decidimos sair naquela noite para um clube de swing.
Eu, com meu decote, uns quadris e uma bunda generosa que se marcavam na minha saia justa, sentia um frio na barriga de nervoso e tesão me percorrer ao entrar naquele mundo novo. Não sabia bem o que esperar quando cruzamos a porta daquele lugar, mas estava há semanas matutando na ideia. Dar uma olhada, observar, deixar rolar… Tinha aquele frio na barriga que mistura nervoso com putaria, e quando o Jorge roçou meu quadril por trás enquanto a gente falava com o porteiro, soube que tinha tomado a decisão certa.
— Tá bem? — ele sussurrou, como sempre, ligado no meu corpo e na minha mente.
— Perfeitamente — falei, olhando pra ele com um sorriso de canto —. Tô morrendo de vontade.
Entramos no clube de mãos dadas. Assim que passamos pelo corredor de entrada, fomos envolvidos por uma luz fraca, avermelhada, e uma mistura de música eletrônica suave com gemidos distantes. Tinha casais e trios por todo lado, alguns só bebendo algo, outros se beijando sem vergonha, e uns quantos entregues ao sexo sem reservas.
Percebi como o Jorge me olhava com desejo enquanto eu passeava devagar entre o povo, vestindo meu vestido preto curto e justo, sem sutiã, deixando meus bicos duros marcarem o tecido. Meus peitos me enlouquecem, principalmente quando ele os acaricia ou beija com aquela adoração que me deixa doida.
Passamos por várias salas, algumas privadas, outras abertas. Vimos uma mulher amarrada num cavalo, um casal fazendo um trio com outro cara, e até um grupo que se masturbava em círculo olhando pra uma mina que se tocava na frente deles. Jorge e eu nos olhamos.
— Quer ver mais… ou tentar algo? — ele perguntou, me encarando com aquele brilho safado.
— Quero brincar — falei —. Algo simples. Algo quente.
Foi ele quem me levou pra área das cabines. Escuras, discretas, com um banco estreito na frente de uma parede com três buracos cobertos por cortininhas pretas. Uma delas estava levantada. Eu ri baixinho ao ver aquilo. evidente.
—Quer entrar? —ela me perguntou, me olhando como se já soubesse a resposta.
—Abre você a porta —respondi, entrando com um sorriso desafiador.
Lá dentro, o clima era íntimo, quase clandestino. Sentei no banco, levantando um pouco a saia pra ele ver que eu não tava de calcinha. Jorge fechou a porta e me abraçou por trás, beijando meu pescoço, enfiando as mãos por baixo do vestido e agarrando minha bunda com força. Os dedos dele se enfiaram entre minhas nádegas e eu suspirei ao sentir ele tatear minha umidade.
De repente, do outro lado do painel, duas cortininhas se levantaram, mostrando dois paus completamente duros aparecendo.
—Olha o que você tem na sua frente… —sussurrou Jorge no meu ouvido, acariciando meus mamilos com os polegares.
Me inclinei pra frente sem hesitar. Um era grosso e cheio de veias, o outro mais fino mas comprido. Fiquei com tesão só de pensar que não sabia de quem eram. Me senti selvagem, livre, desejada por completos estranhos.
Com uma mão, comecei a acariciar o mais grosso, sentindo ele pulsar sob meus dedos. Com a outra, envolvi a base do segundo e comecei a masturbar ele devagar. Jorge baixou meu vestido até a cintura, deixando meus peitos nus. Me senti deliciosa assim, exposta, usando minhas mãos pra dar prazer pros outros enquanto meu homem me tocava.
—Você tá tão puta agora… e eu amo isso —sussurrou ele.
Os dois homens colocaram a camisinha —o som do látex deslizando sobre as ereções me deu um arrepio de antecipação— e então me inclinei pra chupar o mais comprido. Enfiei ele na boca com avidez, saboreando a mistura de látex e pele quente. Minha língua brincava com a ponta enquanto eu continuava batendo punheta pro outro com firmeza.
Jorge levantou meu quadril e se posicionou atrás de mim. Levantou meu vestido ainda mais, deixando minha bunda completamente nua, e sem perder tempo, meteu fundo de uma vez. Eu ofeguei sobre o pau que tava na boca, me sentindo preenchida e possuída.
—Me fode, Jorge.
E ele obedeceu. Ele me comia com força, cada estocada batendo na minha bunda generosa, que ele adora agarrar e dar tapas. Eu gemia, vibrando entre o prazer oral e a enfiada do meu marido.
Um dos homens começou a ofegar e gozou de uma vez. Continuei masturbando ele enquanto a camisinha inchava na minha mão, quente e pulsante. Me virei sem parar e chupei o outro pau de novo, molhando o látex com minha saliva, deixando ele entrar ainda mais fundo, enquanto o Jorge não parava, ofegando atrás de mim, falando putaria no meu ouvido enquanto me comia sem descanso.
E aí aconteceu: senti o segundo cara tremer e a camisinha começar a encher dentro da minha boca. O calor do esperma dele inchou ela de repente, pulsando entre meus lábios, e isso me fez gemer de puro tesão. Segurei ali, lambendo em volta da camisinha, me sentindo mais puta, mais viva do que nunca.
O Jorge gozou quase ao mesmo tempo, com um grunhido de animal, me segurando pela cintura, enterrado dentro de mim até o fundo. Me deixei cair no banco, suada, satisfeita, ainda vibrando de prazer.
— Quer mais? — ele me perguntou, enquanto afastava um fio de cabelo do meu rosto.
— Sim — respondi com um sorriso safado —. Me amarra.
O Jorge me levou pela mão até uma sala mais discreta, envolta em sombras, onde se destacava uma cruz com correias em cada ponta. Na parede, um cabideiro com vendas, algemas, chicotes, cordas… e gente observando, com copos na mão e sorrisos famintos. Aquilo não era um show. Era um ritual.
— Coloca isso — ele disse, me oferecendo uma venda de cetim preto.
Coloquei sem hesitar. Me excitava não ver, confiar cegamente nele, no que estava por vir. Senti ele me despir devagar, deixando o vestido cair no chão. Ele acariciou meus peitos, mordiscou meu pescoço e me levou até a cruz.
— Abre as pernas. Coloca as mãos pra cima — ordenou com voz baixa e firme.
Obedeci. As correias de couro se fecharam uma a uma, prendendo meus pulsos e tornozelos. Me senti exposta, indefesa… e completamente empoderada. Porque eu queria estar ali. Porque eu tinha o controle da minha entrega.
Então eu ouvi ele se afastar. Murmúrios. Passos. Mais gente. O murmúrio de excitação crescia ao meu redor.
— Agora você vai sentir muitas mãos — Jorge sussurrou no meu ouvido, colado por trás e acariciando meu pescoço —. Todas te desejando. Todas te tocando… enquanto você não pode ver quem é.
E foi assim.
Primeiro, umas mãos suaves percorreram minhas costas, descendo pelas minhas costelas até meus quadris. Depois outras, mais brutas, apertaram minha bunda, separando minhas nádegas sem vergonha. Umas mais acariciaram minhas coxas por dentro, e senti dedos entre meus lábios, me explorando com fome.
Gemi ao sentir meus mamilos sendo beliscados, lambidos, mordiscados por bocas desconhecidas. Meu corpo tremia, eletrizado por tantas sensações simultâneas.
Jorge falava no meu ouvido, com voz rouca, me dizendo o quão puta eu estava, o quão molhada, o quanto me excitava me ver assim, aberta ao desejo coletivo.
— E agora… alguém vai te comer — ele anunciou com uma calma diabólica —. E você vai deixar. Porque você tá encharcada por dentro e por fora.
Senti antes de ouvir nada: um corpo colado no meu, uma rola dura roçando minha entrada. Ele meteu devagar, como se quisesse me saborear inteira. Não era o Jorge. Eu sabia.
As mãos dele me seguravam firme, os quadris batendo nos meus. Eu tava cheia, até o talo, e vibrava num estado de prazer tão intenso que quase chorava de felicidade.
Entre ofegos, senti o Jorge me pegar pela cintura, ajudando aquele homem a me comer com ritmo, a apertar minha bunda, a me inclinar pra frente.
— Você é minha — Jorge disse, enquanto a rola desconhecida me fodia sem pressa por trás —. Só minha.
E eu ria, entre gemidos, porque sabia que aquela noite era minha, nossa, de todos os desejos libertados.
Ele me comia com ritmo firme enquanto as mãos continuavam por toda parte: uns dedos na minha boca, outras línguas nos meus mamilos, outra mão acariciando minha clitóris. Eu ofegava sem pudor, amarrada, tremendo, recebendo prazer por cada canto do meu corpo.
—Você está linda assim
E com essas palavras, eu gozei. Com força. Me contorci contra as correias enquanto o desconhecido gemia atrás de mim e gozava dentro da camisinha, com uma última estocada funda que arrancou um grito de prazer de mim.
Fiquei ofegando, com o coração a mil. Aos poucos, as mãos se retiraram. Jorge me desamarrou com delicadeza e tirou a venda.
Na minha frente, quatro pessoas me observavam: dois homens, um moreno e outro mais corpulento; e uma mulher de cabelo curto e olhar brilhante. Todos sorriam. Tinham curtido. Assim como eu.
—Quer algo mais privado? —perguntou a mulher, com um sorriso safado—. Tenho um quarto lá no fundo… e ainda tem muito o que explorar.
Jorge olhou pra mim. Eu concordei, lambendo os lábios.
—Vamos —falei.
Eles nos levaram por um corredor mais discreto, forrado de veludo vermelho, até um dos quartos privados do clube. Era amplo, com uma cama redonda enorme no centro, espelhos numa parede e uma luz quente, suave, que fazia os corpos brilharem como esculturas vivas. Tudo cheirava a sexo recente, a desejo acumulado.
Entramos os cinco. Jorge me olhava com aquela mistura de luxúria e orgulho que me enlouquecia. Eu sabia que estava no centro de tudo aquilo. Que o desejo girava em torno de mim. E eu adorava.
Jorge se colocou atrás de mim, acariciando meu pescoço.
—Tem certeza? —perguntou baixinho, a mão na minha cintura.
—Com certeza. Hoje eu quero tudo.
Eva se ajoelhou na minha frente, sem tirar os olhos de mim, e começou a desabotoar meu vestido com delicadeza, como se estivesse desembrulhando um presente. Senti a respiração dela nos meus muslos enquanto o vestido caía no chão. Eu não estava de calcinha.
Ela ficou me encarando, os olhos acesos.
Atrás de mim, Jorge já tinha tirado a camisa. Raúl e Marcos também se despiam sem pressa, os corpos duros e pulsantes, com as pirocas duras. me apontando como se soubessem perfeitamente que eu seria o centro de tudo.
Me deitei na cama, e Eva subiu comigo, sem tirar os olhos de mim. Os lábios dela encontraram os meus, macios primeiro, depois mais urgentes. Ela me beijou como se me desejasse há anos. Enquanto isso, as mãos dela desciam pela minha cintura, apertavam minha bunda, abriam minhas pernas.
Jorge se ajoelhou ao meu lado, beijando meu pescoço, enquanto Marcos se aproximava da borda da cama e me oferecia o pau. Segurei ele com uma mão e comecei a masturbar devagar, olhando pra ele com cara de safada.
Raúl se posicionou do outro lado, os dedos roçando meu mamilo esquerdo. Eva os afastou brincando e tomou conta dos meus peitos, lambendo um, depois o outro, enquanto Jorge mordia minha orelha.
Eu estava encharcada. Cercada. Adorada.
Mordi a cabeça do pau de Marcos de leve antes de lamber, vendo como ele tremia.
Raúl se colocou entre minhas pernas e começou a acariciar meu clitóris com dois dedos. Me arqueei com um gemido, no meio de tantas sensações.
Eva deslizou entre minhas pernas, deixando espaço pro Raúl, e se concentrou em beijar minhas coxas, com os olhos brilhando.
— Você vai precisar estar bem molhada pro que vem por aí — sussurrou.
— Tô — falei, lambendo o pau de Marcos até o fundo.
Meus mamilos estavam duros.
Jorge me beijou na testa e sussurrou:
— Você tá tão puta e tão gostosa… Deixou todo mundo louco.
Eva subiu de novo, sentou de pernas abertas na minha barriga e se inclinou pra me beijar. Agarrei a bunda dela com as duas mãos enquanto os lábios dela se fundiam com os meus.
— Cê tá pronta pra mais? — perguntou Raúl, roçando a ponta do pau na minha entrada.
— Sim — ofeguei, abrindo mais as pernas —. Mas quero que vocês entrem todos. Quero sentir vocês dentro. Todos.
Me colocaram no centro da cama, de quatro, com o corpo pegando fogo e os sentidos saturados. Minhas pernas tremiam, mas não de medo, e sim de tesão. Me sentia insaciável, voraz. Meu corpo inteiro pedia Mais.
Jorge se ajoelhou atrás de mim, e eu soube na hora em que ele me tocou que ele seria o primeiro. Ele me agarrou pelos quadris, cravando os dedos na minha carne, e roçou a ponta da pica dele nos meus lábios vaginais, já inchados e encharcados.
— Você tá pronta — murmurou.
— Faz — falei, virando a cabeça pra olhar por cima do ombro —. Quero sentir você dentro.
E ele me deu. Entrou numa estocada suave mas firme, me preenchendo por completo. Soltei um gemido gutural, me sentindo finalmente onde queria estar. O contato com ele era familiar, intenso, perfeito. Ele sempre soube como mexer os quadris, como me fazer vibrar.
Mas dessa vez era diferente. Dessa vez tinha outros corpos, outras mãos, outros olhos. E isso não tornava menos nosso. Tornava mais selvagem, mais íntimo ainda, como se nos compartilhar nos conectasse mais.
Raúl se posicionou atrás de Jorge, com uma camisinha já colocada. Vi ele esfregar a pica com uma mão enquanto com a outra acariciava minhas nádegas, separando-as, explorando meu cu com calma, como se já me conhecesse.
— Posso? — perguntou com voz grave, de trás.
— Sim… — sussurrei, ofegante —. Mas vai devagar.
Eva, sentada na minha frente, acariciava meu cabelo. Me beijou nos lábios com ternura e sussurrou:
— Relaxa. Você vai adorar.
Raúl cuspiu na mão, lubrificou mais a pica dele, e começou a empurrar com paciência, com pressão constante. Senti meu cu se abrindo aos poucos, me preenchendo centímetro por centímetro.
A sensação era brutal, intensa, quase avassaladora. Eu tinha Jorge na buceta, e agora outro homem abrindo meu rabo com a pica dura dele.
Marcos se aproximou pela frente. Me ofereceu a pica dele, dura, pulsando. Sem pensar, abri a boca e enfiei até a garganta, buscando o gosto dele, o calor. Segurei com os lábios enquanto Raúl terminava de se enterrar de vez no meu cu.
Eu tava cheia. Completamente.
Jorge começou a se mover primeiro, marcando o ritmo. Senti a pica dele deslizando dentro de mim, profunda, firme. Depois Raúl se juntou ao vai e vem, com movimentos mais lentos, mais medidos.
Abri os olhos e procurei o Jorge. Olhei pra ele, fixando o olhar enquanto outro homem me comia o cu e outro a boca. E no olhar dele encontrei tudo: orgulho, desejo, ternura, luxúria. A cara dele dizia "minha", mesmo enquanto me dividia.
Isso me excitou mais que tudo.
Meus mamilos estavam duros como pedra, os olhos fechados, os lábios esticados pelo esforço de continuar chupando o Marcos enquanto meu corpo inteiro era sacudido pelas estocadas.
— Você é tão promíscua… — ele me disse —. Tão puta e tão minha. Você adora ter todos os buracos preenchidos.
Raúl aumentou o ritmo, batendo na minha bunda a cada estocada. Jorge grunhia. Marcos ofegava, marcando cada entrada com força.
E então aconteceu.
Gozei como uma tempestade, com espasmos da barriga até os pés, com um gemido abafado, as mãos agarradas nos lençóis, a pica do Marcos tremendo na minha garganta.
Jorge e Raúl aceleraram, roçando as rolas dentro de mim, fazendo meu corpo vibrar ainda mais.
Então ele fez algo que me acendeu ainda mais: se afastou por um instante, tirou a camisinha com um gesto rápido e jogou de lado.
Depois voltou a ficar na minha frente, segurando a própria pica com uma mão, se masturbando a toda velocidade enquanto a respiração acelerava.
— Assim, assim, me olha… — ele disse, e eu não desviei o olhar.
E ele gozou.
O primeiro jato acertou em cheio minha bochecha, quente e grosso. O seguinte acertou minha testa, e o último, bem na boca.
Abri os lábios, coloquei a língua pra fora, deixando o esperma pintar minha cara.
Me senti desejada.
O gemido dele foi rouco, trêmulo, autêntico.
Na mesma hora, Jorge, atrás de mim, começou a me comer com mais força, com aquela mistura perfeita de amor selvagem e posse.
Ele não usava camisinha, não precisávamos. Era meu marido, meu homem, meu cúmplice.
Senti a pica dele pulsando dentro de mim, como os dedos dele se agarravam na minha cintura com desespero.
E ele me encheu.
Gozou com um gemido grave, profundo, derramando tudo dentro. de mim sem contenção, o esperma quente dele transbordando em ondas dentro da minha buceta
Eu gemi com força,
O orgasmo me sacudiu violentamente, uma onda avassaladora que me arqueou na cama, com o rosto coberto, os peitos brilhando, as pernas tremendo,
entre os lábios de Eva.
Gemi alto, sem medo, sem vergonha. Me abri por completo. Me esvaziei. Eva subiu pelo meu corpo, lambendo minha barriga, e me beijou na boca, dividindo comigo o gosto do meu próprio prazer. Ficamos assim, envoltos em suor, porra, risadas e gemidos. E eu, deitada no meio de todos eles, com o corpo exausto mas a alma em chamas, soube que nunca tinha me sentido tão viva.
Eu, com meu decote, uns quadris e uma bunda generosa que se marcavam na minha saia justa, sentia um frio na barriga de nervoso e tesão me percorrer ao entrar naquele mundo novo. Não sabia bem o que esperar quando cruzamos a porta daquele lugar, mas estava há semanas matutando na ideia. Dar uma olhada, observar, deixar rolar… Tinha aquele frio na barriga que mistura nervoso com putaria, e quando o Jorge roçou meu quadril por trás enquanto a gente falava com o porteiro, soube que tinha tomado a decisão certa.
— Tá bem? — ele sussurrou, como sempre, ligado no meu corpo e na minha mente.
— Perfeitamente — falei, olhando pra ele com um sorriso de canto —. Tô morrendo de vontade.
Entramos no clube de mãos dadas. Assim que passamos pelo corredor de entrada, fomos envolvidos por uma luz fraca, avermelhada, e uma mistura de música eletrônica suave com gemidos distantes. Tinha casais e trios por todo lado, alguns só bebendo algo, outros se beijando sem vergonha, e uns quantos entregues ao sexo sem reservas.
Percebi como o Jorge me olhava com desejo enquanto eu passeava devagar entre o povo, vestindo meu vestido preto curto e justo, sem sutiã, deixando meus bicos duros marcarem o tecido. Meus peitos me enlouquecem, principalmente quando ele os acaricia ou beija com aquela adoração que me deixa doida.
Passamos por várias salas, algumas privadas, outras abertas. Vimos uma mulher amarrada num cavalo, um casal fazendo um trio com outro cara, e até um grupo que se masturbava em círculo olhando pra uma mina que se tocava na frente deles. Jorge e eu nos olhamos.
— Quer ver mais… ou tentar algo? — ele perguntou, me encarando com aquele brilho safado.
— Quero brincar — falei —. Algo simples. Algo quente.
Foi ele quem me levou pra área das cabines. Escuras, discretas, com um banco estreito na frente de uma parede com três buracos cobertos por cortininhas pretas. Uma delas estava levantada. Eu ri baixinho ao ver aquilo. evidente.
—Quer entrar? —ela me perguntou, me olhando como se já soubesse a resposta.
—Abre você a porta —respondi, entrando com um sorriso desafiador.
Lá dentro, o clima era íntimo, quase clandestino. Sentei no banco, levantando um pouco a saia pra ele ver que eu não tava de calcinha. Jorge fechou a porta e me abraçou por trás, beijando meu pescoço, enfiando as mãos por baixo do vestido e agarrando minha bunda com força. Os dedos dele se enfiaram entre minhas nádegas e eu suspirei ao sentir ele tatear minha umidade.
De repente, do outro lado do painel, duas cortininhas se levantaram, mostrando dois paus completamente duros aparecendo.
—Olha o que você tem na sua frente… —sussurrou Jorge no meu ouvido, acariciando meus mamilos com os polegares.
Me inclinei pra frente sem hesitar. Um era grosso e cheio de veias, o outro mais fino mas comprido. Fiquei com tesão só de pensar que não sabia de quem eram. Me senti selvagem, livre, desejada por completos estranhos.
Com uma mão, comecei a acariciar o mais grosso, sentindo ele pulsar sob meus dedos. Com a outra, envolvi a base do segundo e comecei a masturbar ele devagar. Jorge baixou meu vestido até a cintura, deixando meus peitos nus. Me senti deliciosa assim, exposta, usando minhas mãos pra dar prazer pros outros enquanto meu homem me tocava.
—Você tá tão puta agora… e eu amo isso —sussurrou ele.
Os dois homens colocaram a camisinha —o som do látex deslizando sobre as ereções me deu um arrepio de antecipação— e então me inclinei pra chupar o mais comprido. Enfiei ele na boca com avidez, saboreando a mistura de látex e pele quente. Minha língua brincava com a ponta enquanto eu continuava batendo punheta pro outro com firmeza.
Jorge levantou meu quadril e se posicionou atrás de mim. Levantou meu vestido ainda mais, deixando minha bunda completamente nua, e sem perder tempo, meteu fundo de uma vez. Eu ofeguei sobre o pau que tava na boca, me sentindo preenchida e possuída.
—Me fode, Jorge.
E ele obedeceu. Ele me comia com força, cada estocada batendo na minha bunda generosa, que ele adora agarrar e dar tapas. Eu gemia, vibrando entre o prazer oral e a enfiada do meu marido.
Um dos homens começou a ofegar e gozou de uma vez. Continuei masturbando ele enquanto a camisinha inchava na minha mão, quente e pulsante. Me virei sem parar e chupei o outro pau de novo, molhando o látex com minha saliva, deixando ele entrar ainda mais fundo, enquanto o Jorge não parava, ofegando atrás de mim, falando putaria no meu ouvido enquanto me comia sem descanso.
E aí aconteceu: senti o segundo cara tremer e a camisinha começar a encher dentro da minha boca. O calor do esperma dele inchou ela de repente, pulsando entre meus lábios, e isso me fez gemer de puro tesão. Segurei ali, lambendo em volta da camisinha, me sentindo mais puta, mais viva do que nunca.
O Jorge gozou quase ao mesmo tempo, com um grunhido de animal, me segurando pela cintura, enterrado dentro de mim até o fundo. Me deixei cair no banco, suada, satisfeita, ainda vibrando de prazer.
— Quer mais? — ele me perguntou, enquanto afastava um fio de cabelo do meu rosto.
— Sim — respondi com um sorriso safado —. Me amarra.
O Jorge me levou pela mão até uma sala mais discreta, envolta em sombras, onde se destacava uma cruz com correias em cada ponta. Na parede, um cabideiro com vendas, algemas, chicotes, cordas… e gente observando, com copos na mão e sorrisos famintos. Aquilo não era um show. Era um ritual.
— Coloca isso — ele disse, me oferecendo uma venda de cetim preto.
Coloquei sem hesitar. Me excitava não ver, confiar cegamente nele, no que estava por vir. Senti ele me despir devagar, deixando o vestido cair no chão. Ele acariciou meus peitos, mordiscou meu pescoço e me levou até a cruz.
— Abre as pernas. Coloca as mãos pra cima — ordenou com voz baixa e firme.
Obedeci. As correias de couro se fecharam uma a uma, prendendo meus pulsos e tornozelos. Me senti exposta, indefesa… e completamente empoderada. Porque eu queria estar ali. Porque eu tinha o controle da minha entrega.
Então eu ouvi ele se afastar. Murmúrios. Passos. Mais gente. O murmúrio de excitação crescia ao meu redor.
— Agora você vai sentir muitas mãos — Jorge sussurrou no meu ouvido, colado por trás e acariciando meu pescoço —. Todas te desejando. Todas te tocando… enquanto você não pode ver quem é.
E foi assim.
Primeiro, umas mãos suaves percorreram minhas costas, descendo pelas minhas costelas até meus quadris. Depois outras, mais brutas, apertaram minha bunda, separando minhas nádegas sem vergonha. Umas mais acariciaram minhas coxas por dentro, e senti dedos entre meus lábios, me explorando com fome.
Gemi ao sentir meus mamilos sendo beliscados, lambidos, mordiscados por bocas desconhecidas. Meu corpo tremia, eletrizado por tantas sensações simultâneas.
Jorge falava no meu ouvido, com voz rouca, me dizendo o quão puta eu estava, o quão molhada, o quanto me excitava me ver assim, aberta ao desejo coletivo.
— E agora… alguém vai te comer — ele anunciou com uma calma diabólica —. E você vai deixar. Porque você tá encharcada por dentro e por fora.
Senti antes de ouvir nada: um corpo colado no meu, uma rola dura roçando minha entrada. Ele meteu devagar, como se quisesse me saborear inteira. Não era o Jorge. Eu sabia.
As mãos dele me seguravam firme, os quadris batendo nos meus. Eu tava cheia, até o talo, e vibrava num estado de prazer tão intenso que quase chorava de felicidade.
Entre ofegos, senti o Jorge me pegar pela cintura, ajudando aquele homem a me comer com ritmo, a apertar minha bunda, a me inclinar pra frente.
— Você é minha — Jorge disse, enquanto a rola desconhecida me fodia sem pressa por trás —. Só minha.
E eu ria, entre gemidos, porque sabia que aquela noite era minha, nossa, de todos os desejos libertados.
Ele me comia com ritmo firme enquanto as mãos continuavam por toda parte: uns dedos na minha boca, outras línguas nos meus mamilos, outra mão acariciando minha clitóris. Eu ofegava sem pudor, amarrada, tremendo, recebendo prazer por cada canto do meu corpo.
—Você está linda assim
E com essas palavras, eu gozei. Com força. Me contorci contra as correias enquanto o desconhecido gemia atrás de mim e gozava dentro da camisinha, com uma última estocada funda que arrancou um grito de prazer de mim.
Fiquei ofegando, com o coração a mil. Aos poucos, as mãos se retiraram. Jorge me desamarrou com delicadeza e tirou a venda.
Na minha frente, quatro pessoas me observavam: dois homens, um moreno e outro mais corpulento; e uma mulher de cabelo curto e olhar brilhante. Todos sorriam. Tinham curtido. Assim como eu.
—Quer algo mais privado? —perguntou a mulher, com um sorriso safado—. Tenho um quarto lá no fundo… e ainda tem muito o que explorar.
Jorge olhou pra mim. Eu concordei, lambendo os lábios.
—Vamos —falei.
Eles nos levaram por um corredor mais discreto, forrado de veludo vermelho, até um dos quartos privados do clube. Era amplo, com uma cama redonda enorme no centro, espelhos numa parede e uma luz quente, suave, que fazia os corpos brilharem como esculturas vivas. Tudo cheirava a sexo recente, a desejo acumulado.
Entramos os cinco. Jorge me olhava com aquela mistura de luxúria e orgulho que me enlouquecia. Eu sabia que estava no centro de tudo aquilo. Que o desejo girava em torno de mim. E eu adorava.
Jorge se colocou atrás de mim, acariciando meu pescoço.
—Tem certeza? —perguntou baixinho, a mão na minha cintura.
—Com certeza. Hoje eu quero tudo.
Eva se ajoelhou na minha frente, sem tirar os olhos de mim, e começou a desabotoar meu vestido com delicadeza, como se estivesse desembrulhando um presente. Senti a respiração dela nos meus muslos enquanto o vestido caía no chão. Eu não estava de calcinha.
Ela ficou me encarando, os olhos acesos.
Atrás de mim, Jorge já tinha tirado a camisa. Raúl e Marcos também se despiam sem pressa, os corpos duros e pulsantes, com as pirocas duras. me apontando como se soubessem perfeitamente que eu seria o centro de tudo.
Me deitei na cama, e Eva subiu comigo, sem tirar os olhos de mim. Os lábios dela encontraram os meus, macios primeiro, depois mais urgentes. Ela me beijou como se me desejasse há anos. Enquanto isso, as mãos dela desciam pela minha cintura, apertavam minha bunda, abriam minhas pernas.
Jorge se ajoelhou ao meu lado, beijando meu pescoço, enquanto Marcos se aproximava da borda da cama e me oferecia o pau. Segurei ele com uma mão e comecei a masturbar devagar, olhando pra ele com cara de safada.
Raúl se posicionou do outro lado, os dedos roçando meu mamilo esquerdo. Eva os afastou brincando e tomou conta dos meus peitos, lambendo um, depois o outro, enquanto Jorge mordia minha orelha.
Eu estava encharcada. Cercada. Adorada.
Mordi a cabeça do pau de Marcos de leve antes de lamber, vendo como ele tremia.
Raúl se colocou entre minhas pernas e começou a acariciar meu clitóris com dois dedos. Me arqueei com um gemido, no meio de tantas sensações.
Eva deslizou entre minhas pernas, deixando espaço pro Raúl, e se concentrou em beijar minhas coxas, com os olhos brilhando.
— Você vai precisar estar bem molhada pro que vem por aí — sussurrou.
— Tô — falei, lambendo o pau de Marcos até o fundo.
Meus mamilos estavam duros.
Jorge me beijou na testa e sussurrou:
— Você tá tão puta e tão gostosa… Deixou todo mundo louco.
Eva subiu de novo, sentou de pernas abertas na minha barriga e se inclinou pra me beijar. Agarrei a bunda dela com as duas mãos enquanto os lábios dela se fundiam com os meus.
— Cê tá pronta pra mais? — perguntou Raúl, roçando a ponta do pau na minha entrada.
— Sim — ofeguei, abrindo mais as pernas —. Mas quero que vocês entrem todos. Quero sentir vocês dentro. Todos.
Me colocaram no centro da cama, de quatro, com o corpo pegando fogo e os sentidos saturados. Minhas pernas tremiam, mas não de medo, e sim de tesão. Me sentia insaciável, voraz. Meu corpo inteiro pedia Mais.
Jorge se ajoelhou atrás de mim, e eu soube na hora em que ele me tocou que ele seria o primeiro. Ele me agarrou pelos quadris, cravando os dedos na minha carne, e roçou a ponta da pica dele nos meus lábios vaginais, já inchados e encharcados.
— Você tá pronta — murmurou.
— Faz — falei, virando a cabeça pra olhar por cima do ombro —. Quero sentir você dentro.
E ele me deu. Entrou numa estocada suave mas firme, me preenchendo por completo. Soltei um gemido gutural, me sentindo finalmente onde queria estar. O contato com ele era familiar, intenso, perfeito. Ele sempre soube como mexer os quadris, como me fazer vibrar.
Mas dessa vez era diferente. Dessa vez tinha outros corpos, outras mãos, outros olhos. E isso não tornava menos nosso. Tornava mais selvagem, mais íntimo ainda, como se nos compartilhar nos conectasse mais.
Raúl se posicionou atrás de Jorge, com uma camisinha já colocada. Vi ele esfregar a pica com uma mão enquanto com a outra acariciava minhas nádegas, separando-as, explorando meu cu com calma, como se já me conhecesse.
— Posso? — perguntou com voz grave, de trás.
— Sim… — sussurrei, ofegante —. Mas vai devagar.
Eva, sentada na minha frente, acariciava meu cabelo. Me beijou nos lábios com ternura e sussurrou:
— Relaxa. Você vai adorar.
Raúl cuspiu na mão, lubrificou mais a pica dele, e começou a empurrar com paciência, com pressão constante. Senti meu cu se abrindo aos poucos, me preenchendo centímetro por centímetro.
A sensação era brutal, intensa, quase avassaladora. Eu tinha Jorge na buceta, e agora outro homem abrindo meu rabo com a pica dura dele.
Marcos se aproximou pela frente. Me ofereceu a pica dele, dura, pulsando. Sem pensar, abri a boca e enfiei até a garganta, buscando o gosto dele, o calor. Segurei com os lábios enquanto Raúl terminava de se enterrar de vez no meu cu.
Eu tava cheia. Completamente.
Jorge começou a se mover primeiro, marcando o ritmo. Senti a pica dele deslizando dentro de mim, profunda, firme. Depois Raúl se juntou ao vai e vem, com movimentos mais lentos, mais medidos.
Abri os olhos e procurei o Jorge. Olhei pra ele, fixando o olhar enquanto outro homem me comia o cu e outro a boca. E no olhar dele encontrei tudo: orgulho, desejo, ternura, luxúria. A cara dele dizia "minha", mesmo enquanto me dividia.
Isso me excitou mais que tudo.
Meus mamilos estavam duros como pedra, os olhos fechados, os lábios esticados pelo esforço de continuar chupando o Marcos enquanto meu corpo inteiro era sacudido pelas estocadas.
— Você é tão promíscua… — ele me disse —. Tão puta e tão minha. Você adora ter todos os buracos preenchidos.
Raúl aumentou o ritmo, batendo na minha bunda a cada estocada. Jorge grunhia. Marcos ofegava, marcando cada entrada com força.
E então aconteceu.
Gozei como uma tempestade, com espasmos da barriga até os pés, com um gemido abafado, as mãos agarradas nos lençóis, a pica do Marcos tremendo na minha garganta.
Jorge e Raúl aceleraram, roçando as rolas dentro de mim, fazendo meu corpo vibrar ainda mais.
Então ele fez algo que me acendeu ainda mais: se afastou por um instante, tirou a camisinha com um gesto rápido e jogou de lado.
Depois voltou a ficar na minha frente, segurando a própria pica com uma mão, se masturbando a toda velocidade enquanto a respiração acelerava.
— Assim, assim, me olha… — ele disse, e eu não desviei o olhar.
E ele gozou.
O primeiro jato acertou em cheio minha bochecha, quente e grosso. O seguinte acertou minha testa, e o último, bem na boca.
Abri os lábios, coloquei a língua pra fora, deixando o esperma pintar minha cara.
Me senti desejada.
O gemido dele foi rouco, trêmulo, autêntico.
Na mesma hora, Jorge, atrás de mim, começou a me comer com mais força, com aquela mistura perfeita de amor selvagem e posse.
Ele não usava camisinha, não precisávamos. Era meu marido, meu homem, meu cúmplice.
Senti a pica dele pulsando dentro de mim, como os dedos dele se agarravam na minha cintura com desespero.
E ele me encheu.
Gozou com um gemido grave, profundo, derramando tudo dentro. de mim sem contenção, o esperma quente dele transbordando em ondas dentro da minha buceta
Eu gemi com força,
O orgasmo me sacudiu violentamente, uma onda avassaladora que me arqueou na cama, com o rosto coberto, os peitos brilhando, as pernas tremendo,
entre os lábios de Eva. Gemi alto, sem medo, sem vergonha. Me abri por completo. Me esvaziei. Eva subiu pelo meu corpo, lambendo minha barriga, e me beijou na boca, dividindo comigo o gosto do meu próprio prazer. Ficamos assim, envoltos em suor, porra, risadas e gemidos. E eu, deitada no meio de todos eles, com o corpo exausto mas a alma em chamas, soube que nunca tinha me sentido tão viva.
2 comentários - Fomos num novo clube, a mão foi pro sexo