VI
Sim... quer dizer, não! Quer dizer, sim, é lubrificante, mas MEU pau não pode esfregar dentro da SUA buceta."
"Por que não?"
"Sarah, querida, a gente simplesmente não pode. Isso é incesto," eu disse. "Você nem deveria estar brincando com meu pau."
"Você brincou com a minha buceta. Como é que eu vou aprender alguma coisa se você não me deixa fazer isso?

Ela tirou minha mão, colocando-a de volta no meu pau com a mão delicada dela e usando a outra para acariciar só a cabecinha da minha rola carente. Ela me masturbou devagar, a umidade que ela produzia deixava a mão deslizar por todo o comprimento. O ritmo dela era lento, hipnótico, delicioso.
Amor, se você continuar assim, meu esperma vai sair. Minha porra. Vou gozar.
"Bom. Quero ver isso", ela disse, continuando as carícias lentas e suaves.
Desviei o olhar das mãos dela acariciando meu pau e olhei pro rosto dela. A expressão dela era uma mistura de determinação e prazer. Ver a concentração e o cuidado que minha filha tinha enquanto me masturbava não me atrasou muito. Nem o movimento rítmico dos peitinhos firmes dela ou o balançar da bucetinha molhada enquanto ela me acariciava.
"Ai, amor, vou gozar... vou gozar... vai sair tanta porra, ai Deus!" eu gemi.
O primeiro jato escapou dos dedos dela e subiu alto no ar, espirrando nos peitos adolescentes dela. Ela cobriu a cabecinha do meu pau com a mão, de modo que o segundo, terceiro, quarto e quinto jatos derramaram sobre os dedos dela e desceram até minha barriga. Minha consciência? Engraçado, não ouvi nada.

“Uau! Isso foi tão legal! Ficou ainda maior bem antes de jorrar! Foi incrível!” exclamou Sarah. Ela ainda estava me masturbando, tirando as últimas gotas de porra do meu pau amolecendo.
“Bom, agora você sabe o que é bater uma,” eu suspirei.
“Sim, obrigada, papai,” disse Sarah. “Não sabia que seria tão divertido. Mas é meio bagunçado, né. Acho que vou me limpar. A gente tá todo suado, e você derramou seu leite nos meus peitos e nas minhas mãos, e tem porra na sua barriga toda. Já sei! Vamos tomar um banho juntos!”

Ah, querida, isso não é uma boa ideia."
"Por que não? Já nos vimos no chuveiro antes. Agora estamos pelados. Acabamos de nos masturbar um ao outro. O que pode acontecer?"
Hmmm. Vamos ver. O que poderia acontecer se eu entrasse no chuveiro com minha filha adolescente e gostosa e ajudasse a lavar seu corpinho jovem e lindo? O que poderia acontecer quando um homem maduro e uma jovem linda esfregam porra um no outro? Meu pau endurecendo já tinha algumas ideias. "Não sei, querida. Essas são coisas que pais e filhas simplesmente não fazem."
"Por favor, papai. Prometo que não conto pra ninguém. Acho que, já que estamos nos sujando um ao outro, devíamos ajudar a limpar," ela disse, passando os dedos melados de porra no meu pau de novo.
"Tá bom, querida," eu falei, dando um beijinho rápido na boca dela. "Vamos tomar banho.

Alguém tem que fazer isso.

Sim... quer dizer, não! Quer dizer, sim, é lubrificante, mas MEU pau não pode esfregar dentro da SUA buceta."
"Por que não?"
"Sarah, querida, a gente simplesmente não pode. Isso é incesto," eu disse. "Você nem deveria estar brincando com meu pau."
"Você brincou com a minha buceta. Como é que eu vou aprender alguma coisa se você não me deixa fazer isso?

Ela tirou minha mão, colocando-a de volta no meu pau com a mão delicada dela e usando a outra para acariciar só a cabecinha da minha rola carente. Ela me masturbou devagar, a umidade que ela produzia deixava a mão deslizar por todo o comprimento. O ritmo dela era lento, hipnótico, delicioso.
Amor, se você continuar assim, meu esperma vai sair. Minha porra. Vou gozar.
"Bom. Quero ver isso", ela disse, continuando as carícias lentas e suaves.
Desviei o olhar das mãos dela acariciando meu pau e olhei pro rosto dela. A expressão dela era uma mistura de determinação e prazer. Ver a concentração e o cuidado que minha filha tinha enquanto me masturbava não me atrasou muito. Nem o movimento rítmico dos peitinhos firmes dela ou o balançar da bucetinha molhada enquanto ela me acariciava.
"Ai, amor, vou gozar... vou gozar... vai sair tanta porra, ai Deus!" eu gemi.
O primeiro jato escapou dos dedos dela e subiu alto no ar, espirrando nos peitos adolescentes dela. Ela cobriu a cabecinha do meu pau com a mão, de modo que o segundo, terceiro, quarto e quinto jatos derramaram sobre os dedos dela e desceram até minha barriga. Minha consciência? Engraçado, não ouvi nada.

“Uau! Isso foi tão legal! Ficou ainda maior bem antes de jorrar! Foi incrível!” exclamou Sarah. Ela ainda estava me masturbando, tirando as últimas gotas de porra do meu pau amolecendo.
“Bom, agora você sabe o que é bater uma,” eu suspirei.
“Sim, obrigada, papai,” disse Sarah. “Não sabia que seria tão divertido. Mas é meio bagunçado, né. Acho que vou me limpar. A gente tá todo suado, e você derramou seu leite nos meus peitos e nas minhas mãos, e tem porra na sua barriga toda. Já sei! Vamos tomar um banho juntos!”

Ah, querida, isso não é uma boa ideia."
"Por que não? Já nos vimos no chuveiro antes. Agora estamos pelados. Acabamos de nos masturbar um ao outro. O que pode acontecer?"
Hmmm. Vamos ver. O que poderia acontecer se eu entrasse no chuveiro com minha filha adolescente e gostosa e ajudasse a lavar seu corpinho jovem e lindo? O que poderia acontecer quando um homem maduro e uma jovem linda esfregam porra um no outro? Meu pau endurecendo já tinha algumas ideias. "Não sei, querida. Essas são coisas que pais e filhas simplesmente não fazem."
"Por favor, papai. Prometo que não conto pra ninguém. Acho que, já que estamos nos sujando um ao outro, devíamos ajudar a limpar," ela disse, passando os dedos melados de porra no meu pau de novo.
"Tá bom, querida," eu falei, dando um beijinho rápido na boca dela. "Vamos tomar banho.

Alguém tem que fazer isso.
20 comentários - Minha Filha Castiça no Ciúme Episódio 6