Árabe

 
ÁrabeMinha vizinha árabe Tinha o dobro da minha idade, mas por trás desses 38 anos, tinha uma mulher gostosa e muito safada, tímida, mas que faz de tudo... Na minha rua morava uma mulher árabe, casada com um espanhol, e com dois filhos. Minha mãe era amiga dela, e de vez em quando, trocavam recados. Quando minha vizinha, Fátima (uns trinta e oito anos), pedia alguma coisa pra minha mãe, eu era sempre o encarregado de levar. Ela sempre foi muito educada comigo, me convidava pra entrar e tomar alguma coisa, perguntava como eu tava, como eu ia, e pedia filmes que eu tinha pra assistir. Mas um dia aconteceu algo diferente. Nunca imaginei que ia dar uma trepada na minha vizinha, já que ela tinha o dobro da minha idade, e eu nunca me senti atraído por ela, sempre a via de moletom e com o cabelo bagunçado e embaraçado. Ela me pediu uns filmes dias atrás, e naquele dia fui levar pra ela. Tava distraído olhando o jardim dela quando ela abriu a porta. Aí ela tava lá, de minissaia azul, bota branca, sem meia, com uma blusa que destacava os peitos dela (nunca pensei que ela tinha tanto peito), e tava penteada e maquiada de um jeito muito gostoso. Ela se surpreendeu, não achou que eu fosse chegar naquele exato momento. Aí perguntei se tava atrapalhando. Ela negou e me fez entrar. Ficou me fazendo umas perguntas do banheiro, enquanto terminava de se arrumar. Eu tava sentado no sofá da sala, folheando uma daquelas revistas de fofoca. De repente, ela saiu do banheiro, sem aquela minissaia nem blusa, só de lingerie, um sutiã preto pequeno e uma calcinha preta, ela era morena cor de canela, e combinava tudo com aquela lingerie. — Ei, me fala a verdade, esse conjunto fica bem em mim? Gaguejei um pouco, e concordei timidamente. Coloquei aquela revista um pouco em cima da minha virilha, pra não dar pra ver que meu pau tava crescendo, mas até a revista levantava um pouco. Ela percebeu o que tava rolando Passou por mim, me olhou e sorriu safada. Aí me disse: - Ei, se eu vestir uns modelitos, você pode me ajudar a escolher? Eu falei que sim. Ela entrou pra dentro de casa, enquanto eu tentava acalmar meu pau. Depois de um minuto, saiu com outro modelo diferente de calcinha, dessa vez era uma fio dental, falei que ficava perfeito nela. Ela entrou de novo, e assim saiu umas quantas vezes. No final, saiu vestida de novo, com sua minissaia, camisa e botas. Eu continuava sentado e ela ficou me olhando, como quem diz se eu ainda não ia embora. Mas quando resolvi me levantar, ela se aproximou. Ela estava de pé, a dez centímetros de mim. Eu olhava fixamente pras tetas dela. Ela acariciou meu cabelo e aproximou minha cabeça da saia dela. Com minha mão, puxei o zíper da saia dela. A saia caiu até os tornozelos. Ela tava usando o conjunto de fio dental, foi meu favorito. Ela olhou pro teto e soltou um gemido. Enfiei minha mão por baixo da camisa e acariciei a barriga dela. Ela foi desabotoando a camisa e tirou. Toquei as duas tetas dela com as duas mãos, e peguei ela pela cintura, fazendo ela sentar no meu colo, e desabotoei o sutiã, e vi as tetas dela balançarem. Os bicos eram bem grandes, de um marrom bem escuro. Ela se aproximou do meu pescoço e enfiou a língua na minha boca, e começou a brincar com a minha. Com as duas mãos, agarrei as bundas dela e apertei. Com ansiedade, tirei a fio dental e ela me ajudou a fazer isso, toda putinha. Assim que tirei, pude ver a buceta dela, peluda, mas aparada, dava pra ver que ela cuidava. Ela tava de pernas abertas em cima de mim, chupando minha língua. Eu ainda tava vestido, e através da calça, enfiava meu pau na buceta da Fátima. Ela tirou minha camisa e começou a beijar meu corpo. Depois desabotoou a calça até me deixar pelado. Meu pau sentiu um alívio ao sair livre da calça. Fátima ficou olhando pra ele. Não era muito grande, uns quinze centímetros, mas era grosso. Ela me disse que era uma Uma pessoa muito safada, mas que normalmente não conseguia enfiar bem os paus, que doíam muito, mas que tentaria do jeito que desse. Ela saiu de cima de mim e se agachou no chão, e com as duas mãos acariciou meu pau. Me bateu uma um pouco e depois levou à boca. Eu gemi pra caralho enquanto Fátima chupava rapidíssimo. No começo tentava enfiar tudo na boca, mas acabou passando a língua na minha cabeça, cuspindo a saliva dela em cima e esfregando por toda a área. Chupava e chupava enquanto me masturbava, e preferi não avisar que ia gozar. No final, gozei na boca dela e ela se assustou, já que não esperava que eu gozasse na boca dela, e ficou toda molhada, teve que engolir o que tinha dentro pra não se engasgar, e também escorreu pelos peitos dela e respingou no chão. Ela saiu da sala, achei que tinha ficado brava por não avisar que ia gozar. Mas em poucos segundos voltou correndo e colocou uma camisinha com a boca, e sentou de pernas abertas em cima de mim, de um jeito tão bruto que eu penetrei ela toda. Ela deu um grito de dor entre gemidos, achei que ia morrer de dor, do jeito que gritava. Mas foi se acostumando com meu pau dentro e começou a fazer movimentos circulares com a cintura, e logo senti que vinha o primeiro orgasmo dela, e não parou de pular em cima de mim. Me inclinei um pouco sobre ela enquanto lambia os peitos dela, e ela envolveu minha cintura com as pernas, e comecei com um forte vai e vem. Arranhou minhas costas com fúria e mordeu a orelha com os dentes pra aliviar a dor. Gozei na camisinha enquanto continuava metendo muito mais forte pra terminar de gozar. Ofegamos um pouco os dois abraçados, e ela tirou a camisinha. Fizemos um 69 pra relaxar, e dessa vez gozei de novo na boca dela, mas ela já estava preparada pra engolir, então gozei, e ela derramou os sucos dela na minha língua, que saboreei com vontade. Depois pedi pra ela ficar de quatro, e ela sem reclamar. obedeceu. Não lubrifiquei o cu dela, e enfiei até o fundo em menos de um segundo. Ela deu um gritinho de dor, e tentou se arrastar pra fugir, mas eu segui ela sem tirar minha pica da bunda dela e bombeei igual um cachorro bombeia a putinha dele. Gozei no cu dela, e ela acabou pedindo mais, mais e mais. A bunda dela ficou uma mistura de porra, sangue e sucos de mulher, do que sobrou do vai-e-vem que eu fiz nela. Depois nos vestimos um ao outro, e fui embora. Ela saiu daquela casa, mas não muito longe da minha, e de vez em quando, desço de moto pra fazer uma visitinha...

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