussurrou, com os peitos quase pulando pra fora da blusa.

Eu assenti, engolindo seco, tentando manter o foco.

— Vou tentar! — garanti. — Mas você me conhece, eu me deixo levar um pouco...

Os olhos de Madeleine me encararam e, por um instante, a tensão entre a gente deixou de ser profissional e virou algo mais íntimo. Ela se inclinou ainda mais na minha direção e eu pude sentir o cheiro suave do perfume dela, uma mistura de jasmim com algo que me lembrava chuva.

— Eu sei, Marco! — ela murmurou, a voz descendo uma oitava. — E é essa parte que faz você ser quem é.

Nossos rostos estavam a só alguns centímetros de distância e eu sentia o calor da respiração dela na minha pele. Meu coração batia forte no peito que nem um tambor e minhas mãos ficaram suadas.

— Maddy! — comecei a dizer, com o coração acelerado, sem ter muita certeza de onde ela queria chegar com aquilo.

Como de costume, os lábios doces dela fizeram o resto. Ela me queria tanto quanto eu queria ela.
infidelidade consentidaNos olhamos e, por um momento, o peso da fechadura da porta do escritório foi a única coisa que nos separou. A tensão aumentou e ficou claro pra onde as coisas estavam indo mais uma vez.

Madeleine se inclinou sobre a mesa, com a blusa levemente aberta, revelando a borda de renda do sutiã.

— Marco! — sussurrou, como se tentasse me repreender com a respiração quente no meu rosto. — Você precisa entender os limites.

Mas é muito difícil se concentrar quando você tem uns peitões enormes na sua cara enquanto seu pau tá louco pra sair.

Só de olhar pra ela, sabia que ela também sentia o calor subindo entre nós. Ela chegou mais perto, com a respiração quente na minha bochecha.

— Marco! — sussurrou, com uma voz doce feito o arrulho de um bebê, enquanto me beijava a bochecha com ternura. — Você tá brincando com fogo!

Enquanto me beijava de novo, passou a mão nas minhas bolas e na base do pau. Sim, eu concordava com essa última observação.

O toque dela era suave, mas firme, como se tentasse me ler. Madeleine sempre foi boa nisso: saber quando apertar e quando segurar. Era parte do que fazia dela uma diretora de RH foda.

— Maddie! — murmurei com a voz quente. — O que a gente vai fazer?

Madeleine se afastou com um sorriso safado nos lábios.

— Acho... — começou com uma voz sedutora e docemente autoritária. — que você precisa de um pequeno... lembrete.

Meu coração acelerou quando ela começou a desabotoar a blusa, um botão de cada vez, sem tirar os olhos de mim. A cada botão que soltava, minha expectativa crescia. Era como ver uma dança de mestre, cada movimento deliberado e de tirar o fôlego.

Pareciam até maiores que os da minha esposa, e a Marisol já teve quatro filhos.

A blusa de Madeleine escorregou, deixando à mostra os peitos voluptuosos, presos por um sutiã rosa combinando com o batom dela. A visão me Secou a boca e eu tive que lutar contra a vontade de estender a mão e tocar nela.
colega de trabalho• Quero que você saiba, Marco. — disse ela, com a voz ainda baixa e controlada, exibindo a tentação na minha cara. — Que não vou deixar você se safar toda vez que se meter em encrenca.

Eu assenti com a cabeça, tentando parecer arrependido, enquanto ela soltava o sutiã por trás e deixava os peitos caírem como uma cascata de carne macia e flexível.

• Mas… — continuou, com um sorriso safado e sedutor. — hoje vou deixar passar.

Dito isso, Madeleine estendeu a mão e pegou a minha, guiando-a até o peito nu dela. O calor e o peso da carne dela encheram minha palma, e não consegui evitar apertar de leve, sentindo o mamilo dela endurecer sob meu toque. Ela soltou um gemido baixinho, fechou os olhos por um instante antes de abri-los de novo, com um desafio no olhar.
06: Primeira Acusação• Você vai ter que se esforçar pra conseguir isso. — murmurou, se afastando da escrivaninha. Virou-se e caminhou até a janela, rebolando o quadril com uma graça hipnótica que me deixou na ponta da cadeira.

Eu tinha um baita de um missil escondido dentro da calça, algo que a Maddie claramente adorava.

— Como assim vou ter que me esforçar pra conseguir isso? — perguntei com a voz rouca de tesão enquanto me levantava da cadeira e diminuía a distância entre nós.

Madeleine se virou pra mim, com os olhos brilhando de safadeza.
Loira peituda• Quero que me mostre que consegue ser... disciplinado. - ela disse, com a voz sumindo enquanto pegava minha mão e colocava na cintura dela, me guiando pra ficar atrás dela.

A pele dela tava quente sob meu toque, e eu senti o tremor que passou por ela quando minha mão subiu pra acariciar o peito cheio e redondo dela. O mamilo dela tava duro contra minha palma e ela se inclinou pra trás, arqueando o corpo como um arco. Beijei o pescoço dela, roçando os dentes na pele macia, enquanto ela se abaixava e começava a abrir meu cinto.

Com uma rapidez que contradizia a tensão no ar, ela abriu minha calça e envolveu com a mão meu pau dolorido. Ela acariciou devagar, de um jeito provocante, como se a gente tivesse o dia inteiro. Mas o relógio tava correndo e nós dois sabíamos.

- Maddy! - eu gemi, num sussurro confuso e desesperado. - O que você quer de mim?

Madeleine respondeu com um sorriso sério e sensual.

• Quero ver se consegue manter ele calmo o suficiente pra fazer o serviço! - ela brincou, apertando meu pau com mais força.

Minha mente acelerou enquanto eu tentava pensar num jeito de satisfazer ela sem perder o controle.

• Consigo ser disciplinado! - prometi, já morrendo de vontade de comer ela.

Madeleine sorriu com um ar debochado e moveu a mão do meu pau pro zíper da saia dela.

• Me prova! - ela me desafiou, com os olhos brilhando sob a luz fluorescente do meu escritório.
sexo no escritorioCom as mãos trêmulas, rodeei sua cintura para abaixar o zíper da saia, com o coração acelerado enquanto o tecido caía, revelando a calcinha fio dental rosa que mal segurava sua bunda bem definida. Ela saiu da poça de tecido, virou-se para mim e suas mãos buscaram a cintura da minha calça.

Nossos olhares se cruzaram enquanto ela abaixava minha calça até os tornozelos, e meu pau saltava livre como um boneco de caixa surpresa. Vê-la ali parada, só de salto e fio dental rosa, era quase demais para aguentar.

• Sabe, Marco? - disse com voz sensual, sorrindo pro meu pau ereto. - Isso é muito inapropriado! Vou ter que te disciplinar mais pra você aprender!

- Eu sei! - respondi, com a voz tensa de desejo. - Mas às vezes a gente tem que quebrar as regras.

Os olhos de Madeleine brilharam com algo que não era bem raiva, algo que insinuava uma necessidade mais escura e primitiva. Ela se aproximou, tocou meu pau de novo com a mão e acariciou ele suavemente.

• Me prova que você consegue lidar com esse poder que te concedi! - sussurrou com voz sedutora e desafiadora.

Minha mente acelerou enquanto eu tentava pensar num jeito de provar minha palavra sem perder o controle. Respirei fundo, forçando meu corpo a ouvir a razão.

- Maddie! – sussurrei pra ela. – Você sabe bem que eu consigo me segurar.

Os olhos de Madeleine se acenderam e, por um momento, vi algo que parecia admiração. Mas rapidamente foi substituído por um olhar de determinação.

• Estou esperando! - disse com um sussurro impaciente e desafiador que me deu um arrepio.

Assenti com a cabeça e dei um passo pra trás, com meu pau duro igual a um mastro. Ela se aproximou, com o fio dental rosa como única barreira entre nós. Dava pra ver a umidade da excitação dela através do tecido e eu sabia que ela me queria tanto quanto eu queria ela.

- Tira isso! - ordenei com voz firme e autoritária.

Madeleine semicerrar os olhos, mas não discutiu. Com um movimento lento e Deliberado, ela enfiou os polegares na cintura da fio dental e puxou para baixo pelas pernas, deixando à mostra a bucetinha depilada.
A boceta dela parecia uma rosa, molhada e tentadora, e tive que morder o lábio para não pular em cima dela. Mas eu tinha feito uma promessa e ia cumprir.
infidelidade consentida- Dá a volta! - ordenei com a voz tensa.

Madeleine fez o que eu mandei, rebolando a bunda enquanto se virava pra janela. A vista da cidade não era nada comparada com a visão do corpo nu dela, mas era um lembrete do mundo lá fora naquele momento de paixão. Respirei fundo, focando no reflexo dela no vidro.
colega de trabalho

06: Primeira AcusaçãoNão vou negar. Tava tentado a meter nela por trás enquanto ela se apoiava na janela, mas não queria estragar o jogo dela. Tinha que seguir as regras dela se quisesse vencer.

A pele dela era impecável, a curva do quadril e a redondeza da bunda pareciam uma escultura pedindo pra ser tocada. Mas mantive minhas mãos quietas, lembrando a mim mesmo que isso era um teste que ela mesma tinha me dado. Pra provar que eu conseguia ser disciplinado, mesmo quando a tentação tava tão perto assim.

Me aproximei, sentindo o calor que o corpo dela irradiava.

— Abre as pernas! — sussurrei, e ela obedeceu, separando as coxas o suficiente pra eu ver o rosa dos lábios dela.

Por um momento, ficamos ali, com o único som do batimento forte dos nossos corações e a buzina ocasional dos carros na rua. Estendi a mão, deixando ela suspensa bem em cima da bunda dela, sentindo a descarga elétrica entre nós.

— Mantém as mãos no vidro! — ordenei, e ela colocou as palmas na superfície fria.

A respiração da Madeleine embaçou a janela quando me aproximei, com meu pau pressionando a coxa dela. Dava pra sentir o calor da buceta dela, o cheiro da excitação dela me deixava tonto. Mas não toquei nela. Em vez disso, me inclinei, com a boca pairando bem perto da orelha dela.

— Consigo ser disciplinado, viu? — sussurrei desafiador. — Mas vou precisar de toda minha força de vontade.

Ela prendeu a respiração e se inclinou pra trás, empurrando a bunda contra meu pau.
Loira peituda• ¡Me prova! - exigiu mais uma vez, com palavras quase inaudíveis.

Minha mão tremia enquanto descia e separava suavemente suas dobras, com os dedos deslizando pela umidade. Acariciei seu clitóris com a ponta do dedo, observando o reflexo do rosto dela no vidro enquanto ela mordia o lábio e fechava os olhos de prazer.

As pernas de Madeleine começaram a tremer e ela se apoiou com mais força contra o vidro. Sabia que ela estava prestes a gozar, mas não cedi. Precisava mostrar pra ela que conseguia me controlar, mesmo quando todos os meus instintos gritavam pra eu possuir ela ali mesmo, contra a janela.
sexo no escritorio• Por favor, Marco! – gemeu, com voz desesperada.
Minha mão parou, e a expectativa ficou palpável no ar.
– Você quer isso? – perguntei com um sorriso, roçando meu bastão na sua bunda pulsando de tesão.
infidelidade consentidaMadeleine assentiu, com os olhos ainda fechados.

•  Preciso disso! — corrigiu, com uma voz quase num sussurro.

Com um grunhido de frustração e desejo, dei um passo pra trás e tirei a mão da umidade dela. Ela gemeu, o corpo tremendo de necessidade…

— Se você quer… — falei, devolvendo as palavras dela. — vai ter que merecer.

Madeleine se virou pra mim, com os olhos ardendo de luxúria.

•  Como? — perguntou, a voz carregada de nervosismo.

— Quero que você se sente na beirada da mesa. — falei, dando um passo pra trás pra dar espaço.

Ela obedeceu, abrindo as pernas ao se sentar, com a buceta brilhando sob a luz forte do escritório.

Meu coração batia forte no peito, minha pica pedia pra ser solta. Mas eu tinha algo a provar.

—  Agora, abre mais as pernas! — ordenei com voz firme. Madeleine obedeceu, separando as coxas como uma flor se abrindo, revelando a umidade que cobria a parte interna das coxas dela.

Me aproximei, sem desviar o olhar dos olhos ansiosos dela, e me coloquei entre as pernas dela.

—  Coloca as mãos pra trás das costas! — ordenei, e ela fez isso, uma pose que fazia os peitos dela se destacarem como uma oferta. — Boa! — murmurei, admirando como os bicos dos peitos dela endureciam com a excitação.

Com um toque suave, guiei a ponta da minha pica até a entrada dela, a antecipação fazia meus joelhos parecerem gelatina. Mas não penetrei, ainda não. Em vez disso, percorri a umidade dela com a ponta do meu pau, pintando as dobras dela com o líquido pré-gozo que jorrava de mim.

Os olhos de Madeleine estavam fixos nos meus, a respiração dela era ofegante.
colega de trabalho• Por favor, Marco! - implorou com a voz tensa.

- Paciência! - ordenei com voz grave que parecia vibrar no ar. - Quero que você lembre desse momento.

Os olhos de Madeleine brilhavam com uma mistura de necessidade e frustração, mas ela manteve a postura, com as pernas abertas e as mãos entrelaçadas nas costas. Ver ela tão aberta e vulnerável era quase insuportável. Mas eu sabia que ceder ao desejo naquele momento só ia saciar meus instintos mais básicos. Tinha que mostrar pra ela que eu podia ser mais do que um homem dominado pelos próprios desejos.
06: Primeira AcusaçãoRespirei fundo e coloquei a ponta da minha rola na entrada dela, sentindo o calor da buceta dela contra mim. Os olhos dela se fixaram nos meus enquanto eu empurrava pra frente, com a ponta mal penetrando ela. Um gemido suave escapou dos lábios dela e eu senti o corpo dela se tensar pelo esforço de ficar parada.

Pausei, saboreando a sensação da apertadinha dela em volta de mim.
Loira peituda- Maddy! — sussurrei no ouvido dela. — Sua buceta tá tão molhada por mim!

Ela me olhava toda melosa, mordendo o lábio inferior.

• Eu desejei isso por dias! — admitiu, com a voz suave de tesão. — Mas não assim.
sexo no escritorio- Eu sei! - falei, com a voz carregada do meu próprio desejo. - Mas às vezes a gente tem que se contentar com o que tem.

Com isso, eu a penetrei, centímetro por centímetro, observando a luta entre o prazer e a dor no rosto dela. Ela estava tão apertada, tão quente, e o jeito que ela se apertava ao meu redor tava me deixando louco. Tive que me segurar na borda da mesa pra não gozar na hora.

Os olhos da Madeleine não me perdiam de vista enquanto eu a penetrava, a respiração dela acelerava em gemidos curtos e agudos.

- Marco! - ela gemeu, cravando as unhas na madeira e os olhos bem fechados.

Me inclinei pra ela, com as mãos nas cadeiras dela, e sussurrei:

- Agora você é minha, Maddy!
infidelidade consentidaAs palavras provocaram um arrepio nela, e ela mordeu o lábio com mais força quando comecei a me mover dentro dela. Cada estocada era lenta e deliberada, cada recuo uma doce agonia que fazia nós dois tremer.

Os olhos dela buscaram os meus e, naquele momento, eu soube que ela tinha entendido o que eu queria dizer. Não era só sobre poder ou controle, mas sobre a química inegável que vinha se formando entre nós há meses.

Eu a penetrei com mais força, a umidade dela me envolvia, o atrito aumentava a cada estocada. Os gemidos da Madeleine ficaram mais altos, ecoando pelo escritório todo, mas a gente não tava nem aí. Com o isolamento acústico, o mundo lá fora tinha sumido, deixando só nós dois e a doce dança dos nossos corpos.
colega de trabalhoAs mãos dela encontraram o caminho pros meus ombros, as unhas cravando na minha pele enquanto eu acelerava o ritmo. Minha bacia batia contra a dela, cada impacto mandando uma onda de prazer pelos dois. Nossos olhares ficaram fixos, a intensidade no dela me deixando ainda mais excitado.

O quarto era um redemoinho de paixão e desejo, o som da nossa respiração e o barulho molhado dos nossos corpos era a única música. Os peitos da Madeleine balançavam a cada estocada, e eu tive que lutar contra a vontade de afundar minha cara neles, de me perder na maciez da carne dela.
06: Primeira AcusaçãoMas eu me mantive focado, com o olhar fixo nela enquanto ela começava a mexer os quadris, respondendo a cada estocada. As pernas dela se enroscaram em mim, me puxando pra dentro dela, e eu podia sentir a tensão aumentando, a espiral apertando cada vez mais a cada movimento.

• Marco! – ela gemeu, com uma voz que era uma doce sinfonia de desejo. – Me dá mais forte!

Era todo o incentivo que eu precisava. Com um grunhido, enfiei com força, movendo meus quadris como um pistão enquanto tomava o corpo dela. Madeleine jogou a cabeça pra trás e abriu a boca num grito silencioso. Ver ela assim, perdida no prazer, era demais pra resistir.
Loira peitudaMeu pau era uma barra de aço, deslizando pra dentro e pra fora dela como se tivesse sido feito pra ela. A buceta dela era tão apertada, tão molhada, que era como voltar pra casa depois de um dia longo e pesado. Dava pra sentir a tensão no corpo dela, o jeito que ela se agarrava na beirada, e isso me fazia querer forçar ainda mais.

- Goza pra mim, Maddy! - sussurrei, com uma voz que era uma mistura de ordem e desespero. - Quero sentir você gozando pra mim!
sexo no escritorioEla abriu os olhos de repente e me encarou com uma determinação ardente. Dava pra ver a tempestade se formando nos olhos dela, o momento da verdade se aproximando. Ela estava perto, muito perto, e a expectativa tava me matando.

O corpo da Madeleine começou a tremer, os músculos dela se contraíram em volta da minha piroca enquanto ela buscava o clímax. Dava pra sentir a tensão nas coxas dela se apertando em volta de mim, os calcanhares cravando no tapete. A respiração dela ficou irregular, os gemidos viraram gritos agudos que encheram o quarto.

Com uma última e desesperada enfiada, ela chegou ao limite, o corpo inteiro se contorcendo de prazer. Fiquei olhando, maravilhado, enquanto ela se desmanchava na minha frente, a buceta apertando e soltando minha piroca numa sinfonia de êxtase. A visão era irresistível demais e, com um rugido de liberação, eu fui junto, a piroca pulsando enquanto gozava dentro dela.
infidelidade consentidaMais uma vez, ficamos grudados. Enquanto ela ofegava, tentando recuperar o fôlego, eu me admirava com aquele peito incrível dela. Mas os olhos dela estavam fixos no meu rosto, com um sorriso de satisfação nos lábios rosados.

Foi uma tragédia ter que se vestir. A gente não só queria repetir tudo de novo, mas depois da reunião do conselho, não ia ser difícil desconfiar do que tinha rolado no meu escritório à prova de som, de portas fechadas. Sem contar que o cheiro era de sexo e suor, mesmo com o ar-condicionado e o aromatizador que eu tava usando.

A Madeleine tomou a frente, levantou primeiro, ajeitou a saia e ajustou o sutiã. Virou pra mim com um olhar de quem tava se achando:

— Sabe de uma coisa? Nunca me senti tão viva depois de dar uma bronca em alguém.

As palavras dela me acertaram igual um choque, e eu não consegui segurar o riso, enquanto a tensão da última hora finalmente sumia. Nós dois sabíamos que aquilo tava longe de acabar. A gente tinha cruzado uma linha que nunca mais ia dar pra desfazer, e era ao mesmo tempo assustador e excitante.

A Madeleine pegou a blusa dela e, balançando a cabeça, vestiu de novo.

— Mas a gente não pode deixar isso atrapalhar o trabalho nem virar rotina, Marco. — falou com uma voz firme, mas sem ser chata. — A gente precisa manter isso... separado.
colega de trabalhoEscondi meu sorriso e tentei concordar com a cabeça. Ela queria manter as coisas sob controle. Queria que fosse uma chance "única na vida".
Mas, igual às outras, quando abri a porta pra ela, eu já sabia que não seria a última vez.
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