E aí, bandido, me chamo Lautaro, tenho 25 anos, sou argentino e vou te contar minha experiência com incesto com minha irmã Iara, que tem 2 anos a menos que eu. Somos oficialmente um casal, mas espera que vou te contar como foi. Somos irmãos de sangue, crescemos juntos desde pequenos e, quando ficamos mais velhos, sempre tivemos que ficar sozinhos. Meu pai morreu e ficou só eu, minha mãe e ela, nós três, mais ninguém. Sempre teve carinho entre nós, e eu costumava sair com minha irmã pra balada ou sempre fazíamos coisas juntos como irmãos, só isso, mas no fundo rolava algo, não sei como explicar, era tipo uma tesão, mas por dentro, obviamente dos dois lados. Às vezes, passava a mão na bunda dela, e ela, se fazendo de sonsa, me tocava o volume entre outras coisas. Mas no dia do aniversário dela, saímos pra balada eu, ela e umas amigas dela. Minha mãe não estava, tinha ido pra casa do meu tio, e ficamos sozinhos quando chegamos da farra. Chegamos bêbados, nos desconhecemos e, mal entramos, ela se jogou em cima de mim, e eu não fiquei atrás. Começamos a nos beijar de língua, com tanta vontade que eu já tava com o pau duríssimo dentro da calça. Nos pelamos no quarto e começamos a transar. Até hoje posso dizer que a melhor foda que tive não foi com nenhuma namorada, foi com minha irmã. Chupei os peitos dela, a bunda, enfiei bem a língua na buceta dela, e ela me chupou as bolas, fez garganta profunda, foi a melhor trepada da minha vida. A gente dormiu depois de duas fodas seguidas e dormimos tranquilos porque minha mãe só voltava na semana seguinte. Transamos de novo assim que acordamos e o resto do dia até a noite, e assim por meses. Mas aí vem o problema. Depois de uns 4 meses comendo minha irmã, ela me chama um dia no quarto dela e me diz que fez um teste de gravidez e tava grávida. Eu, obviamente, não sabia o que fazer, tinha engravidado minha própria irmã, e era algo meio bizarro, entre aspas, mas mesmo assim falei pra ela que ia ficar com o filho e que não ouse fazer nada. abortar porque é uma vida e que eu ia cuidar, como cuidei, em transar sem proteção e deixei ela grávida. Minha irmã mentiu pra minha mãe dizendo que um cara que ela via umas vezes engravidou ela, mas na verdade fui eu que engravidei ela. Eu assumi a responsabilidade de que enchia a buceta dela de porra e por isso ela ficou grávida, éramos os dois culpados, não só eu. Minha mãe não levou bem e botou ela pra fora de casa. Eu não ia deixar isso passar com minha irmã, que hoje já podia ser minha parceira, então falei que ia morar com ela porque uma mãe não podia expulsar a própria filha por estar grávida. Minha mãe não ligou pra nada e nós dois fomos embora. Alugamos algo longe da casa da minha mãe e começamos a morar juntos numa casinha meio pequena, mas pra nós dois tava bom, embora tudo fosse junto e desse pra ouvir qualquer barulho de vizinho transando ou conversando. Então, com 5 meses de gravidez, continuei comendo ela em silêncio e devagar naquela casinha nova. Ainda não tínhamos cama e transávamos num colchão no chão, e às vezes em pé pra facilitar a foda. Com 7 meses, ainda comia ela, mesmo o médico tendo dito que não podíamos ter relações. Eu continuava comendo ela, os dois em pé na cozinha, esticava os braços dela pra trás e ela ficava com a barriga grande pra frente, aguentando como eu estourava a buceta dela até explodir de porra, e ela também me procurava pra eu comer ela. Minha mãe apareceu várias vezes na nossa casa, às vezes quando a gente tava transando, e eu tive que abrir a porta com a pica dura, de short, me tapando, óbvio, e falava pra ela não aparecer mais aqui, que não queríamos vê-la. Ela apareceu mais umas vezes e depois nunca mais. Hoje temos um filho e queremos outro. Continuamos transando, nosso amor por foder nunca acabou, claro. Saímos juntos, vamos comer, fazemos coisas juntos, mas isso é de portas pra fora. De portas pra dentro, continuo estourando a buceta dela como nunca. Adoro contar tudo isso. O que a gente faz e já compartilhei minha história em outras páginas pra vocês conhecerem minha história e ficarem com tesão ao ver o que dois irmãos pervertidos fizeram, e sim, às vezes a culpa batia, mas logo passava. Mas valeu, bandido, por compartilhar minha história, abraços. Se gostou, dá 10 pontos...
5 comentários - Confissão: comi minha irmã (gostosa)