No capítulo anterior, eu vi minha esposa Michelle transando com meu compadre Ramón... Capítulo Dois – A confissão Aquela noite foi um tormento. Eu tinha na minha frente a mesma mulher que vira horas antes, nua, tremendo nos braços do meu compadre. E agora ela estava ali, carinhosa, preparando o jantar, me beijando como se nada tivesse acontecido. Eu a observava em silêncio, cada movimento dela me levava de volta àquela imagem proibida. O cabelo dela ainda tinha aquele cheiro doce que escondia outro mais intenso, mais animal. Minha pele ardia de ciúmes, mas também de desejo. Nós deitamos como sempre. Ela vestiu a camisola leve e se acomodou ao meu lado. Eu não aguentava mais. Sentia que meu peito ia explodir se eu não falasse. Me sentei, acariciei a perna dela e falei baixinho: — Michelle… hoje cheguei mais cedo em casa. Senti ela se tensar. A respiração dela mudou, embora tentasse fingir normalidade. — É? — respondeu, sorrindo pra mim, mas com os olhos desviando. Me aproximei do ouvido dela. — Vi o carro do Ramón na garagem… e depois ouvi algo. Não consegui evitar, fui até a janela do quarto… e vi vocês. O rosto dela congelou. Ela se sentou de repente, levando a mão à boca. — Meu Deus… — sussurrou, com lágrimas ameaçando nos olhos — me perdoa… eu… Eu a parei, acariciando o rosto dela. — Não, amor… me escuta. Não é o que você tá pensando. Não quero brigar com você. O que eu senti não foi ódio. Foi diferente. Ela me olhou sem entender. — Diferente? — perguntou, com a voz fraca. Respirei fundo. Era hora de me abrir por dentro. — Me excitou, Michelle. Ver como você se entregava, como se perdia nele… me enlouqueceu. Pensei que ia doer, mas não. Foi desejo, puro tesão. Ela ficou muda, com os lábios entreabertos, sem acreditar no que ouvia. Eu continuei, decidido: — Não quero te perder. Não quero que isso nos destrua. Pelo contrário… quero que a gente compartilhe. Quero estar com você enquanto você se entrega. Quero te beijar, te tocar, te amar, enquanto outro te faz dele. Michelle me olhava com os olhos bem abertos. abertos, as bochechas ardendo. A respiração dela era rápida, o corpo tremia. E então, devagar, ela mordeu o lábio inferior. — Sério…? — sussurrou — Você realmente me deseja mais assim? — Mais do que nunca — respondi, com a voz rouca de tesão. Ela me beijou com força, com uma intensidade diferente, como se algo dentro dela tivesse se soltado. Entre gemidos, sussurrou: — Então presta atenção, love… Da próxima vez, vai ser na sua frente. As palavras dela foram gasolina no meu sangue. Naquela noite, eu a possuí com uma fome selvagem, com a mente em chamas pelo que acabara de ouvir. E eu soube, com certeza, que o proibido tinha acabado de se tornar nosso caminho. Capítulo Três – O primeiro encontro compartilhado Os dias seguintes foram um turbilhão. Cada vez que olhava pra Michelle, lembrava das palavras dela: “Da próxima vez, vai ser na sua frente.” Aquela promessa queimava por dentro, me deixava excitado até no trabalho. Uma tarde, depois de colocar as crianças pra dormir cedo, ela sentou do meu lado na cama, com aquela calma perigosa que só ela sabe ter. A camisola dela mal cobria as coxas. — Falei com o Ramón — ela disse, baixando o olhar. Meu coração deu um pulo. — Você contou…? — perguntei, com a voz trêmula. Michelle assentiu devagar, mordendo o lábio. — Contei que você me viu… e que não ficou bravo. Que… até gostou. Fiquei paralisado. Ela levantou os olhos, e neles brilhava um fogo novo. — No começo ele não acreditou, mas quando me ouviu falar… aceitou. Ele vem amanhã, depois que as crianças estiverem dormindo. Não dormi naquela noite. A ansiedade, a excitação, o medo, tudo se misturava. Eu sentia que estava cruzando um limite sem volta. E eu queria aquilo. Quando o dia chegou, Michelle se arrumou com um capricho que eu raramente via nela. Lingerie preta, leve, de renda. Se perfumou com aquela fragrância que sempre me enlouquecia. Eu a observava em silêncio, com o coração batendo na garganta. Na hora combinada, Ramón bateu na porta. Ele vestia uma camisa simples, Mas o olhar dela era firme. Não houve palavras demais. Michelle recebeu ele com um sorriso tímido, e eu fechei a porta atrás dele. Entramos no quarto. Michelle ficou na nossa frente, respirando fundo, como se também estivesse atravessando um abismo. E então, sem mais, ela se aproximou de mim, me beijou com doçura, e depois se virou pro Ramón. Ele segurou ela pela cintura e beijou com fome contida. Eu observava tudo, cada detalhe: a boca dele invadindo a da minha esposa, as mãos dele percorrendo a pele que eu conhecia melhor que ninguém. Senti uma pontada de ciúmes… e ao mesmo tempo, uma ereção do caralho. Michelle gemeu entre os lábios dele, se deixando levar. Ela se jogou na cama, com Ramón por cima. Eu sentei na beirada, acariciando o cabelo dela, beijando o pescoço enquanto via meu compadre abrir as pernas dela e meter com um gemido rouco. O som do corpo dele entrando no da minha esposa ecoou nos meus ouvidos. E ver ela, arqueando as costas, gemendo com aquela entrega total, foi tipo um choque de prazer que percorreu meu corpo inteiro. Eu não fiquei parado. Beijava a boca dela quando tava livre, acariciava os peitos dela enquanto Ramón metia, e ela me olhava com os olhos molhados de desejo, como se dissesse sem palavras: “Isso também é pra você.” Michelle gozou primeiro, com um grito abafado contra meus lábios. As pernas dela tremiam em volta do Ramón, e eu abracei ela, sentindo o corpo trêmulo nos meus braços enquanto outro homem continuava possuindo ela. Aquele instante foi demais pra mim. O tesão, o amor, a excitação, tudo explodiu junto. Beijei ela com desespero, enquanto minhas mãos apertavam ela contra mim, dividindo ela, me entregando também nesse jogo proibido. Quando tudo acabou, nós três ficamos ofegantes na cama, enroscados em suor e silêncios. Ramón se vestiu sem falar muito, só me olhou com respeito e me deu um tapinha no ombro antes de ir embora. Michelle, ainda nua, se aninhou do meu lado, me beijando com ternura. — Viu? — ela sussurrou — Não é que você queria menos… é que contigo eu posso ser inteira. Abracei ela forte. Não tinha respostas, mas naquele momento eu soube que tinha encontrado um jeito novo de amar ela… até no proibido. Continua...
No capítulo anterior, eu vi minha esposa Michelle transando com meu compadre Ramón... Capítulo Dois – A confissão Aquela noite foi um tormento. Eu tinha na minha frente a mesma mulher que vira horas antes, nua, tremendo nos braços do meu compadre. E agora ela estava ali, carinhosa, preparando o jantar, me beijando como se nada tivesse acontecido. Eu a observava em silêncio, cada movimento dela me levava de volta àquela imagem proibida. O cabelo dela ainda tinha aquele cheiro doce que escondia outro mais intenso, mais animal. Minha pele ardia de ciúmes, mas também de desejo. Nós deitamos como sempre. Ela vestiu a camisola leve e se acomodou ao meu lado. Eu não aguentava mais. Sentia que meu peito ia explodir se eu não falasse. Me sentei, acariciei a perna dela e falei baixinho: — Michelle… hoje cheguei mais cedo em casa. Senti ela se tensar. A respiração dela mudou, embora tentasse fingir normalidade. — É? — respondeu, sorrindo pra mim, mas com os olhos desviando. Me aproximei do ouvido dela. — Vi o carro do Ramón na garagem… e depois ouvi algo. Não consegui evitar, fui até a janela do quarto… e vi vocês. O rosto dela congelou. Ela se sentou de repente, levando a mão à boca. — Meu Deus… — sussurrou, com lágrimas ameaçando nos olhos — me perdoa… eu… Eu a parei, acariciando o rosto dela. — Não, amor… me escuta. Não é o que você tá pensando. Não quero brigar com você. O que eu senti não foi ódio. Foi diferente. Ela me olhou sem entender. — Diferente? — perguntou, com a voz fraca. Respirei fundo. Era hora de me abrir por dentro. — Me excitou, Michelle. Ver como você se entregava, como se perdia nele… me enlouqueceu. Pensei que ia doer, mas não. Foi desejo, puro tesão. Ela ficou muda, com os lábios entreabertos, sem acreditar no que ouvia. Eu continuei, decidido: — Não quero te perder. Não quero que isso nos destrua. Pelo contrário… quero que a gente compartilhe. Quero estar com você enquanto você se entrega. Quero te beijar, te tocar, te amar, enquanto outro te faz dele. Michelle me olhava com os olhos bem abertos. abertos, as bochechas ardendo. A respiração dela era rápida, o corpo tremia. E então, devagar, ela mordeu o lábio inferior. — Sério…? — sussurrou — Você realmente me deseja mais assim? — Mais do que nunca — respondi, com a voz rouca de tesão. Ela me beijou com força, com uma intensidade diferente, como se algo dentro dela tivesse se soltado. Entre gemidos, sussurrou: — Então presta atenção, love… Da próxima vez, vai ser na sua frente. As palavras dela foram gasolina no meu sangue. Naquela noite, eu a possuí com uma fome selvagem, com a mente em chamas pelo que acabara de ouvir. E eu soube, com certeza, que o proibido tinha acabado de se tornar nosso caminho. Capítulo Três – O primeiro encontro compartilhado Os dias seguintes foram um turbilhão. Cada vez que olhava pra Michelle, lembrava das palavras dela: “Da próxima vez, vai ser na sua frente.” Aquela promessa queimava por dentro, me deixava excitado até no trabalho. Uma tarde, depois de colocar as crianças pra dormir cedo, ela sentou do meu lado na cama, com aquela calma perigosa que só ela sabe ter. A camisola dela mal cobria as coxas. — Falei com o Ramón — ela disse, baixando o olhar. Meu coração deu um pulo. — Você contou…? — perguntei, com a voz trêmula. Michelle assentiu devagar, mordendo o lábio. — Contei que você me viu… e que não ficou bravo. Que… até gostou. Fiquei paralisado. Ela levantou os olhos, e neles brilhava um fogo novo. — No começo ele não acreditou, mas quando me ouviu falar… aceitou. Ele vem amanhã, depois que as crianças estiverem dormindo. Não dormi naquela noite. A ansiedade, a excitação, o medo, tudo se misturava. Eu sentia que estava cruzando um limite sem volta. E eu queria aquilo. Quando o dia chegou, Michelle se arrumou com um capricho que eu raramente via nela. Lingerie preta, leve, de renda. Se perfumou com aquela fragrância que sempre me enlouquecia. Eu a observava em silêncio, com o coração batendo na garganta. Na hora combinada, Ramón bateu na porta. Ele vestia uma camisa simples, Mas o olhar dela era firme. Não houve palavras demais. Michelle recebeu ele com um sorriso tímido, e eu fechei a porta atrás dele. Entramos no quarto. Michelle ficou na nossa frente, respirando fundo, como se também estivesse atravessando um abismo. E então, sem mais, ela se aproximou de mim, me beijou com doçura, e depois se virou pro Ramón. Ele segurou ela pela cintura e beijou com fome contida. Eu observava tudo, cada detalhe: a boca dele invadindo a da minha esposa, as mãos dele percorrendo a pele que eu conhecia melhor que ninguém. Senti uma pontada de ciúmes… e ao mesmo tempo, uma ereção do caralho. Michelle gemeu entre os lábios dele, se deixando levar. Ela se jogou na cama, com Ramón por cima. Eu sentei na beirada, acariciando o cabelo dela, beijando o pescoço enquanto via meu compadre abrir as pernas dela e meter com um gemido rouco. O som do corpo dele entrando no da minha esposa ecoou nos meus ouvidos. E ver ela, arqueando as costas, gemendo com aquela entrega total, foi tipo um choque de prazer que percorreu meu corpo inteiro. Eu não fiquei parado. Beijava a boca dela quando tava livre, acariciava os peitos dela enquanto Ramón metia, e ela me olhava com os olhos molhados de desejo, como se dissesse sem palavras: “Isso também é pra você.” Michelle gozou primeiro, com um grito abafado contra meus lábios. As pernas dela tremiam em volta do Ramón, e eu abracei ela, sentindo o corpo trêmulo nos meus braços enquanto outro homem continuava possuindo ela. Aquele instante foi demais pra mim. O tesão, o amor, a excitação, tudo explodiu junto. Beijei ela com desespero, enquanto minhas mãos apertavam ela contra mim, dividindo ela, me entregando também nesse jogo proibido. Quando tudo acabou, nós três ficamos ofegantes na cama, enroscados em suor e silêncios. Ramón se vestiu sem falar muito, só me olhou com respeito e me deu um tapinha no ombro antes de ir embora. Michelle, ainda nua, se aninhou do meu lado, me beijando com ternura. — Viu? — ela sussurrou — Não é que você queria menos… é que contigo eu posso ser inteira. Abracei ela forte. Não tinha respostas, mas naquele momento eu soube que tinha encontrado um jeito novo de amar ela… até no proibido. Continua...
1 comentários - A Infidelidade da Minha Esposa Michelle - Cap 2 ao 3